sexta-feira, março 27, 2026

Política & Agro

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Brasil se livra da aftosa sem vacinação



Com o novo status, o Brasil passa a ter acesso a mercados mais exigentes



Com o novo status, o Brasil passa a ter acesso a mercados mais exigentes
Com o novo status, o Brasil passa a ter acesso a mercados mais exigentes – Foto: Divulgação

Em maio de 2025, o Brasil foi oficialmente reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como país livre de febre aftosa sem vacinação. A conquista, resultado de décadas de trabalho, representa um marco para a pecuária nacional. Segundo Carlos Cogo, Sócio Diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, essa nova condição sanitária traz ganhos expressivos ao setor produtivo, ampliando oportunidades comerciais e elevando o patamar do país no cenário internacional.

Com o novo status, o Brasil passa a ter acesso a mercados mais exigentes — como Japão, Coreia do Sul, EUA e União Europeia — que até então restringiam a compra de carnes frescas e com osso. Isso permite ao país negociar produtos de maior valor agregado, resultando em maior competitividade e valorização da carne brasileira. “Aumento na Competitividade e Valorização da Carne Brasileira: possibilidade de cobrar preços mais altos pela carne, dada a maior confiança sanitária. Redução dos custos diretos associados à vacinação, logística de campanhas e manejo sanitário”, comenta.

A cadeia do agronegócio também é diretamente beneficiada. Cogo destaca que o fortalecimento da pecuária bovina gera impactos positivos em setores como genética, nutrição animal, logística e insumos veterinários, com geração de empregos e aumento na arrecadação fiscal, sobretudo em regiões com vocação pecuária. A conquista, segundo ele, “consolida o Brasil como referência mundial em vigilância e controle sanitário. Aumenta a confiança internacional na rastreabilidade e na segurança dos produtos agropecuários brasileiros”.

Contudo, o novo cenário exige vigilância redobrada. Há riscos em regiões de fronteira com países que ainda registram circulação do vírus, o que demanda investimentos contínuos em monitoramento, barreiras sanitárias e respostas rápidas. A responsabilidade aumentou, mas, como avalia Carlos Cogo, o país tem capacidade técnica e institucional para sustentar esse avanço histórico.

 





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Manga/Cepea: Mais do mesmo: preços avançam no Semiárido nordestino e oferta…


Ao menos até o final do semestre cotações deverão ser atrativas

Por mais uma semana, as cotações da manga nas praças do Seminário nordestino registraram novos aumentos, consequência da permanência de baixa oferta na região. De fato, nesta semana (12 a 16/05), no Vale do São Francisco (PE/BA), a palmer foi comercializada a R$ 3,27/kg, leve alta de 3%, indicando o sétimo aumento consecutivo.  Do mesmo modo, a tommy registrou o sexto avanço no Vale, sendo cotada a R$ 4,20/kg, incremento de 16%.  Em Livramento de Nossa Senhora (BA), a palmer, variedade predominante na região, seguiu a mesma tendência, sendo vendida a cerca de R$ 3,36/kg, 12% maior. 

O cenário de restrição de oferta já era esperado para o período, uma vez que as floradas referentes às colheitas atuais foram impactadas por ondas de calor que atingem o Semiárido desde o final de 2024, o que tem limitado a produtividade ao longo desse ano. Apesar disso, já há sinais de reversão desse quadro à medida que o segundo semestre se aproxima e as condições climáticas se tornam mais favoráveis à produção. Até lá, ainda é esperada uma oferta reduzida em todas as principais regiões produtoras, o que poderá manter a tendência de alta nos preços, tanto no mercado interno quanto nas exportações.

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Produtor de cana lucrando mais com irrigação


Com a publicação do Decreto nº 12.437/25 no Diário Oficial da União, os produtores de cana-de-açúcar passam a ter direito a uma parcela das receitas obtidas com a venda dos Créditos de Descarbonização (CBIOs) gerados pelas usinas e importadoras de combustíveis. Segundo a Agência Senado, a regra garante ao produtor, no mínimo, 60% dessas receitas, podendo chegar a 85% caso ele forneça os dados primários necessários para o cálculo da Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA), já descontados os custos de emissão.

De acordo com Daniel Pedroso, Especialista Agronômico da Netafim, esse decreto é um marco para o setor, reconhecendo o papel do produtor na redução das emissões. E a irrigação tem um papel fundamental nesse processo. Estudo conduzido pela Netafim, em parceria com a Fundação ECO+ e o PECEGE, comprovou que a irrigação por gotejamento reduz em até 52% as emissões de CO2 na produção de cana. Enquanto a produção em sequeiro emite 0,161 kg de CO2 por kg de cana, nas áreas irrigadas esse valor cai para 0,077 kg.

Ao inserir esses dados na plataforma RenovaCalc, a NEEA do etanol produzido com cana irrigada atingiu 61,48 (etanol anidro) e 61,13 (etanol hidratado), com redução de até 70% nas emissões. Já a produção em sequeiro ficou com NEEA de 35,28 e 34,93, respectivamente.

Na prática, um produtor com 500 hectares irrigados, considerando o CBIO a R$ 70, pode alcançar até R$ 1,6 milhão em receita. Na mesma área sem irrigação, o valor ficaria em torno de R$ 900 mil. Além de segurança produtiva, a irrigação alia rentabilidade e sustentabilidade, contribuindo diretamente para os compromissos ambientais do Brasil.

“Com base nesses dados, é possível simular a rentabilidade de um produtor. Considerando uma área de 500 hectares irrigados por gotejamento e a participação de 60% nas receitas dos CBIOs, com o crédito comercializado na B3 ao valor de R$ 70,00 por CBIO, o produtor poderia alcançar cerca de R$ 1,6 milhão em receita. Já para a mesma área em sequeiro, a receita ficaria em torno de R$ 900 mil”, afirma.





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Nova plataforma para o tratamento de sementes é lançada



Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24



Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24
Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24 – Foto: Divulgação

A Sipcam Nichino, multinacional referência em defensivos agrícolas, oficializou sua entrada no mercado brasileiro de tratamento de sementes com o lançamento da plataforma Seed Pro. O anúncio ocorreu em eventos realizados em Gramado, no Rio Grande do Sul, e em Goiânia, reunindo empresas sementeiras, cooperativas, revendas e produtores, além de especialistas do setor.

A plataforma Seed Pro é composta pelos fungicidas Tiofanil FS e Torino, pelo bioestimulante Abyss, além do polímero Blue 2005 e do pó secante Dry Shine. A proposta combina tecnologia em produtos e serviços especializados, com foco na proteção e no desenvolvimento inicial das sementes de culturas como soja, amendoim, feijão e trigo.

“Fazem parte desse conceito os fungicidas Tiofanil® FS e Torino®, o bioestimulante Abyss®, o polímero Blue 2005 e o pó secante Dry Shine”, explica Monção. Ele antecipa que a Plataforma Seed Pro embute a prestação de serviços ao produtor atrelada a uma estratégia vitoriosa para proteção de sementes de soja e cultivos como amendoim, feijão e trigo

Entre os destaques, Tiofanil FS se apresenta como o primeiro fungicida multissítio à base de clorotalonil desenvolvido exclusivamente para tratamento de sementes. Já Torino possui ação sistêmica e de contato, oferecendo amplo espectro de controle contra doenças que afetam o estabelecimento das lavouras, contribuindo para maior vigor e potencial produtivo.

Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24, sob liderança da Embrapa Soja, com 80 testes realizados em parceria com diversas consultorias. A plataforma também inclui o bioestimulante Abyss, que favorece a germinação, o desenvolvimento radicular e a formação de plantas mais uniformes.

 





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Colheita e clima favorável pressionam os preços do café



As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano passado



 As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior
As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior – Foto: Pixabay

O avanço da colheita no Brasil, aliado ao clima favorável, vem pressionando para baixo os preços do café arábica e robusta no mercado interno e externo, segundo análise do Itaú BBA com dados do Cepea. Além disso, houve uma melhora nas estimativas da safra 2025/26, mesmo após os efeitos do veranico registrado em fevereiro.

Após uma recuperação dos preços em abril, puxada pela postergação do tarifaço americano, o mercado voltou a registrar quedas em maio. Em Nova York, o contrato do arábica recuou de pouco mais de USD 4/lp no fim de abril para USD 3,7/lp em 21 de maio, queda de 10,5%. O robusta em Londres seguiu a mesma tendência, negociado próximo de USD 4,9 mil por tonelada. No Brasil, com o câmbio relativamente estável em torno de R$ 5,65 por dólar, os preços no mercado spot acompanharam o movimento internacional: o arábica está na faixa de R$ 2.500 por saca e o conilon em R$ 1.500.

O início da colheita, aliado às revisões para cima nas projeções de safra — inclusive pela Conab — e às boas condições climáticas, contribui para uma perda de sustentação dos preços. As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior, favorecendo as lavouras e abrindo perspectiva positiva para a safra 2026/27, caso o clima continue colaborando.

No campo das exportações, os números seguem robustos. Segundo o Cecafé, foram embarcadas 3,09 milhões de sacas em abril. No acumulado de dez meses, o Brasil já soma 40 milhões de sacas exportadas, indicando que o total do ano-safra pode superar as 44 milhões estimadas pelo USDA. Esse desempenho levanta a possibilidade de que a safra anterior tenha sido maior do que se projetava inicialmente.

 





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Qualidade do leite depende do solo



O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo



O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo
O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo – Foto: Divulgação

No dia 1º de junho, quando se comemorou o Dia Mundial do leite, a empresa Campo Forte aproveitou a data para reforçar um alerta importante aos produtores e à cadeia leiteira: a qualidade do leite começa no solo.

O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo, presentes diariamente na mesa de bilhões de pessoas. No entanto, poucos se dão conta de que, para garantir a qualidade do produto que chega à garrafa, é fundamental olhar para a base da produção: a pastagem.

De acordo com a Campo Forte, a saúde do rebanho leiteiro está diretamente ligada à qualidade do solo. Isso porque nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio são essenciais para o desenvolvimento das pastagens, que, por sua vez, impactam diretamente na nutrição dos animais e, consequentemente, na qualidade e na quantidade de leite produzido.

“Você sabia que o leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo? Mas, para garantir qualidade lá na garrafa, é preciso cuidar da base: a pastagem. Se o solo estiver pobre em nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio, a saúde do rebanho é afetada — e isso impacta direto na produção de leite e carne”, ressalta a empresa em publicação nas redes sociais.

A Campo Forte defende a premissa de que solo bem nutrido é sinônimo de leite de alta qualidade. Com foco em soluções para o fortalecimento da fertilidade dos solos, a empresa busca contribuir para uma pecuária mais produtiva, sustentável e eficiente.

No último dia Mundial do Leite, a mensagem da Campo Forte foi clara: cuidar do solo é garantir qualidade na produção, sustentabilidade no processo e alimentos mais saudáveis para toda a população.

 





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Novo tomate combate vírus agressivo



As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral



As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral
As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral – Foto: Canva

A Bayer anunciou o lançamento de novas variedades de tomate que oferecem resistência reforçada contra o Tomato Brown Rugose Fruit Virus (ToBRFV), uma das maiores ameaças à produção mundial de tomates. As novas cultivares estarão disponíveis ainda este ano e são especialmente indicadas para o cultivo em estufas, prometendo uma proteção mais duradoura contra as mutações desse vírus que tem causado prejuízos significativos aos produtores.

O ToBRFV é um vírus de RNA altamente contagioso que provoca manchas marrons, deformações e perda de qualidade nos frutos, comprometendo a produção. Sua capacidade de mutação rápida permite que ele supere resistências genéticas existentes em muitas variedades, tornando a doença um desafio constante para a cadeia produtiva do tomate.

Para enfrentar esse problema, a Bayer desenvolveu tomates com múltiplos genes de resistência, chamados de “multi-stacked”, que garantem uma defesa mais robusta e duradoura mesmo contra variantes do vírus que quebram resistências tradicionais. Segundo Javier Quintero, líder global de Pesquisa e Desenvolvimento em tomate da divisão Crop Science da Bayer, o ToBRFV que rompe resistências representa uma ameaça constante à rentabilidade dos produtores, que precisam de soluções duradouras sem comprometer a qualidade e o desempenho das plantas.

As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral. Enquanto plantas sem resistência apresentaram sintomas graves do vírus em menos de três semanas, os tomates com múltiplos genes de resistência permaneceram saudáveis mesmo diante da cepa padrão e de variantes mais agressivas do ToBRFV. Entre os primeiros híbridos lançados estão os tomates do tipo red beef “Ferreira” e pink beef “Futumaru”, já disponíveis no mercado. A Bayer também anunciou que, ainda em 2025, lançará novas variedades resistentes para os segmentos Large Truss, Medium Truss, Cocktail, Cherry Plum Truss e Beef.





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Estimativa do algodão cresce com chuvas tardias



Produção de pluma pode atingir 2,76 milhões de toneladas no Mato Grosso




Foto: Canva

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisou para cima as estimativas da safra 2024/25 de algodão em Mato Grosso. De acordo com o relatório divulgado na segunda-feira (2), a produtividade projetada alcançou 297,04 arrobas por hectare, o que representa alta de 2,73% em relação à estimativa anterior e de 1,83% frente ao desempenho da safra 2023/24.

O Imea atribui o avanço ao “bom desenvolvimento das lavouras no estado”, destacando a influência positiva das chuvas tardias sobre os talhões semeados fora da janela ideal. “Essas precipitações auxiliaram no desempenho das lavouras mais atrasadas”, informou o instituto no boletim.

A área de cultivo permanece estimada em 1,51 milhão de hectares, o que corresponde a um aumento de 2,97% em relação à safra anterior. Combinando área maior e melhor produtividade, a produção de algodão em caroço foi ajustada para 6,71 milhões de toneladas, avanço de 2,73% sobre a projeção de maio e crescimento de 4,85% frente à safra passada.

A produção de algodão em pluma também foi revisada e agora está estimada em 2,76 milhões de toneladas. Se confirmada, será o maior volume registrado na série histórica de acompanhamento do instituto.





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Soluções eficazes contra pragas e doenças dos citros



Produtos foram lançados em feira importante



Produtos foram lançados em feira importante
Produtos foram lançados em feira importante – Foto: Canva

O combate ao psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri), vetor do greening, ganha reforços com as soluções da Sipcam Nichino. A empresa destaca o inseticida Fiera, que atua de forma inovadora na fase de ninfa, e o acaricida Fujimite, que apresenta eficácia de até 100% no controle do inseto, segundo testes realizados na Estação Experimental Sylvio Moreira, do IAC. O Fujimite também foi reconhecido pelo Fundecitrus no programa “Avalia Psilídeo”, que orienta os citricultores no manejo químico da doença.

Além disso, o fungicida Vitene se destaca no controle de doenças como pinta-preta, verrugose e podridão floral, problemas recorrentes na citricultura. A empresa também aposta na bioestimulação com os produtos Abyss, Blackjak, Nutex Premium e Stilo Verde, que favorecem o desenvolvimento vegetativo, melhoram a fotossíntese, a fixação de flores e frutos, além de contribuir para pomares mais produtivos e saudáveis.

Essas tecnologias são apontadas como fatores que ajudam a explicar a projeção otimista para a safra de laranja 2025/26, que deve atingir 314,6 milhões de caixas, o melhor resultado em dez anos, segundo o Fundecitrus. Todas essas soluções estão sendo apresentadas pela Sipcam Nichino na Expocitros 2025, que ocorre de 3 a 6 de junho, em Cordeirópolis (SP), maior feira citrícola da América Latina.

“A chegada de novas tecnologias está ajudando o produtor no manejo do inseto e resultando em maiores períodos de controle do ‘psilídeo’”, atesta o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, da área de desenvolvimento de mercado. “Com a integração dos produtos, obtiveram-se índices de 80% a 100% no controle da praga, nas avaliações a campo”, resume Palazim.

 





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Frio e chuvas não afetam milho no Paraná



Safra de milho avança sem danos causados pelo clima




Foto: Canva

O Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (5) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), informou que as recentes ondas de frio registradas no Paraná, acompanhadas por geadas isoladas e chuvas, não causaram danos à cultura do milho no estado.

Segundo os analistas do Deral, “o frio e as geadas ocorridas não trouxeram impactos para a cultura do milho”. A nota técnica explica que a fase atual das lavouras contribuiu para mitigar os riscos. “Atualmente, 40% da área a colher já está em fase de maturação, o que praticamente elimina o risco de prejuízos devido ao frio.”

As chuvas registradas foram consideradas positivas para o desenvolvimento da segunda safra. Ainda de acordo com o levantamento, 65% das lavouras estão em condição boa, 22% em situação mediana e 13% em condição ruim.

Em relação à colheita, o Deral informa que 3% da área total estimada — de 2,72 milhões de hectares — já foi colhida. “Se o clima favorecer, devemos ter um ritmo mais intenso a partir da segunda quinzena deste mês”, afirmam os técnicos.





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