domingo, março 29, 2026

Política & Agro

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Mercado do milho segue movimentado


A oferta está encolhendo e os produtores recuam nas vendas de milho no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Para entregas no mês de maio, os pedidos no interior do estado variam entre R$ 70,00 e R$ 74,00 por saca. As referências regionais estão em R$ 69,00 em Santa Rosa, Ijuí e Seberi; R$ 70,00 em Não-Me-Toque, Marau e Gaurama; R$ 71,00 em Arroio do Meio e Lajeado; e R$ 72,00 em Montenegro. O preço se mantém em R$ 63,00 por saca em Panambi”, comenta.

O mercado de milho em Santa Catarina continua com movimento lento, no Planalto Norte, a diferença entre os preços pedidos e os valores ofertados tem dificultado a concretização dos negócios. “No porto, mantém os valores de R$ 72,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 e de R$ 73,00 para entrega em outubro com pagamento em 28/11. As cooperativas locais seguem pagando R$ 69,00 em Papanduva, R$ 70,00 em Campo Alegre e R$ 71,00 para o oeste do estado e a região serrana”, completa.

A colheita da safrinha se aproxima com boas expectativas no Paraná. “No Norte Central, a baixa foi de 1,27%, com a saca negociada a R$ 67,07. Nos Campos Gerais, o milho disponível para entrega imediata segue cotado em torno de R$ 76,00 FOB, embora alguns vendedores ainda testem valores próximos a R$ 80,00. Para entrega em junho, com pagamento no fim do mês, os negócios estão sendo fechados na faixa de R$ 73,00 CIF para a indústria”, indica.

O mercado segue lento e com preços em queda no Mato Grosso do Sul. “O mercado spot de milho no Mato Grosso do Sul continua operando de forma lenta, com oferta limitada e compradores cautelosos diante da proximidade da colheita da segunda safra. Em várias regiões, os preços recuaram, com destaque para Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste, onde a saca foi negociada a R$ 56,00. Em Ponta Porã e Sidrolândia, o milho apareceu a R$ 58,00, enquanto em Maracaju o valor foi de R$ 59,00. Já em Dourados, Campo Grande e Caarapó, os preços permaneceram estáveis em R$ 60,00”, conclui.

 





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Mercado global da soja recua à espera de relatório do USDA



Clima favorece safra nos EUA e derruba cotações da soja no mercado internacional




Foto: United Soybean Board

As cotações internacionais da soja encerraram a semana em queda na Bolsa de Chicago, refletindo a combinação de um clima favorável nos Estados Unidos e dificuldades logísticas na Argentina. Segundo informações divulgadas pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário – CEEMA, o contrato da oleaginosa para o primeiro mês cotado fechou na quinta-feira (08/05) a US$ 10,36/bushel, abaixo dos US$ 10,40 registrados na semana anterior.

O mercado aguarda com expectativa o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para 12 de maio, que trará as primeiras projeções para a safra 2025/26. Até o dia 4 deste mês, o plantio norte-americano da soja atingia 30% da área esperada, acima da média histórica de 23%. Desse total, 7% das lavouras já haviam germinado.

Na Argentina, o cenário é oposto. A colheita segue atrasada devido às chuvas, com apenas 25% da área colhida até o início de maio — nove pontos percentuais atrás do ano passado. Mesmo assim, o Ministério da Agricultura do país mantém a estimativa de produção em 49 milhões de toneladas.

A queda nos preços também foi influenciada pelo recuo nos prêmios de exportação e pela valorização do real frente ao dólar. Os prêmios de maio em Paranaguá caíram para US$ 0,35/bushel, enquanto o dólar flertou com R$ 5,60 durante a semana, chegando a R$ 5,74 na quinta-feira (08).

Enquanto isso, a exportação brasileira de soja segue em ritmo forte. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estima embarques de 12,6 milhões de toneladas em maio, número apenas ligeiramente inferior ao registrado no mesmo mês de 2024. Segundo a CEEMA, o quadro geral ainda aponta para estoques finais brasileiros em 4,6 milhões de toneladas, favorecendo a continuidade das exportações, principalmente diante das incertezas comerciais entre Estados Unidos e China.





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Milho transgênico avança na China e pode reduzir importações do cereal


O mercado internacional do milho encerrou a semana em baixa, pressionado por boas condições climáticas nos EUA e projeções de menor demanda chinesa. Conforme análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário – CEEMA, o milho fechou na Bolsa de Chicago, na quinta-feira (08/05), a US$ 4,39/bushel, queda frente aos US$ 4,63 da semana anterior.

A China está promovendo uma transformação em sua política agrícola ao ampliar a área destinada ao cultivo de milho transgênico. A área pode subir para 3,3 milhões de hectares em 2025, o que representa um aumento de quatro a cinco vezes em relação ao ciclo anterior. A medida visa fortalecer a segurança alimentar no país e pode reduzir as importações do cereal.

Em 2024, os Estados Unidos forneceram 15% das importações chinesas de milho. Com a expansão do milho geneticamente modificado, espera-se que a dependência do mercado internacional diminua, ao menos parcialmente. Atualmente, o milho transgênico representa apenas 7% da área semeada na China, contra 90% nos EUA e Brasil.

Nos Estados Unidos, o plantio segue em linha com a média histórica. Até 04/05, 40% da área prevista havia sido semeada, contra média de 39%. Cerca de 11% das lavouras já haviam germinado.

Enquanto isso, as exportações brasileiras de milho em abril totalizaram 178,3 mil toneladas, alta de 170% na comparação com o mesmo mês de 2024, impulsionadas pela guerra comercial entre EUA e China. No entanto, o preço médio caiu 23,8%, ficando em US$ 274,30/tonelada.

A CEEMA também destaca que a estimativa de produção nacional de milho no Brasil foi elevada para 132,4 milhões de toneladas pela consultoria StoneX, sendo 104,3 milhões referentes à segunda safra. Esse aumento na oferta global também contribui para a pressão sobre os preços internacionais.





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Moagem reduzida e mercado vendedor marcam cenário do trigo


Segundo informações da TF Agroeconômica, publicadas nesta quinta-feira (8), os moinhos do Rio Grande do Sul operaram em 2024 com apenas 70,2% da sua capacidade instalada, mesmo com um leve aumento na moagem. O estado tem capacidade para processar 1,78 milhão de toneladas, mas utilizou apenas 1,25 milhão. 

A maioria dos moinhos gaúchos são médios e, segundo a ABITRIGO, preferem reduzir a moagem a operar com prejuízo. Já os grandes grupos, embora ampliem a produção, amargam prejuízos que já impactam seus balanços. A comercialização do trigo tem sido intensa nas últimas semanas, com produtores vendendo para cooperativas, que tentam repassar os volumes aos moinhos. Os preços seguem pressionados, com negócios pontuais a R$ 1.400/t e ofertas chegando a R$ 1.390/t para trigo PH 76, enquanto o mercado ainda carrega cerca de 50 mil toneladas à venda.

Em Santa Catarina, o cenário é ainda mais desafiador. A utilização da capacidade de moagem foi de apenas 65,7% em 2024, 409,95 mil toneladas frente a uma capacidade de 624,3 mil. A principal dificuldade é a competição com grandes grupos em outras regiões. Apesar disso, há uma solução em estudo para aumentar a saída de farinha catarinense, segundo a TF Agroeconômica. No mercado, os moinhos locais se mostram cautelosos diante de ofertas vindas do RS com preços menores. Os preços da pedra se mantiveram estáveis nas principais praças, entre R$ 75,00 e R$ 80,00 por saca, dependendo da cidade.

No Paraná, o mercado atual se mantém firme com preços entre R$ 1.600,00 e R$ 1.650,00 FOB, com alguns negócios CIF chegando a R$ 1.700,00/t — valores ainda acima dos preços dos trigos importados. A safra nova, por outro lado, está sem movimentação relevante, com compradores indicando valores de R$ 1.450,00 a R$ 1.500,00 CIF moinho, patamar semelhante ao do início da safra passada, equivalendo a R$ 82,78 por saca no mercado de lotes.

 





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Trigo do Canadá impulsiona oferta global e pressiona mercado internacional



USDA estima que a produção canadense crescerá 2% em 2025/26




Foto: Canva

O mercado internacional do trigo segue estável, mas com tendência de recuo diante da expansão da oferta em países-chave. Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário – CEEMA, o preço do trigo na Bolsa de Chicago ficou em US$ 5,13/bushel na quinta-feira (08/05), levemente abaixo dos US$ 5,19 registrados na semana anterior.

Nos Estados Unidos, o plantio do trigo de primavera avançou rapidamente e atingiu 44% da área esperada até 04 de maio, acima da média histórica de 34%. As condições do trigo de inverno também são relativamente positivas: 51% das lavouras estavam classificadas entre boas a excelentes.

O destaque da semana ficou por conta do Canadá. O USDA estima que a produção canadense crescerá 2% em 2025/26, atingindo 35,6 milhões de toneladas. A área plantada deve subir 2,6%, com destaque para o trigo de primavera, cuja área aumentará em 193.000 hectares. Essa pode ser a maior produção do país desde a safra histórica de 2013/14.

Com isso, espera-se que as exportações canadenses de trigo também cresçam 2% em relação ao recorde anterior de 26 milhões de toneladas. O aumento da disponibilidade global tende a exercer pressão sobre os preços internacionais do cereal.

Ainda de acordo com a CEEMA, o cenário doméstico nos países importadores e o câmbio continuarão influenciando as tendências nos próximos meses. No Brasil, a moagem cresceu 3% em 2024, com 50% do trigo vindo do exterior. Para os próximos meses, o comportamento dos grandes exportadores e as condições climáticas nas principais regiões produtoras do hemisfério norte serão decisivos para a formação dos preços internacionais do trigo.





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Mercado de grãos abre com alta em Chicago


Segundo informações da TF Agroeconômica, os mercados de grãos iniciam o dia com leve valorização nas bolsas internacionais, mas com comportamento distinto no cenário doméstico. As informações foram divulgadas neste encerramento de semana.

O trigo é impulsionado em Chicago por problemas climáticos nos EUA, a cerca de um mês da colheita, além de incertezas geopolíticas envolvendo declarações do ex-presidente Donald Trump. Já no Brasil, o trigo do Paraná teve alta de 1,33%, cotado a R$ 1.588,57 pela CEPEA, enquanto o do Rio Grande do Sul recuou 0,29%, para R$ 1.461,07, afetado pela fraca demanda da indústria de moagem.

A soja também apresenta leve recuperação nos contratos futuros da CBOT, refletindo a expectativa positiva para um encontro entre delegações dos EUA e China na Suíça, no fim de semana. Contudo, a falta de avanço concreto nas negociações com os chineses e a ampla oferta no mercado interno mantêm os preços pressionados no Brasil. O indicador CEPEA aponta queda de 0,06% no dia, com a saca a R$ 132,52, enquanto no Paraguai o preço está em US$ 364,99 por tonelada.

No milho, os preços futuros sobem em Chicago diante do avanço da seca em importantes regiões produtoras norte-americanas e da possibilidade de novos acordos comerciais. O contrato de julho subiu 3,75 pontos, a US$ 451,25 por bushel. No Brasil, a tendência é oposta: os preços seguem em queda por conta das boas expectativas com a segunda safra (safrinha), que está progredindo bem. O indicador CEPEA caiu 0,59% no dia, sendo cotado a R$ 75,93, acumulando recuo de 5,24% no mês.

 





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Brasil pode ser colônia econômica?



Enquanto exportamos commodities, importamos tecnologias



 Enquanto exportamos commodities, importamos tecnologias
Enquanto exportamos commodities, importamos tecnologias – Foto: Pixabay

Segundo Leandro Weber Viegas, administrador, bacharel em Direito, CEO da Sell Agro e especialista em Agronegócio, o Brasil pode estar perdendo silenciosamente a maior batalha da sua história: a guerra comercial global. Em sua análise, a nova crise mundial não será decidida por armas, mas por economistas e acordos internacionais. Com a imposição de tarifas por Donald Trump, acirrou-se uma disputa em que o Brasil, mesmo exportando mais de US\$ 175 bilhões em 2024, mantém quase US\$ 70 bilhões dependentes de um único comprador: a China.

Dados revelam que os chineses já controlam cerca de 18% da capacidade logística agroportuária brasileira por meio de joint ventures. Além disso, mais de 50% dos fertilizantes usados no país vêm de empresas ou territórios chineses, colocando o agronegócio nacional em posição crítica. Enquanto exportamos commodities, importamos tecnologias e equipamentos, financiando o avanço do nosso principal competidor.

“Enquanto exportamos soja e milho, importamos drones agrícolas, softwares de gestão, inteligência artificial aplicada ao agro, e equipamentos industriais de última geração, financiando o avanço tecnológico de nosso principal cliente e competidor futuro. Um paradoxo perigoso”, comenta.

Viegas alerta ainda para a “Rota da Seda Verde”, que conecta Brasil, África e Sudeste Asiático sob influência econômica chinesa. Segundo ele, o Brasil está sendo testado como modelo de colonização econômica indireta: dominar sem ocupar.

“Chegou o momento de rompermos as algemas invisíveis dessa “nova colonização” econômica. Se o Brasil não despertar hoje, amanhã poderá ser tarde demais. Não basta produzir riquezas; é preciso controlar o futuro que essas riquezas irão construir. O País não pode ser apenas o celeiro do mundo; precisa assumir seu papel como potência global protagonista nesta nova guerra econômica”, comenta.

 





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Debate sobre reforma agrária aquece no Congresso



”O problema é como o governo tem lidado com isso”



”O problema é como o governo tem lidado com isso"
”O problema é como o governo tem lidado com isso” – Foto: Agência Brasil

A Comissão de Segurança do Campo da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) levantou sérias questões sobre a atuação do governo no combate às invasões de terras e na condução da reforma agrária. De acordo com o presidente da CAPADR e coordenador da Comissão de Seguro Rural da FPA, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), os dados são alarmantes, com 72 invasões de terras registradas no primeiro ano da gestão atual, um número superior ao total de invasões entre 2019 e 2022. Nogueira criticou a falta de ação do governo, destacando uma omissão que considera “absurda”.

Em sua intervenção, o deputado Evair de Melo (PP-ES), coordenador de Direito de Propriedade da FPA, acusou o MST de apropriar-se de termos importantes da agricultura, como reforma agrária e agricultura familiar, associando-os a uma agenda ideológica. Para Evair, o MST está distorcendo a verdadeira essência da reforma agrária, citando como exemplo o Espírito Santo, onde uma reforma justa e lícita foi realizada sem a intervenção do movimento.

A deputada Carolina de Toni (PL-SC) também se pronunciou, destacando as condições precárias das famílias assentadas à espera da reforma agrária. Segundo ela, o governo atual não tem cumprido suas promessas, e as famílias vivem em uma situação de extrema pobreza, com rendimentos inferiores a um salário mínimo mensal. ““A produção agrícola dessas famílias não chega a um salário mínimo por mês em média. Essas pessoas estão em situação de pobreza e indignidade. Nós queremos reforma agrária dentro dos parâmetros legais e não com a escravização que elas estão sendo mantidas”, indica.

No Rio Grande do Sul, o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) criticou a forma como o governo tem lidado com os produtores rurais afetados pelas chuvas de 2024.”O problema é como o governo tem lidado com isso. Não dá acesso aos créditos, os trabalhadores perdem tudo e não têm acesso ao programa Desenrola Brasil, por exemplo. Produtores que trabalharam a vida toda e não tem mais nada. Esse é o tipo de ajuda que o governo dá ao Rio Grande do Sul, é zero. O que acontece, no fim das contas, é que quem precisa não tem amparo”, conclui.

 





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Diga sim para a melhor safra da sua vida com a Conceito Sementes


A safra começa com uma decisão. E hoje, produtores goianos têm um novo ponto de partida: a Conceito Sementes, agora com multiplicação própria de sementes e atendimento com portfólio de cultivares de alto rendimento. 

Mais do que sementes, o produtor encontra o compromisso com a sua melhor safra. A nova fase da Conceito Sementes representa uma virada estratégica. Com produção própria e comercialização direta, a marca fortalece sua atuação de produtor para produtor, com um atendimento mais próximo e uma entrega mais eficiente.

Esse avanço foi possível graças à parceria com a Brasmax, empresa líder em genética de soja no Brasil, que escolheu a Conceito Sementes como multiplicadora licenciada de cinco cultivares de alto desempenho: Raptor I2X; Tormenta CE; Tanque I2X; Supera I2X e Mítica CE.

Essas cultivares foram selecionadas para atender com excelência as condições do Cerrado, unindo produtividade, estabilidade e adaptação às demandas dos produtores da região.

Além da genética de ponta, a Conceito Sementes também oferece:

– Tratamento de Sementes Industrial (TSI) com certificação Seedcare da Syngenta, oferecendo cobertura uniforme, proteção contra pragas e doenças e melhor desempenho no campo — com a possibilidade de utilizar o Blindado, o Tratamento de Sementes Profissional da Conceito Agrícola, que potencializa os resultados com tecnologia, precisão e segurança desde o plantio.

– Armazenamento climatizado, assegurando vigor e sanidade da semente até o momento do plantio.

– Logística customizada, pensada para entregar a semente na janela ideal.

– Acompanhamento técnico especializado, do planejamento à colheita.

Esse novo momento é mais do que uma mudança operacional, é um reflexo da visão de futuro da Conceito Sementes, que entende que o produtor precisa de parceiros que acompanhem as transformações do agro e ofereçam soluções na mesma velocidade que os desafios aparecem.

Ao assumir o protagonismo na produção e na distribuição de sementes, a empresa amplia sua capacidade de personalização, fazendo com que cada cliente receba a solução mais adequada ao seu perfil produtivo e às exigências do seu negócio. É o conceito de atendimento de produtor para produtor, agora com estrutura própria, portfólio robusto e autonomia comercial.

Conceito Sementes. Mais próxima. Mais preparada. Mais parceira do agro que constrói o Brasil. Porque cada detalhe conta quando o objetivo é produtividade, e nosso compromisso é com a sua melhor safra.





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Trecho da RSC-287 volta a ser interditado



Nível do Arroio Barriga volta a subir e bloqueia rodovia RSC-287




Foto: Foto: Reprodução / Batalhão Rodoviário Estadual

O tráfego está totalmente interrompido no km 167 da RSC-287, entre os municípios de Paraíso do Sul e Novo Cabrais, devido à elevação do nível do Arroio Barriga. A água invadiu o desvio provisório construído após a queda da ponte no ano passado, impossibilitando a passagem de veículos. Segundo a Rota de Santa Maria, responsável pela administração da rodovia, o bloqueio será mantido até que o volume de água recue.

O desvio, construído em uma cota inferior ao traçado original da pista, ficou submerso com a nova cheia do arroio, repetindo o cenário de transtornos enfrentado durante as enchentes de 2023. A Brigada Militar, por meio do Batalhão Rodoviário, recomenda que os motoristas utilizem a BR-290 como rota alternativa. Para veículos mais leves, também é possível utilizar a BR-158, mas a passagem pela ponte do Fandango está restrita a caminhões com um eixo e peso máximo de 18 toneladas, conforme autorização do DNIT.

A situação se agrava com o alerta da Defesa Civil estadual, que classifica como muito alto o risco de novos alagamentos na região central, bem como nas Missões, Oeste e nos Vales. Em Paraíso do Sul, a prefeitura confirmou ainda o comprometimento de outras estruturas viárias: as cabeceiras das pontes da Linha Néri e da Linha Campestre cederam, e diversos acessos estão intransitáveis, incluindo Tabuão, Contenda, Linha Sinimbu, Linha Patrícia, Linha Paraguaçú e Picada Knirsch.





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