sexta-feira, março 27, 2026

Política & Agro

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Produtividade da cana-de-açúcar cai 16% na safra 2025/26



Safra da cana-de-açúcar começa com queda no Centro-Sul




Foto: Canva

A safra 2025/2026 de cana-de-açúcar na região Centro-Sul do Brasil começou com recuo nos principais indicadores agronômicos. Os dados foram divulgados pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), por meio do boletim De Olho na Safra, ligado ao Programa de Benchmarking da instituição.

Segundo o levantamento, a produtividade média inicial da safra foi estimada em 72,7 toneladas por hectare (TCH), representando uma redução de 16,6% em relação ao ciclo anterior. O Açúcar Total Recuperável (ATR) médio projetado é de 112 quilos por tonelada de cana, o que corresponde a um recuo de 3%. Como consequência, o indicador que combina produtividade e qualidade da matéria-prima, o TAH (toneladas de ATR por hectare), deve atingir 8 toneladas, uma queda de 20% na comparação com a safra 2024/2025.

Apesar da redução nos índices de produção, o déficit hídrico acumulado permanece dentro da média histórica, com cerca de 300 milímetros. Já o risco de florescimento, que pode comprometer o desenvolvimento da cana, é considerado baixo, com maior probabilidade de ocorrência em áreas específicas do Triângulo Mineiro e do estado de Goiás.

“Acompanhamos a tendência de declínio na produtividade e na qualidade da matéria-prima com atenção. Esses dados reforçam a necessidade de estratégias de adaptação a possíveis oscilações climáticas e ajustes no manejo agronômico”, afirmou o CTC em comunicado.

As projeções reforçam o alerta para o impacto do clima e das condições de solo sobre o desempenho da principal região produtora de cana do país, responsável por mais de 90% da produção nacional.





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Soja mato-grossense segue mais barata que em Chicago



Preço da soja sobe no MT, mas segue competitivo




Foto: Seane Lennon

A soja produzida em Mato Grosso segue com vantagem competitiva no mercado internacional, segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (28). A cotação média da oleaginosa no estado fechou a semana em US$ 8,68 por bushel, com alta de 0,80% em relação à semana anterior.

Enquanto isso, no mercado internacional, o preço da soja negociada na Bolsa de Chicago (CME Group) registrou média de US$ 10,59 por bushel, queda de 0,34% no mesmo intervalo. A diferença de US$ 1,91 por bushel entre os dois mercados mantém o produto mato-grossense mais barato e, portanto, mais atrativo para compradores internacionais.

“No mesmo período do ano passado, essa diferença era de US$ 2,08 por bushel. Ainda que menor, a atual defasagem segue reforçando a competitividade da soja mato-grossense no mercado global”, informou o Imea. A atratividade do produto vem estimulando o aumento das exportações, num cenário de boa demanda.

A entidade também recomendou cautela e estratégia na comercialização da safra. “É interessante que os produtores do estado aproveitem o melhor momento para fechar bons negócios, visto a boa estimativa para a safra de soja nos EUA, o que poderá ter um impacto nos preços futuros”, destacou a análise.





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Dólar tem leve baixa em dia de agenda esvaziada e fecha semana em R$5,6690


Logotipo Reuters

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar passou nesta sexta-feira por uma sessão de acomodação após o avanço firme da véspera, oscilando em margens estreitas até encerrar em leve baixa ante o real, em um dia de agenda relativamente esvaziada e sem gatilhos fortes para as cotações.

O dólar à vista fechou em leve baixa de 0,20%, aos R$5,6690. Na semana, a divisa acumulou alta de 0,25%.

Às 17h18, na B3, o dólar para junho — atualmente o mais líquido – cedia 0,33%, aos R$5,6845.

Na quinta-feira o dólar havia subido 0,84%, com investidores se apegando a especulações de que o governo estaria preparando um pacote de gastos para alavancar a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026, ano de eleição, com medidas que poderiam incluir um possível reajuste do Bolsa Família. A percepção era de que as medidas prejudicariam o ajuste fiscal brasileiro.

Ainda que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tenha desmentido haver estudos no governo para o reajuste do Bolsa Família — o que já tinha sido negado pelo ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias — e insistido que sua pasta trabalha apenas em medidas fiscais pontuais “para o cumprimento da meta fiscal”, o dólar se manteve em alta na véspera.

Nesta sexta-feira, a divisa chegou a acelerar os ganhos no período da manhã, superando os R$5,70, mas o impulso não se sustentou e o dólar retornou para perto da estabilidade.

A elevação do dólar na quinta-feira “foi Tesouraria de banco trabalhando para ganhar dinheiro, porque os fundamentos não justificariam uma alta assim”, comentou nesta sexta-feira João Oliveira, head da Mesa de Operações do Banco Moneycorp.

“Então, o dólar subiu ontem, e hoje manteve o nível, mesmo porque o fluxo diminui um pouco às sextas-feiras”, acrescentou, chamando atenção ainda para a agenda esvaziada no Brasil e no exterior.

Após marcar a cotação máxima de R$5,7147 (+0,61%) às 10h07, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,6615 (-0,33%) às 15h49, para depois encerrar próximo disso.

No exterior, a divisa norte-americana subia ante moedas fortes como o iene, o euro e a libra, mas tinha no fim da tarde sinais mistos ante as moedas de países emergentes – cedia ante o real e o peso mexicano, por exemplo, mas avançava ante o peso chileno e a lira turca.

Às 17h11 o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,31%, a 101,080.

Pela manhã o BC vendeu toda a oferta de 30.000 contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 2 de junho de 2025.





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Preços do boi seguem estáveis em praças paulistas


De acordo com dados do informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria, as cotações do boi gordo, da vaca e da novilha permaneceram estáveis nas principais praças de São Paulo nesta terça-feira (27), de acordo com levantamento de mercado. A baixa liquidez nas negociações foi apontada como principal fator para a manutenção dos preços.

“Com poucas negociações efetivadas, não houve espaço para variações nas cotações das categorias avaliadas”, informou a consultoria que acompanha o setor.

No Tocantins, a estabilidade prevaleceu na região Sul. Já no Norte do estado, foi registrada queda de R$ 2,00 por arroba na cotação da vaca, enquanto os preços do boi gordo e da novilha não apresentaram alteração.

No Pará, o cenário variou conforme a localidade. Em Marabá, o preço do boi gordo caiu R$ 3,00 por arroba, com as demais categorias permanecendo estáveis. Em Redenção, nenhuma mudança foi registrada, incluindo a cotação do “boi China”, que se manteve inalterada nas duas regiões analisadas. Em Paragominas, houve recuo de R$ 5,00 por arroba tanto para a novilha quanto para o “boi China”, sem alterações nas demais categorias.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura mantêm trajetória de alta. Até a quarta semana de maio, foram embarcadas 174 mil toneladas do produto, com uma média diária de 10,8 mil toneladas. O volume representa um crescimento de 7,6% em relação à média diária registrada no mesmo mês de 2024.

O preço médio da tonelada exportada também apresentou elevação, alcançando US$ 5,1 mil, o que significa um aumento de 15% na comparação anual. O desempenho confirma a sustentação da demanda internacional por carne brasileira, mesmo diante da variação de preços no mercado interno.





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Mercado da soja reage a clima na Argentina


A semana foi marcada por forte movimentação no mercado da soja, com influências climáticas na Argentina, variações nas cotações em Chicago e impactos do câmbio no Brasil. Apesar da estabilidade nos preços internos, o cenário global segue volátil, exigindo cautela dos produtores brasileiros.

A análise é da Grão Direto, que destaca que as chuvas intensas na Argentina continuam atrasando a colheita e afetando a qualidade da soja, pressionando o mercado internacional. Por outro lado, o Brasil mantém ritmo acelerado nas exportações, reforçando sua posição no comércio global da oleaginosa.

Na Bolsa de Chicago, o contrato da soja para julho de 2025 fechou a US$ 10,61 por bushel, com alta de 0,95%. Já o contrato de março de 2026 teve avanço de 1,71%, alcançando US$ 10,70 por bushel. No Brasil, o câmbio sofreu leve recuo de 0,35%, com o dólar encerrando a R$ 5,65, após o governo federal anunciar aumento na alíquota do IOF, gerando instabilidade no mercado.

Para a safra 2025/2026, o cenário é de atenção redobrada. A Grão Direto alerta para o encarecimento dos fertilizantes, com o KCL e o MAP em alta por três semanas consecutivas. A crise geopolítica entre China e Índia elevou a competição global por insumos, pressionando os preços. Além disso, o crédito rural segue caro diante da manutenção da taxa Selic, o que complica o planejamento e a viabilidade econômica das lavouras.

Mesmo com o clima favorável nos Estados Unidos, a análise mostra que as margens negativas dos produtores americanos podem limitar ações de replantio. Já na Argentina, embora as chuvas representem risco, o mercado parece ter precificado boa parte dessas perdas. Os fundos de investimento também influenciam o equilíbrio atual, mantendo posições compradas na soja em grão e no óleo, enquanto realizam vendas no farelo.

O dólar continua sendo um fator determinante para o produtor brasileiro. As incertezas fiscais e o cenário político pré-eleitoral de 2026 contribuem para uma volatilidade cambial que impacta diretamente na precificação da soja. Diante desse contexto, oportunidades de comercialização surgem de forma pontual, exigindo estratégia e acompanhamento constante do mercado.





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Clima úmido favorece oídio no cultivo de morango


O cultivo do morango segue em diferentes estágios de desenvolvimento no Rio Grande do Sul, conforme informações divulgadas no Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (22). Apesar da boa evolução das lavouras, produtores têm relatado desafios fitossanitários, especialmente com a incidência de oídio.

Na região de Caxias do Sul, o desenvolvimento das plantas está dentro do esperado para o período. Algumas lavouras já apresentam nova florada. No entanto, muitos produtores relataram aumento de casos de oídio, doença fúngica que exige controle intensivo. “Estamos reforçando as medidas de controle fitossanitário, pois a incidência do oídio nesta safra está mais elevada”, informou a Emater/RS-Ascar.

O volume de colheita foi considerado mediano, com redução nos preços. A venda direta ao consumidor tem variado entre R$ 20,00 e R$ 30,00 por quilo, enquanto os valores praticados junto a intermediários, mercados e centrais de abastecimento (CEASAs) têm oscilado entre R$ 15,00 e R$ 25,00 por quilo.

Em Pelotas, a cultura apresenta bom desenvolvimento. As lavouras mais precoces já iniciaram a frutificação, favorecidas pelas condições climáticas dos últimos dias. A região também registrou atividades de capacitação voltadas à produção. No dia 13 de maio, o Grupo de Qualificação Técnica do Morango (GQT Morango) participou de uma ação conjunta com o Departamento de Olericultura da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Ainda em Canguçu, foi realizada a segunda edição do curso sobre cultivo fora de solo. Segundo a Emater, uma nova turma já está prevista para julho.

A comercialização segue com preços que variam entre R$ 20,00 e R$ 25,00 por quilo em Pelotas e entre R$ 25,00 e R$ 40,00 por quilo em Rio Grande, principalmente em feiras livres. Os frutos provenientes de canteiros com mudas mais antigas apresentam menor calibre. A distribuição de mudas continua. No município de Turuçu, foram entregues, no dia 18 de maio, mudas da cultivar Fênix, por meio de programa municipal de incentivo.

Em São Vicente do Sul, na região de Santa Maria, o plantio de mudas continua, com insumos majoritariamente provenientes do Chile. Já em Soledade, os morangos estão em fase de produção e floração, com destaque para as cultivares espanholas e a BRS Fênix, implantadas mais cedo. As condições úmidas têm favorecido o surgimento de doenças fúngicas, ao mesmo tempo que reduzem a presença de ácaros. A oferta está dentro do esperado, e a qualidade do fruto, segundo os técnicos, é beneficiada pela maturação mais lenta. Os preços têm oscilado entre R$ 20,00 e R$ 25,00 por quilo.





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exportações do agronegócio batem recorde no 1º quadrimestre


Minas Gerais atingiu um novo recorde nas exportações do agronegócio durante o primeiro quadrimestre de 2025. De acordo com levantamento da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o setor respondeu por 46,8% das exportações totais do estado, com uma receita de US$ 6,5 bilhões e 5 milhões de toneladas embarcadas.

O desempenho representa o melhor resultado já registrado para o período desde o início da série histórica, em 1997. Em relação ao mesmo período de 2024, houve crescimento de 26% na receita, mesmo com uma retração de 6,2% no volume exportado. O avanço no faturamento foi impulsionado pela valorização média de 34% no preço por tonelada das commodities agropecuárias mineiras.

A Seapa estima que, mantidas as tendências atuais de preços e comportamento sazonal, o estado deve encerrar o ano com exportações agropecuárias entre US$ 19,5 bilhões e US$ 20,5 bilhões. “Esse desempenho reforça a posição de Minas como terceiro maior exportador do agro no Brasil, atrás apenas de Mato Grosso e São Paulo”, destacou a secretaria.

Os produtos mineiros foram enviados a 160 destinos internacionais, com destaque para a China (23%), Estados Unidos (13%), Alemanha (9%), Itália (6%) e Japão (5%).

O café liderou a pauta de exportações do agronegócio mineiro, com US$ 3,9 bilhões em receita e embarque de 10 milhões de sacas. Apesar da queda de 3% no volume devido à entressafra, o faturamento subiu 70% na comparação com o primeiro quadrimestre de 2024, representando 60% da receita total do setor no estado.

A soja, incluindo grãos, farelo e óleo, somou US$ 1,1 bilhão em receita e 2,9 milhões de toneladas exportadas. Houve queda de 9% no valor e crescimento de 0,7% no volume. Segundo a Seapa, os preços seguem pressionados por fatores como a guerra comercial entre Estados Unidos e China e o início do plantio do grão nos EUA.

Entre os destaques do período, os ovos registraram crescimento expressivo no mercado internacional. As exportações alcançaram US$ 6,6 milhões, com aumento de 495% no valor e 278% no volume, totalizando 3 mil toneladas. A demanda foi impulsionada principalmente pelos Estados Unidos, que enfrentam dificuldades no setor avícola devido à influenza aviária.

As carnes também registraram avanço. O total exportado somou US$ 533 milhões, com 158 mil toneladas embarcadas. A carne bovina respondeu por US$ 374 milhões e 78 mil toneladas, com alta de 19% em receita e 8% em volume. Os Estados Unidos ampliaram suas compras, com aumento de até 195%.

A carne suína movimentou US$ 24 milhões, com 11 mil toneladas vendidas. As Filipinas estrearam como destino e já ocupam o quarto lugar entre os principais compradores, com 10% dos embarques. A carne de frango totalizou US$ 128 milhões e 66 mil toneladas, com crescimento de 17% em valor e 10% em volume. As vendas para a China e os Países Baixos foram os destaques.

O segmento de produtos florestais — celulose, papel e madeira — superou o complexo sucroalcooleiro, ocupando a quarta posição entre os grupos exportadores do agro mineiro, com US$ 339 milhões e 559 mil toneladas. A mudança foi resultado da queda de 42,5% na receita e de 38% no volume do setor sucroalcooleiro, que fechou o quadrimestre com US$ 334 milhões e 711 mil toneladas exportadas. O recuo foi atribuído às condições climáticas desfavoráveis, que afetaram o desenvolvimento da cana-de-açúcar e comprometeram a produção de açúcar e etanol.





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Courmayeur lança degustação com vinhos, espumantes e chocolate para o inverno 2025


Com experiências que unem vinho, gastronomia e paisagens encantadoras, a Vinícola Courmayeur, localizada no Vale dos Vinhedos, em Garibaldi (RS), apresenta sua grande novidade para o inverno 2025: a Degustação Devaneio. A atração, exclusiva entre os dias 1º de junho e 31 de agosto, oferece uma harmonização de três espumantes e dois vinhos tintos com barras trufadas da chocolateria artesanal Devorata. A experiência é realizada na charmosa Cela da Cave e acontece às sextas-feiras, às 15h, e aos sábados, ao meio-dia e às 15h. O agendamento é obrigatório.

Com acesso totalmente asfaltado e a apenas 8 km dos centros de Garibaldi e Bento Gonçalves, a Courmayeur aposta em seis diferentes experiências enoturísticas para o inverno. Cada uma delas traz nomes como Liberdade, Ousadia, Audácia e Atrevimento, refletindo o espírito criativo da vinícola. Os roteiros incluem visita guiada à vinícola, degustações harmonizadas com queijos, charcutaria, castanhas e até mini porções especialmente pensadas para espumantes e frisantes.

Outro destaque é o tour Cela da Cave, com duração aproximada de uma hora. O percurso passa por quatro pontos estratégicos da vinícola e termina na antiga adega, onde são armazenadas garrafas históricas da marca. Ali, os visitantes degustam um dos rótulos descobertos durante o trajeto.

Com estrutura completa para receber pequenos grupos e famílias, o espaço oferece ainda jardim, loja, bicicletário, áreas de recreação e ambiente pet friendly. As degustações variam de R$50 a R$130 e podem ser reservadas pelo telefone (54) 3463-8517, WhatsApp ou na plataforma Wine Locals.

DEGUTAÇÕES

Degustação Liberdade – R$50,00

Degustação de quatro rótulos entre as linhas tradicionais – a escolha do cliente.

Disponibilidade: todos os dias, sem a necessidade de agendamento.

Degustação Ousadia – R$70,00

Degustação de quatro rótulos Premium – a escolha do cliente.

Disponibilidade: todos os dias, sem a necessidade de agendamento.

Degustação Audácia – R$95,00

Degustação de cinco vinhos das linhas Essencial, harmonizados com queijos, charcutaria e castanhas.

Disponibilidade: todos os dias, consulte horários. Essa experiência exige agendamento prévio.

Degustação Atrevimento – R$100,00

Degustação de quatro espumantes e um frisante, harmonizados com cinco mini porções .

Disponibilidade: Todos os dias, consulte horários. Essa experiência exige agendamento prévio.

Cela da Cave – R$95,00

Tour pela vinícola com degustação de quatro produtos. Inclui taça de vidro personalizada.

Disponibilidade: Sábados e domingos, às 11h e às 14h. Essa experiência exige agendamento prévio e é realizada na Cave.

Degustação Devaneio – R$130,00

Degustação de três espumantes e dois vinhos tintos, harmonizados com barras trufadas de chocolate Devorata, na Cela da Cave.

Disponibilidade: Sextas, às 15h e sábados às 12h e às 15h. Essa experiência, que acontece na Cave, exige agendamento prévio. Exclusiva para o período de 01/06/2025 a 31/08/2025

Reservas devem ser efetuadas pelo site





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Santa Catarina descarta suspeitas de Influenza Aviária



SC mantém status sanitário em defesa animal




Foto: Pixabay

Análises laboratoriais realizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) descartaram a presença de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) nos casos investigados nos municípios de Tigrinhos e Concórdia, em Santa Catarina. Os episódios envolviam aves de subsistência mantidas em fundos de quintal.

De acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), também foi divulgado o laudo final referente à granja comercial localizada em Ipumirim. Segundo o documento, não foram identificadas doenças associadas à Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves. O resultado confirma os exames anteriores, que já haviam descartado a presença de IAAP. “Os laudos mostraram que a mortalidade observada não teve relação com nenhuma síndrome respiratória ou nervosa, tampouco com a influenza aviária”, afirmou a SAR em nota.

As atividades de vigilância sanitária seguem em andamento em todo o estado como parte das ações rotineiras do Serviço Veterinário Oficial. A Cidasc é a responsável pela execução dessas atividades em território catarinense.

O governo estadual enfatizou que, diante do atual alerta máximo para prevenção de doenças aviárias, é esperado um aumento no número de notificações, o que, segundo a SAR, “reflete a atenção da população e o comprometimento com a preservação do status sanitário de Santa Catarina”.

Atualmente, não há registros de casos suspeitos de IAAP em Santa Catarina. A orientação é que qualquer suspeita seja comunicada por meio do sistema e-Sisbravet ou diretamente a um dos escritórios da Cidasc. Os canais oficiais de notificação permanecem abertos para garantir resposta rápida das equipes de defesa sanitária animal.





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Goiás entrega R$ 2,3 milhões em crédito a agricultores familiares



Crédito Social beneficia 465 agricultores em Jussara




Foto: Pixabay

Nos dias 27 e 28 de maio, o Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), realiza em Jussara a entrega de cartões do programa Crédito Social a 465 agricultores familiares da Regional Caiapó. A ação integra o programa Goiás Social e representa um investimento total de R$ 2,3 milhões.

Segundo a Seapa, os beneficiados são alunos que concluíram cursos profissionalizantes oferecidos em março, em parceria com a Emater Goiás. As capacitações abrangeram temas como avicultura, bovinocultura, olericultura orgânica, panificação, doces artesanais e produção de salgados, com participação de 515 pessoas.

“O objetivo do Crédito Social é permitir que essas famílias transformem o conhecimento adquirido em atividade produtiva, promovendo geração de renda e desenvolvimento local”, afirmou a secretaria em nota.

A entrega em Jussara marca a segunda rodada da iniciativa em 2025. O programa é voltado à inclusão produtiva de famílias do meio rural que buscam autonomia econômica por meio do empreendedorismo.

As cerimônias de entrega ocorrem na Avenida Marechal Rondon, QD. 01 A, Vila Rebouças, com programação nos dias 27, das 8h30 às 17h, e 28, das 8h30 às 12h.





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