sexta-feira, março 27, 2026

Política & Agro

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produtividade da soja cai na Fronteira Oeste


A colheita da soja está praticamente encerrada no Rio Grande do Sul. Segundo informou o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (29), na região administrativa de Bagé, que abrange municípios da Fronteira Oeste, os trabalhos foram interrompidos pelas chuvas a partir de 24 de maio, mas a maior parte dos produtores já havia antecipado a operação.

As perdas foram expressivas em diversas localidades. “Em Itacurubi, as perdas chegaram a 55%, principalmente em cultivares precoces com baixos rendimentos”, apontou a Emater/RS-Ascar. Em Manoel Viana e Maçambará, as quebras foram estimadas em 60% e 70%, respectivamente. Em Quaraí, a produtividade ficou em 1.531 kg por hectare, com perdas adicionais por debulha natural. Em São Borja, as lavouras tardias e de replantio tiveram produtividade média de 900 kg por hectare.

Na região da Campanha, a colheita também foi finalizada, com exceção de áreas pontuais em Hulha Negra. A melhor produtividade foi registrada em Aceguá, com 2.400 kg por hectare. Já Lavras do Sul e Caçapava do Sul registraram quebras de 55% e 40%, respectivamente.

Outras regiões administrativas, como Caxias do Sul, Erechim, Frederico Westphalen, Passo Fundo e Soledade, concluíram a colheita. Em Ijuí, restam 0,75% das lavouras, principalmente de segundo cultivo. Nessas áreas, a produtividade variou conforme o regime hídrico. “Nas lavouras irrigadas, a média foi de cerca de 2.400 kg por hectare”, destacou o boletim.

Na região de Santa Maria, a colheita está em fase final. As maiores perdas foram observadas no Vale do Jaguari, no Planalto e nas porções Centro e Sul da região. Na Quarta Colônia, onde o clima foi mais favorável, a redução de produtividade foi menor.

Em Pelotas, ainda restam pequenas áreas a serem colhidas em municípios como Santa Vitória do Palmar, Rio Grande, Jaguarão e Herval, com predominância de lavouras de segundo cultivo. Em Santa Rosa, 99% da área já foi colhida. As lavouras semeadas em março, que ainda permanecem no campo, apresentam expectativa de produtividade superior a 2.400 kg por hectare.





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Dia Mundial do Leite é celebrado dia 1º de junho



Brasil é 3º maior produtor de leite no mundo




Foto: Pixabay

Comemorado neste 1º de junho, o Dia Mundial do Leite foi instituído em 2001 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) com o objetivo de promover o consumo de lácteos em todo o mundo. A data destaca a importância nutricional e econômica do leite, considerado pela FAO como o alimento mais consumido no planeta, com aproximadamente 580 milhões de toneladas de leite e derivados ingeridos anualmente.

O Brasil ocupa a terceira posição entre os maiores produtores mundiais, com uma produção superior a 34 bilhões de litros por ano, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O consumo per capita no país é de cerca de 320 mililitros por dia, enquanto a FAO recomenda o equivalente a três porções diárias, o que representa aproximadamente 480 mililitros.

Minas Gerais se mantém como o principal estado produtor do país, respondendo por mais de 27% da produção nacional. De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), são cerca de 9,3 bilhões de litros por ano, com a atividade presente em quase todos os 853 municípios mineiros. “A produção de leite em Minas Gerais tem papel estratégico na geração de renda, especialmente entre os agricultores familiares”, informou a Seapa em nota divulgada para marcar a data.





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Variedade de algodão se destaca pela alta produtividade



A tecnologia GLTP presente no 911 garante proteção contra lepidópteros



A tecnologia GLTP presente no 911 garante proteção contra lepidópteros
A tecnologia GLTP presente no 911 garante proteção contra lepidópteros – Foto: Embrapa

De acordo com Tauan Teixeira, Técnico Agrícola na Bom Futuro, a variedade FM 911 GLTP Vale do Araguaia tem se consolidado como uma das principais escolhas entre os cotonicultores pela sua combinação de tecnologia, produtividade e qualidade de fibra do algodão. O material foi desenvolvido com foco na resistência a insetos e na tolerância a herbicidas, características que trazem mais segurança e eficiência ao manejo.

A tecnologia GLTP presente no 911 garante proteção contra lepidópteros, pragas que costumam gerar grandes prejuízos na cultura do algodão. Essa resistência biotecnológica permite uma significativa redução no uso de inseticidas, além de proteger a lavoura contra perdas, resultando em menor custo operacional e maior sustentabilidade no processo produtivo.

Outro destaque do FM 911 GLTP é a sua excelente qualidade de fibra, que atende aos padrões exigidos pelo mercado interno e externo. Isso garante ao produtor não só uma produtividade elevada, mas também uma melhor remuneração pela entrega de um produto valorizado.

Com essas características, o FM 911 GLTP se tornou uma alternativa altamente competitiva, contribuindo para o fortalecimento da cotonicultura no Vale do Araguaia e em outras regiões produtoras do país, unindo rentabilidade, qualidade e sustentabilidade no campo.

“O algodão FM 911 GLTP é uma variedade de algodão geneticamente modificada para ser resistente a insetos e tolerante a herbicidas. É conhecido por sua alta produtividade e qualidade de fibra, tornando-se uma opção popular entre os produtores de algodão. Além disso, sua tecnologia GLTP (resistência a lepidópteros) ajuda a reduzir as perdas causadas por pragas, aumentando a eficiência e a rentabilidade da produção”, escreveu no LinkedIn.

 





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Solo forte com milheto, trigo e nabo



A cobertura vegetal funciona como um escudo natural



A cobertura vegetal funciona como um escudo natural
A cobertura vegetal funciona como um escudo natural – Foto: Foto: Cícero Silva

De acordo com a engenheira agrícola Jhenifer de Oliveira Araújo, em publicação nas redes sociais, a regulagem correta da semeadora para o plantio de adubo verde é um detalhe essencial para a construção da fertilidade do solo. Ela destaca que pequenas ações no manejo fazem uma enorme diferença na sustentabilidade e produtividade das lavouras.

Nas áreas onde atua, Jhenifer implementa um mix robusto composto por milheto, trigo mourisco e nabo forrageiro. Essa estratégia, segundo ela, é fundamental para proteger o solo contra a erosão. A cobertura vegetal funciona como um escudo natural, enquanto o adubo verde melhora significativamente a estrutura do solo. O sistema radicular dessas plantas é capaz de descompactar e agregar partículas, favorecendo tanto a infiltração de água quanto a aeração do solo. “Estamos implementando em nossas áreas um mix robusto de milheto, trigo mourisco e nabo forrageiro. Essa estratégia é fundamental para proteger o solo contra a erosão”, comenta.

Além disso, o aumento da matéria orgânica, proporcionado pela decomposição desses vegetais, enriquece o solo com nutrientes e eleva sua capacidade de retenção de água. Isso se traduz em maior resiliência às variações climáticas e melhores condições para o desenvolvimento das culturas comerciais.

Por fim, Jhenifer reforça que trabalhar com adubo verde dentro do sistema de plantio direto é um dos pilares da conservação do solo. Essa prática prepara a base para alcançar altas produtividades de forma sustentável, garantindo longevidade e equilíbrio para os sistemas produtivos. “Trabalhar com adubo verde no sistema de plantio direto é um pilar da conservação do solo, preparando a base para altas produtividades de forma sustentável”, conclui.

 





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Mercado do feijão segue estável


O mercado brasileiro de feijões vive um momento de estabilidade com nuances regionais, segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (IBRAFE) com base em dados do CEPEA. O cenário atual reflete um equilíbrio entre oferta e demanda, embora apresente movimentos distintos em algumas praças do país.

Na última quarta-feira, Itapeva (SP) se destacou com uma expressiva valorização de 5,03% no preço do Feijão 8/8,5, que fechou cotado a R$ 232,27 — a maior alta registrada no dia. Lucas do Rio Verde (MT) também apresentou desempenho positivo, com aumento de 1,63%, alcançando R$ 200,72 para o mesmo tipo de grão.

Por outro lado, algumas regiões sentiram pressões negativas. O Noroeste de Minas teve queda de 2,61%, com preço médio de R$ 213,13. A Metade Sul do Paraná também registrou leve retração nas cotações, variando entre -0,41% e -0,49%, refletindo um mercado mais cauteloso por parte dos compradores.

Outro ponto de atenção é a escassez de feijões nota 9, praticamente sem oferta no dia. No Noroeste de Minas, a referência se mantém na faixa de R$ 280, enquanto em Itapeva (SP) chega a R$ 290 — porém, essa última é considerada uma referência nominal, já que não há relatos concretos de negociações efetivas nessa faixa de preço.

“Esses movimentos refletem um mercado que, embora aparentemente estável nas referências de preços, apresenta um volume reduzido de negócios nas fontes. Ontem à noite, na Live, Marcelo Lüders destacou que o fluxo previsto de Feijão-carioca até o final do ano indica um volume final menor do que no ano passado. Ele salientou que, no mercado mundial, nada está definido, afinal as colheitas mais importantes ocorrerão de maio em diante na Argentina e no México, e nos Estados Unidos durante o segundo semestre”, conclui.





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Biológicos deixam de ser alternativa e se tornam estratégia



O uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente



O uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente
O uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente – Foto: Nadia Borges

O uso de agentes biológicos na agricultura deixou de ser uma opção e se consolidou como uma estratégia indispensável para quem busca produtividade, sustentabilidade e economia. De acordo com a MyFarm, produtores estão adotando bioinsumos como fungos, insetos, bionematicidas e bioestimulantes porque eles entregam resultados claros: menor perda, menor custo e menos risco para a lavoura.

Mais do que controlar pragas, o uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente, atender às exigências de um mercado cada vez mais atento à sustentabilidade e, ao mesmo tempo, manter altos níveis de produtividade. Na soja, por exemplo, o manejo correto é decisivo. A produção cresce, mas os desafios permanecem, especialmente nas áreas em sucessão com milho, algodão, trigo e feijão, onde pragas e doenças continuam sendo uma ameaça constante.

Além de reduzirem a necessidade de defensivos químicos, os biológicos garantem mais segurança para o solo, para o trabalhador e para o consumidor. Quando aplicados de forma correta, eles se estabelecem na lavoura, promovem equilíbrio biológico e reduzem significativamente os custos com insumos.

A tecnologia dos biológicos vai muito além do controle de pragas. Ela inclui bionematicidas, bioestimulantes, condicionadores de solo, indutores de raiz e redutores de estresse oxidativo. O resultado é percebido tanto no campo quanto na imagem do produtor, que entrega uma soja mais limpa, sustentável e alinhada às exigências do mercado atual. As informações foram publicadas no perfil oficial da empresa no LinkedIn.

 





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Plantio de soja e milho avança com força nos EUA


O plantio das novas safras de soja e milho nos Estados Unidos avança em ritmo acelerado, favorecido pelo clima, segundo avaliação da Hedgepoint. De acordo com Luiz Fernando Roque, coordenador de Inteligência de Mercado da consultoria, o avanço das máquinas supera tanto os números do ano passado quanto a média das últimas cinco safras, indicando um início promissor para a temporada 2025/26.

Dados do USDA mostram que, até 18 de maio, 66% da área de soja estava semeada — avanço expressivo frente aos 50% no mesmo período de 2024 e à média de 53%. No milho, o plantio atingiu 78%, contra 67% no ano passado e média de 73%, reforçando as expectativas de uma safra cheia.

Apesar do bom desempenho inicial, Roque alerta que há déficit de umidade em regiões do oeste e noroeste do cinturão agrícola, o que exige maior regularidade das chuvas nas próximas semanas. Segundo ele, embora o USDA projete produtividade recorde na soja, a produção tende a ser menor pela redução de área. Já no milho, a combinação de aumento de área e potencial produtivo pode levar a um novo recorde, ultrapassando 400 milhões de toneladas.

A Hedgepoint observa que os mapas climáticos indicam mais chuvas para a metade sul do cinturão entre 23 e 29 de maio, o que pode desacelerar temporariamente o plantio. Já entre 30 de maio e 5 de junho, a umidade deve ser mais generalizada, beneficiando as lavouras, especialmente nas áreas que hoje apresentam menor disponibilidade hídrica.

“Destacamos também, que apesar de o USDA esperar por produtividade recorde na soja, a tendência é de uma safra menor nesta nova temporada, visto que a área plantada com a oleaginosa deve ter um recuo importante em relação ao ano passado. Em contrapartida, a produção de milho pode atingir um novo recorde, com possibilidade de ultrapassar o patamar de 400 milhões de toneladas na temporada 2025/26 devido ao aumento da área e possível produtividade também recorde”, diz Luiz Fernando Roque, coordenador de Inteligência de Mercado da Hedgepoint.

 





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Açúcar recua novamente nesta 6ª feira (16) e acumula perdas acima de 1% na…


Os preços do açúcar fecharam esta sexta-feira (16) com perdas moderadas nas bolsas de Nova Iorque e Londres, influenciadas por uma perspectiva de recuperação da oferta global. Com isso, as cotações ampliaram as baixas das últimas sessões e encerraram esta semana com um acumulado negativo, registrando um recuo acima de 1% entre os principais contratos. 

Nesta sexta-feira, o contrato julho/25 de Nova Iorque teve baixa de 0,15 cents (0,85%) e ficou cotado em 17,52 cents/lbp. O outubro/25 recuou para 17,69 cents/lbp, com variação negativa de 0,14 cents (0,79%). O março/26 caiu 0,15 cents (0,82%) e passou a valer 18,07 cents/lbp. O maio/26 perdeu 0,14 cents (0,80%) e ficou cotado em 17,42 cents/lbp. 

Considerando a variação semana, o contrato julho/25 de Nova Iorque teve uma redução de 1,46%, o outubro/25 caiu 1,28%, o março/26 teve um recuo de 1,09% e o maio/25 apresentou uma diminuição de 0,85%.

Em Londres, o agosto/25 teve redução de 290 pontos (0,59%) e fechou negociado em US$ 490,10/tonelada. O outubro/25 ficou cotado em US$ 486,80/tonelada, recuo de 0,51%. O dezembro/25 caiu 200 pontos (0,41%) e foi a US$ 486,50/tonelada. O março/26 encerrou o dia precificado em US$ 489,50/tonelada, perda de 180 pontos (0,37%). 

Na variação semana do açúcar branco em Londres, o agosto/25 teve uma perda de 1,96%, o outubro/25 caiu 1,10%, o dezembro/25 teve redução de 0,81% e o março/25 contabilizou uma queda de 0,73%. 

“Os preços do açúcar caíram para as mínimas de uma semana, devido às expectativas de um superávit global de açúcar. Na quarta-feira, a consultoria Datagro projetou um superávit global de açúcar em 2025/26 de +1,53 milhões de toneladas, recuperando-se acentuadamente do déficit global de açúcar de -4,67 milhões de toneladas em 2024/25. Enquanto isso, a StoneX projeta um superávit global de açúcar de +3,74 milhões de toneladas em 2025/26”, destaca o Barchart em análise desta sexta.

“Sinais de aumento da produção global de açúcar são negativos para os preços. Na última terça-feira, o Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do USDA previu que a produção de açúcar da Índia em 2025/26 aumentaria +26% a/a, para 35 milhões de toneladas, citando chuvas de monções favoráveis e o aumento da área plantada de açúcar”, acrescenta o portal.





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Triunfe® é o grande destaque da Vittia na 50ª Expocitros


A 50ª Expocitros, maior feira citrícola da América Latina, que acontece entre os dias 03 e 06 de junho, em Cordeirópolis/SP, será palco de mais uma ação do calendário de lançamentos da Vittia. A empresa brasileira de defesa e nutrição especial para as diversas culturas do agronegócio brasileiro, apresentará sua mais recente inovação: Triunfe®, um produto desenvolvido para potencializar a proteção ao cancro cítrico e aumentar a produtividade em citros.

Composto por minerais essenciais para as lavouras, Triunfe® traz uma formulação exclusiva que combina cobre e enxofre, garantindo uma tripla ação: protetora, curativa e erradicante. Segundo Edgar Zanotto, Diretor de Marketing da Vittia, a estabilidade da formulação e o processo exclusivo de desenvolvimento resultam em partículas ultrafinas que proporcionam maior persistência nas folhas e excelente rendimento operacional, não entupindo bicos e facilitando a aplicação nos pomares.

Além do papel essencial na nutrição, o enxofre e o cobre desempenham funções fundamentais na eliminação de doenças: enquanto o enxofre interfere nas atividades metabólicas de fungos e bactérias, o cobre age diretamente na membrana dos microrganismos, promovendo o extravasamento celular. O produto se destaca por sua total compatibilidade com os defensivos biológicos da Vittia, fortalecendo o manejo integrado e reafirmando o compromisso da empresa com a sustentabilidade, a produtividade e o cuidado com as lavouras, a terra e as pessoas.

“A prioridade da Vittia é desenvolver soluções eficazes e seguras, que efetivamente contribuam para o aumento da produtividade no campo. Com Triunfe®, colocamos à disposição dos agricultores um multissítio moderno, eficaz e altamente seguro contra o cancro cítrico. Nos orgulhamos de oferecer essa tecnologia, contribuindo para o sucesso da agricultura brasileira e da produção de alimentos”, assinala Edgar Zanotto.

Os produtos Vittia são desenvolvidos por uma equipe de 70 pesquisadores em uma ampla estrutura dedicada à área P&DI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) que ocupam o Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (CPD&I) José Plinio Romanini, com mais de 1,5 mil m² composto por laboratórios e casa de vegetação. Esse trabalho é um importante diferencial pois certifica a eficiência dos microrganismos, tanto para o controle de pragas, quanto para o controle de doenças em plantas.

Com esse lançamento, a Vittia reforça sua posição como referência em inovação e tecnologia para a agricultura brasileira, proporcionando soluções que fazem a diferença no campo. O compromisso da empresa com a ética e a integridade também lhe rendeu o prestigiado Selo Agro+ Integridade, concedido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente.

SERVIÇO

VITTIA | 50ª Expocitros 

Data: de 03 a 06 de junho de 2025

Horário: das 8h às 18h

 





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Exportações de tilápia disparam



A proposta foi discutir como a piscicultura brasileira pode ampliar sua presença no m



A proposta foi discutir como a piscicultura brasileira pode ampliar sua presença no mercado internacional
A proposta foi discutir como a piscicultura brasileira pode ampliar sua presença no mercado internacional – Foto: Divulgação

As exportações brasileiras de tilápia cresceram expressivamente no primeiro trimestre de 2025. Segundo dados do setor, foram embarcadas 3.900 toneladas de peixes cultivados, um aumento de 89% em volume e de 112% em receita, totalizando US$ 18,2 milhões. Os Estados Unidos, maior mercado consumidor do mundo, foram responsáveis por 95% das compras, gerando US$ 16,2 milhões ao Brasil.

De olho nesse avanço, a Aquishow Brasil 2025, que é o maior evento da aquicultura nacional, promoveu o painel “Mercado de Exportação para a Tilápia Brasileira”, no dia 29 de maio, às 13h30, em Uberlândia (MG). A proposta foi discutir como a piscicultura brasileira pode ampliar sua presença no mercado internacional, especialmente nos EUA, que hoje são o principal destino.

Nesse contexto, o debate contou com especialistas como Jairo Gund (ABIPESCA), Vinicius Orsi (Ayamo Global Foods) e Juliano Kubitza (Fider Pescados), sob mediação de Hainnan Souza Rocha, da Embrapa. Eles trouxeram análises sobre mercado, padrões, procedimentos e estratégias para ampliar as exportações.

Com o tema “Inovando e Crescendo com a Aquicultura”, a Aquishow Brasil 2025 ocorreu entre os dias 27 e 29 de maio e contou com feira de negócios, painéis técnicos, torneios e premiações que valorizam os profissionais da aquicultura nacional. “Esse resultado é maior ano após ano. Com isso, o Brasil – que exporta apenas 3% da produção – torna-se um fornecedor global cada vez mais importante e com um alvo certo: os Estados Unidos”, informa Marilsa Patrício, diretora executiva da Aquishow Brasil 2025, sobre o evento.

 





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