segunda-feira, abril 13, 2026

Política & Agro

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Essa técnica pode aumentar a eficiêcia do solo



“Bioindicadores não são apenas dados científicos”



“Bioindicadores não são apenas dados científicos"
“Bioindicadores não são apenas dados científicos” – Foto: Canva

Marcus Lourenço “Polé”, biólogo, enfatiza a importância dos bioindicadores de qualidade do solo como ferramentas essenciais para a sustentabilidade no cultivo de culturas agrícolas, como soja, milho e trigo. O solo é a base da produção agrícola, e monitorá-lo de maneira eficaz é fundamental para garantir sua saúde e produtividade a longo prazo. Os bioindicadores ajudam a avaliar a qualidade do solo, oferecendo informações sobre a fertilidade, presença de poluentes e a capacidade de retenção de água, colaborando para um manejo agrícola mais eficiente e sustentável.

Bioindicadores são organismos ou processos biológicos que refletem o estado do solo. Esses organismos variam desde microrganismos, como bactérias e fungos, até organismos maiores, como minhocas e insetos. A presença de certos organismos no solo pode indicar aspectos como níveis de matéria orgânica, a eficácia de microrganismos simbióticos e os impactos do manejo agrícola, como compactação e aeração. Por exemplo, a presença de Bradyrhizobium no solo de soja garante a fixação biológica de nitrogênio, reduzindo a dependência de fertilizantes.

A utilização de bioindicadores no manejo de culturas agrícolas traz benefícios diretos aos produtores, como a identificação precoce de problemas de fertilidade e a redução de custos com insumos. Além disso, esses indicadores permitem um melhor planejamento do manejo agrícola, promovendo a sustentabilidade a longo prazo, especialmente em sistemas de monocultura. Tais ferramentas são fundamentais para garantir que os solos se mantenham produtivos e equilibrados ao longo do tempo.

“Bioindicadores não são apenas dados científicos; são aliados práticos para quem busca eficiência e sustentabilidade no campo . Incorporar essas ferramentas no manejo de culturas agrícolas é investir em um solo vivo e produtivo”, comenta, em seu perfil no LinkedIn.

 





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Como escolher as peças para o drone aplicador?


As boquilhas para Drones agrícolas são ferramentas essenciais para garantir a aplicação precisa de produtos fitossanitários, fertilizantes e outros insumos. A escolha correta dessas boquilhas otimiza recursos, aumenta a eficiência da pulverização e reduz o impacto ambiental. De acordo com Paco Tórtola, especialista em Drones na agricultura, existem diferentes tipos de boquilhas, cada uma adequada a necessidades específicas. 

As boquilhas de abanico plano geram um padrão de pulverização uniforme, ideal para herbicidas e pesticidas em cultivos de grande cobertura, como trigo, milho, soja e pastagens. A altura de voo recomendada é de 2 a 3 metros, com velocidade de 4 a 6 m/s e vazão de 0,5 a 1 L/min. As boquilhas de cone oco, que produzem um padrão de pulverização em forma de cone, são indicadas para cultivos densos, como frutais, vinhedos e oliveiras. 

Elas proporcionam cobertura completa, mesmo nas áreas internas da folhagem, com parâmetros de voo de 1,5 a 2 metros de altura, velocidade de 3 a 5 m/s e vazão de 0,8 a 1,2 L/min. As boquilhas antideriva minimizam a formação de gotas finas que podem ser desviadas pelo vento, sendo ideais para condições climáticas adversas e cultivos próximos a áreas sensíveis, como arrozais e cítricos. Para esse tipo, a altura de voo é de 2 a 4 metros, com velocidade de 5 a 7 m/s e vazão de 0,6 a 1 L/min. 

Já as boquilhas de injeção de ar, que melhoram a adesão ao folhedo, são recomendadas para cultivos resistentes como milho e cana-de-açúcar. Ajustar corretamente os parâmetros de voo, como altura, velocidade e vazão, maximiza a eficiência e a precisão das aplicações, garantindo maior sustentabilidade.

 





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Um ano desafiador para o mercado de café


De acordo com Bruna Machado, Coffee Trader, em publicação no LinkedIn, o mercado de café em 2024 foi marcado por desafios intensos, desde questões climáticas até problemas logísticos e financeiros. Enquanto muitos armazéns começam a encerrar as atividades para as férias coletivas, o setor reflete sobre um ano turbulento, com aprendizados importantes.  

Entre os principais obstáculos, a qualidade do café ficou abaixo das expectativas devido a condições climáticas adversas e outros fatores, elevando os prêmios por cafés mais finos. A logística também foi crítica, com recordes de exportação e mais de 1,5 milhões de sacas de café retidas nos portos, agravadas pela falta de contêineres e atrasos no embarque.  

“Que o ano foi mega desafiador não precisamos nem discutir. Não faltaram obstáculos em 2024. Desde a colheita e o plantio até os desafios de rendimento, qualidade da bebida, brocas, cafés com qualidades inferiores, grinders com problema de OTA e os milhares de problemas logísticos. Tudo que poderia aconteceu, de tudo um pouco”, comenta.

Além disso, os preços do café atingiram níveis históricos, os mais altos desde 1977, impactando toda a cadeia produtiva e gerando dificuldades financeiras para exportadores, traders, importadores e torradores. Para completar, a implementação do EUDR (Regulamento de Deforestação da União Europeia) trouxe incertezas sobre rastreabilidade e aumento de custos na cadeia produtiva.  

Apesar dos desafios, Bruna reforça a importância de seguir em frente com sabedoria e zelo, desejando ao setor um próximo ano mais estável. Para ela, o aprendizado é constante, e cada dificuldade é uma oportunidade de evolução. Afinal, o mercado de café continua imprevisível, mas resiliente. 

“O que eu posso desejar é que, para o próximo ano, nós possamos conseguir respirar com um pouco mais de tranquilidade e com um mercado mais estável. Mas como disse, tudo é imprevisível. Portanto, o que desejo é que todos tenham sabedoria e zelo”, conclui.

 





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Novo fungicida revoluciona tratamento de sementes



“O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente”



“O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente”
“O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente” – Foto: Agrolink

De acordo com Rogério Castro, CEO e Regional Head da UPL Brasil, a empresa continua trazendo inovações ao mercado com o lançamento do Vitavax Ultra, novo fungicida para tratamento de sementes. Apresentado durante o evento “Sementes de Ouro” em Campinas, o produto é uma evolução da já reconhecida marca Vitavax e oferece proteção avançada para sementes de culturas como soja, milho, trigo, batata e algodão.  

O diferencial do Vitavax Ultra está em sua fórmula, que combina carboxamida e multissítio, proporcionando ação protetora e sistêmica. Esta combinação, amplamente recomendada pelo corpo científico brasileiro, combate a resistência de fungos, protegendo as sementes desde o plantio. A solução é registrada para 22 espécies de fungos em 30 diferentes culturas, com destaque para o trigo, onde a UPL lidera em volume comercializado e área tratada.  

O desenvolvimento do Vitavax Ultra envolveu intensa pesquisa e testes, refletindo o compromisso da UPL em atender às necessidades dos agricultores. “O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente”, destacou Rogério Castro, enfatizando que o novo produto é mais que um lançamento, é uma solução para os desafios do campo.  

“Como tudo que fazemos, o Vitavax Ultra também foi pensado para atender às necessidades reais dos nossos agricultores. Mais do que lançar um produto, estamos apresentando uma solução inovadora para os desafios constantes que eles enfrentam nas propriedades rurais, que é o cuidado com as sementes desde o início da produção. Afinal de contas, quando se começa forte, se colhe grandes resultados”, afirma ele.

 





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Bioativadores ajudam no manejo da cigarrinha



O estudo foi conduzido durante as safras de 2023 e 2024



O extrato de alga marinha aumentou a produção de fitoalexinas
O extrato de alga marinha aumentou a produção de fitoalexinas – Foto: Agrolink

O Brasil, um dos maiores produtores de milho do mundo, enfrenta desafios significativos devido às pragas, especialmente a cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), que transmite doenças como o complexo de enfezamento e o raiado fino, prejudicando a produtividade da safra. Em resposta a esse problema, a Acadian Plant Health (APH), em parceria com a UNESP de Botucatu, realizou um estudo sobre a eficácia de bioativadores à base de Ascophyllum nodosum, alga marinha exclusiva das águas frias do Atlântico Norte.

O estudo foi conduzido durante as safras de 2023 e 2024, avaliando o uso do extrato de Ascophyllum nodosum em combinação com inseticidas biológicos em condições de campo. Os resultados mostraram que o bioativador aumentou significativamente o vigor das plantas de milho, comparado ao controle negativo (sem tratamento), além de melhorar o desenvolvimento das plantas mesmo na presença da Doença do Enfezamento do Milho (DEM).

O extrato de alga marinha aumentou a produção de fitoalexinas, compostos naturais que auxiliam na defesa das plantas contra fungos e bactérias, e também elevou a produção de clorofila, melhorando a capacidade fotossintética das plantas. O uso do bioativador reduziu o estresse oxidativo, com menores concentrações de peróxido de hidrogênio (H2O2) e peroxidação lipídica (MDA). A combinação com inseticidas biológicos proporcionou maior rendimento, com aumento no número de grãos por espiga.

Segundo Samir Filho, coordenador de Desenvolvimento de Mercado da APH, o extrato de Ascophyllum nodosum não atua diretamente contra a cigarrinha, mas fortalece as plantas, tornando-as mais resistentes a infecções e estresses, contribuindo para maior produtividade. A Ascophyllum nodosum é uma alga que desenvolveu compostos bioativos devido às condições extremas do ambiente onde cresce, como temperaturas extremas e variações de maré, o que a torna uma valiosa aliada na agricultura.

 





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Bolsonaro diz que “começa a luta” na PGR após ser indiciado por golpe de Estado


Logotipo Reuters

 

(Reuters) – O ex-presidente Jair Bolsonaro disse em publicação na rede social X nesta quinta-feira que aguardará seu advogado para tratar do indiciamento feito contra ele pela Polícia Federal por tentativa de golpe de Estado, ao mesmo tempo que criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acusando o magistrado de fazer “tudo o que não diz a lei”.

“O ministro Alexandre de Moraes conduz todo o inquérito, ajusta depoimentos, prende sem denúncia, faz pesca probatória e tem uma assessoria bastante criativa. Faz tudo o que não diz a lei”, escreveu Bolsonaro na rede social.

“Tem que ver o que tem nesse indiciamento da PF. Vou esperar o advogado. Isso, obviamente, vai para a Procuradoria-Geral da República. É na PGR que começa a luta. Não posso esperar nada de uma equipe que usa a criatividade para me denunciar.”

Mais cedo, a PF confirmou o indiciamento de Bolsonaro e outras 37 pessoas pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.

(Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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Área de milho cresce em Mato Grosso, mas produção deve cair



Imea estima uma produção total de 45,84 milhões de toneladas




Foto: Divulgação

Segundo o boletim informativo divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a área destinada ao cultivo de milho em Mato Grosso na safra 2024/25 deve crescer 0,56%, totalizando 6,84 milhões de hectares. O aumento é impulsionado pela valorização dos preços do cereal nos últimos meses, o que tem favorecido o equilíbrio entre custo e receita para os produtores.

No entanto, o cenário de produção apresenta um alerta. O Imea estima uma produção total de 45,84 milhões de toneladas, representando uma redução de 2,81% em relação à safra anterior. A produtividade esperada, considerando a média das últimas três safras, é de 111,72 sacas por hectare, mas fatores como condições climáticas e incidência de pragas e doenças podem impactar os resultados finais.

Quanto à comercialização, até novembro de 2024, 23,84% da safra já foi negociada, superando o mesmo período do ciclo anterior, mas ainda abaixo da média das últimas cinco temporadas. O Imea reforça a importância de os produtores aproveitarem os momentos de alta nos preços para travar custos e garantir margens mais competitivas.





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Dólar fecha estável após oscilar e bater R$ 6,20 na terça-feira (17)



Além das tensões internas, fatores externos também impulsionam a pressão




Foto: Pixabay

Após um dia marcado por volatilidade, o dólar comercial encerrou esta terça-feira (17) cotado a R$ 6,0956, em uma leve alta de 0,02% em relação ao fechamento do dia anterior. Durante o início da tarde, a moeda norte-americana atingiu R$ 6,20, seu maior valor nominal já registrado.

As flutuações do câmbio ocorreram em meio às expectativas do mercado sobre as votações da reforma tributária e do pacote fiscal (PLP 210) na Câmara dos Deputados. Declarações do presidente da Casa, Arthur Lira, indicando a intenção de avançar com essas pautas, contribuíram para a desaceleração da moeda após a máxima histórica.

Desde a última sexta-feira (13), o Banco Central intensificou suas intervenções no mercado à vista, oferecendo liquidez para conter a alta do dólar. Na segunda-feira (16), foram injetados US$ 1,63 bilhão, na maior operação do tipo desde o início da pandemia de Covid-19.

Além das tensões internas, fatores externos também impulsionam a pressão sobre o câmbio, como a desaceleração da economia global e os impactos das políticas monetárias de países desenvolvidos.

 





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Câmara aprova Reforma Tributária



A medida tem grande impacto para o agro



"Conseguimos trazer de volta pontos importantes conquistados na primeira etapa na Câmara"
“Conseguimos trazer de volta pontos importantes conquistados na primeira etapa na Câmara” – Foto: Agencia Brasil

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (17), o Projeto de Lei Complementar 68/2024, que regulamenta a Reforma Tributária. O texto estabelece as regras para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS), e segue agora para sanção presidencial. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) comemorou as conquistas para o setor, especialmente as medidas que garantem desoneração fiscal e apoio ao produtor rural.  

A proposta também desonera IBS e CBS na compra e importação de tratores, máquinas e implementos agrícolas por produtores rurais não contribuintes, além de incluir créditos presumidos diferenciados para produtores conforme receita anual e tipo de produção. Serviços técnicos agrícolas, análises laboratoriais e outros insumos essenciais também foram incluídos, ampliando os benefícios para o setor.  

Outro ponto de destaque é a tributação reduzida para biocombustíveis e hidrogênio de baixa emissão de carbono, com alíquotas entre 40% e 90% das aplicadas a combustíveis fósseis equivalentes.Segundo a FPA, essas medidas reforçam o apoio ao agronegócio, promovendo competitividade, sustentabilidade e incentivo ao uso de energia renovável.  

Segundo o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), a bancada trabalhou para assegurar alimentos mais acessíveis à população e preservar os direitos do produtor rural. “O que dialogamos em todo o processo foi para que o brasileiro possa se alimentar com dignidade e tenha seus direitos resguardados. Da mesma forma, que a sociedade e o produtor rural não seja onerado. Conseguimos trazer de volta pontos importantes conquistados na primeira etapa na Câmara e fechamos um texto positivo para o setor agropecuário brasileiro”, disse Lupion.





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Cotonicultura Brasileira avança na descarbonização



Parceria técnica desenvolveu tecnologia



Parceria técnica desenvolveu tecnologia
Parceria técnica desenvolveu tecnologia – Foto: Bing

Meses após se consolidar como a maior exportadora de algodão do mundo, o Brasil deu um passo pioneiro rumo à descarbonização da sua cadeia produtiva. Graças à Footprint PRO Carbono, desenvolvida pela Bayer em parceria com a Embrapa e a Abrapa, a pegada de carbono do cultivo de algodão foi mensurada pela primeira vez no país, utilizando dados primários de produtores de Mato Grosso. A calculadora, que já avaliava cultivos de soja e milho, revelou uma emissão média de 329 kg CO2 eq/t de algodão, com potencial de redução de até 32%.  

Essa iniciativa também busca estabelecer uma referência nacional para emissões na cadeia do algodão, incluindo derivados como óleo e biodiesel. O presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel, destacou que o objetivo é fortalecer a posição do algodão brasileiro no mercado global e no programa Renovabio. A parceria técnica envolve ainda a Abiove, que integra dados de agricultores da Bahia e Goiás na fase inicial do projeto, reforçando os atributos sustentáveis da produção nacional. 

Além do algodão, a Footprint PRO Carbono já está sendo aplicada na sojicultura. Em Santa Catarina, a Cooperalfa terá a pegada de carbono de seus grãos de soja monitorada a partir de 2025, abrangendo 5.000 hectares na primeira fase. A expectativa é alcançar emissões de 383 kg CO2 eq/t com intervenções agrícolas, demonstrando a eficiência do sistema brasileiro frente à média internacional.  

O programa PRO Carbono também avança na inovação tecnológica com o Modelo Preditivo PRO Carbono, desenvolvido pela Bayer e Embrapa. Essa ferramenta promete simular a dinâmica de carbono no solo, reduzindo custos de análises e promovendo a agricultura conservacionista em larga escala. A validação internacional do programa, como no Scope 3 Standard Program da Verra, consolida o protagonismo do agronegócio brasileiro na mitigação climática e no mercado de carbono global.

 





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