segunda-feira, abril 13, 2026

Política & Agro

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citricultores têm até janeiro para entregar relatório fitossanitário



CDA alerta citricultores sobre prazo para relatório de cancro e Greening




Foto: Canva

A Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo alerta os produtores de citros para o prazo final de envio do relatório cancro/HLB (Greening). O documento deve ser entregue até o dia 15 de janeiro de 2025 por meio do sistema GEDAVE (Gestão de Defesa Animal e Vegetal).

Segundo a SAA, o relatório precisa conter os resultados das vistorias trimestrais realizadas entre 1º de julho e 31 de dezembro de 2024 em todas as plantas cítricas da propriedade. A exigência está prevista na Portaria MAPA nº 317, de 21 de maio de 2021, que regulamenta o Programa Nacional de Prevenção e Controle ao HLB (PNCHLB).

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Conforme a legislação vigente, os produtores são obrigados a eliminar plantas sintomáticas em pomares com idade inferior a oito anos. Além disso, o monitoramento e controle do psilídeo – inseto transmissor da bactéria causadora do Greening – é obrigatório em todos os pomares, independentemente da idade das plantas. No Estado de São Paulo, a entrega do relatório é exigida de todos os citricultores, independentemente da idade dos pomares.

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O Greening, ou HLB (Huanglongbing), é causado pela bactéria Candidatus Liberibacter spp. e disseminado pelo inseto psilídeo (Diaphorina citri). A doença afeta todas as plantas cítricas e não possui cura. Uma vez infectada, a planta se torna fonte de contaminação para as demais. O Greening é considerado hoje a maior ameaça à citricultura mundial.

Outro problema grave enfrentado pelos citricultores é o cancro cítrico, causado pela bactéria Xanthomonas citri pv. citri. A doença provoca lesões em folhas, frutos e ramos, podendo levar à queda prematura dos frutos em casos de alta incidência, conforme o apontado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).





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excesso de umidade preocupa produtores


O início desta semana segue marcado por chuvas intensas em boa parte do Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. A presença de uma frente fria estacionária na costa da região Sudeste está intensificando as instabilidades, resultando em acumulados expressivos e elevando o risco de enchentes e deslizamentos, especialmente no Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e no litoral paulista.

Previsão para o Sudeste e Centro-Oeste

Espírito Santo: Pontuais acima de 50 mm são esperados no centro do estado, com possibilidade de volumes isolados superiores a 100 mm em 24 horas, ainda que a probabilidade seja baixa.

Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo: Chuvas intensas devem persistir, especialmente no litoral paulista, com volumes médios na ordem de 20 mm.

Centro-Oeste: Áreas de Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Tocantins e oeste da Bahia terão chuvas bem distribuídas, mas de forma irregular. O excesso de umidade no solo já preocupa em algumas regiões.

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Impactos para o agronegócio

A alta umidade e a falta de radiação solar afetam diretamente o desenvolvimento das lavouras. Entre os impactos previstos:

Atrasos no ciclo das lavouras: Temperaturas mais baixas e redução do acúmulo de graus-dia prejudicam o ritmo de crescimento.

Aumento de doenças fúngicas: A umidade favorece a proliferação de doenças, dificultando o manejo químico devido ao molhamento foliar.

Dificuldade na aplicação de defensivos: Chuvas constantes impedem a aplicação eficaz de produtos químicos, exigindo estratégias mais elaboradas com o auxílio de agrônomos.

Áreas de tempo firme

Enquanto o Sudeste e o Centro-Oeste enfrentam excesso de umidade, algumas regiões terão tempo firme nesta segunda-feira:

Sul: Condições estáveis no interior do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do sul de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Nordeste e Norte: Tempo seco na metade leste do Nordeste e no centro-norte da região Norte, com destaque para o baixo Amazonas no Pará, onde as temperaturas estarão elevadas, mas dentro do esperado para o período.





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Quais os perigos da próxima safra de soja?


A safra de soja 2024/2025 no Brasil apresenta projeções otimistas, com produção estimada em 172,2 milhões de toneladas, segundo a Agroconsult, 16,7 milhões acima da temporada anterior. No entanto, especialistas alertam que o manejo de doenças e pragas será decisivo para atingir essa produtividade.  

No Paraná e Mato Grosso do Sul, a presença precoce do percevejo marrom preocupa. Sérgio Silva, da BASF, reforça a importância de ações preventivas contra doenças como cercóspora e ferrugem, comuns na fase final do ciclo. Ele recomenda o uso de produtos seletivos para evitar danos às folhas, especialmente em regiões com chuvas limitadas.  

No Rio Grande do Sul, a expectativa é de alta produtividade, tanto para soja quanto para arroz. Contudo, Miguel Manosso, da BASF, alerta para o aumento de doenças foliares, embora a ferrugem possa ter menor incidência este ano. No Mato Grosso, após instabilidade inicial nas chuvas, as lavouras se desenvolvem bem, mas a presença de lagartas, como Spodoptera e Helicoverpa, exige manejo preventivo com inseticidas específicos.  

Esperamos uma safra de alta produtividade, com uma grande ocorrência de doenças, talvez ferrugem com ocorrência menor, porque no ano passado foi muito alta. Mas outras doenças, como as manchas, tendem a crescer muito”, alerta Manosso.

Na região do MATOPIBA, o plantio está quase finalizado com bom vigor das plantas, impulsionado por chuvas regulares. Para superar os desafios, a BASF oferece soluções como fungicidas preventivos e sementes tecnológicas que combinam alta produtividade com sustentabilidade.

 





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China quer revolucionar cultivo do algodão



Mudanças climáticas prejudicam a cultura local



Atualmente, as principais variedades cultivadas em Xinjiang possuem alta produtividade e qualidade
Atualmente, as principais variedades cultivadas em Xinjiang possuem alta produtividade e qualidade – Foto: Canva

A China deu início a um projeto de bioengenharia voltado para o cultivo de algodão na região de Xinjiang, conforme anunciado pelo Departamento de Ciência e Tecnologia da Região Autônoma Uigur de Xinjiang. Com um investimento de 15 milhões de yuans, cerca de 12 milhões de reais, a iniciativa visa criar uma plataforma de cultivo biológico para aumentar a resistência das variedades locais de algodão a estresses ambientais, como salinidade e temperaturas extremas. Tais características são difíceis de desenvolver por meio de métodos tradicionais de melhoramento genético, tornando a engenharia genética essencial para introduzir genes que aprimorem a resiliência das plantas. 

Atualmente, as principais variedades cultivadas em Xinjiang possuem alta produtividade e qualidade, mas enfrentam desafios crescentes diante das mudanças climáticas e eventos extremos. O projeto, liderado pelo Instituto de Pesquisa de Culturas Econômicas da Academia de Ciências Agrícolas de Xinjiang, foi intitulado “Análise das características agronômicas básicas das variedades de algodão e melhoria do desenho molecular”. Com duração prevista de três anos, ele integra um conjunto de cinco grandes projetos científicos lançados na região em 2024, reforçando o compromisso da China com a inovação agrícola. 

O Centro de Pesquisa Agrícola Ocidental da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas também participa do projeto, contribuindo com a formação de pessoal especializado e o desenvolvimento de plataformas para sistemas agrícolas inovadores e sustentáveis. A colaboração busca criar uma base tecnológica que não se limite apenas ao algodão, mas que possa ser aplicada a outras culturas, ampliando os benefícios do projeto para além de Xinjiang. 

 





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Risco alto marca safra de feijão



Segundo o Ibrafe, a agricultura exige planejamento e decisões estratégicas



Segundo o Ibrafe, a agricultura exige planejamento e decisões estratégicas
Segundo o Ibrafe, a agricultura exige planejamento e decisões estratégicas – Foto: Canva

O Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe) relata que produtores no Paraná enfrentam dificuldades para colher Feijões devido às chuvas constantes desde setembro. A situação é especialmente crítica para quem plantou Feijões de escurecimento rápido sem câmara fria, enfrentando um risco de fracasso de 80%. Um produtor, pressionado pela alta do dólar e o aumento no custo dos insumos, decidiu vender sua colheita, mas já considera abandonar o cultivo de feijão.

Segundo o Ibrafe, a agricultura exige planejamento e decisões estratégicas. Produtores que apostam em Feijões de escurecimento lento ou possuem câmara fria estão mais preparados para lidar com as adversidades. Aqueles sem essa estrutura precisam aceitar as condições de mercado para evitar prejuízos maiores.

O instituto destaca a importância de conhecer o mercado e agir de forma antecipada. Em vez de seguir a maioria, pode ser mais lucrativo investir em variedades menos populares, como Feijão-rajado ou Feijão-vermelho, que podem oferecer boas margens quando a oferta é limitada. Acompanhar contratos de exportadores e empacotadores também é crucial, pois indicam oportunidades futuras de mercado.

“Por exemplo, se todos estão plantando Feijão-carioca, a estratégia pode ser optar por Feijão-rajado. Se a maioria migra para o Feijão-rajado, pode ser mais interessante plantar Feijão-vermelho. Além disso, é fundamental observar os movimentos dos exportadores, especialmente os contratos firmados para determinadas variedades. Esses contratos indicam oportunidades claras: se exportadores ou empacotadores não estão interessados em uma variedade específica, é provável que a oferta será escassa, o que pode gerar boas margens no futuro”, conclui.

 





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Fertilizante com matéria orgânica auxilia produção do trigo



Entre os pontos levantados pela Brasfertil está o pH equilibrado



Entre os pontos levantados pela Brasfertil está o pH equilibrado
Entre os pontos levantados pela Brasfertil está o pH equilibrado – Foto: Canva

No contexto agrícola, a escolha de fertilizantes desempenha um papel crucial para garantir o sucesso das colheitas. Com o objetivo de atender às crescentes demandas de produtividade e sustentabilidade, diferentes soluções têm sido propostas por fabricantes, visando otimizar os resultados sem comprometer o equilíbrio ambiental.

O fertilizante EQUILÍBRIO, da Brasfertil, é apresentado como uma alternativa com características distintas em relação a opções tradicionais, especialmente para culturas como milho e trigo. Segundo a fabricante, o produto oferece uma formulação composta por 15 nutrientes, incluindo macronutrientes, micronutrientes e compostos orgânicos, superando o fertilizante 15-15-15 em quantidade de nutrientes disponíveis.  

Entre os pontos levantados pela Brasfertil está o pH equilibrado, que não acidifica o solo, e a presença de enxofre (7%) e cálcio (4,5%), elementos relevantes para a nutrição e saúde do solo. A formulação também inclui matéria orgânica, vida microbiana ativa e ácidos húmicos e fúlvicos, componentes que podem favorecer a estrutura do solo e o desenvolvimento das culturas.  

Uma característica que chama atenção é a ausência de inertes, materiais sem valor nutricional que frequentemente compõem outros fertilizantes. No entanto, o desempenho superior do EQUILÍBRIO, em comparação com outras formulações, como o 15-15-15, deve ser avaliado em condições práticas e de acordo com a recomendação técnica adequada para cada tipo de cultivo.  

Embora a Brasfertil destaque os benefícios do EQUILÍBRIO, é importante que agricultores e especialistas considerem os custos e adaptação do produto às necessidades específicas de suas lavouras. Estudos independentes e experiências práticas podem ajudar a validar ou ajustar as expectativas em relação aos resultados obtidos no campo.

 





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Alerta para as bactérias-espelho: O que é isso?


Pesquisadores de nove países, incluindo a brasileira Daniela Bittencourt, da Embrapa, publicaram um estudo na revista Science sobre os riscos do desenvolvimento de bactérias-espelho – organismos sintéticos cujas moléculas são invertidas. O artigo alerta para os perigos potenciais dessas bactérias para a saúde humana, animal e ambiental, sugerindo que, se criadas, elas poderiam escapar das defesas imunológicas, já que as estruturas moleculares seriam reconhecidas de forma inadequada pelo sistema imunológico.

Embora a ameaça não seja iminente, os autores enfatizam a necessidade de um debate global para entender e mitigar os riscos. As bactérias-espelho poderiam se disseminar por ecossistemas através de animais e humanos, expondo diferentes populações a infecções. O estudo, acompanhado por um relatório técnico de 300 páginas, também sugere que esses organismos poderiam resistir a predadores naturais, permitindo a proliferação em diversos ambientes.

A pesquisadora Daniela Bittencourt, única cientista latino-americana no estudo, destaca a importância de um avanço ético e seguro na biotecnologia. Ela reconhece que as bactérias-espelho poderiam oferecer avanços, como novos materiais e medicamentos, mas afirma que essas inovações podem ser alcançadas sem os riscos de criar tais organismos. O artigo pede colaboração entre cientistas, políticas públicas e reguladores para um progresso responsável, equilibrando inovação e precaução.

  “Apesar dessas possibilidades, as bactérias-espelho apresentam riscos significativos, conforme destacado no artigo. A preocupação com esses riscos é ainda mais relevante devido aos recentes avanços nas metodologias da biologia sintética, que tornaram a criação de tais organismos mais viável. Portanto, é crucial que haja uma colaboração estreita entre cientistas, formuladores de políticas e reguladores para garantir um avanço responsável da biotecnologia, equilibrando inovação com a devida precaução”, assinala a pesquisadora. 

O debate sobre os riscos das bactérias-espelho deverá continuar em eventos planejados para 2025, incluindo encontros no Instituto Pasteur, na França, na Universidade de Manchester e na Universidade Nacional de Singapura.

 





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Dólar fecha a sexta-feira em R$6,07



A desvalorização ocorreu após novas intervenções do Banco Central




Foto: Pixabay

O dólar encerrou cotado a R$ 6,07 nesta sexta-feira (20). A desvalorização ocorreu após novas intervenções do Banco Central do Brasil (BC), que realizou leilões de dólar para conter a volatilidade cambial e reforçar a oferta da moeda americana no mercado interno.

Na última quinta-feira, a moeda norte-americana havia disparado, atingindo R$ 6,30, em meio a um cenário de alta volatilidade.

Para controlar o avanço, o BC leiloou US$ 8 bilhões, resultando em um leve recuo do dólar, que fechou o dia anterior cotado a R$ 6,12.

 

 

 





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Avião cai minutos após decolagem e deixa 10 mortos



O avião era de pequeno porte




Foto: Defesa Civil RS

A manhã deste domingo (22) foi marcada por uma tragédia em Gramado, na Serra Gaúcha. Um avião de pequeno porte caiu poucos minutos após a decolagem, causando a morte de todos os dez ocupantes. As vítimas pertenciam à família Galeazzi, que residia em São Paulo e havia viajado para participar das festividades natalinas na região.

A aeronave era pilotada pelo empresário Luiz Cláudio Salgueiro Galeazzi, de 61 anos, proprietário do avião. Ele estava acompanhado de sua esposa, três filhas adolescentes, a sogra, uma cunhada, um concunhado e duas crianças.

De acordo com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, não há registro de desaparecidos no acidente, que ocorreu cerca de 3 km após a decolagem. A queda foi tão abrupta que não houve tempo para um pedido de socorro por parte do piloto.

As investigações sobre as causas do acidente estão em andamento, e especialistas do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foram acionados para analisar a situação.





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Preços do frango congelado e resfriado registram alta superior a 6% na…


Especialistas apontam a tendência é de estabilidade nas cotações até o final deste mês

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As cotações do frango permaneceram estáveis nesta quinta-feira (21) em função da segunda quinzena do mês. No entanto, as cotações do frango apresentaram avanços significativos na primeira quinzena de novembro com a demanda interna aquecida. 

A referência para o frango congelado registrou ganho de 6,55% frente ao observado no início de novembro, em que o valor passou de R$ 7,48 por quilo, no dia 01 de novembro para R$ 7,97 por quilo, até o dia 19 de novembro, conforme reportado pelo Cepea. 

Para o frango congelado, os preços tiveram valorização de 6,04% se comparado ao dia 01 de novembro em que estava próximo a R$ 7,61 por quilo, e agora está precificado R$ 8,07 por quilo, conforme o Cepea divulgou no dia 19 de novembro.

O Cepea destacou que a tendência é de uma estabilidade nas cotações até o final deste mês e os colaboradores do Cepea relataram que alguns agentes estão buscando escoar a produção em meio à baixa liquidez. 

A Scot Consultoria reportou que a valorização foi de 9,4% na primeira quinzena de novembro, com o frango médio no atacado paulista sendo negociado, em média, em R$7,60 por quilo. O período do mês e as antecipações devido aos feriados, colaboraram para o quadro.

De acordo com as informações da Scot Consultoria, a ave terminada  nas granjas paulistas segue com estabilidade e cotada em R$5,50 por quilo. Já para o atacado, a referência do frango também seguiu estável e precificada ao redor de R$ 7,60 por quilo.

A referência para o animal vivo no Paraná seguiu com estabilidade no comparativo diário, em que está cotado em R$ 4,62/kg.A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgou que o frango vivo seguiu com estabilidade e sendo negociado em R$ 4,49/kg.

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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