terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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Exportações de soja devem crescer 8% em 2025



A produção de farelo de soja deverá atingir 42,7 milhões de toneladas




Foto: Pixabay

As exportações de soja do Brasil estão previstas para alcançar 107 milhões de toneladas em 2025, um aumento de 8% em relação ao total de 98,813 milhões registrado em 2024. Os dados foram divulgados pela consultoria Safras & Mercado no quadro de oferta e demanda do setor.

A estimativa supera a previsão anterior, publicada em outubro de 2024, que indicava exportações de 97 milhões de toneladas para o ano passado e 107 milhões para 2025.

A produção brasileira de soja em 2025 deverá totalizar 175,45 milhões de toneladas, representando um crescimento de 11% em relação a 2024. Já a demanda total está projetada em 165,7 milhões de toneladas, aumento de 6% no mesmo período.

Com a oferta em alta, os estoques finais de soja deverão crescer 513%, passando de 1,59 milhão para 9,752 milhões de toneladas.

  • Farelo de soja: A produção deverá atingir 42,7 milhões de toneladas, alta de 1%. As exportações devem cair 3%, totalizando 22,5 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno pode subir 3% para 19,25 milhões de toneladas.
  • Óleo de soja: A produção deve crescer 1% para 11,13 milhões de toneladas, mas as exportações devem recuar 27%, somando 1 milhão de toneladas. O consumo interno está projetado em 10,3 milhões de toneladas, alta de 5%, com destaque para o uso em biodiesel, que deve crescer 13% para 6 milhões de toneladas. Apesar do aumento na produção, os estoques de óleo de soja devem cair 39%, ficando em 187 mil toneladas.


As importações brasileiras de soja deverão somar 150 mil toneladas em 2025, mesmo número da previsão anterior. Para 2024, a estimativa foi ajustada de 950 mil para 1 milhão de toneladas.





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preço médio do feijão preto caiu 48% em 2025



Colheita de feijão alcança 74% no estado




Foto: Canva

De acordo com o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) na última quinta-feira (16), a colheita de feijão avançou para 74% da área plantada no Paraná, que totaliza 169 mil hectares.

A safra atual marca uma recuperação no estado, com produtividade superior à do mesmo período no ano passado. A área semeada na primeira safra 2024/25 cresceu 57%, saltando de 107,8 mil hectares em 2023/24 para os atuais 169 mil hectares. Esse aumento deve gerar uma produção superior a 300 mil toneladas, praticamente o dobro das 160,4 mil toneladas colhidas no verão passado.

O grande volume de produção tem pressionado os preços do feijão, especialmente do tipo preto, predominante no Paraná. Em janeiro de 2025, o preço médio do feijão preto caiu 48%, de R$ 329,53 para R$ 170,82 por saca, em comparação ao mesmo mês de 2024.

Essa redução deverá refletir nos preços ao consumidor final, com dados detalhados previstos para serem divulgados pelo Deral/Seab-PR na próxima semana, conforme os dados do boletim.





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Oeste da Bahia lidera irrigação agrícola no Brasil


O Oeste da Bahia assumiu a liderança como maior polo de agricultura irrigada do Brasil, segundo levantamento da Embrapa milho e sorgo. A região superou o tradicional Noroeste de Minas Gerais, graças ao avanço expressivo na adoção de tecnologias e práticas sustentáveis. De 2002 a outubro de 2024, a área irrigada passou de 232,8 mil hectares para 332,5 mil hectares, consolidando o protagonismo da Bahia no cenário agrícola nacional.

Os municípios de São Desidério e Barreiras são os principais destaques. São Desidério lidera o ranking nacional com 91,6 mil hectares irrigados, enquanto Barreiras ocupa o segundo lugar com 60,9 mil hectares. Os dados foram obtidos por meio de imagens de satélites Sentinel, cruzados com informações da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Sustentabilidade no agronegócio baiano

Moisés Schmidt, presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), celebrou o crescimento da área irrigada com ênfase na sustentabilidade. Segundo ele, o avanço foi alcançado com responsabilidade ambiental, refletindo os valores do agronegócio baiano.

“A sustentabilidade é um dos pilares do agronegócio da Bahia. Estamos comprometidos com o uso eficiente dos recursos hídricos, monitorando o Aquífero Urucuia e as águas superficiais. Além disso, adotamos práticas que promovem a infiltração e o abastecimento do lençol freático”, destacou Schmidt.

O dirigente também reforçou o compromisso com o equilíbrio entre produtividade e preservação ambiental. “Queremos consolidar a Bahia como um modelo de inovação e desenvolvimento sustentável no agronegócio, garantindo recursos para as futuras gerações”, afirmou.

Reconhecimento do governo estadual

O governo da Bahia comemorou os resultados divulgados pela Embrapa. O secretário de Agricultura do Estado, Wallison Tum, destacou a importância estratégica do Oeste baiano no agronegócio sustentável.

“O uso eficiente da irrigação permite a produção agrícola durante todo o ano, assegurando alimentos de qualidade, emprego e renda. A Bahia se torna uma referência não apenas em produtividade, mas também em práticas responsáveis”, disse Tum. Ele ressaltou ainda que a experiência da região pode inspirar outras áreas do Brasil a combinar tecnologia e sustentabilidade.

 

 





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Defensivos no algodão movimentam R$ 7,4 bi na safra 2023/24


A Kynetec Brasil divulgou o mais recente estudo FarmTrak algodão. O levantamento revela que os defensivos agrícolas usados na cultura do algodão movimentaram R$ 7,4 bilhões na safra 2023-24, um crescimento de 9% em comparação com os R$ 6,8 bilhões registrados na temporada 2022/23.

O analista de inteligência de mercado da Kynetec, Felipe Lopes Abelha, explicou que o aumento está relacionado principalmente à ampliação da área plantada, que alcançou um recorde de 2 milhões de hectares, uma alta de 18% em relação à safra anterior (1,64 milhão de hectares), e ao maior uso de aplicações específicas.“Destacamos da pesquisa o acréscimo de duas aplicações pelo produtor, em média, que por sua vez resultaram numa alta de nove tratamentos frente ao ciclo 2022/23. Isso apesar da redução de 11% no preço médio da arroba da pluma no período, para US$ 23 a arroba”, comenta.

Segundo o analista, os inseticidas continuam sendo os agroquímicos mais utilizados no cultivo do algodão, movimentando R$ 3,7 bilhões, um crescimento de 21% em relação à safra anterior. “A principal praga da cultura, o bicudo, demandou aumento de 13 para 15 tratamentos. A mosca-branca também exigiu atenção, fazendo subir a adoção dos defensivos. As lagartas puxaram, em média, 1,5 entrada a mais para aplicações em lavouras. Somadas, as três pragas equivaleram a R$ 700 milhões em negócios” explica Lopes Abelha.

Já os fungicidas registraram avanço de 10% comparativamente a 2022/23, atingindo R$ 150 milhões, com o número médio de tratamentos por hectare passando de 11,8 para 13,3. Esse aumento reflete as preocupações dos produtores com doenças como a ramulária, principal ameaça à cultura, e a mancha-alvo, especialmente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “A safra 2023/24 mostrou-se desafiadora do planejamento à colheita. No princípio, caminhava para um período com menores índices pluviométricos nas grandes regiões produtoras, como Bahia e Mato Grosso. Contudo, entre janeiro e fevereiro de 2024 as chuvas ocorreram de maneira recorrente e potencializaram a incidência dessas doenças”, complementa Felipe Abelha.

Por outro lado, os herbicidas apresentaram retração de 22%, movimentando R$ 1,148 bilhão em 2023/24, uma queda de R$ 300 milhões em relação ao ciclo anterior. 

O estudo destaca ainda que o algodão ocupa o sexto lugar em importância para a indústria de defensivos agrícolas no Brasil, consolidando sua relevância no cenário agroindustrial.





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fertilizante organomineral impulsiona produção de cebola



Santa Catarina lidera produção nacional de cebola




Foto: Pixabay

Santa Catarina, líder nacional na produção de cebola com 33% do volume total, continua apostando em tecnologias avançadas e práticas sustentáveis para otimizar sua produção e manter a posição de destaque no setor.

A principal área produtora do estado está localizada no Vale do Itajaí, mais especificamente na microrregião de Ituporanga. Lá, o uso de fertilizantes organominerais, como o Minerplant, tem se destacado como uma solução eficiente para aumentar a produtividade e melhorar a qualidade do solo.

O produtor Salésio Horst, de Ituporanga, vem adotando o Minerplant em sua propriedade de forma gradual e já percebe os resultados. Desenvolvido pela empresa Terraplant, de Chapecó (SC), o produto combina matéria orgânica e mineral para proporcionar maior eficiência no fornecimento de nutrientes e melhorias no solo. “Comecei usando em 2 ha e fazendo testes, e observei que nestas áreas obtive os melhores resultados da lavoura. Com isso, fui aumentando a área e hoje uso a tecnologia da Terraplant nos 40 hectares de cultivo da cebola”, conta Horst.

O fertilizante foi desenvolvido com uma porção orgânica e outra mineral, fornecendo quantidade adequada de macro e micronutrientes ao solo. Com isso, proporciona às culturas uma alta concentração de N-P-K de forma imediata, potencializada pela ação mineral, e o equilíbrio nutricional da porção orgânica, com liberação gradual. A tecnologia embarcada ao produto melhora a estrutura física, química e biológica do solo, contribuindo para melhor resiliência da planta, resultando em solos e grãos mais saudáveis.





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Produção de arroz no Brasil deve crescer 14% em 2025, mas La Niña segue como alerta



Ddesafios climáticos ainda persistem no Rio Grande do Sul




Foto: USDA

A semeadura de arroz no Brasil está na fase final, com 94% da área total plantada até 5 de janeiro, segundo dados divulgados pelo Itaú BBA, com base em informações da Conab. O Rio Grande do Sul, principal estado produtor, alcançou 98% da área prevista, de acordo com o Instituto Rio Grandense do arroz (Irga). No entanto, a Região Central do estado registrou um avanço menor, com 85% da área semeada, reflexo das enchentes de maio e das chuvas subsequentes. Em Santa Catarina, o plantio já foi concluído, e as condições climáticas no Sul têm sido favoráveis para o desenvolvimento da cultura.

A Conab projeta que a produção brasileira de arroz em 2025 chegará a 12,1 milhões de toneladas em casca, um aumento de 14% em comparação à safra anterior. Este crescimento é atribuído à melhoria na produtividade e à expansão da área plantada. Apesar disso, especialistas alertam para os riscos associados ao fenômeno climático La Niña, que ainda pode impactar os resultados finais da safra.

Mercosul em alta

No restante do Mercosul, as perspectivas também são otimistas. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima que o bloco produzirá 10,9 milhões de toneladas de arroz beneficiado, o equivalente a 16,0 milhões de toneladas em casca. Este volume representa o maior nível de produção desde a safra 2014/15.

Para o Brasil, o USDA projeta uma produção de 8,0 milhões de toneladas de arroz beneficiado, ou 11,8 milhões de toneladas em casca, um pouco abaixo das estimativas da Conab. Segundo a análise do Itaú BBA, a oferta significativa de arroz no Mercosul deve manter a pressão sobre os preços em 2025, especialmente no mercado internacional.

 

 





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Como identificar os danos da larva arame?



Os insetos adultos são besouros com comprimento variando de 6 a 19 mm




Foto: Arquivo Agrolink

Segundo dados do artigo do engenheiro-agrônomo publicado no Blog Aegro, a larva arame é uma praga para diversas culturas agrícolas, como milho, trigo, arroz e batata. Pertencente à família Elateridae, especialmente aos gêneros Conoderus spp. e Melanotus spp., ela é conhecida pelo impacto negativo nas lavouras e pelo seu ciclo de vida, que começa com ovos depositados no solo pelas fêmeas durante o verão.

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Os insetos adultos são besouros com comprimento variando de 6 a 19 mm, corpo alongado e coloração marrom-avermelhada ou escura. Já as larvas, que atingem até 2 cm de comprimento, apresentam corpo cilíndrico, fino e rígido, com coloração inicial esbranquiçada, tornando-se marrom-amarelada à medida que se desenvolvem.

A fase larval é a mais prejudicial, pois as larvas vivem no solo, alimentando-se de raízes e sementes germinantes. Os maiores danos são registrados no início da primavera, especialmente em sistemas de integração lavoura-pastagem. Os sintomas incluem atrofia de plantas, que podem adquirir tons roxos ou escuros, além de fileiras com plantas subdesenvolvidas ou mortas. Esses danos podem ser diretos, causando redução do crescimento ou morte da planta, ou indiretos, facilitando a entrada de patógenos nos ferimentos causados pelas larvas.





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La Niña pode impactar a produção de soja no Oeste de SC



Estiagem leve afeta soja, mas milho segue com boa colheita




Foto: Pixabay

De acordo com informações do Observatório Agro Catarinense, os Meteorologistas da Epagri/Ciram e da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil (SDC) divulgaram uma nota conjunta sobre a ocorrência do fenômeno La Niña, que se caracteriza pelo resfriamento da água na região equatorial do Oceano Pacífico. A manifestação climática pode provocar chuvas irregulares e acumulados abaixo da média, especialmente no Grande Oeste catarinense. Embora o La Niña previsto seja de fraca intensidade e curta duração, a nota alerta para seus impactos potenciais no clima durante o verão e início do outono.

A estiagem leve observada desde dezembro no Oeste catarinense já afeta lavouras de soja segunda safra, segundo Haroldo Tavares Elias, analista de socioeconomia da Epagri/Cepa. Ele destaca que o déficit hídrico prejudica o desenvolvimento das culturas e recomenda que agricultores acompanhem as previsões climáticas para os próximos 15 dias, buscando otimizar a semeadura. “Ainda estamos dentro da janela ideal de semeadura, que, em decorrência da falta de chuva, pode sofrer atraso e reduzir o potencial produtivo da cultura”, afirma Haroldo.  Já o milho, cuja produção está em estágio avançado, foi pouco afetado pela estiagem, apresentando produtividade satisfatória.

O resfriamento no Oceano Pacífico, monitorado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA), mostra temperaturas 0,7°C abaixo da média em dezembro, alcançando o limiar necessário para caracterizar o La Niña. Entretanto, para a consolidação do fenômeno, será necessário que essas condições persistam nos próximos meses.

Modelos climáticos indicam que o resfriamento deve continuar até abril, mas retornará à normalidade logo em seguida. No entanto, a intensidade e a duração do fenômeno ainda são incertas.

Dados do Índice Integrado de Secas, do Cemaden, apontam que o Oeste e o Planalto Sul catarinense enfrentaram seca fraca a moderada em dezembro, resultado das chuvas irregulares registradas no segundo semestre de 2024.





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preço do quilo cai, mas exportações sobem



Volume exportado representa um crescimento de 25,5%




Foto: Kadijah Suleiman

Segundo dados do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) na última quinta-feira (16), o Brasil exportou 2,87 milhões de toneladas de carne bovina em 2024, gerando uma receita de 12,8 bilhões de dólares. O volume exportado representa um crescimento de 25,5% em relação a 2023, marcando um ano de recordes para o setor.

O preço médio pago por quilo de carne bovina foi de US$ 4,46, abaixo dos US$ 4,60 registrados no ano anterior. Esse aumento no volume de exportações foi impulsionado pelo alto número de abates, especialmente na primeira metade de 2024, quando os produtores enfrentaram dificuldades devido às más condições das pastagens, forçando-os a entregar mais animais aos abatedouros para evitar perdas.

Em novembro, com a demanda externa ainda robusta e uma oferta maior de preços mais altos para os produtores, o Brasil observou os maiores preços dos últimos anos, impulsionados pela desvalorização do real, a pior desde o início da pandemia de Covid-19.

Apesar do crescimento nas exportações, os preços internos da carne bovina continuam a impactar negativamente o poder de compra da população. No atacado paranaense, os preços dos cortes dianteiro e traseiro de carne bovina subiram 45% e 29%, respectivamente, no comparativo entre dezembro de 2023 e dezembro de 2024.





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Falta de chuvas compromete plantio de soja


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (16), o plantio de soja na região da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul está praticamente paralisado há cerca de duas semanas, devido à falta de chuvas. Embora o plantio esteja próximo da conclusão, os produtores enfrentam um risco crescente de atraso na semeadura, especialmente nas áreas sem irrigação, o que pode comprometer o potencial produtivo da soja safrinha.

A falta de umidade afetou especialmente as lavouras pós-milho e também as plantadas no final de dezembro, que estão com o estande comprometido, necessitando de replante. Em Quaraí, as lavouras apresentam sintomas de murcha, especialmente nas áreas mais recentes, com sistema radicular ainda pouco desenvolvido. As perdas na região são estimadas em 10%.

Em Maçambará, 70% das lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo, com perdas estimadas em 5%, que podem aumentar devido à falta de chuvas, que já duram 50 dias em algumas localidades.

A situação é semelhante em São Gabriel, onde há 136 mil hectares plantados. A condição das lavouras é variável, com áreas em bom desenvolvimento e outras que apresentam falhas de germinação devido à falta de umidade e altas temperaturas.

Na Campanha Gaúcha, os produtores aguardam chuvas para concluir o plantio e realizar o replante em algumas áreas com estande reduzido. Em Hulha Negra, alguns produtores optaram por plantar em solo seco, acreditando nas previsões de chuvas a partir de 16 de janeiro.

Em Dom Pedrito, de 160 mil hectares, 97% já foram plantados, e 20% das lavouras estão em fase de floração. Contudo, a falta de chuvas desde o início de dezembro tem restringido os manejos, limitados a aplicações de herbicidas.

Em Bagé e municípios próximos, houve o ataque de lagarta-rosca, que reduziu o estande das plantas. A pulverização de inseticidas tem sido a principal medida de controle, especialmente durante a noite, quando a praga permanece no solo.

No entanto, em Caxias do Sul, o clima favorável tem promovido o bom crescimento das plantas, sem registros de doenças e com pragas controladas. Já em Erechim, cerca de 30% das áreas estão em fase de formação de vagens, com problemas de germinação em algumas lavouras, que exigiram replantio.

Em Erval Grande, Itatiba do Sul, Floriano Peixoto e Entre Rios do Sul, a escassez de chuvas resultou em sintomas de estiagem nas lavouras, com redução nas expectativas de produtividade. Cerca de 10 mil hectares deverão ser plantados na safrinha pós-milho.





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