segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Tecnologia com drones otimiza manejo de pastagens



A tecnologia permite redução no desperdício de insumos


Foto: Arquivo Agrolink

O uso de drones de pulverização vem se consolidando como uma alternativa eficiente para o manejo de áreas de pastagem, oferecendo maior precisão na aplicação de defensivos e fertilizantes.

A tecnologia permite redução no desperdício de insumos, menor impacto ambiental e maior cobertura em locais de difícil acesso. Além disso, a pulverização com drones diminui a compactação do solo e reduz os custos operacionais quando comparada a métodos tradicionais, como tratores e aviões agrícolas.

Especialistas destacam que a adoção desse sistema vem crescendo entre pecuaristas, que buscam melhorar a qualidade das pastagens e otimizar o desempenho do rebanho. O investimento inicial pode ser alto, mas os benefícios a longo prazo, como aumento da produtividade e redução de perdas, tornam a tecnologia atrativa para o setor.

O avanço da regulamentação e a ampliação do acesso a treinamentos para operação de drones também têm impulsionado a expansão dessa prática no Brasil.





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Clima afeta lavouras de inverno na Europa



Chuvas intensas no oeste da Europa contrastam com seca no leste




Foto: NOAA

Segundo o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o clima na Europa apresentou contrastes marcantes nesta semana, com chuvas moderadas a fortes atingindo o oeste e o norte do continente, enquanto o leste enfrentou tempo seco e temperaturas anormalmente altas.

Sistemas de tempestades vindos do Atlântico provocaram chuvas entre 10 e 75 mm desde a Península Ibérica até os Estados Bálticos, garantindo umidade adequada para os cultivos de inverno, como grãos e oleaginosas. Na Itália central e setentrional, também foram registradas chuvas intensas (15-120 mm), favorecendo o desenvolvimento do trigo e da cevada de inverno.

Em contrapartida, o leste da Europa teve céu ensolarado e temperaturas 5 a 10°C acima da média, o que reduziu a resistência das culturas ao frio e manteve a região sem cobertura de neve. Na Hungria, uma seca localizada persiste, especialmente na região de Transdanúbia, onde a precipitação desde outubro foi inferior a 30% da média histórica, tornando este o período mais seco dos últimos 30 anos.





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chuvas fortes beneficiam arroz, mas afetam milho



Chuvas intensas prejudicam lavouras na Malásia




Foto: Divulgação

Segundo o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fortes chuvas voltaram a atingir partes do leste das Filipinas, com destaque para o sul de Luzon, onde os volumes superaram 200 mm.

A persistência das precipitações manteve os solos saturados, beneficiando o arroz em fase vegetativa, mas trazendo desafios para o milho em maturação no nordeste do país.

Na Malásia oriental (Sabah e Sarawak), os temporais chegaram a 400 mm em algumas áreas, alagando plantações de dendê e interrompendo a colheita. Já no restante do país e nas regiões vizinhas da Indonésia, as chuvas foram mais regulares, com acumulados entre 25 e 100 mm. Em Java, as precipitações garantiram boa umidade do solo para o arroz.





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R$ 354 mil investidos na compra de alimentos



PAA garante alimentos para 9 mil pessoas o estado




Foto: Divulgação

A partir da próxima segunda-feira (10), agricultores familiares de Santa Catarina iniciarão o fornecimento de 38,09 toneladas de alimentos para pessoas em situação de insegurança alimentar. A iniciativa é viabilizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), e beneficiará instituições socioassistenciais em Lages (SC).

Os alimentos adquiridos incluem maçã, mel e pinhão e foram comprados na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Vinte e oito agricultores familiares dos municípios de São Joaquim e Bom Jardim da Serra participam da operação, sendo também responsáveis pela distribuição dos produtos.

A ação recebeu um investimento de R$ 354,5 mil e atenderá cerca de 9 mil pessoas em vulnerabilidade social. O PAA tem como objetivos incentivar a agricultura familiar, promover a inclusão social e econômica, estimular a produção sustentável e gerar renda aos produtores rurais.





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Clima quente acelera maturação da uva



Colheita da uva Bordô se aproxima do fim no RS




Foto: Divulgação

Segundo dados do Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar divulgado nesta quinta-feira (6), a colheita da uva segue avançando no Rio Grande do Sul. Em Quaraí, na região administrativa de Bagé, a colheita já atingiu 40% dos 75 hectares cultivados.

Na Serra Gaúcha, o clima dos últimos dias – com chuvas, ventos e redução da radiação solar – dificultou a maturação dos frutos e a sanidade das plantas. No entanto, a colheita já ultrapassou metade do volume previsto. A variedade Bordô está próxima da finalização, enquanto a Isabella começou a ser colhida devido ao amadurecimento acelerado. Se o ritmo for mantido, a colheita deve terminar até o fim de fevereiro.

O processo tem sido fortemente mecanizado, reduzindo a dependência de mão de obra. No entanto, alguns produtores entregaram a safra para a indústria sem definição de preço ou prazo de pagamento. A cotação da Niágara Rosada apresentou sinais de recuperação, com preço médio de R$ 3,80/kg, enquanto as uvas finas variam entre R$ 8,00 e R$ 12,00/kg.

Na região de Erechim, os frutos apresentam ótima qualidade, e muitos vitivinicultores têm buscado uvas da Serra Gaúcha para vinificação, sucos e consumo in natura. A região é responsável por aproximadamente 40% da produção consumida.

Já em Santa Maria, o clima seco e quente adiantou o ciclo da cultura, fazendo com que os cachos amadurecessem até 20 dias antes do esperado. Além disso, as uvas estão com alto teor de açúcar, o que pode impactar a qualidade dos vinhos e sucos produzidos.





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Chuvas melhoram solo para soja, mas atrasam colheita



USDA: chuvas irregulares impactam lavouras no Brasil




Foto: Pixabay

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apontou que quase todas as regiões agrícolas do Brasil registraram precipitações na última semana, mas em volumes bastante irregulares.

No Centro-Oeste, as chuvas variaram entre 10 mm e 50 mm, melhorando a umidade do solo e favorecendo as lavouras de soja nos estágios finais de desenvolvimento. No entanto, os volumes também causaram atrasos na colheita, especialmente em áreas onde os trabalhos já haviam sido iniciados. O plantio do algodão de segunda safra também foi impactado, sofrendo atrasos no Mato Grosso, embora a umidade tenha beneficiado culturas já germinadas.

Por outro lado, no sul do país, a falta de chuvas e as temperaturas elevadas agravaram a seca no Rio Grande do Sul, onde os volumes registrados foram inferiores a 10 mm. A escassez de água limitou ainda mais a umidade do solo, acelerando o desenvolvimento das lavouras de soja, mas com impacto negativo na produtividade.

A persistência das condições climáticas adversas no Sul pode comprometer os rendimentos da safra, enquanto no Centro-Oeste, as precipitações podem continuar interferindo nos trabalhos de campo, conforme os dados do boletim do USDA.





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Seguros são fundamentais na crise climática



Os seguros agrícolas são ferramentas fundamentais nessa estratégia



Para enfrentar os desafios climáticos, produtores devem começar avaliando riscos
Para enfrentar os desafios climáticos, produtores devem começar avaliando riscos – Foto: Pixabay

A adaptação às mudanças climáticas é uma necessidade estratégica para o agronegócio, e os seguros desempenham um papel essencial nesse cenário. Segundo Claudio Durante, executivo da Aon, a gestão de riscos climáticos permite maior previsibilidade e continuidade das operações, garantindo a sustentabilidade do setor diante de eventos extremos.  

Para enfrentar os desafios climáticos, produtores devem começar avaliando riscos como secas e inundações, desenvolvendo planos de mitigação. O uso de tecnologias avançadas, como sistemas de irrigação eficientes e monitoramento climático, também fortalece a resiliência das lavouras. Além disso, práticas agrícolas sustentáveis, como rotação de culturas e conservação do solo, ajudam a minimizar impactos ambientais e econômicos.  

Os seguros agrícolas são ferramentas fundamentais nessa estratégia. Eles oferecem proteção financeira contra perdas inesperadas, permitindo que os produtores mantenham suas atividades mesmo após desastres naturais. A diversificação de culturas também se apresenta como alternativa para reduzir riscos e explorar novas oportunidades de mercado.  

A resiliência climática deve ser encarada como uma vantagem competitiva, e não apenas como uma medida de precaução. O planejamento contínuo e o uso inteligente de seguros garantem maior segurança para o agronegócio, permitindo que o setor cresça de forma sustentável e inovadora. “Preparar-se para desastres climáticos é uma chance de inovar e se destacar no mercado. Os seguros agrícolas são fundamentais para garantir a sustentabilidade do setor”, conclui.

 





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Boa oferta brasileira pressiona soja, milho se beneficia



No mercado de milho, os futuros em Chicago também recuaram




Foto: Emerson Peres

As cotações da soja em Chicago encerraram a semana passada em queda, com o contrato para março fechando a sexta-feira (31) em 1.042 cents por bushel, recuo de 1,3%, segundo a StoneX. O mercado segue atento à safra da América do Sul e às tensões geopolíticas dos EUA com Colômbia, México, Canadá e China. Além disso, as vendas fracas de exportação continuam pressionando os preços. Com a colheita avançando no Brasil e a soja nacional mais competitiva que a norte-americana, o mercado monitora o impacto sobre os estoques dos EUA. A política tarifária dos EUA, apesar de ter tido ajustes, ainda gera incertezas.  

No mercado de milho, os futuros em Chicago também recuaram, com o contrato para março/25 fechando a semana a 482 cents por bushel, queda de 0,9%. No início do período, fundos de investimento impulsionaram as compras, apostando nos riscos climáticos da safra sul-americana. No entanto, os rumores de novas tarifas dos EUA sobre produtos do Canadá e México trouxeram cautela ao mercado, reduzindo o apetite dos investidores e pressionando os preços.  

Na B3, o milho seguiu trajetória oposta e registrou alta. O contrato para março encerrou a semana a R$ 75,50/saca, avanço de 0,5%. “Se por um lado a posição mais isolacionista da política tarifária dos EUA tende a penalizar os preços em Chicago, o milho brasileiro só tem a ganhar com esse movimento, uma vez que a medida retira competitividade de um importante mercado exportador de grãos, favorecendo a posição brasileira no comércio global e entregando, consequentemente, suporte aos preços domésticos”, indica.

 





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Óleo de soja sobe com tarifas dos EUA sobre importação



O mercado asiático operou com volumes reduzidos



A imposição das tarifas pelos EUA adiciona um novo elemento ao cenário global do óleo de soja
A imposição das tarifas pelos EUA adiciona um novo elemento ao cenário global do óleo de soja – Foto: Abiove

Segundo a StoneX, o óleo de soja registrou valorização na última semana, impulsionado pela decisão dos Estados Unidos de impor tarifas de importação ao Canadá, México e China. Após quatro pregões praticamente estáveis, os contratos saltaram 2,5% na sexta-feira (31), atingindo o maior nível em duas semanas. O vencimento para março de 2025 fechou a US¢ 46,1/lb, uma alta de 2,0%, refletindo a percepção de que a medida pode favorecer o consumo do óleo de soja americano e fortalecer sua competitividade no mercado interno.  

O mercado asiático operou com volumes reduzidos devido ao feriado de Ano Novo Lunar, o que limitou grandes oscilações. A Bursa da Malásia permaneceu fechada na quarta e quinta-feira, e as bolsas chinesas também interromperam as negociações. Com isso, o contrato para abril de 2025 foi cotado a USD 963,8/t, mantendo estabilidade frente à semana anterior. A ausência de novas movimentações nesse período contribuiu para a falta de direcionamento mais claro nos preços da região.  

A imposição das tarifas pelos EUA adiciona um novo elemento ao cenário global do óleo de soja. A expectativa é que a demanda interna nos Estados Unidos aumente, o que pode sustentar os preços no curto prazo. No entanto, a retomada das operações na Ásia pode trazer novas influências ao mercado, especialmente considerando o impacto do consumo chinês sobre os preços internacionais dos óleos vegetais.

“O mercado asiático teve volumes significativamente menores e poucas novidades devido ao feriado de Ano Novo Lunar, com a Bursa fechada para operações na quarta e quinta-feira, com as bolsas chinesas também paralisadas por conta do feriado”, conclui.

 





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Futuros da soja sobem em Chicago


A TF Agroeconômica informou que os contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam em alta nesta quinta-feira (15), impulsionados por compras de oportunidade. O contrato para março, referência para a safra brasileira, subiu 0,33%, encerrando a US$ 1.060,50/bushel, enquanto o contrato de maio também avançou 0,33%, fechando a US$ 1.075,75/bushel. No mercado de derivados, o farelo de soja caiu 0,62%, para US$ 306,4/ton curta, enquanto o óleo de soja registrou valorização de 0,69%, sendo negociado a US$ 45,40/libra-peso.  

Apesar da leve recuperação, o cenário fundamentalista não favorece a oleaginosa. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) informou que as vendas líquidas caíram 12% na semana, ficando 40% abaixo da média das quatro semanas anteriores. Além disso, a Argentina recebeu boas chuvas, o que pode reduzir perdas na safra. O Brasil, por sua vez, avança na colheita, aumentando a pressão sobre os preços diante da oferta crescente.  

No mercado internacional, os dados de exportação dos EUA seguiram fracos, reforçando o viés baixista. O USDA reportou que, entre 24 e 30 de janeiro, foram vendidas 387,7 mil toneladas de soja da safra 2024/25, abaixo das 438 mil toneladas da semana anterior. A China liderou as compras, adquirindo 208,7 mil toneladas, mas o volume total ficou próximo do mínimo esperado pelo setor privado.  

O mercado segue atento ao impacto das condições climáticas na América do Sul e ao ritmo da colheita no Brasil. O avanço do novo grão no circuito comercial tende a influenciar as cotações, enquanto os traders avaliam oportunidades de compra diante das oscilações diárias.

 





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