sábado, abril 4, 2026

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Público da Expodireto Cotrijal poderá conhecer mais da história da Sumitomo


Os 50 anos da Sumitomo Chemical no Brasil serão apresentados ao público da 25a Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS), entre os dias 10 e 14 de março. Os visitantes participarão das atrações dinâmicas e interativas encontradas no estande, além de mergulhar na história centenária da companhia japonesa, cuja trajetória a posiciona como uma das maiores empresas agroquímicas e de pesquisa no mundo. 

O estande da Sumitomo Chemical ocupa 175 m² com duas áreas integradas. Na parte interna, os visitantes se sentirão parte da história da empresa ao conhecer um ambiente temático da campanha institucional “Agricultura Nos Une”, que faz uma conexão com o produtor, suas demandas e necessidades para o campo. As famílias poderão tirar fotos e, em seguida, acessarão uma linha do tempo dinâmica que contará os mais de 100 anos de história da empresa no agronegócio, incluindo as cinco décadas no Brasil.

Na área externa, no “Rancho Agricultura Nos Une”, será possível observar o desenvolvimento das raízes das plantas de soja por meio de vasos rizotron, ferramentas que facilitam o entendimento sobre o desenvolvimento radicular das plantas. Neste contexto, elas receberam soluções de tratamento de sementes, como Aveo EZ®, MycoApply EndoFuse® e MycoApply EndoMaxx®, voltadas para proteção das raízes, melhoria da qualidade biológica do solo e maior longevidade, saúde e qualidade das culturas.

Em uma tela LCD interativa, o público poderá explorar, por meio de contato direto, as pragas, doenças e plantas daninhas que afetam a produtividade das lavouras de soja e milho, além de descobrir como as soluções da Sumitomo Chemical podem ser eficazes no manejo.

E para entender a importância do manejo preventivo no controle da ferrugem asiática, mancha-alvo, podridão dos grãos e DFCs (doenças de fim de ciclo) em lavouras de soja, um jogo sobre o fungicida Excalia Max® testará o conhecimento do produtor a respeito da aplicação do fungicida. A solução tem uma fórmula exclusiva, combinando Indiflin, ingrediente ativo desenvolvido pela companhia japonesa, com tebuconazol, ideal para a rotação de ativos e melhor controle do complexo de doenças.

Para o controle do percevejo, uma simulação de pulverização demonstrará o efeito do inseticida Kaiso Max® em insetos sugadores. O lançamento da empresa é uma ferramenta que entra para o manejo integrado de pragas sendo eficiente contra percevejos e demais pragas que afetam a produtividade das lavouras. A formulação de Kaiso Max combina efeito choque com residual prolongado e amplo espectro de controle.

O público também poderá participar de um quiz e da roleta premiada do lançamento ZethaMaxx EVO®, um herbicida pré-emergente para soja com uma formulação única em três modos de ação distintos, concorrendo a brindes.

Bate-papo com especialistas

Além da interação com a história, tecnologia e inovação da companhia, o público terá a oportunidade de participar de bate-papos com especialistas, para entender os principais desafios que afetam a agricultura e quais as mais eficientes formas de manejo.





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Fendt apresenta pela primeira vez na Expodireto Cotrijal o motor compatível com combustíveis alternativos


A Fendt, fabricante alemã de máquinas e implementos agrícolas, apresenta pela primeira vez ao público da Expodireto Cotrijal o motor AGCO Power CORE75, fabricado pela AGCO Power, fabricante global de motores agrícolas. Responsável pelo sucesso do Fendt 700 Vario Gen7, o motor desenvolvido para operar com combustíveis alternativos oferece excelente desempenho em baixas velocidades, economia de combustível e confiabilidade.

Vencedor do prêmio Motor do Ano no 2023 Diesel Progress Summit Awards, o CORE75 é uma peça fundamental nos tratores Fendt 700 Vario Gen7, pois garante uma experiência de operação superior, proporcionando menor nível de ruído, melhor raio de giro, maior distância ao solo e facilidade de manutenção. Apto a ser abastecido com 100% de HVO (Diesel Verde) – o que reduz em até 75% as emissões de CO2 -, o motor é capaz de rodar com combustíveis alternativos e que, atualmente, estão em fase de liberação pelo governo brasileiro e de validação pela AGCO Power.

“Hoje, a descarbonização é uma palavra de ordem em diversos setores da economia e, nesse sentido, os combustíveis alternativos do futuro, como hidrogênio, etanol, metanol e biogás, estão estabelecendo novas exigências para motores agrícolas. Projetada para permitir o uso desses combustíveis, a plataforma dos motores CORE promove versatilidade na potência dos equipamentos e um sistema avançado de controle de emissões de gases de efeito estufa”, destaca Fernando Silva, coordenador comercial da AGCO Power. No Brasil, os tratores Fendt 700 Vario Gen7 são os primeiros da AGCO a serem comercializados com o motor CORE75.

O AGCO Power CORE75 possui alguns dos recursos mais avançados do mercado atualmente. Com 7,5 litros e 223 kW de potência, o motor oferece um impressionante torque de 1450 Nm, o mais alto em sua classe de potência. Uma característica notável é a capacidade de alcançar o torque máximo em 1300 RPM, em vez das 1500 RPM típicas, o que resulta na melhor economia de combustível de sua categoria, com apenas 188 g/kWh.

O design simplificado do AGCO Power CORE75, com menos peças, torna o motor mais confiável e de fácil manutenção. Além disso, ele é equipado com um avançado sistema EAT (Pós-tratamento de Emissões), projetado para atender aos mais rigorosos padrões de emissões sem a necessidade de um sistema EGR (Recirculação dos Gases de Escape) e com a possibilidade de ser remanufaturado ao fim de seu primeiro ciclo de uso.

Outro destaque da Fendt na Expodireto Cotrijal é a plantadeira Fendt Momentum de 18 linhas que, por meio de tecnologias exclusivas, contribui para a eficiência operacional e produtividade na lavoura. O equipamento realiza o plantio em áreas planas e em terrenos irregulares ou em curvas de nível, garantindo o depósito de sementes sempre na mesma profundidade. Para que isso seja possível, o Fendt Smart Frame mantém a pressão dos pentes em relação ao solo com uma angulação de 40° proporcionada pelo Wing Flex. Já o Weight Transfer, que distribui o peso central da máquina para os módulos laterais, aumenta a emergência em 7%. Além disso, o controle individual realizado pelo Delta Force nas linhas de plantio melhora a construção do sulco e realiza até cinco ajustes em um segundo. Quando dobrada, a plantadeira fica com 3,6m, a menor largura de transporte da categoria, sem precisar desmontar qualquer componente.

 

A colheitadeira Fendt IDEAL 8T também será exposta aos visitantes da feira no Rio Grande do Sul. Com um sistema de processamento da máquina altamente eficiente, com qualidade superior no manuseio dos grãos, eficiência energética e capacidade de lidar com uma ampla gama de condições, o resultado é um aumento de até 15% no desempenho operacional, permitindo que a colheita seja concluída até uma semana antes do previsto. Além disso, a Fendt IDEAL permite uma economia de 20% no consumo de combustível, aumento de 25% na qualidade dos grãos e redução de perdas de até 30%. A máquina também possui o maior tanque de grãos do mercado brasileiro, com capacidade de 17.100 litros, 21% maior que outros maquinários de alto rendimento disponíveis atualmente.

Equipado com o motor CORE75, o trator Fendt 728 Vario Gen7 possui a transmissão VarioDrive, independente e de máxima potência a cada eixo, sempre na velocidade ideal de cada operação, com índice de patinagem mínimo e alta economia de combustível. O equipamento possui também o Dynamic Performance, que disponibiliza até 20 cv extras para demandas auxiliares.

Outro trator presente na Expodireto é o Fendt Vario 942 G7, cujo modelo 415 cv combina o motor MAN, em linha de seis cilindros para potência e design compacto e leve, ao conceito Fendt iD que entrega alto torque em baixa rotação, fornecendo uma operação suave com desempenho máximo e consumo mínimo. A transmissão continuamente variável (CVT) VarioDrive opera nos eixos dianteiro e traseiro de forma independente. O trator possui ainda uma autolimpeza exclusiva do filtro de ar com ar comprimido, mesmo durante a operação com o sistema de ventoinha reversível para limpeza da grade frontal, resultando em menos paradas para manutenção e maior rendimento operacional.

Nesta edição da Expodireto Cotrijal, a Fendt terá ainda como atração o Combo Suplantar, composto pela série de tratores Fendt 700 Vario Gen7 e a nova versão da plantadeira Fendt Momentum 18 a 24 Linhas. De acordo com Fabio Dotto, diretor de Marketing da empresa, ele representa a fusão das melhores soluções e tecnologias do mercado para o plantio.

“Trata-se de uma combinação definitiva para quem busca máxima rentabilidade no campo: um trator de renome internacional, sinônimo de potência, versatilidade e eficiência operacional, aliado a uma plantadeira que eleva os padrões de plantio, disponível em novos tamanhos. A Fendt Momentum se destaca pela adaptação impecável a qualquer tipo de terreno, garantindo uma distribuição de peso inteligente que reduz a compactação do solo e maximiza o aproveitamento dos insumos. Como resultado, o produtor conta com maior produtividade, menor custo por hectare e um retorno sobre o investimento muito superior. Essa tecnologia de ponta permite aos produtores elevar a lucratividade e obter safras mais uniformes e rentáveis”, finaliza Dotto.





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Safra de arroz avança, mas preço registra queda



A expectativa é de que a colheita ganhe ritmo a partir de março




Foto: Pixabay

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (6), o potencial produtivo das lavouras de arroz segue alinhado às projeções iniciais do Rio Grande do Sul. Apesar dos desafios enfrentados durante o cultivo, como temperaturas elevadas e dificuldades na irrigação devido à estiagem, a situação se estabilizou com o avanço do ciclo produtivo.

A redução da demanda evapotranspirativa das plantas, combinada com chuvas pontuais na fase final do estágio reprodutivo, ajudou na recarga parcial dos reservatórios, garantindo boas condições para a safra. Outro fator positivo foi o incremento na área plantada em relação à safra anterior, impulsionado pela valorização do cereal no momento do plantio, o que gerou expectativas favoráveis para a produção. No entanto, a queda recente na cotação do arroz preocupa os produtores, que temem dificuldades para cobrir os investimentos no cultivo.

Apesar das condições ambientais favoráveis, a colheita ainda avança em ritmo moderado, atingindo apenas 6% da área plantada. A principal razão é a necessidade de conclusão do ciclo fenológico das lavouras.

A expectativa é de que a colheita ganhe ritmo a partir de março, já que cerca de 30% da área cultivada está em fase de maturação. O levantamento da Emater aponta que 43% das lavouras estão em enchimento de grãos, 18% em floração e 3% ainda na fase vegetativa.

De acordo com o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), a área efetivamente plantada no estado foi reavaliada em 970.194 hectares, com uma produtividade inicial estimada em 8.478 kg/ha.

No mercado, a cotação do arroz registrou queda de 2,15% em relação à semana anterior, conforme o levantamento de preços da Emater/RS-Ascar. O valor da saca de 50 quilos passou de R$ 96,93 para R$ 94,85, aumentando a preocupação dos orizicultores quanto à rentabilidade da safra.

 





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Case IH leva lançamentos para a Expodireto


A Case IH, marca da CNH, participa da Expodireto Cotrijal, que será realizada em Não-Me-Toque (RS), entre os dias 10 e 14 de março, com novidades para os produtores gaúchos, pensadas para auxiliá-los do plantio à colheita. Os destaques são a colheitadeira Axial-Flow Série 160 Automation e o trator Farmall Max.

Além das máquinas, o espaço dedicado para as soluções no campo deve atrair a atenção dos visitantes. Entre elas está o Case IH FieldOps, novo aplicativo para gestão agrícola para que os produtores se conectem, visualizem e gerenciem suas operações na palma da mão. Para auxiliá-los ainda mais, há o Case IH Connect Room, sala de operações de gestão e monitoramento de dados em tempo real nas concessionárias e fábricas da marca.

Há ainda apresentação das demais soluções digitais da marca e serviços de pós-venda, além de atrações de experiência virtual e imersiva para conhecer cada detalhe das máquinas e soluções da Case IH.

“Sabemos das dificuldades que o produtor gaúcho tem enfrentado, mas a feira é uma oportunidade para demonstrarmos como a tecnologia das nossas máquinas auxiliam os produtores a reduzir custos em todas as etapas do ciclo produtivo. Um exemplo é o FieldOps. Com essa ferramenta é possível acompanhar a performance da frota, aumentando a produtividade, economizando combustível e obtendo dados de gestão agrícola em tempo real”, explica Denny Perez, diretor Comercial da Case IH Brasil.

Série 160

O grande lançamento apresentado pela marca pela primeira vez na Expodireto Cotrijal é a Axial-Flow Série 160 Automation, nova série de colheitadeiras de grãos de médio porte, que compõem as classes de 5 a 7. A Série 160 tem renovação de 60% do seu maquinário, com destaque para o Sistema Automation e a conectividade de fábrica.

O Automation, já presente na Série 250, a maior linha de colheitadeiras da marca, usa recursos de machine learning e inteligência artificial para reduzir a operação de colheita para quatro modos, que proporcionam simplicidade e produtividade no uso. Isso é possível por meio de 12 sensores que coletam dados do sistema industrial para, então, se autorregular, encontrando o ponto exato de trabalho para cada situação e controlando automaticamente 90% das operações.

Um outro ponto forte da Série 160 é o novo sistema de peneira nivelante, o X-Flow, que garante alta performance para áreas inclinadas. O X-Flow conta com sistema de vibrações laterais que compensam inclinações em até 12 graus, além de ter uma área de limpeza de 5,3m². Em comparação com a série anterior, a Série 160 pode alcançar um aumento de 10% no rendimento operacional, além de economizar até 11% de combustível. Isso é possível tanto pelo Automation, que otimiza o uso da carga do motor, quanto pelo novo sistema de transmissão eletrônica, que torna mais eficiente o deslocamento da máquina.

 Farmall Max 140

Outra novidade da Case IH é o novo trator da família Farmall, o Max. Com motor de 141 cv, o maior da linha, tem transmissão semi-powershift de 16×16, tem novo estilo e conectividade de fábrica, enviando dados em tempo real para o Case IH FieldOps. Possuí sistema hidráulico de alta capacidade, com bomba de vazão de 113L/min e levante eletrônico com três pontos, garantindo robustez, versatilidade e desempenho.

Outras máquinas que estarão expostas durante a Expodireto são mais versões do trator Farmall, o Puma; a plantadeira Easy Riser; além da colheitadeira Axial-Flow Série 250 Automation.

Aplicação da linha amarela no agronegócio

A miniescavadeira CX35D, um dos lançamentos mais recentes da marca-irmã CASE Construction Equipment, estará pela primeira vez na Expodireto. Indicada para operações em condições complexas, com eficiência e segurança, a CX35D é multifuncional, com aplicação também no campo e possibilidade de utilização de diversos tipos de implemento, para diferentes necessidades. A CX35D é um equipamento versátil, o que garante agilidade e facilidade de manobra, mesmo em espaços confinados, além de contar com motor – Stage 5, que oferece potência alinhada ao baixo consumo de combustível e manutenção.

Os visitantes que passarem pelo estande da Case IH poderão conhecer ainda a retroescavadeira 580N S2 HD e a escavadeira hidráulica CX130C. Referência em inovação e versatilidade, os equipamentos da marca são indicados para atuar com eficiência operacional também em atividades do agronegócio, como movimentação de insumos para preparação e correção do solo; no abastecimento de outros implementos indispensáveis para o plantio e movimentação dos grãos para o transporte. Podem ainda apoiar na infraestrutura da fazenda, auxiliando na manutenção, nos acessos, curvas de nível e estradas internas.

Condições especiais de financiamento do Banco CNH

Reforçando sua trajetória de confiança e proximidade com a marca e rede de concessionários, o Banco CNH estará presente mais uma vez na Expodireto como principal parceiro comercial da Case IH. Com a missão de compreender as necessidades e perfis dos clientes e oferecer soluções financeiras completas, o Banco levará para a feira opções diferenciadas de financiamento, condições especiais para aquisição de seguros e o cartão Banco CNH para aquisição de peças e serviços – exclusivos para clientes da instituição. O Banco contará com uma equipe especializada presente no evento para garantir os melhores negócios para clientes e concessionários, consolidando seu compromisso de apoiar o desenvolvimento do país e de transformar sonhos em realizações.





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Tecnologia da Advanta garante benefícios econômicos e ambientais na reforma de canaviais


Cobertura de solo para reforma do canavial ganha eficiência com sorgo Igrowth 

Tecnologia da Advanta Seeds, proporciona benefícios diretos e indiretos aos canavilcutores, tanto para o controle de invasoras na cana-de-açúcar quanto em uma nova opção de renda

O Brasil se consolidou como maior produtor e exportador de cana-de-açúcar do mundo, alcançando na safra 2023/24, uma colheita acima de 700 milhões de toneladas, o que garantiu o novo recorde histórico. Para continuar avançando, os canavicultores precisam superar diversos obstáculos, entre eles, as questões das instabilidades climáticas e mercadológicas. Além disso, outro fator que pode impactar no desenvolvimento da cultura são as plantas daninhas. 

Essas invasoras representam um dos maiores desafios para manejo e produtividade da cana-de-açúcar. Entre elas, a que causa maior preocupação é a grama seda (Cynodon dactylon), uma inimiga de controle extremamente difícil e que compete extraindo água e nutrientes. “Sua agressividade e facilidade de propagação a tornam um verdadeiro vilão para os canaviais e podem gerar perdas de até 85% quando não controladas adequadamente. Além disso reduzem o número de cortes e a vida útil do canavial”, destaca o engenheiro agrônomo Thiago Carvalho, Gerente Regional Comercial da Advanta Seeds.

O controle tradicional para a grama seda depende de aplicações de herbicidas como glifosato e imazapir, seguido de gradagens pesadas para “picar” a planta daninha e incorporar os produtos, onde o imazapir possui alto efeito residual no solo. Essa prática, apesar de ser uma ferramenta eficiente, traz consigo uma série de consequências indesejáveis, como impacto em outras culturas, período de pousio de 90 a 120 dias sem cultivo após a aplicação e riscos de erosão. Afinal, com a terra “descoberta” por tanto tempo, o solo torna-se altamente suscetível a chuvas e ventos.

Para evitar essa erosão que impactaria diretamente na fertilidade e estrutura do solo e posteriormente no desenvolvimento da cana-de-açúcar, é de praxe realizar a rotação de culturas na área. Dentre as opções, as mais comuns são o amendoim e crotalaria. Porém, os canavicultores ganham uma opção tolerante e rentável para a reforma do canavial. 

A novidade é o sorgo Igrowth, tecnologia da Advanta Seeds, uma inovação que proporciona diversos benefícios. Além de possuir tolerância ao imazapir, principal herbicida utilizado para controle da grama seda, ao mesmo tempo gera boa cobertura de solo e ainda pode se tornar uma nova fonte de renda com a produção de grãos. “O grande diferencial dessa tecnologia é que o sorgo passa a ser também protagonista, ou seja, quase uma terceira safra dentro do sistema produtivo gerando ganhos em uma área que até então ficaria ociosa”, detalhou o especialista.

Atenção com a reforma do canavial

Após a colheita da cana, no momento da reforma do canavial, quando há problemas com grama seda, aplica-se o herbicida de princípio ativo imazapir para controle da planta daninha. Após aproximadamente 20 dias da pulverização, é imprescindível realizar uma gradagem na área. Em seguida, recomenda-se o plantio do sorgo ADV 1151IG como teste de prova, a fim de avaliar sua germinação inicial. Essa recomendação decorre da possível presença residual de outros herbicidas no solo, aos quais a tecnologia Igrowth não promove tolerância, e a cultura do sorgo pode ser muito sensível como: hexazinona, indaziflam, clomazone, diclosulam, entre outros.

 

Uma segunda gradagem é necessária entre uma e duas semanas após a primeira operação, para expor mais partes da grama seda ao herbicida, amplificando o controle da planta daninha. Após esse manejo, e com resultado positivo de germinação no teste de prova, é indicado realizar semeadura em linha do híbrido ADV 1151IG em toda a área, utilizando plantadeiras com espaçamento de 0,50 m entre linhas. “Seguindo essas recomendações, certamente a nossa tecnologia irá responder com sua máxima performance”, finaliza o engenheiro agrônomo.

Sobre

A Advanta é uma empresa de sementes do grupo UPL, com mais de 60 anos de experiência em melhoramento genético de sorgo. Atua junto ao agricultor, entendendo suas necessidades e oferecendo soluções específicas para o máximo desenvolvimento produtivo da sua lavoura. A empresa concentra esforços em P&D desenvolvendo Programas de Melhoramento Genético específicos para regiões do Brasil. Além da Estação Experimental em Uberlândia/MG, esses programas são desenvolvidos e testados nas principais áreas produtoras do Brasil de forma integrada e complementar aos demais centros de melhoramentos globais da Advanta.





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Colheita do milho para silagem segue em ritmo acelerado


De acordo com os dados divulgados no boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, nesta quinta-feira (6), a colheita do milho para silagem avançou atingindo 72% da área plantada no Rio Grande do Sul. A produtividade tem sido considerada satisfatória, permanecendo próxima à previsão inicial.

Ainda faltam 7% das lavouras em maturidade fisiológica, prontas para o corte, e 6% estão em enchimento de grãos. A floração já abrange 3%, e 12% das lavouras, incluindo os plantios recentes de safrinha, estão em desenvolvimento vegetativo.

As chuvas no período ajudaram na formação de biomassa foliar das semeaduras tardias e beneficiaram as lavouras que estão em enchimento de grãos.

A Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 357.311 hectares de milho para silagem na safra 2024/2025, com uma produtividade média estimada em 39.457 kg/ha.

Na região administrativa de Bagé, a reposição de umidade no solo favoreceu os cultivos, especialmente aqueles implantados em dezembro. Atualmente, 41% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 22% em florescimento, 12% em enchimento de grãos, 7% em ponto de corte e 17% já colhidas.

Em Erechim, a colheita está próxima da finalização, e os rendimentos ultrapassaram as projeções iniciais, alcançando 45 mil kg/ha. Em Ponte Preta, os 450 hectares cultivados apresentam uma produtividade ainda mais elevada, com 65 mil kg/ha.

Os preços da silagem, no momento da colheita, são de R$ 0,40/kg para a silagem na lavoura e R$ 0,65/kg para a silagem ensacada.

Na região de Santa Maria, 50% da área foi ensilada com bons resultados, mas as perdas no plantio tardio ocorreram devido à estiagem. As chuvas volumosas das últimas semanas ajudaram a repor a umidade no solo, permitindo o plantio de novas áreas para silagem.

Na região de Santa Rosa, embora tenha havido redução na qualidade nutricional da silagem, com menor teor de energia e proteína, a produtividade foi considerada satisfatória pelos produtores, especialmente em comparação às safras anteriores. Para a safrinha, a área destinada à silagem deve ser mantida devido ao aumento da demanda, causado pela estiagem, e à baixa oferta de forrageiras de verão.





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Mercado de carne bovina registra queda na cotação em março



Os preços se mantiveram estáveis no Espírito Santo




Foto: Pixabay

Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha”, o mercado de carne bovina iniciou março com ofertas de gado comedidas, mas o escoamento da carne esteve fraco, resultando em uma queda de R$ 2,00/@ para todas as categorias. O movimento de abate está atendendo, em média, a sete dias de escala.

No estado do Espírito Santo, os preços se mantiveram estáveis para todas as categorias de gado.

No último dia útil de fevereiro, sexta-feira (28/2), a B3 registrou a liquidação do contrato futuro do boi gordo (código BGIG25), com o preço da arroba ficando em R$ 313,70, à vista e livre de impostos.

No mercado atacadista, a carcaça casada do boi capão apresentou alta de 2,4%, enquanto o preço da carcaça do boi inteiro manteve-se estável. Já para a carcaça da vaca casada, o preço permaneceu sem alterações, e a novilha teve um aumento de 0,8% no valor.

No mercado de carnes alternativas, o preço do frango médio subiu 2,6%, ou R$ 0,20/kg. Em contrapartida, o preço da carcaça de suíno especial registrou uma queda de 5,1%, ou R$ 0,70/kg.





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preço do suíno vivo sobe 3,4% em 2024


De acordo com o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) nesta quinta-feira (06), o preço médio pago ao produtor pelo suíno vivo no Paraná apresentou um aumento de 3,4% em 2024, comparado ao ano anterior. A alta foi equivalente a R$ 0,21 por quilograma vivo.

Durante o ano de 2024, os preços oscilaram entre R$ 5,84 em junho e R$ 7,28 em dezembro, com uma média anual de R$ 6,47, o que representou o maior valor nominal desde o início da série histórica em 1995. O recorde anterior foi de R$ 7,21, em novembro de 2024, e de R$ 7,17, em novembro de 2020.

Quando comparado aos custos de produção calculados pela Embrapa Suínos e Aves, o preço pago pelo quilograma do suíno vivo superou o custo de produção em R$ 0,73 em 2024, enquanto em 2023 essa diferença foi de R$ 0,23. Em 2022 e 2021, no entanto, o preço pago pelos suínos foi inferior ao custo de produção, resultando em prejuízos estimados de R$ 0,97 e R$ 0,36 por quilograma, respectivamente.

A valorização do preço do suíno vivo trouxe um alívio aos produtores paranaenses, ajudando na recuperação do setor após os desafios enfrentados nos anos anteriores.

Em janeiro de 2025, contudo, o preço pago ao produtor registrou uma queda de 7% (equivalente a R$ 0,52), enquanto o custo de produção aumentou em 2,8% (R$ 0,17). Já em fevereiro, o preço médio recebido pelos suinocultores foi de R$ 6,98, representando um leve aumento de 3% (R$ 0,22) em relação ao mês anterior. A Embrapa ainda não divulgou os custos de produção de fevereiro.





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Açúcar tem alta após cinco dias de queda nos mercados


De acordo com dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a quarta-feira (5) em alta, revertendo a tendência de queda das cinco sessões anteriores. Tanto na ICE Futures de Nova York quanto na ICE Futures Europe, os preços registraram valorização em todos os lotes.

Em Nova York, o contrato maio/25 do açúcar bruto subiu 10 pontos, sendo negociado a 18,20 centavos de dólar por libra-peso, um avanço de 0,6% em relação ao dia anterior. Já a tela julho/25 teve um incremento de 15 pontos, fechando a 17,89 cts/lb. Os demais contratos também apresentaram aumentos entre 1 e 15 pontos. Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco acompanhou o movimento de alta. O contrato maio/25 foi negociado a US$ 522,00 por tonelada, alta de US$ 4,00. O lote agosto/25 subiu US$ 4,40, sendo cotado a US$ 503,30 por tonelada. Os demais vencimentos também tiveram ganhos entre 70 cents e US$ 4,00.

No mercado interno, o açúcar cristal também registrou valorização, de acordo com o Indicador Cepea/Esalq, da USP. Na quarta-feira, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 141,23, ante os R$ 138,87 da sexta-feira anterior, um avanço de 1,70%.

Por outro lado, o etanol hidratado começou março em queda, conforme o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi comercializado pelas usinas a R$ 2.926,00 por metro cúbico, contra os R$ 2.945,50 registrados na sexta-feira (28), uma redução de 0,66%.





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Chuvas beneficiam lavouras de mandioca



Colheita da mandioca de segundo ano avança no estado




Foto: Canva

Segundo o boletim da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06) produção de mandioca e aipim no Rio Grande do Sul segue com desenvolvimento adequado. Na região administrativa de Santa Rosa, as lavouras plantadas neste ano estão em crescimento e não houve registro de perdas. O controle de invasoras é realizado manualmente na maioria das propriedades.

A colheita das lavouras de segundo ano está em andamento, e as áreas implantadas em 2024 começam a ser colhidas. O preço pago ao produtor pela caixa de 25 kg está em R$ 120,00. No mercado, a mandioca lavada e não descascada é vendida a R$ 5,43/kg. Para o varejo, a mandioca descascada tem valores de R$ 6,00/kg, enquanto na feira e na venda direta ao consumidor o preço varia entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg.

Na região de Soledade, em Venâncio Aires, a colheita também foi iniciada. Atualmente, cerca de 20 plantas são necessárias para preencher uma caixa de 22 kg, que está sendo comercializada a R$ 50,00. O desenvolvimento das lavouras é considerado razoável, segundo a Emater.





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