sábado, abril 4, 2026

Política & Agro

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como minimizar os impactos do calor no campo?



Temperaturas devem permanecer acima da média até o outono




Foto: Pixabay

As altas temperaturas perto dos 40°C têm afetado o estado do Espírito Santo, o que  impacta diretamente a produção agrícola e exigindo estratégias para minimizar os efeitos do calor. De acordo com o engenheiro agrônomo Elídio Torezani, o estresse térmico compromete o desenvolvimento das plantas, reduz a qualidade dos alimentos e gera prejuízos financeiros aos produtores. As previsões indicam que as temperaturas devem permanecer acima da média até o outono, reforçando a necessidade de medidas para preservar a produtividade no campo.

Segundo Torezani, além dos desafios no campo, as altas temperaturas impactam a economia e a segurança alimentar, tornando essencial a adoção de estratégias eficazes. “Os produtores precisam investir em um manejo eficiente e tecnologias adaptadas para enfrentar essas condições extremas e garantir a produtividade com o mínimo de prejuízo”, ressalta o especialista.

Veja também: Como a onda de calor está afetando as lavouras?

Especialistas sugerem algumas práticas essenciais para mitigar os efeitos das altas temperaturas nas lavouras:

  • Uso de tecnologias e práticas sustentáveis: Métodos modernos ajudam a melhorar a retenção de umidade e eficiência na irrigação.

    Conservação do solo: Manter cobertura vegetal adequada reduz a perda de água e protege as raízes.

    Estratégia para plantio do café: Em áreas inclinadas, o plantio deve seguir as curvas de nível para minimizar a erosão e preservar a umidade.

    Gestão eficiente da irrigação: Aplicação precisa da água evita desperdícios e mantém o equilíbrio hídrico do solo.

    Manutenção preventiva de equipamentos: Inspeções regulares nos sistemas de irrigação garantem um funcionamento eficiente e reduzem falhas operacionais.


Manutenção preventiva de equipamentos de irrigação para garantir eficiência operacional.

Vale ressaltar que o café conilon segue como destaque na agricultura capixaba. Segundo a Secretaria de Estado de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (SEAG), as exportações de café pelos portos do estado atingiram 8,38 milhões de sacas em 2024, um aumento de 1,21% em relação ao recorde de 2002. O café conilon representou 84% desse volume, consolidando o Espírito Santo como o maior produtor nacional. A valorização do grão levou a saca de 60 kg a atingir R$ 2.000 no início de 2025, mais que o dobro do valor registrado em dezembro de 2023, quando era cotada a R$ 740. A entrada do conilon na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) e a equiparação da alíquota do ICMS ao do café arábica impulsionaram ainda mais o setor, reforçando sua importância no mercado nacional e internacional.





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Mercado global e cenário de grãos serão temas do Fórum Nacional da Soja na Expodireto Cotrijal



Tradicional evento que ocorre na manhã de terça-feira, 11 de março


Foto: Divulgação

Um dos mais tradicionais fóruns da Expodireto Cotrijal, o Fórum Nacional da soja, chega à sua 35ª edição e será realizado na terça-feira, 11 de março, a partir das 9h, no Auditório Central do Parque da Expodireto, em Não-Me-Toque (RS). Temas como a nova geopolítica do agronegócio e mercado de grãos serão debatidos em palestras promovidas pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) e Cotrijal com o apoio da CCGL e do Sistema Ocergs Sescoop.

A primeira palestra do dia será com Ricardo Geromel, um dos maiores especialistas de China do Brasil. Ele vai abordar o tema “O Impacto da Nova Geopoli´tica no Agronego´cio – O Poder da China”. Geromel é fundador da FCGI, empresa que foca em conectar o melhor do Brasil com o melhor da China e do mundo. Ele é formado em administrac¸a~o de empresas pela Farleigh Dickison University, em New Jersey e possui Masters in Management, especializac¸a~o em Inovac¸a~o e Empreendedorismo, pela ESCP Europe. Ganhou bolsa integral para fazer po´s-graduac¸a~o em programa sobre a Nova Rota da Seda na prestigiosa Universidade Tsinghua, melhor universidade da China, onde estudou o atual presidente Xi Jinping.

No segundo painel do dia, André Debastiani, sócio diretor da Agroconsult, trará o tema “Cenários Agroconsult para os Mercados de Soja e Milho”. Engenheiro agrônomo pela UFSC, administrador de empresas pela FESAG/U´nica-SC, po´s-graduado em financ¸as pela FGV e mestre em gesta~o empresarial pela UDESC, Debastiani também é o analista da consultoria para o mercado de grãos além de ser o coordenador geral do Rally da Safra.

 





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Iniciativa busca ampliar cultivo de pêssego e figo



Agricultura familiar aposta na fruticultura no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06), a fruticultura segue ganhando espaço com iniciativas para incentivar o plantio de pêssego e figo voltados à indústria conserveira no Rio Grande do Sul. No dia 27 de fevereiro, a cidade de Arroio do Padre, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas, sediou mais uma reunião do programa de fomento à fruticultura.

O encontro, realizado em parceria entre a Prefeitura Municipal, o Sindicato das Indústrias de Conservas (SINDOCOPEL) e a Emater/RS-Ascar, reuniu produtores interessados em diversificar suas atividades e ampliar a renda no campo. Além disso, uma das pautas foi a busca por estratégias para engajar jovens rurais no setor.

Enquanto o planejamento para novos plantios avança, as atividades de pós-colheita continuam na região. Os produtores seguem com a aplicação de tratamentos fungicidas, adubação e poda verde de verão. As novas plantações previstas para a próxima safra serão destinadas à reposição e renovação de pomares antigos.

Com essa iniciativa, espera-se fortalecer a fruticultura regional, garantindo maior produtividade e oportunidades para os produtores.





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Preço do algodão avança, mas negociações seguem travadas no Brasil



Com o mercado interno travado, produtores redirecionaram lotes para exportação




Foto: Canva

As negociações de algodão em pluma no mercado brasileiro foram limitadas ao longo de fevereiro devido a uma forte disputa entre compradores e vendedores. Segundo o boletim informativo do Cepea, a dificuldade em aprovar os lotes disponibilizados fez com que alguns agentes evitassem até mesmo discutir valores.

Com o mercado interno travado, produtores redirecionaram lotes para exportação e focaram no cumprimento de contratos a termo, principalmente para algodão de qualidade superior. Ainda conforme o Cepea, muitos vendedores deram prioridade às atividades de campo, mantendo uma postura firme nos negócios.

Apesar da baixa liquidez, o Indicador CEPEA/ESALQ registrou alta de 1,55% entre 31 de janeiro e 28 de fevereiro, fechando o mês a R$ 4,1781/lp. A média mensal, de R$ 4,1440/lp, ficou 5,7% acima da paridade de exportação, sendo a maior vantagem da cotação interna desde março de 2023.





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Safra de arroz tem bons rendimentos, mas qualidade oscila


No Rio Grande do Sul, a colheita do arroz segue avançando com bons índices de produtividade em algumas regiões, enquanto outras enfrentam desafios. Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06), orizicultores de Uruguaiana, na Fronteira Oeste, estão satisfeitos com a qualidade do grão. Em São Borja, os rendimentos são considerados adequados, mas há preocupação com a proporção de grãos inteiros, que está abaixo de 55%.

Na região administrativa de Pelotas, as atividades de colheita começaram nos municípios de Turuçu do Sul, Arroio Grande e São Lourenço do Sul. Cerca de 55% das lavouras estão na fase de enchimento de grãos atualmente, 8% em floração e 36% em maturação. Apenas 1% da área implantada já foi colhida.

As chuvas de fevereiro foram importantes para garantir a irrigação e recuperar os níveis dos reservatórios, o que impulsionou a colheita, que já superou 10% da área cultivada em Santa Maria. Cachoeira do Sul, maior produtora do cereal no estado, já colheu 12% dos 23.640 hectares plantados, com produtividade estimada em 7 mil kg/ha. Jaguari, por sua vez, colheu 30% da safra, superando expectativas iniciais e atingindo 9 mil kg/ha.

No entanto, em municípios como Cacequi e Restinga Sêca, a produtividade está abaixo do esperado. Na região de Soledade, a colheita ainda está no início, com 40% das lavouras em fase de enchimento de grãos, 8% em maturação e 2% já colhidos.

O comércio internacional de arroz registrou forte queda em 2024. Segundo a edição de fevereiro do Boletim Agropecuário da Epagri, as exportações entre janeiro e dezembro somaram US$ 3,837 milhões, uma redução de 61% em relação ao ano anterior. Os principais destinos do cereal catarinense foram Trinidad e Tobago (38,9%), Senegal (24%) e Gâmbia (13,5%).

A valorização do dólar e problemas na safra dos Estados Unidos favoreceram a participação do Brasil no mercado externo em 2023. No entanto, em 2024, a menor oferta interna, devido a problemas climáticos no Sul do país, elevou as importações, que cresceram 19,56% no período. Os principais fornecedores foram Uruguai (55,36%), Paraguai (10,55%) e Tailândia (10,27%).

Em janeiro de 2025, tanto exportações quanto importações apresentaram queda. Santa Catarina exportou apenas US$ 44,3 mil, um recuo de 77% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já as importações somaram US$ 932,66 mil, 79% abaixo do registrado no mesmo período de 2024. A Itália foi o principal fornecedor, com destaque para o arroz arbóreo, conforme dados da Epagri.





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Produção de algodão deve crescer 1,56% na safra 2024/25



Algodão avança, mas desafios persistem




Foto: Canva

O Boletim Semanal produzido pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) apontou que a produção brasileira de algodão deve chegar a 6,50 milhões de toneladas na safra 2024/25, o que representa um aumento de 1,56% em relação à temporada anterior. 

A estimativa de área plantada foi mantida em 1,52 milhão de hectares em março de 2025. O valor significa um crescimento de 4,2% comparada com a safra 2023/24. A produtividade média ponderada das últimas três safras foi projetada em 284,32 arrobas por hectare.

Segundo o boletim, o desempenho da safra ainda depende de fatores climáticos que podem impactar o desenvolvimento do algodão ao longo do ciclo. A semeadura foi finalizada no dia 28 de fevereiro, e os efeitos das condições meteorológicas sobre a lavoura serão fundamentais para confirmar as projeções.

O atraso na colheita da soja no estado encurtou a janela ideal para o plantio do algodão, influenciando a decisão dos produtores sobre a área efetivamente cultivada. Com o fim da semeadura, a área total será mensurada com maior precisão nas próximas semanas.





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produtores enfrentam impacto da estiagem


A colheita da primeira safra de feijão foi concluída na maior parte das regiões produtoras do Rio Grande do Sul, atingindo 65% da área cultivada no estado. As lavouras remanescentes, concentradas nos Campos de Cima da Serra (35% da área total), ainda estão em fase de floração, enchimento de grãos e maturação fisiológica. A previsão é que a colheita dessas áreas ocorra até meados de março.

De acordo com o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06), o perfil fitossanitário das lavouras segue adequado, com baixa pressão de pragas e produtividade média estimada em 2.400 kg/ha. Para a safra 2024/25, a entidade projeta o cultivo de 28.896 hectares no estado, com uma produtividade média esperada de 1.864 kg/ha.

Na região administrativa de Ijuí, a colheita foi finalizada, e a produtividade ficou em 1.250 kg/ha.

O boletim agropecuário da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, apontou desafios climáticos para a cultura do feijão. Em janeiro, o estado teve períodos distintos de chuvas e estiagem. Na primeira quinzena, as precipitações foram regulares, mas na segunda metade do mês, o volume de chuvas caiu drasticamente, e as temperaturas superaram os 37°C em várias regiões.

O calor extremo pode comprometer a produtividade das lavouras ainda em desenvolvimento, acelerando a maturação e reduzindo a qualidade dos grãos. Até o final de janeiro, 61% das áreas cultivadas já haviam sido colhidas. Das lavouras remanescentes, 67% estavam em maturação, 16% em floração e 18% em desenvolvimento vegetativo.

Apesar dos desafios climáticos, a expectativa para a safra 2024/25 em Santa Catarina é de crescimento. A área plantada deve aumentar em 9,84%, e a produtividade média pode chegar a 1.956 kg/ha, um avanço de 13,16%. Com isso, a produção total pode atingir 59,7 mil toneladas, representando um crescimento de 24,30% em relação à safra anterior.





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Açúcar: preços sobem em Londres pela sexta sessão seguida com mercado atento…


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Os futuros do açúcar branco fecharam esta segunda-feira (17) contabilizando altas pela sexta sessão seguida na Bolsa de Londres, diante de preocupações com a produção indiana. O preços avançaram mais de 1% entre os contratos mais negociados. Não houve negociações na Bolsa de Nova Iorque por conta do feriado do Dia do Presidente.

O contrato maio/25 subiu US$ 9,70, cotado a US$ 547,20 por tonelada (+1,80%). O agosto/25 avançou US$ 6,60, para US$ 528,00 por tonelada (+1,27%). O outubro/25 teve alta de US$ 5,20, sendo negociado a US$ 517,40 por tonelada (+1,02%), enquanto o março/26 subiu US$ 4,70, fechando em US$ 512,70 por tonelada (+0,93%).

A Bloomberg destaca que a produção de açúcar na Índia pode cair para 26 milhões de toneladas depois que uma doença prejudicou a safra de cana em sua principal região produtora de Uttar Pradesh, de acordo com informações de Ravi Gupta, diretor executivo da grande produtora Shree Renuka Sugars Ltd. A declaração foi feita na última semana, durante a Dubai Sugar Conference. Esse número é cerca de 1 milhão de toneladas menor do que a maioria das estimativas da indústria.

O açúcar branco de Londres tem suporte nessas notícias. Como aponta a Bloomberg, Gupta disse também que há uma forte demanda por açúcar branco ao mesmo tempo que há suprimentos menores da União Europeia e da Tailândia. “A oferta restrita de açúcar refinado aumentará o prêmio do açúcar branco em relação ao açúcar bruto após um período de preços baixos”, acrescentou.

Segundo ele, os preços mundiais do açúcar precisam ficar acima de US$ 530/tonelada para incentivar as exportações. “Para que exportações de 1 milhão de toneladas aconteçam, o mercado mundial precisa subir para precificar o açúcar indiano”, conclui o diretor executivo da Shree Renuka Sugars.

Segundo análise de Arnaldo Luiz Correa, diretor da Archer Consulting, “o consenso entre os participantes do evento [em Dubai] é que o clima será o principal fator de influência nos preços, seguido pelos fundamentos do mercado. A pesquisa realizada durante o evento revelou que 60% dos participantes estimam a produção brasileira entre 40 e 42 milhões de toneladas, enquanto 21% esperam algo entre 38 e 40 milhões, e o restante aposta em um volume entre 42 e 44 milhões de toneladas”.

Porém como ressalta Correa, “o entusiasmo gerado por eventos internacionais como o de Dubai é natural, muitas vezes impulsionado pelo clima positivo das interações e reuniões festivas. No entanto, o mercado precisará de dados concretos a partir de abril, especialmente sobre o tamanho da safra brasileira e as condições climáticas em Índia, China e Tailândia, que podem influenciar significativamente a oferta global”.

Mercado interno

No mercado físico brasileiro, o indicador Cepea Esalq mostra, em São Paulo, o açúcar cristal branco com valor de R$ 142,55/saca, queda de 0,26%. O açúcar cristal em Santos (FOB) tem valor de R$ 146,66, alta de 0,14%. O cristal empacotado em São Paulo vale R$ 16,2645/5kg, baixa de 2,28%. O refinado amorfo está cotado em R$ 3,6306/kg. O VHP tem preço de R$ 119,71/saca.

Em Alagoas, também com base no que mostra o indicador Cepea Esalq, o preço do açúcar está em R$ 154,31/saca, valorização de 3,10%. Na Paraíba, a cotação é de R$ 144,11/saca. Em Pernambuco, o adoçante vale R$ 147,55/saca.





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Santa Catarina terá outono quente e com pouca chuva


A previsão climática para o trimestre de março a maio indica temperaturas acima da média e chuvas abaixo do esperado em Santa Catarina. Segundo a Epagri/Ciram, o mês de março será marcado pela persistência de massas de ar quente, resultando em dias consecutivos de calor intenso, inclusive durante as noites.

De acordo com a meteorologista Gilsânia Cruz, a expectativa é de precipitações abaixo da média climatológica no estado. Em março, são previstos períodos prolongados sem chuvas, especialmente no Oeste, onde os totais pluviométricos podem ficar inferiores ao habitual. Com a transição do verão para o outono, as frentes frias devem se tornar mais frequentes, especialmente na segunda quinzena do mês, sendo responsáveis pela maior parte da precipitação em Santa Catarina.

Segundo dados do Observatório Agro Catarinense, a média mensal de chuvas esperada para o Oeste e Planalto varia entre 100 e 130 mm, enquanto no Litoral os volumes devem oscilar entre 150 e 210 mm. Para os meses de abril e maio, a tendência é de redução ainda maior na precipitação, com médias entre 100 e 170 mm no estado.

Apesar da diminuição das chuvas, o período ainda apresenta risco de eventos climáticos intensos como chuvas fortes e concentradas em curtos períodos de tempo, além de temporais com raios, granizo e ventos fortes. “A partir de março, ciclones extratropicais devem atuar com maior frequência no litoral do Uruguai, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, ocasionando ventos intensos, mar agitado com ressaca e oferecendo perigo à navegação”, alerta a meteorologista.

Em janeiro de 2025, a temperatura da superfície do mar (TSM) estava ligeiramente abaixo da média na região do Pacífico Equatorial, com anomalias entre -0,5°C e -1,0°C, indicando uma condição de La Niña fraca. No entanto, em fevereiro, houve um aquecimento das águas próximas à costa do Peru, reduzindo a influência do fenômeno. Para os próximos meses, os meteorologistas apontam para um cenário de neutralidade climática, sem interferência direta de El Niño ou La Niña, o que pode resultar em uma transição climática mais equilibrada no estado, conforme dados da Epagri.


 





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Oferta de hortaliças cresce, mas calor desafia produtores



Produtores preparam novas lavouras para o outono-inverno




Foto: Divulgação

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06), a produção de pepino, pimentão e quiabo na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, em Bom Princípio, continua em ritmo intenso, apesar das altas temperaturas. O calor excessivo tem impactado algumas culturas, mas a oferta de produtos no mercado segue elevada.

Algumas lavouras de pepino continuam em produção, mesmo com os desafios do clima quente, que provocam abortamentos florais. Em paralelo, muitos produtores já iniciam o preparo dos canteiros para as culturas de outono e inverno.

A oferta do pepino salada está elevada, o que resultou em uma leve redução nos preços, com a caixa de 20 kg sendo comercializada entre R$ 50,00 e R$ 60,00. O pepino japonês mantém a alta demanda, mas com menor disponibilidade, sendo vendido entre R$ 80,00 e R$ 100,00 a caixa de 18 kg.

A cultura do pimentão continua apresentando boa produtividade e oferta no mercado, com baixa incidência de pragas e doenças. O preço varia conforme a cor e o tamanho do fruto, sendo comercializado a R$ 40,00 a caixa de 10 kg.

A produção de quiabo tem sido prejudicada pelas temperaturas elevadas, o que exigiu o replantio em algumas lavouras. No entanto, a colheita ainda ocorre regularmente e há boa oferta do produto no mercado. O preço segue em patamares baixos, variando entre R$ 2,50 e R$ 3,50 por bandeja de 200 g, conforme a Emater/RS.





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