sexta-feira, abril 3, 2026

Política & Agro

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Conab aponta aumento na área de sorgo em Minas Gerais



Áreas de sorgo crescem 5,4% em Minas Gerais




Foto: Pixabay

De acordo com o 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a semeadura das culturas de segunda safra em Minas Gerais foi prejudicada pelos atrasos na plantação do milho e pelo alongamento do ciclo da soja.

A janela de plantio, especialmente em solos mais arenosos, foi comprometida pela falta de umidade, afetada ainda pelas adversidades climáticas registradas em fevereiro. “Esse cenário criou um ambiente favorável à continuidade da expansão das áreas de sorgo no estado”, apontou o levantamento.

Em fevereiro, alguns municípios do Triângulo Mineiro enfrentaram escassez de sementes de sorgo, o que reforça a expectativa de crescimento na área destinada a essa cultura em comparação com a safra anterior. O levantamento revelou que, apesar das dificuldades no início da semeadura, a área semeada com sorgo no ciclo atual foi 5,4% maior que a do ciclo passado, que registrou 2% no mesmo período da safra 2023/24.





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Milho dispara e se aproxima de R$ 90/saca em meio a preocupações com a safrinha


Os preços do milho seguem em alta na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, impulsionados por estoques reduzidos e demanda aquecida pelo cereal. De acordo com o boletim informativo do Cepea, na semana passada, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) atingiu níveis próximos de R$ 90 por saca de 60 kg, patamar nominal registrado pela última vez em abril de 2022.

A oferta restrita tem sido um fator determinante para a valorização do milho. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os estoques iniciais da temporada 2024/25 foram revisados para baixo, totalizando apenas 2,04 milhões de toneladas, inferior às 2,1 milhões de toneladas projetadas em fevereiro e muito abaixo das 7,2 milhões de toneladas registradas no ciclo 2023/24. Isso significa que o estoque atual representa apenas 2,4% do consumo anual estimado para o mercado interno, que deve alcançar 86,97 milhões de toneladas neste ciclo.

Fatores de alta no mercado

A combinação de baixos estoques com a firme demanda industrial e de exportação tem elevado as cotações do cereal. A indústria de ração animal, principal consumidora do milho, segue pressionando o mercado, enquanto os embarques ao exterior mantêm um ritmo forte, sustentando os preços.

Além disso, as incertezas climáticas sobre a safrinha — responsável por grande parte da produção anual do país — geram especulação no mercado, o que também contribui para a alta nos preços. Investidores e compradores monitoram de perto as condições climáticas no Centro-Oeste e no Sul, principais polos produtores do milho segunda safra.

Perspectivas para os próximos meses

O cenário para os próximos meses dependerá do avanço da colheita da safrinha e da reposição dos estoques internos. Caso a oferta não aumente, a tendência de alta nos preços pode se manter, impactando tanto os custos da cadeia produtiva de proteínas animais quanto os preços ao consumidor final.

A expectativa do mercado agora recai sobre a definição da produção da segunda safra, que deve ganhar ritmo nas próximas semanas. Enquanto isso, compradores seguem atentos aos movimentos do mercado, avaliando o melhor momento para novas aquisições.





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Chuvas beneficiam pastagens, mas estresse térmico persiste


As condições climáticas registradas nas últimas semanas afetaram o crescimento das pastagens no Rio Grande do Sul. O Informativo Conjuntural, divulgado na última quinta-feira (13), apontou que as altas temperaturas e a baixa umidade prejudicaram as forrageiras, especialmente nos campos nativos situados em solos mais rasos.

“As chuvas ajudaram na recuperação das forrageiras perenes de verão, mas o consumo ainda é limitado devido ao estresse térmico dos animais”, destaca o levantamento. Para reduzir os impactos do vazio forrageiro, produtores já iniciaram o preparo do solo para a implantação de trigo destinado ao pastejo.

A situação varia entre as regiões do estado. Na área administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as chuvas estimularam a recuperação dos campos nativos, mas o déficit hídrico anterior favoreceu o crescimento de plantas não forrageiras. Em Caxias do Sul, o calor reduziu o pastoreio e afetou o desenvolvimento das forrageiras anuais, o que levou os produtores a anteciparem o preparo das pastagens de inverno.

Na região de Erechim, a combinação de calor e precipitação de 60 mm favoreceu o rebrote das pastagens, melhorando a oferta de alimento para os rebanhos. Em Frederico Westphalen, estratégias como a aplicação de ureia e dejetos de suínos foram adotadas para estimular o crescimento das forrageiras.

“A oferta de alimento melhorou nas áreas com maior precipitação, mas nas regiões mais secas as plantas estão mais fibrosas e com crescimento limitado”, aponta o levantamento sobre a região de Ijuí. Em Passo Fundo, as chuvas não foram suficientes para manter a produtividade das espécies anuais de verão semeadas precocemente.

Na região de Pelotas, o campo nativo manteve boa oferta forrageira, com exceção de Herval, onde a menor disponibilidade de chuvas segue impactando o desenvolvimento das pastagens. Em Porto Alegre, o pastoreio ocorreu principalmente em áreas nativas e em locais infestados por arroz vermelho e pastagens anuais. “Mesmo com temperaturas elevadas, o crescimento das forrageiras melhorou com o aumento das chuvas”, relata o boletim.

Já em Santa Maria, a falta de umidade prejudicou tanto os campos nativos quanto os cultivados, reduzindo a disponibilidade de forragem e dificultando a implantação de novas espécies. Na região de Santa Rosa, os produtores evitaram as roçadas para preservar o estande de gramíneas anuais e recorreram a alimentos conservados diante da escassez de pastagens.

Por outro lado, na área de Soledade, as condições climáticas favoreceram o crescimento das forrageiras. “Temperatura, radiação solar e umidade contribuíram para uma oferta adequada de pastagens com qualidade”, conclui o levantamento.





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Milho pode ter perdas de 30% sem controle fitossanitário


A cultura do milho exige um controle rigoroso de pragas, doenças e plantas daninhas para garantir altas produtividades e evitar perdas . O uso de agroquímicos continua sendo uma ferramenta essencial nesse processo, mas sua aplicação precisa ser feita de maneira estratégica para maximizar a eficiência e reduzir impactos ambientais. Com novas tecnologias e boas práticas, os produtores podem equilibrar produtividade e sustentabilidade.

O controle de pragas, como lagartas e percevejos, requer o uso de Inseticidas eficazes, especialmente nas fases iniciais da lavoura. O tratamento de sementes com defensivos específicos tem sido uma solução cada vez mais adotada para proteger o milho desde a germinação, reduzindo a necessidade de aplicações posteriores. Além disso, o uso de feromônios e armadilhas tem auxiliado no monitoramento das populações de insetos, permitindo um manejo mais preciso.

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No caso do controle de doenças, fungicidas são fundamentais para evitar perdas causadas por patógenos que atacam folhas, colmos e espigas. A rotação de princípios ativos e a escolha de híbridos mais tolerantes têm sido estratégias recomendadas para minimizar o risco de resistência e prolongar a eficácia dos produtos disponíveis no mercado.

O combate às plantas daninhas também exige atenção, já que a matocompetição pode reduzir o desenvolvimento da cultura. Herbicidas seletivos, quando aplicados no momento correto, garantem um controle eficiente sem prejudicar o crescimento do milho. O uso de coberturas vegetais e o plantio direto também contribuem para reduzir a pressão das invasoras, diminuindo a dependência de defensivos.

Com a evolução das tecnologias agrícolas, o manejo de agroquímicos tem se tornado mais preciso e eficiente. Pulverizadores de última geração, drones e sistemas de aplicação localizada ajudam a reduzir desperdícios e minimizar impactos ambientais, tornando a produção de milho mais sustentável. Além disso, novas formulações menos agressivas ao meio ambiente estão sendo desenvolvidas para atender às demandas do setor.

A busca por um manejo integrado e equilibrado é essencial para garantir a produtividade do milho sem comprometer a qualidade do solo e dos recursos naturais. Com planejamento e adoção de boas práticas, os produtores podem alcançar melhores resultados, mantendo a competitividade da cultura e atendendo às exigências do mercado.

 





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como identificar e controlar a doença?



A brusone segue preocupando produtores em todo Brasil




Foto: Divulgação

A brusone, principal doença da cultura do arroz, segue preocupando produtores em todo o Brasil. Causada pelo fungo Magnaporthe oryzae, a doença pode levar a perdas de até 100% na produção, comprometendo tanto a qualidade quanto a quantidade dos grãos.

A infecção pode ocorrer desde o início do desenvolvimento da planta até a fase de maturação, afetando folhas, colmos, panículas e grãos. Os primeiros sinais incluem pequenas manchas marrons nas folhas, que evoluem para lesões maiores com centro acinzentado e bordas escuras. Em casos mais severos, o fungo compromete os colmos e pode causar a quebra das panículas, fenômeno conhecido como “pescoço quebrado”.

A disseminação do fungo ocorre pelo vento, e condições de alta umidade e temperaturas entre 20°C e 25°C favorecem seu desenvolvimento. O patógeno também pode sobreviver em restos culturais e sementes contaminadas, aumentando o risco de infecção em novas safras.

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Manejo e controle

Para evitar prejuízos, especialistas recomendam o manejo integrado da brusone. O uso de variedades resistentes, a manutenção de lâmina d’água no cultivo irrigado e o plantio de sementes certificadas são algumas das estratégias indicadas. Além disso, a adubação nitrogenada precisa ser equilibrada, pois o excesso ou a deficiência do nutriente pode tornar as plantas mais vulneráveis.

O controle químico com fungicidas também é uma alternativa, especialmente para cultivares suscetíveis. O monitoramento constante das lavouras é essencial para identificar a doença precocemente e garantir a aplicação eficiente dos produtos. Diante da gravidade da brusone, produtores devem estar atentos aos primeiros sintomas e buscar orientação técnica para minimizar impactos e garantir a produtividade da safra.





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Uso de silício no solo pode melhorar resistência das plantas?



Fertilizante derivado do aço reduz emissões e fortalece cultivos




Foto: Canva

As mudanças climáticas impõem desafios ao setor agrícola, exigindo práticas que garantam maior eficiência na produção e sustentabilidade no uso dos recursos naturais. Entre as estratégias adotadas, a construção do perfil de solo tem se mostrado fundamental para corrigir deficiências, restaurar a atividade biológica e fornecer nutrientes essenciais às culturas.

O engenheiro agrônomo da Agronelli, Maurício Komori, explica que o AgroSilício atua diretamente no solo e na planta, fornecendo cálcio, magnésio e silício. “O silício, em particular, forma uma camada de sílica sob a cutícula das plantas, funcionando como uma barreira física que aumenta a resistência contra pragas e doenças. Além disso, melhora a absorção de nutrientes, fortalece a tolerância a fatores de estresse ambiental, como temperaturas extremas e falta de água, e também corrige a acidez do solo”, afirma.

Produzido a partir do beneficiamento de um subproduto da produção de aço, o produto é processado com silicato de cálcio e magnésio. Seu desenvolvimento ocorre em temperaturas elevadas, garantindo maior reatividade e solubilidade dos nutrientes. O fertilizante tem impacto que vai além da nutrição do solo e das plantas. “Ele não apenas melhora a estrutura do solo e reforça a resistência das plantas a condições climáticas adversas, mas também é um exemplo de sustentabilidade, pois reduz a pegada de carbono, visto que não libera CO2 na sua incorporação ao solo”, afirma Komori.

Komori destaca ainda que o uso do fertilizante elimina a necessidade de explorar novas jazidas naturais para obtenção de nutrientes e evita a emissão de dióxido de carbono (CO2), um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa. Enquanto o calcário agrícola libera 440 kg de CO2 a cada 1.000 kg aplicados, o produto mantém carbono neutro.





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Nesta terça (18), áreas do Porto de Santos terão desligamento de energia


Corte de energia se deve a obras na rede de gás encanado

Nesta terça-feira (18/02), a partir das 8h da manhã, algumas áreas do Porto de Santos (margem direita, entre Saboó e Outeirinhos, próximo ao terminal de cruzeiros) terão corte de energia elétrica. O desligamento da rede de média tensão será feito para garantir segurança da realização de serviços em redes de infraestrutura referentes à canalização de gás. O desligamento está previsto para ser mantido até às 17h.

Atenção especial ao não funcionamento dos sistemas de semáforos da Avenida Augusto Barata. Solicita-se aos motoristas que evitem esta via.

Importante salientar que o fornecimento de energia poderá ser reestabelecido antes do horário previsto, sem prévio aviso. Por isso, a Autoridade Portuária de Santos (APS) orienta que não sejam efetuados serviços nas proximidades da rede (a menos que haja desligamento de acordo normas de segurança).

A programação poderá ser cancelada ou alterada em caso de mau tempo ou necessidade urgente de atendimento técnico pelas equipes.

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Fonte:

Autoridade Portuária/Porto de San





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Produtores rurais devem declarar IR? Especialista explica as regras


Os produtores rurais precisam ficar atentos ao prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda de 2025. Segundo o Diretor Executivo da NTW Contabilidade Bituruna, Rudinei Agustini, é fundamental conhecer as regras para evitar penalidades.

“Produtores que tiveram receita bruta acima de R$ 169.440,00 em 2024 devem declarar. Além disso, quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 33.888,00 ou possuía bens acima de R$ 800.000,00 em 31 de dezembro de 2024 também precisa fazer a declaração”, explica Agustini.

O especialista reforça que despesas relacionadas à atividade rural podem ser deduzidas, desde que devidamente comprovadas. “Organizar a documentação ao longo do ano facilita a prestação de contas e evita complicações”, orienta.

O prazo para envio das declarações começa em 17 de março e vai até 30 de maio de 2025. Não declarar pode acarretar multas a partir de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. Além disso, o CPF do produtor pode ser bloqueado, dificultando financiamentos, venda de bens e acesso a créditos rurais. “Para evitar problemas, o ideal é contar com o apoio de um contador. Qualquer dúvida, o site da Receita Federal disponibiliza informações detalhadas”, conclui Rudinei Agustini.

MAIS

A declaração pré-preenchida começará a ser implementada na segunda-feira, dia 17, com informações sobre rendimentos e pagamentos, e será totalmente concluída no dia 1º de abril. As restituições serão liberadas a partir de 30 de maio, seguindo um cronograma com cinco lotes, sendo o último creditado em 30 de setembro. Todas as regras estão presentes na Instrução Normativa RFB nº 2.255/2025, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 13/3.

A declaração poderá ser feita por meio do tradicional Programa Gerador da Declaração (PGD) para computador, disponível no site da Receita Federal, ou pelo sistema “Meu Imposto de Renda”, nova solução online para celulares e tablets, com acesso a partir do dia 1º de abril próximo. O acesso ao Meu Imposto de Renda exigirá autenticação via Plataforma GOV.BR (níveis ouro ou prata), com acesso por meio da página RFB, e-CAC, qualquer navegador ou aplicativo da Receita Federal.





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Linha de crédito incentiva irrigação e energia renovável



SP investe em irrigação para enfrentar mudanças climáticas




Foto: Seane Lennon

Neste 16 de março, Dia Nacional sobre a Conscientização das Mudanças Climáticas, data para refletir sobre os impactos das alterações do clima na produção de alimentos. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo promove iniciativas para mitigar esses efeitos e garantir produtividade sustentável.

O Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, desenvolve pesquisas para identificar plantas forrageiras mais adaptadas às mudanças climáticas. O objetivo é aumentar a eficiência no uso de nutrientes e reduzir impactos ambientais.

Para enfrentar a estiagem e otimizar o uso da água, o estado disponibilizou uma linha de crédito de R$ 200 milhões por meio do Programa Irriga + SP, parceria entre a Secretaria de Agricultura e a Desenvolve SP. Os recursos são voltados para projetos de irrigação, energia fotovoltaica e agricultura de precisão, visando garantir a produção de alimentos e o desenvolvimento regional em um cenário de eventos climáticos extremos.

A linha de crédito faz parte do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP) e busca dobrar as áreas irrigadas no estado em quatro anos, com a meta de alcançar 15% até 2030. Atualmente, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), as áreas irrigadas são responsáveis por mais de 40% da produção mundial de alimentos. O Atlas da Irrigação, da Agência Nacional de Águas (ANA), projeta a incorporação de 4,2 milhões de hectares de áreas irrigadas até 2040 no Brasil.

Diante das mudanças climáticas, o setor agrícola segue adotando estratégias para garantir a produção e minimizar os impactos ambientais, fortalecendo a resiliência da agricultura paulista.





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Santa Catarina ajusta área plantada para soja



Produtores adotam controle preventivo em Santa Catarina




Foto: Pixabay

O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), indica que a colheita da soja já começou no Planalto Norte de Santa Catarina. Segundo o relatório, 72% das lavouras nas regiões dos planaltos Norte e Sul estão na fase de enchimento de grãos, enquanto 20% já atingiram a maturação. A expectativa média de produtividade é de 3.710 kg por hectare.

De acordo com a Conab, as condições climáticas favoreceram o desenvolvimento da cultura da soja, principalmente pela regularidade das chuvas ao longo do ciclo. “A umidade adequada contribuiu para o crescimento das plantas e a formação de vagens e grãos”, aponta o levantamento. No entanto, no Planalto Sul, onde o plantio ocorre mais tarde, a falta de chuva e as altas temperaturas reduziram o potencial produtivo em algumas áreas.

No Meio-Oeste, a colheita teve início em fevereiro e atingiu cerca de 10% da área plantada. A produtividade das primeiras lavouras colhidas variou entre 3.000 e 4.800 kg/ha, com média estimada em 3.600 kg/ha. “A sanidade das lavouras é considerada satisfatória, e os produtores vêm adotando métodos preventivos para controlar doenças e pragas”, informa o relatório. Nos últimos dias, o retorno das chuvas melhorou as condições das lavouras, mas algumas áreas mais tardias podem ter sido afetadas pelo período anterior de estiagem.

A Conab também ajustou os dados sobre a área plantada de soja no estado. O levantamento indica que alguns produtores optaram por semear o grão mais tardiamente, priorizando a safrinha devido à maior estabilidade de preço e comercialização em comparação ao feijão. “Esse ajuste ocorre somente agora, pois os produtores fizeram o plantio no final da janela ideal, e as informações não haviam sido atualizadas desde o levantamento anterior, em janeiro”, explica a companhia.





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