quarta-feira, abril 15, 2026

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Soja em Chicago fecha em baixa no dia


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a sexta-feira (03) em queda, após um dia de forte volatilidade. Segundo informações da TF Agroeconômica, o movimento refletiu o rápido avanço da colheita nos Estados Unidos e a ausência de dados oficiais em meio à paralisação do governo norte-americano, o que trouxe cautela ao mercado e limitou a força compradora.

O contrato para novembro caiu 0,56%, ou -5,75 cents/bushel, fechando a US$ 1.018,00. Já a posição de janeiro recuou 0,46%, ou -4,75 cents/bushel, cotada a US$ 1.037,00. No farelo, outubro fechou em baixa de 0,22%, a US$ 270,7/ton curta, enquanto o óleo de soja encerrou o dia com queda de 0,78%, a US$ 49,43/libra-peso. Ainda assim, a semana acumulou ganhos modestos para a oleaginosa e para o farelo.

No acumulado semanal, a soja avançou 0,42% (+4,25 cents/bushel), o farelo subiu 0,7% (+1,9/ton curta), enquanto o óleo recuou -0,34% (-0,17/libra-peso). A alta vista em parte da semana foi sustentada pela expectativa de anúncio de um pacote de auxílio do governo Trump, estimado entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões, para apoiar agricultores afetados pela guerra comercial e pela ausência das compras chinesas.

Ainda assim, a pressão da China continua sendo determinante. Para tentar reduzir os impactos da perda do maior cliente dos EUA, produtores, associações e governo buscam ampliar exportações para destinos alternativos como Nigéria, Vietnã e Bangladesh. No entanto, segundo análise da Reuters, esses mercados ainda não têm peso suficiente para compensar a ausência chinesa, o que mantém o setor sob forte incerteza.

 





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Confira como a soja encerrou a semana


O mercado gaúcho da soja, segundo a TF Agroeconômica, segue atento à volatilidade internacional, já que a Bolsa de Chicago encerrou o dia em queda. “Preços reportados para pagamento em 15/10 (entrega set/out) ficaram em R$ 136,60 (+1,19%) porto. No interior os preços seguiram firmes, a depender da praça. R$ 130,00 (+0,78%) Cruz Alta – Pgto 30/10; R$ 130,00 (+0,78%) Passo Fundo – Pgto 30/10; R$ 130,00 (+0,78%) Santa Rosa / Sa~o Luiz – Pgto 30/10. Preços de pedra em Panambi ficaram em R$ 120,00 hoje”, comenta.

A comercialização da soja em Santa Catarina segue alinhada ao desempenho portuário do Sul, com Paranaguá servindo como principal referência. “O indicador CEPEA apontou o preço disponível em R$ 134,39 por saca, refletindo uma paridade direta para o escoamento da produção. No cenário externo, os contratos futuros de novembro de 2025 em Chicago recuaram -0,51%, cotados a US$ 10,17 por bushel, movimento que pressiona as margens de tradings e reduz a atratividade de vendas imediatas. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,39”, completa.

O Paraná sustenta preços estáveis e aproveita alívio nos custos logísticos. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 136,04 (-0,11%). Em Cascavel, o preço foi 127,51 (-0,02%). Em Maringá, o preço foi de R$ 127,13 (+0,07%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,27 (-0,03%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 134,39. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 120,00”, indica.

Apesar da euforia no campo, o mercado físico do Mato Grosso do Sul segue contido, com preço de balcão em R$ 117,00 por saca, refletindo cautela na comercialização. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 123,54 (+1,10%), Campo Grande em R$ 123,54 (+1,10%), Maracaju em R$ 123,54 (+1,10%), Chapadão do Sul a R$ 120,09 (-0,05%), Sidrolândia a em R$ 123,54 (+1,10%)”, informa.

No mercado do Mato Grosso, a soja disponível acompanha a pressão internacional, com a CBOT recuando, sem divulgação muito precisa de cotações locais ou prêmios neste dia. “Campo Verde: R$ 121,08 (+0,16%). Lucas do Rio Verde: R$ 116,44 (+0,65%), Nova Mutum: R$ 116,44 (+0,65%). Primavera do Leste: R$ 121,08 (+0,08%). Rondonópolis: R$ 121,08 (+0,08%). Sorriso: R$ 115,69”, conclui.

 





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Não se iluda com o milho



No Brasil, o cenário externo também pressiona


No Brasil, o cenário externo também pressiona
No Brasil, o cenário externo também pressiona – Foto: Pixabay

O mercado de milho segue em movimento de recuperação no Brasil neste segundo semestre, ainda que de forma bastante lenta, influenciado pelos baixos preços de exportação. Segundo informações da TF Agroeconômica, a expectativa é de que os produtores consigam realizar vendas a preços melhores do que os registrados no primeiro semestre. 

No entanto, o alerta é para não se iludir: após a colheita, o custo do carregamento das posições pode comprometer a lucratividade. A consultoria destaca que, caso os preços oferecidos estejam abaixo dos valores projetados para outubro em diante, o produtor já deveria ter aproveitado oportunidades anteriores, evitando perdas.

Entre os fatores de alta, chama atenção a relutância dos agricultores norte-americanos em aceitar os preços atuais, o que limitou parte da oferta e sustentou leve valorização em Chicago. Além disso, o bom ritmo das exportações ajuda a manter suporte ao mercado, embora a paralisação do governo dos EUA reduza a transparência dos relatórios do USDA. Por outro lado, os fatores de baixa continuam pesando: a colheita acelerada e abundante nos Estados Unidos, com condições climáticas favoráveis, reforça projeções de safra próximas a 420 milhões de toneladas, acima de estimativas anteriores.

No Brasil, o cenário externo também pressiona. Os embarques de milho foram 12% menores em volume e 10% em receita no acumulado do ano, segundo dados do Ministério da Economia. Apesar da melhora em setembro, a exportação do primeiro semestre foi considerada fraca. Hoje, os preços brasileiros estão em média US$ 10/t acima dos americanos nos principais destinos, reflexo da queda acentuada na CBOT diante da safra recorde norte-americana.





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Milho encerra semana em queda em Chicago e com ajustes na B3


O mercado de milho encerrou a semana com resultados distintos entre Brasil e Estados Unidos. Segundo informações da TF Agroeconômica, a B3 registrou fechamento misto nesta sexta-feira (3), refletindo os movimentos do mercado físico, enquanto em Chicago o cereal acumulou perdas diante da cautela dos investidores.

Na B3, as cotações da safra atual recuaram, mas os contratos da próxima safra conseguiram leves ganhos. O vencimento de novembro/25 fechou em R$ 65,98, alta de R$ 0,27 no dia e queda de R$ 0,24 na semana. Já o contrato de janeiro/26 subiu R$ 0,20 no dia, para R$ 68,48, mas caiu R$ 0,61 na semana. O março/26 encerrou a R$ 70,94, com leve baixa de R$ 0,06 no dia e recuo semanal de R$ 0,91. Apesar da maior competitividade dos preços brasileiros nos últimos dias, o milho nacional ainda segue caro em relação ao produto americano.

No mercado físico, o indicador Cepea apontou alta de 0,31% no dia e de 0,67% na semana, sustentada pela demanda das fábricas de etanol. Parte dos produtores, no entanto, segue retendo seus lotes à espera de preços mais atrativos.

Em Chicago, o milho fechou o dia e a semana em baixa, pressionado pelo avanço da colheita e pela perspectiva da maior safra americana da história. O contrato de dezembro caiu 0,65% no dia, a US$ 419,00/bushel, acumulando queda semanal de 0,71% (-US$ 3,00). O março recuou 0,51%, a US$ 435,75/bushel. A indefinição sobre a divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA, devido à paralisação do governo americano, reforçou a cautela dos investidores. As informações foram divulgadas nesta manhã de segunda-feira.

 





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É possível identificar bebidas adulteradas com metanol?


O consumo de bebidas adulteradas com metanol já causou pelo menos duas mortes confirmadas no Brasil, além de outros 223 casos em investigação. Os dados são do Ministério da Saúde e acenderam um alerta entre autoridades sanitárias, especialistas e consumidores. O estado de São Paulo concentra 85% das ocorrências nacionais, incluindo sete mortes ainda sob análise.

O que está por trás desse crescimento de intoxicações é o uso criminoso do metanol na produção clandestina de bebidas, especialmente destilados. “O metanol não tem dose segura para ingestão humana. Mesmo em pequenas quantidades, pode causar cegueira irreversível e levar à morte”, alerta a bióloga Rosana Martins dos Santos, consultora da Sapientia Consultoria em Alimentos.

O que é metanol e por que ele é tão perigoso?

Visualmente, o metanol é quase idêntico ao etanol — o álcool comum usado em bebidas. É transparente, possui a mesma viscosidade e até um odor semelhante. Mas no organismo, o efeito é devastador. “No fígado, o metanol é convertido em formaldeído e ácido fórmico, substâncias altamente tóxicas que afetam o sistema nervoso, o nervo óptico e o pH do sangue”, explica Rosana.

Essas alterações químicas comprometem o metabolismo celular e podem causar falência múltipla de órgãos. Os sintomas iniciais incluem dor de cabeça, náuseas e tontura, mas evoluem rapidamente para alterações visuais, convulsões, coma e óbito. “O risco aumenta quando o metanol é consumido junto com etanol, pois os sintomas podem demorar a aparecer e dificultam o diagnóstico precoce”, acrescenta a especialista.

Destilados são os principais alvos da adulteração

As bebidas mais frequentemente associadas aos casos de metanol são os destilados: cachaça, vodka, gin e aguardentes. Isso ocorre porque o metanol aparece na fração inicial da destilação — parte que deve ser descartada nos processos industriais. No entanto, em produções clandestinas, essa porção é mantida para aumentar o volume da bebida.

Já cervejas e vinhos industrializados apresentam risco muito menor. “Essas bebidas fermentadas têm processos que não favorecem a formação de metanol e, além disso, passam por uma fiscalização mais rigorosa do Ministério da Agricultura”, explica Rosana.

Falsificações sofisticadas dificultam a identificação

A presença do metanol em bebidas decorre de um esquema de falsificação cada vez mais complexo. Criminosos reaproveitam garrafas originais, replicam rótulos com perfeição e até simulam lacres autênticos. “Mesmo garrafas aparentemente lacradas podem esconder líquidos adulterados. Há um comércio livre online de rótulos e garrafas falsas”, alerta a consultora.

Em setembro, a polícia desmantelou uma fábrica clandestina em Americana (SP), que distribuía bebidas destiladas para o interior e a capital. O caso evidenciou a fragilidade da fiscalização e a sofisticação das fraudes.

Como o consumidor pode se proteger

Rosana reforça que não é possível identificar a presença de metanol apenas com o paladar ou olfato. “Sabor estranho, cheiro químico forte ou coloração incomum são sinais de alerta, mas não comprovam a presença do metanol. A única forma segura é por meio de análises laboratoriais, como a cromatografia gasosa.”

Cuidados na compra e consumo são essenciais:

– Prefira sempre canais confiáveis: supermercados, distribuidoras e lojas formais;

– Exija nota fiscal;

– Desconfie de preços muito abaixo do mercado;

– Observe rótulos, número de lote, lacre e qualidade da impressão;

– Em festas e bares, opte por bebidas fechadas e de marcas conhecidas;

– Nunca aceite bebidas a granel ou de procedência desconhecida.

Avanços na detecção e tratamento

Existem estudos promissores sobre formas rápidas de detectar metanol, como sensores colorimétricos e canudos detectores — alguns em fase experimental no Brasil. Em outros países, tiras reagentes estão disponíveis, mas com sensibilidade limitada.

Caso ocorra a ingestão, o tratamento precisa ser imediato. “O antídoto ideal é o fomepizol, mas o etanol hospitalar também pode ser utilizado, pois inibe a formação dos metabólitos tóxicos. Em casos graves, a hemodiálise é necessária”, afirma Rosana. A janela crítica para atendimento é de poucas horas após os primeiros sintomas.

Informação é a melhor prevenção

Especialistas apontam que a falta de informação é um dos principais fatores que agravam a crise. “Muitas mortes poderiam ser evitadas com mais fiscalização e uma comunicação clara à população sobre os riscos e formas de identificar bebidas suspeitas”, conclui Rosana Martins dos Santos.

Veja a entrevista na íntegra

Portal Agrolink: O que é o metanol? E por que ele é tão perigoso para o consumo humano, mesmo em pequenas quantidades?

Rosana Martins dos Santos: O metanol, também chamado de álcool metílico, é um produto químico semelhante ao etanol. É utilizado na indústria como solvente industrial e combustível aeronáutico. O problema é que, quando ingerido, o fígado converte o metanol em formaldeído e ácido fórmico, duas substâncias altamente tóxicas para o nosso organismo. Isso pode causar desde uma forte intoxicação até cegueira irreversível e, em casos mais extremos, a morte.

Segundo o Dr. Ramos, do Núcleo de Infectologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, esse ácido é corrosivo para o nervo óptico e para a estrutura do sistema nervoso como um todo. Ele também altera o pH do sangue, o que pode comprometer o metabolismo celular e o funcionamento dos órgãos vitais, levando a complicações graves, incluindo a falência de múltiplos órgãos. O mais alarmante é que doses muito pequenas já são suficientes para provocar sérios danos à saúde. Por isso, dizemos que o metanol não tem dose segura para ingestão humana.

Portal Agrolink: Existe alguma bebida com menor risco de ser adulterada com metanol?

Rosana Martins dos Santos: Sim. Em geral, as bebidas fermentadas, como cervejas e vinhos industrializados, têm um risco muito menor de serem adulteradas, pois o processo de produção não favorece a formação de grandes quantidades de metanol. Além disso, essas cadeias produtivas passam por uma fiscalização muito mais rígida do Ministério da Agricultura, o que garante controles atualizados e processos produtivos em dia. Isso não significa que estão 100% livres de risco, mas os casos mais graves ocorrem em destilados adulterados ou produzidos sem controle adequado.

Portal Agrolink: Como ocorre a falsificação de bebidas?

Rosana Martins dos Santos: Há falsificações bastante sofisticadas, com criminosos reutilizando garrafas originais ou criando rótulos falsos muito semelhantes aos originais. Em Americana (SP), no dia 30 de setembro, a polícia desarticulou uma fábrica clandestina de bebidas destiladas que fornecia para o comércio da capital e do interior. Existe um comércio livre online de rótulos e garrafas idênticas aos originais, o que dificulta muito a ação das autoridades. Mesmo garrafas aparentemente lacradas podem conter bebidas adulteradas. A recomendação é comprar apenas de canais confiáveis, observar atentamente o rótulo, o lacre, o número do lote e sempre exigir nota fiscal.

Portal Agrolink:  É possível identificar uma bebida adulterada sem análise laboratorial?

Rosana Martins dos Santos: Não é possível ter certeza sem exame laboratorial. Existem sinais que podem levantar suspeitas, como sabor estranho, cheiro químico forte ou coloração diferente do habitual. Mas nenhum desses sinais é prova de presença de metanol. A única forma confiável de detectar a substância é por meio de análise laboratorial, como a cromatografia gasosa, considerada o padrão ouro.

Portal Agrolink:  É seguro comprar bebidas alcoólicas em supermercados e lojas formais?

Rosana Martins dos Santos: Sim. O risco é menor nesses estabelecimentos, pois há fiscalização e rastreabilidade da cadeia de distribuição. Já em bares, festas e pontos de venda informais, o risco aumenta, principalmente quando a bebida é servida sem lacre original ou comprada de fornecedores duvidosos, sem rótulo ou identificação.

Portal Agrolink: Como identificar sinais de adulteração?

Rosana Martins dos Santos:  Sinais de alerta incluem: preço muito abaixo do mercado, rótulo mal impresso ou com erros, ausência de número de lote, fabricante ou lacre mal colocado. A venda em locais sem nota fiscal, como festas ou bares, exige cuidado redobrado. Desconfie sempre de bebidas em garrafas reaproveitadas ou sem identificação.

Portal Agrolink:  Quais os sintomas após ingestão de metanol? Em quanto tempo aparecem?

Rosana Martins dos Santos: Os sintomas surgem de 6 a 24 horas após a ingestão. Inicialmente, a pessoa sente náuseas, dor abdominal, dor de cabeça e tontura — semelhantes a uma ressaca. Depois, surgem os sintomas mais graves: visão borrada, sensação de névoa nos olhos, até perda total da visão. Pode evoluir para convulsões, coma e morte. Quando ingerido com etanol, os sintomas podem demorar mais para aparecer, dificultando o diagnóstico.

Portal Agrolink:  Que cuidados o consumidor deve ter ao escolher bebidas, especialmente em festas e bares?

Rosana Martins dos Santos: Observar se a garrafa está lacrada, se o rótulo contém lote e registro, desconfiar de preços baixos e exigir nota fiscal. Em bares e festas, prefira bebidas fechadas, de marcas conhecidas e sempre atente aos lacres. Nunca aceite bebidas de origem duvidosa ou vendidas a granel.

Portal Agrolink:  Quais bebidas são mais suscetíveis à adulteração com metanol?

Rosana Martins dos Santos: Principalmente os destilados: cachaça, vodka, aguardente e destilados caseiros. Isso porque, na destilação, o metanol se concentra na porção inicial, que deve ser descartada nos processos industriais. Em produções criminosas, essa parte é mantida para aumentar o volume da bebida.

Portal Agrolink:   Há métodos simples para detectar metanol?

Rosana Martins dos Santos: Estão sendo desenvolvidos sensores e tiras reagentes, mas ainda não há métodos validados para uso em larga escala. Um exemplo é o estudo da Universidade Estadual da Paraíba, que desenvolve canudos que mudam de cor na presença de metanol. Em outros países, existem tiras no mercado, mas com confiabilidade limitada.

Portal Agrolink:   Existe tratamento eficaz para intoxicação por metanol? Qual o tempo crítico para atendimento?

Rosana Martins dos Santos: Sim, mas o tratamento deve ser iniciado rapidamente. O antídoto mais indicado é o fomepizol, ou o etanol em ambiente hospitalar, que inibem a formação de substâncias tóxicas no fígado. Em casos graves, é necessária hemodiálise. A janela crítica é de poucas horas após o início dos sintomas — atendimento precoce aumenta as chances de recuperação.





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