sexta-feira, março 27, 2026

Política & Agro

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Missa solene recepciona visitantes no primeiro dia da Bahia Farm Show 2025



Bahia Farm Show 2025 teve início nesta segunda-feira (9)


Foto: Divulgação

O primeiro dia da Bahia Farm Show 2025 teve início nesta segunda-feira (9) com a missa solene celebrada na Capela Nossa Senhora de Lourdes, localizada na Praça Central do complexo da feira, em Luís Eduardo Magalhães. A celebração, conduzida pelo bispo diocesano Dom Moacy Arantes, contou com a participação dos padres Mário Correia da Silva, Rárison Milhomens Guedes e Daniel Luiz Pereira dos Santos, reunindo expositores, visitantes e representantes das principais entidades do agronegócio da região.

A cerimônia marcou o início das atividades da maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste do Brasil, que espera receber mais de 100 mil visitantes com o fechamento de bons negócios. Participaram da missa solene o presidente da Bahia Farm Show e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, a presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Alessandra Zanotto, além de membros da diretoria da Aiba e de outras instituições do setor.

Moisés Schmidt destacou o papel da fé, da união e da inovação no fortalecimento do agronegócio regional. “Expresso minha sincera gratidão a Dom Moacir Arantes por conduzir este momento de reflexão e benção que inicia mais uma edição da nossa feira. Que esta celebração inspire para mais um ano de sucesso da Bahia Farm Show”, afirma. Com o tema “Agro Inteligente, Futuro Sustentável”, a programação da feira agrícola segue até sábado (14) com palestras e demonstrações de tecnologias agrícolas voltadas para o homem do campo.





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Brachiaria ganha força como alternativa sustentável


O uso da Brachiaria tem se intensificado no Brasil como estratégia de manejo agrícola e pecuário. A gramínea tropical, amplamente empregada em pastagens, também vem sendo incorporada a sistemas de produção que integram lavoura e pecuária. A informação é da engenheira agrônoma Alasse Oliveira, em artigo publicado no Blog da Aegro.

Segundo Oliveira, a Brachiaria contribui significativamente para a melhoria do solo. “Essas gramíneas ainda ajudam na fixação de carbono e no aumento da matéria orgânica no solo, o que contribui para a melhoria da sua fertilidade”, afirma. Além disso, a forrageira tem papel relevante na recuperação de áreas degradadas e no controle da erosão, promovendo maior cobertura vegetal e produtividade das pastagens.

A gramínea pode ser plantada após a cultura da soja, aproveitando o período da segunda safra. Essa estratégia, segundo a agrônoma, alia eficiência produtiva com benefícios ao solo e à biodiversidade. “O girassol tem ganhado cada vez mais espaço nas propriedades rurais de Goiás, assumindo posição de destaque como uma das culturas mais promissoras para a segunda safra no estado”, afirma Oliveira.

No sistema de integração lavoura-pecuária, a técnica conhecida como “safrinha de boi” tem atraído produtores. O modelo permite que, após a safra de verão com soja e a safrinha com milho ou sorgo consorciado à Brachiaria, o gado pasteje a área antes do novo ciclo agrícola. “Essa técnica possibilita até uma terceira safra na mesma área, com redução nos custos e diversificação da renda”, explica.

Outra alternativa é a sobressemeadura da Brachiaria na lavoura de soja, feita entre os estágios R5 e R7 da planta. A prática assegura cobertura vegetal após a colheita e contribui para o controle de plantas daninhas, conservação da umidade e estruturação do solo.

Cada espécie e cultivar da Brachiaria tem características específicas que determinam seu uso ideal. A Brachiaria brizantha, por exemplo, é perene, com crescimento ereto ou semi-ereto, e apresenta bom desempenho em solos bem drenados. A cultivar Marandu, introduzida no Brasil em 1967, destacou-se pela resistência à cigarrinha-das-pastagens e boa digestibilidade. Já as cultivares Xaraés e Piatã, lançadas em 2003 e 2007, respectivamente, ampliaram as possibilidades de escolha para o produtor.

A Brachiaria decumbens cv. Basilisk, por sua vez, apresenta crescimento prostrado e alta emissão de estolões, sendo indicada para solos ácidos e de baixa fertilidade. Sua resistência a curtos períodos de seca e boa capacidade de cobertura do solo tornam essa cultivar uma das mais difundidas.

Para áreas com drenagem deficiente, a recomendação é o uso de cultivares da Brachiaria humidicola, que apresentam crescimento estolonífero e adaptação a solos de baixa fertilidade. No entanto, apenas a cultivar comum é tolerante às cigarrinhas-das-pastagens.

No plantio direto, a espécie mais adotada é a Brachiaria ruziziensis, devido ao rápido estabelecimento e facilidade de dessecação. Contudo, a baixa tolerância a solos pobres e a suscetibilidade a pragas limitam seu uso em algumas regiões.

A identificação das espécies no campo requer atenção a aspectos como hábito de crescimento, tipo de folha, inflorescência e formato das sementes. Esses fatores influenciam tanto o desempenho agronômico quanto o manejo ideal para cada situação.

Diante de sua versatilidade e importância crescente, a Brachiaria tem se consolidado como uma ferramenta estratégica na agricultura tropical, aliando produtividade e conservação ambiental.





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Manejo integrado reduz custos e protege lavouras de arroz


A adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) tem se consolidado como uma estratégia fundamental para aumentar a lucratividade e a sustentabilidade na produção agrícola, especialmente no cultivo de arroz. Segundo o engenheiro agrônomo Mathias Bergamin, em artigo publicado no Blog da Aegro, “o MIP é o alicerce para a lucratividade em qualquer cultivo”.

O sistema integra diferentes métodos de controle – cultural, biológico e químico – com o objetivo de minimizar os danos causados por pragas e doenças, promovendo maior proteção à lavoura e racionalizando os custos de produção. Para Bergamin, o monitoramento contínuo das lavouras é essencial para que as ações sejam planejadas e executadas com precisão. “Tenha o controle dos dados obtidos durante o ciclo da cultura, planeje suas ações antes de colocar em prática”, recomenda o especialista.

No caso do arroz, uma das principais preocupações do produtor é o controle de plantas daninhas, como o capim-arroz, o arroz-vermelho e espécies aquáticas, entre elas a grama boiadeira e os aguapés. Essas invasoras competem com a cultura principal por nutrientes, água e luz, afetando diretamente a produtividade.

Para reduzir esses impactos, Bergamin destaca que o sucesso da lavoura começa com a escolha correta das sementes. “Escolha sementes de procedência e qualidade, livre de mistura varietal e contaminação”, orienta. O manejo na entressafra também é considerado estratégico. Nesse período, o produtor deve realizar roçadas e dessecação com herbicidas para eliminar possíveis focos de infestação.

Outro ponto importante é a preparação do solo. Revolver a terra pode expor sementes de plantas daninhas, favorecendo sua germinação e facilitando o controle subsequente. A rotação com culturas como soja e milho também contribui para quebrar o ciclo das invasoras e fortalecer o sistema produtivo.

No sistema pré-germinado, Bergamin recomenda a inundação das áreas entre 20 a 30 dias antes da semeadura e a manutenção da lâmina d’água ao longo do ciclo, especialmente em regiões com incidência de arroz-vermelho. A qualidade da água usada na irrigação também é um fator determinante. “Água limpa reduz a incidência de plantas aquáticas invasoras”, afirma o agrônomo.

Por fim, o uso de herbicidas deve ser planejado de forma estratégica durante todo o ciclo da cultura, para garantir eficiência no controle e evitar desperdícios. O MIP, aliado a práticas de manejo adequadas, se apresenta como uma ferramenta indispensável para produtores que buscam estabilidade produtiva e redução de riscos.





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Boi China e novilha têm alta de preço em São Paulo


O informativo Tem Boi na Linha, divulgado nesta segunda-feira (9) pela Scot Consultoria, a semana começou com valorização no mercado do boi gordo em São Paulo, com destaque para o chamado “boi China” e a novilha. Segundo levantamento do setor, a cotação da novilha subiu R$3,00 por arroba, enquanto o “boi China” registrou aumento de R$2,00/@. Os preços do boi gordo comum e da vaca, no entanto, permaneceram estáveis.

As escalas de abate seguem ajustadas, com média de sete dias nos frigoríficos paulistas. A combinação entre redução na oferta de animais e melhora no escoamento da carne foi apontada como fator de sustentação dos preços.

Na Bahia, a situação variou conforme a região. No Sul do estado, as escalas estavam mais folgadas, com média de 13 dias, e as cotações permaneceram inalteradas. Já no Oeste baiano, houve alta de R$3,00/@ na novilha, enquanto as demais categorias não apresentaram variação. As escalas de abate na região estavam, em média, para oito dias.

No mercado atacadista de carne com osso, o início do mês impulsionou as vendas, refletindo o efeito da entrada dos salários e a menor oferta de carne no mercado. Esse cenário resultou em elevações nos preços das carcaças bovinas.

A carcaça casada de boi capão teve alta de 1,2%, equivalente a R$0,25 por quilo. Já a do boi inteiro subiu 2,0%, ou R$0,40/kg. No caso das fêmeas, a carcaça da vaca registrou aumento de 1,3% (R$0,25/kg) e a da novilha teve valorização de 1,5% (R$0,30/kg).

No segmento de carnes alternativas, o frango médio teve queda de 1,0%, o que representa R$0,07 por quilo a menos. Apesar disso, a retração foi mais moderada em comparação com as semanas anteriores. Por outro lado, a carcaça de suíno especial apresentou valorização de 1,7%, o que equivale a um acréscimo de R$0,20 por quilo.





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Soja e milho fecham GAFFFF com debate sobre biotecnologia, armazenagem e crédito rural


Os grãos que movem o agronegócio brasileiro foram os protagonistas do painel de encerramento do Global Agribusiness Festival (GAFFFF) 2025. A soja e o milho, pilares da agricultura nacional, pautaram a conversa sobre os desafios e conquistas do Brasil, hoje um dos principais players do comércio agrícola internacional.

Com moderação de Paulo Bertolini, presidente da Abramilho, o painel reuniu nomes estratégicos do setor: Bernhard Kiep, presidente da Maizall; Guilherme Campos Júnior, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa); e Vitor Gaspar, head da Offshore Commodities Division da XP Cayman.

Na avaliação dos participantes, o sucesso da agricultura brasileira não aconteceu por acaso. A combinação entre o empreendedorismo do produtor rural, o avanço da biotecnologia e o trabalho técnico da Embrapa foram peças-chave para que o país se tornasse uma potência exportadora.

“O Brasil fez uma verdadeira revolução agrícola em pouco tempo. Tudo que temos hoje parece ainda insuficiente diante do tamanho da nossa produção”, afirmou Guilherme Campos. Para o secretário, o próximo passo é enfrentar os gargalos estruturais, especialmente no que diz respeito à armazenagem. “Além de reconhecer o problema, é preciso mapear onde estão os déficits de forma regionalizada, para agir com mais precisão”, afirmou.

Bernhard Kiep reforçou que o desafio da biotecnologia, especialmente do milho transgênico, ainda impõe barreiras no comércio global. “Alguns países ainda resistem à biotecnologia, o que dificulta o avanço do setor. Por isso, é essencial que os países exportadores atuem de forma conjunta, com base em ciência, lógica e bom senso”, defendeu.

Já Vitor Gaspar trouxe à discussão o papel do mercado financeiro como parceiro estratégico da cadeia agro. “O setor financeiro não é exatamente uma engrenagem da máquina, mas funciona como o óleo que faz tudo rodar com eficiência”, comparou. Para ele, ainda faltam instrumentos adequados para mitigar riscos e ampliar a previsibilidade, sobretudo em operações no exterior.

Campos também destacou o Plano Safra como um instrumento essencial para garantir liquidez ao produtor. Segundo ele, embora o setor privado tenha ganhado espaço e hoje represente parte expressiva do financiamento ao agro, o plano ainda é uma âncora importante. “O Plano Safra segue como base da sustentação do crédito rural, mas sabemos que ele não dá conta de tudo. A integração entre o público e o privado será cada vez mais necessária”, concluiu.





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Cenoura/Cepea: Safra gaúcha é favorecida pelo clima ameno


oferta de cenouras em Caxias do Sul (RS) está elevada, e em geral, com qualidade muito boa. Até o momento, clima ameno e as chuvas controladas favoreceram o desenvolvimento, porém vale ressaltar que a Climatempo prevê um acumulado de 63 mm nos próximos 15 dias– com concentração nos dias 20 e 25. Em relação ao mercado, nesta semana (12 a 16/05), o cenário foi de estabilidade nas cotações, e a caixa da “suja” de 29 kg foi vendida à média de R$ 23,33. Colaboradores do Hortifrúti/Cepea relataram que o número de pedidos caiu e a saída ficou lenta, o que impossibilitou novos aumentos de preço. Além disso, o receio é que há um grande volume de cenouras na roça em ponto de colheita e, se não forem comercializadas, o resultado pode ser novamente um excesso de produtos tipo G (fora do padrão de comercialização ideal, como o 3A).

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mercado segue volátil e cada centavo importa



Outro ponto de destaque é o estoque no Mato Grosso



Outro ponto de destaque é o estoque no Mato Grosso
Outro ponto de destaque é o estoque no Mato Grosso – Foto: Canva

Segundo informações do Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), acompanhadas dos dados do CEPEA divulgados em 5 de junho de 2025, o mercado do feijão-carioca apresentou movimentações contrastantes entre as regiões produtoras. Apesar de ainda registrar lentidão nas negociações, o setor não está parado, e cada centavo por saca segue sendo decisivo para o produtor que abastece o prato do brasileiro.

No Noroeste de Minas, o preço subiu 1,72% no dia, chegando a R$ 207,50 por saca, mesmo com retrações semanais (-1,78%) e mensais (-1,85%). A alta pontual pode sinalizar uma disputa localizada entre compradores ou até mesmo o início de uma reversão de tendência. A oferta está em ajuste, o que torna essencial acompanhar os próximos movimentos de mercado com atenção.

Já a Metade Sul do Paraná registrou a maior queda diária do país, com recuo de 5,07%, cotando a R$ 187,01/sc. As quedas acumuladas são expressivas: -7,76% na semana e -2,91% no mês. A pressão vendedora intensa pode refletir tanto a necessidade de escoar grãos fora do padrão “top” quanto o desânimo do produtor frente ao cenário desafiador da comercialização local, que continua entre os mais frágeis do Brasil.

Outro ponto de destaque é o estoque no Mato Grosso: cerca de 200 mil sacas de Feijão-carioca da safra anterior, armazenadas em câmaras frias com 10% de umidade, estão sendo vendidas entre R$ 190 e R$ 200 com nota fiscal. Esses volumes seguem principalmente para o Nordeste e Mato Grosso do Sul. Já em Itapeva (SP), o Feijão-carioca tipo nota 9 a 10 fechou a R$ 277,22 (-1,62% no dia), enquanto na Metade Sul do PR a mesma qualidade atingiu R$ 248,75 com alta de 1,53% no dia e de 5,85% na semana.





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Novo fungicida para combater ferrugem asiática da soja



“Oferece controle de amplo espectro e proteção contra cepas mutantes do fungo”



“Oferece controle de amplo espectro e proteção contra cepas mutantes do fungo"
“Oferece controle de amplo espectro e proteção contra cepas mutantes do fungo” – Foto: Aline Merladete

A empresa BASF deu início ao processo de registro do Adapzo® Active (Flufenoxadiazam), novo fungicida desenvolvido para enfrentar a ferrugem asiática da soja, uma das doenças mais severas que afetam a cultura na América do Sul. Segundo o Consórcio Antiferrugem, a doença pode causar perdas de até 90% se não controlada adequadamente. O novo ingrediente ativo foi submetido às autoridades regulatórias no Brasil e no Paraguai, com previsão de envio à Bolívia.

Desenvolvido especificamente para as necessidades dos agricultores sul-americanos, o Adapzo® Active é o primeiro inibidor de histona desacetilase (HDAC) do setor. Seu novo modo de ação contribui para o manejo da resistência de importantes doenças da soja, como a própria ferrugem e a mancha-alvo. A expectativa da empresa é que os produtos com essa molécula estejam disponíveis no mercado a partir de 2029.

“Usamos nosso profundo conhecimento da agricultura local e ouvimos cuidadosamente nossos clientes, desenvolvendo um ingrediente ativo adaptado às necessidades dos produtores de soja no Brasil, Paraguai e Bolívia”, diz Ademar De Geroni Junior, vice-presidente de Marketing Estratégico para a América Latina da BASF Soluções para Agricultura. “Com o Adapzo® Active, reafirmamos nosso compromisso com o desenvolvimento de uma agricultura sustentável, especialmente para os produtores de soja na América do Sul”, afirma.

Além de seu uso individual, o Adapzo® Active foi concebido para integrar o portfólio da BASF, potencializando resultados quando combinado com outras tecnologias. “Oferece controle de amplo espectro e proteção contra cepas mutantes do fungo, protegendo o potencial produtivo da soja”, destaca Ulf Groeger, vice-presidente de Pesquisa de Fungicidas da BASF.

 





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Enchimento dos grãos é fator decisivo no trigo



O K-400 Full combina potássio e nitrogênio



O K-400 Full combina potássio e nitrogênio
O K-400 Full combina potássio e nitrogênio – Foto: Divulgação

Na fase final da cultura do trigo, o enchimento dos grãos se torna um fator decisivo para o sucesso da safra. Pensando nos desafios impostos por estresses hídricos e nutricionais, a Dimicron desenvolveu o fertilizante K-400 Full, uma solução formulada especificamente para otimizar essa etapa crítica da lavoura. Segundo informações divulgadas pela empresa, o produto reúne nutrientes essenciais e bioestimulantes capazes de aumentar a eficiência mesmo em solos e climas desfavoráveis.

O K-400 Full combina potássio e nitrogênio, fundamentais para a translocação de reservas; molibdênio, que potencializa o uso do nitrogênio; e extrato de algas, com ação carreadora e alta capacidade de absorção. A fórmula também apresenta elevada compatibilidade para misturas em tanque, facilitando a aplicação integrada com outros produtos.

Entre os benefícios destacados pela Dimicron, estão grãos mais pesados e uniformes, melhor qualidade e rendimento final, atividade fotossintética prolongada e eficiência nutricional mesmo sob estresse ambiental. O produto atua diretamente no enchimento e formação dos grãos, oferecendo suporte decisivo na fase de maior exigência da cultura do trigo.

Voltado para produtores que buscam alta performance, o K-400 Full se apresenta como uma ferramenta estratégica na reta final da safra, contribuindo para resultados mais consistentes e rentáveis, mesmo diante das incertezas climáticas. “Na fase final da cultura do trigo, todo detalhe conta — e o enchimento dos grãos é decisivo para o sucesso da produtividade. Mas, e quando o clima ou o solo não ajudam?? Fertilizante com macro e micronutrientes voltado para o enchimento e formação de grãos nas fases finais da cultura”, conclui.

 





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Pesquisador brasileiro irá cooperar na Etiópia



Miranda é engenheiro agrônomo pela Universidade Estadual de Londrina



Miranda é engenheiro agrônomo pela Universidade Estadual de Londrina
Miranda é engenheiro agrônomo pela Universidade Estadual de Londrina – Foto: India Water Portal

O pesquisador José Ednilson Miranda, da Embrapa algodão, foi selecionado para atuar no novo escritório de cooperação do Brasil em Adis Abeba, na Etiópia, a partir de agosto. Segundo a Embrapa, ele integrará uma equipe composta por profissionais da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A missão conjunta visa fortalecer as relações do Brasil com países africanos por meio da cooperação em ciência, tecnologia, inovação, saúde, meio ambiente e agricultura.

A criação do escritório foi resultado direto da visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Etiópia em fevereiro de 2024, marcando a retomada da política externa brasileira com foco na África e na promoção da cooperação sul-sul. Com cerca de 125 milhões de habitantes, a Etiópia é a segunda nação mais populosa do continente africano e uma das principais economias locais. Desde janeiro de 2024, também é membro do grupo BRICS e abriga, em sua capital, as sedes da União Africana e da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África.

Miranda é engenheiro agrônomo pela Universidade Estadual de Londrina, mestre e doutor pela Unesp, com 22 anos de atuação na Embrapa. Especialista em entomologia, tem experiência em manejo de pragas, controle biológico e plantas inseticidas. Entre 2009 e 2020, participou de projetos internacionais de cooperação agrícola em países como Mali, Moçambique, Tanzânia, Peru e Zimbabwe, com destaque para os projetos Cotton-4, +Algodón e Cotton Victoria. Sua nomeação reforça o protagonismo brasileiro em iniciativas de cooperação técnica internacional no setor agropecuário. A Embrapa Algodão trabalha no desenvolvimento de novos produtos, como sementes.

 





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