quinta-feira, março 26, 2026

Política & Agro

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Produção de milho do Zimbábue deve dobrar



As importações de milho devem recuar 300 mil toneladas



As importações de milho devem recuar 300 mil toneladas
As importações de milho devem recuar 300 mil toneladas – Foto: Leonardo Gottems

A produção de milho no Zimbábue deve mais que dobrar no ano comercial de 2025-26, impulsionada por condições climáticas mais favoráveis, segundo relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. A estimativa é de que a colheita alcance 1,3 milhão de toneladas, superando amplamente as 635 mil toneladas registradas no ciclo anterior, prejudicado pela seca. O FAS destacou que o desempenho desta safra foi favorecido por um padrão climático La Niña mais intenso na segunda metade do período produtivo.

Com a recuperação da produção, as importações de milho devem recuar 300 mil toneladas em comparação ao ano anterior, totalizando 1 milhão de toneladas em 2025-26. Apesar dessa redução, o volume segue elevado em termos históricos, já que a demanda doméstica é projetada em 2,2 milhões de toneladas, um acréscimo de 8% sobre o consumo de 2024-25. Grande parte das compras externas continuará vindo da África do Sul, que deverá ter cerca de 1,5 milhão de toneladas disponíveis para exportação nesse mesmo período.

Embora o milho seja o principal grão cultivado no Zimbábue, os agricultores locais enfrentam diversos obstáculos, ressalta o FAS. A produção é dominada por agricultores comunitários, responsáveis por 60% da área plantada, mas que respondem por menos de 40% do volume total, devido à baixa produtividade das lavouras.

Segundo o FAS, mais de 90% da produção depende exclusivamente das chuvas, já que o acesso a sistemas de irrigação ainda é muito limitado. Além disso, a capacidade de expansão da produção é contida por fatores macroeconômicos adversos e pelo alto custo de insumos, como combustível e fertilizantes, o que restringe a competitividade e a eficiência do setor agrícola do país.

 





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Soja e palma reagem a novas metas de biocombustíveis



No caso do óleo de soja, a reação veio com força



No caso do óleo de soja, a reação veio com força
No caso do óleo de soja, a reação veio com força – Foto: Divulgação

Impulsionado pela divulgação das metas oficiais para combustíveis renováveis nos Estados Unidos, o mercado de óleos vegetais encerrou a última semana em forte alta, segundo informações da StoneX. A proposta da Agência de Proteção Ambiental (EPA) definiu os Renewable Fuel Obligations (RVOs) para 2026 e 2027, animando investidores e elevando as cotações do óleo de soja e da palma.

No caso do óleo de soja, depois de uma semana de estabilidade, a reação veio com força na sexta-feira, dia da publicação do documento oficial. O contrato para julho de 2025 encerrou com valorização de 6,5%, cotado a US¢ 50,6 por libra-peso. Nesta segunda-feira (16), o movimento de alta se intensificou: o óleo de soja operava no final da manhã a cerca de US¢ 54,45/lb, representando um avanço de mais de 7% e atingindo o maior valor para o primeiro vencimento desde outubro de 2023.

Já o mercado de óleo de palma teve comportamento misto. Apesar de ter operado pressionado durante boa parte da semana, devido à confirmação de aumento na produção e nos estoques na Malásia, o produto foi beneficiado na sexta-feira pelas altas do petróleo, em meio à escalada do conflito entre Israel e Irã. Com isso, o óleo de palma reverteu parcialmente as perdas e fechou a semana com leve queda de apenas 0,2%, com o contrato de agosto de 2025 a USD 925,5 por tonelada.

Na madrugada desta segunda-feira, o óleo de palma acompanhou o rally do óleo de soja na CBOT e registrou alta expressiva de 4,6%. Analistas avaliam que a tendência de curto prazo deve seguir atrelada às expectativas para o mercado de energia e aos desdobramentos geopolíticos, além dos fundamentos de produção no Sudeste Asiático.

 





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Manchas brancas? Cuidado com o Oídio!



Os primeiros sinais do oídio costumam ser manchas esbranquiçadas



Os primeiros sinais do oídio costumam ser manchas esbranquiçadas com aspecto pulverulento
Os primeiros sinais do oídio costumam ser manchas esbranquiçadas com aspecto pulverulento – Foto: Nadia Borges

O oídio é considerado um inimigo silencioso da produtividade na cultura da soja, exigindo atenção redobrada dos produtores, segundo Isabella Rasteiro Góes, Assistente de Casa de Vegetação na TMG – Tropical Melhoramento & Genética. Essa doença fúngica, causada pelo Microsphaera diffusa, é frequente em lavouras expostas a clima seco e temperaturas amenas, entre 18°C e 28°C, associando-se a baixa umidade e alta densidade de plantas.

Os primeiros sinais do oídio costumam ser manchas esbranquiçadas com aspecto pulverulento, principalmente nas folhas mais velhas, conhecidas como baixeiras. Se não houver monitoramento e manejo adequado, essas lesões evoluem para desfolha precoce, redução do vigor da planta e comprometimento do enchimento dos grãos, resultando em perdas significativas na produtividade.

Para prevenir e combater o avanço da doença, Isabella destaca algumas práticas essenciais: utilizar cultivares com resistência genética ao fungo, adotar aplicações de fungicidas tanto preventivos quanto curativos e ajustar o espaçamento das plantas para garantir melhor ventilação na área. Além disso, o monitoramento frequente é indispensável para detectar precocemente os focos da doença e agir de forma eficaz.

Caso o oídio não seja controlado a tempo, os prejuízos podem comprometer o rendimento por planta e impactar diretamente a rentabilidade do produtor. Portanto, conhecer as condições favoráveis ao desenvolvimento do fungo e manter uma rotina de manejo integrado são estratégias fundamentais para preservar o potencial produtivo da lavoura de soja. As informações foram publicadas no LinkedIn.

 





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Novas opções de manejo chegam para algumas culturas



Os produtos atendem culturas de horticultura e café



Os produtos atendem culturas de horticultura e café
Os produtos atendem culturas de horticultura e café – Foto: Divulgação

A Sipcam Nichino Brasil anunciou novidades para o manejo de pragas e doenças em importantes cultivos de hortifrútis. Entre os destaques está o lançamento do fungicida Soleado®, que, segundo o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, chega com recomendações para combater pinta-preta, mofo-branco e phoma em culturas como batata, cebola, café, entre outras. A expectativa é que o produto seja lançado oficialmente nas próximas semanas.

A empresa também reforça a eficácia do Pulsor® 240 SC no controle da Rhizoctonia na batata, doença popularmente conhecida como ‘mancha-asfalto’. De acordo com Palazim, o fungicida apresenta ação preventiva e curativa, atuando em diferentes fases do fungo Rhizoctonia solani. Além da batata, o Pulsor® é registrado para uso em café, crisântemo e gramados, ampliando seu potencial de aplicação.

Outro destaque é o inseticida Ohkami®, que se consolidou como uma das principais ferramentas para o controle de pragas na tomaticultura, especialmente contra a traça-do-tomateiro (Tuta absoluta), tripes, mosca-minadora, ácaros e broca-pequena. O produto também vem sendo aplicado com sucesso em mais de 11 cultivos, incluindo brócolis, repolho, couve e couve-flor, onde mostra alta eficácia contra a traça-das-crucíferas, “praga conhecida dos produtores pelo registro de prejuízos em série, uma vez não controlada”.

Essas soluções estarão em evidência durante a Hortitec 2025, que ocorre de 25 a 27 de julho em Holambra (SP), reunindo cerca de 400 expositores e 30 mil visitantes. A participação reforça o compromisso da Sipcam Nichino em oferecer tecnologias de manejo integrado para elevar a produtividade e a sanidade das lavouras de hortifrútis no Brasil.

 





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Escalada geopolítica pressiona fertilizantes



Entre os fosfatados, o destaque fica para o MAP



Entre os fosfatados, o destaque fica para o MAP
Entre os fosfatados, o destaque fica para o MAP – Foto: Canva

De acordo com informações da StoneX, nos últimos dias a escalada do conflito no Oriente Médio provocou um expressivo aumento nos preços futuros da Ureia, gerando impacto direto no mercado de fertilizantes nitrogenados e fosfatados no Brasil. A região em conflito é um importante polo de produção e fornecimento desses insumos, o que eleva a preocupação dos investidores e compradores em todo o mundo, principalmente num momento em que o mercado já vinha demonstrando sinais de firmeza para os nitrogenados.

Entre os fosfatados, o destaque fica para o MAP (fosfato monoamônico), cujos preços CFR voltaram a registrar elevação. Mesmo com as relações de troca pouco favoráveis aos produtores agrícolas, ainda há demanda consistente pelo produto. A oferta restrita colabora para sustentar o movimento de alta, sinalizando possíveis desafios adicionais para quem precisa fechar compras a curto prazo.

Já no segmento de potássicos, o cenário se manteve mais estável nesta semana, com as cotações do cloreto de potássio (KCl) apresentando poucas oscilações. Esse equilíbrio contrasta com o comportamento mais volátil de nitrogenados e fosfatados, reforçando a necessidade de monitorar os fatores geopolíticos que podem alterar o ritmo de fornecimento global.

Assim, o momento exige cautela e atenção redobrada por parte dos agricultores e distribuidores de insumos, que devem avaliar com estratégia o melhor momento para realizar novas aquisições, levando em conta a combinação entre oferta restrita, demanda firme e a influência de fatores externos sobre os preços dos fertilizantes.

 





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Mercado físico do boi segue firme



Em contrapartida, o mercado futuro do boi gordo mostra uma dinâmica de baixa



Em contrapartida, o mercado futuro do boi gordo mostra uma dinâmica de baixa nos preços
Em contrapartida, o mercado futuro do boi gordo mostra uma dinâmica de baixa nos preços – Foto: Divulgação

Segundo informações da StoneX, os preços físicos do boi gordo seguem firmes em trajetória de valorização, contrastando com o recuo observado nos contratos futuros. No Mato Grosso, o valor da arroba avançou pelo segundo relatório consecutivo, passando de R\$ 314/@ para R\$ 319/@, acumulando alta de mais de R\$ 11/@ desde o início de junho. No Mato Grosso do Sul, os preços também registram elevação, atingindo R\$ 316/@ e superando São Paulo, onde a arroba é negociada a R\$ 315/@. Essa movimentação evidencia a força da demanda regional e o viés de alta no mercado físico.

No campo externo, as exportações brasileiras de carne bovina, embora menores que em abril, superaram o volume de maio de 2024, alcançando 218 mil toneladas. O resultado está em conformidade com a sazonalidade do setor, que tradicionalmente registra volumes mais robustos a partir de julho, acompanhando o aumento da oferta de animais terminados em confinamento e o incremento da demanda internacional.

Em contrapartida, o mercado futuro do boi gordo mostra uma dinâmica de baixa nos preços. Os contratos com vencimento em novembro de 2025 permanecem em torno de R\$ 343/@, mas os vencimentos anteriores, que iniciaram a semana na faixa dos R\$ 348/@, caíram para esse mesmo patamar. Essa pressão de baixa reflete ajustes do mercado frente ao cenário de oferta e expectativas com o consumo interno.

Apesar dessa retração nos preços futuros, o contexto ainda é favorável para os confinadores. A queda nos preços do milho, principal insumo da dieta do gado confinado, impulsionada pelas boas perspectivas para a colheita da safrinha, contribui para manter a rentabilidade e sustenta o interesse dos pecuaristas em intensificar o confinamento nos próximos meses.

 





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Estoques maiores pressionam preço do cacau



Outro elemento que pesou na retração dos preços foi a recuperação dos estoques



Outro elemento que pesou na retração dos preços foi a tendência de recuperação dos estoques
Outro elemento que pesou na retração dos preços foi a tendência de recuperação dos estoques – Foto: Pixabay

De acordo com informações da StoneX, entre os dias 6 e 13 de junho, os contratos futuros de cacau registraram queda nas bolsas internacionais. O mercado manteve uma postura de cautela em relação à disponibilidade global do produto, considerando a persistência de incertezas sobre os próximos indicadores de oferta e demanda que devem ser divulgados nos próximos meses.

Apesar das preocupações com a escassez em algumas regiões, relatos de chuvas mais favoráveis nos principais países produtores contribuíram para aliviar parte das tensões. Essas precipitações são essenciais para o desenvolvimento das lavouras, podendo melhorar a qualidade e o volume da safra, fatores que impactam diretamente as cotações.

Outro elemento que pesou na retração dos preços foi a tendência de recuperação dos estoques certificados nas bolsas internacionais. Nas últimas semanas, os estoques apresentaram sinais de reposição, o que reduz a pressão de alta sobre os contratos e traz mais segurança para os agentes do mercado.

Diante desse cenário, o mercado segue atento às condições climáticas e aos relatórios de colheita, que serão determinantes para a definição das próximas estratégias de compra e venda. A expectativa é de que o comportamento das chuvas e a evolução dos estoques continuem ditando o rumo dos preços do cacau no curto prazo.

“O movimento de baixa, por sua vez, parece ter sido influenciado por relatos de chuvas mais favoráveis nas principais regiões produtoras, bem como pela tendência de recuperação dos estoques certificados nas bolsas internacionais nas últimas semanas”, conclui.

 





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Brasil terá 2ª maior safra de milho da história


A safra de milho do Brasil para 2024-25 deverá ser a segunda maior da história do país, com projeção de 127 milhões de toneladas, segundo estudo de Joana Colussi, Gary Schnitkey e Nick Paulson, do Departamento de Economia Agrícola e do Consumidor da Universidade de Illinois. O volume supera o registrado no ano passado e as estimativas anteriores, impulsionado pelas chuvas favoráveis em abril e maio, que beneficiaram as principais regiões produtoras da segunda safra, responsável por 78% da colheita total. 

A previsão mais recente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que a produção total, somando as três safras, deve alcançar 126,87 milhões de toneladas — 10% a mais que na temporada passada. Consultorias privadas, porém, apontam uma produção ainda maior, podendo chegar a 137,16 milhões de toneladas. O aumento não é reflexo de uma expansão expressiva da área cultivada, que subiu apenas 1,5%, mas sim do rendimento recorde estimado em 5,96 toneladas (99,4 sacas) por hectare, favorecido pela boa saúde das lavouras de milho safrinha no Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

O milho de segunda safra, ou safrinha, mantém sua relevância como motor da produção nacional, com expectativa de alta de 11% na colheita, atingindo 99,79 milhões de toneladas.. Já a primeira safra, concentrada no Sul, recuou nos últimos anos devido à maior atratividade da soja no verão. A terceira safra, que representa parcela menor da produção, deverá ter ligeira queda, mas ainda mostra potencial de crescimento para atender à demanda no Norte e Nordeste.

Apesar da colheita robusta, as exportações de milho brasileiro devem cair cerca de 9% em 2025, impactadas pelo consumo crescente do setor de proteína animal e pelo avanço de novas usinas de etanol de milho, especialmente no Centro-Oeste. “A produção total de milho do Brasil, em suas três safras anuais, está a caminho de atingir o segundo maior volume da história do país, superando as expectativas iniciais”, conclui o estudo.

 





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“Quem entender isso vai liderar o agro”


O pedido de Recuperação Extrajudicial feito pela Lavoro Agro  representa, na análise de Julia Guerra, Especialista em Gestão de Riscos, Planejamento e Execução de Projetos, um movimento estratégico para proteger fornecedores, garantir o abastecimento do produtor e reorganizar a saúde financeira da empresa sem interromper suas operações. 

“Hoje, o mercado ainda digere o impacto. Amanhã, outros players vão repensar sua estrutura — ou serão tragados. A decisão da Lavoro Agro, foi estratégica: proteger fornecedores, manter o produtor abastecido e reorganizar sua saúde financeira sem paralisar a operação”, comenta.

O agro brasileiro, segundo ela, ainda operando com modelos de crédito e gestão herdados de cinco ou mais anos atrás, enfrenta hoje uma pressão inédita: custos de capital de giro elevados pela taxa real ainda alta, margens cada vez mais apertadas entre multinacionais, distribuidores e revendas, produtores mais tecnificados e, consequentemente, mais alavancados e expostos — além de um risco sistêmico na cadeia que continua subestimado.

Na avaliação de Julia, a atitude da Lavoro não é sinal de fraqueza, mas de inteligência adaptativa. Ao reconhecer que o jogo mudou, a empresa se antecipa a um cenário em que só sobreviverá quem entender as novas regras. Diante disso, instituições financeiras, seguradoras, resseguradoras, fundos, tradings e cooperativas precisam refletir se estão apenas financiando ou realmente gerenciando os riscos de uma cadeia que sustenta boa parte da economia brasileira. 

O agro que expande a 3% ao ano não pode mais operar com premissas de gestão e precificação do século passado. Para Julia Guerra, quem assimilar essa realidade mais rápido liderará a próxima década do agronegócio nacional.





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Selic sobe para 15% e atinge maior nível desde 2006, aponta Banco Central



A decisão unânime dos membros do comitê representa a sétima elevação




Foto: Pixabay

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou nesta quarta-feira (18) a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, fixando os juros básicos da economia brasileira em 15% ao ano. A decisão unânime dos membros do comitê representa a sétima elevação consecutiva da Selic e leva o índice ao seu maior patamar desde julho de 2006.

De acordo com o comunicado divulgado pelo Banco Central, a medida reflete a necessidade de manter o controle da inflação em um contexto internacional ainda incerto, especialmente em relação à política monetária dos Estados Unidos. As autoridades monetárias destacaram que o cenário externo mais volátil exige uma postura mais cautelosa de países emergentes como o Brasil.

Apesar do novo ajuste, o Copom sinalizou que o ciclo de alta dos juros pode estar próximo do fim. Segundo o comitê, caso as condições econômicas se mantenham estáveis, é possível que a taxa Selic seja mantida no próximo encontro, previsto para os próximos meses.

O comunicado oficial ressalta que, embora uma pausa esteja no radar, o comitê permanecerá atento aos desdobramentos econômicos.  A próxima reunião do Copom será decisiva para confirmar se, de fato, o Brasil entrará em um período de estabilidade na política monetária.





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