sexta-feira, março 27, 2026

Política & Agro

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Produção de folhosas avança com apoio do clima



Chuvas favorecem produção de folhosas no Rio Grande do Sul




Foto: Seane Lennon

A produção de hortaliças folhosas no Rio Grande do Sul segue beneficiada pelas condições climáticas, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (29) pela Emater/RS-Ascar. Em diversas regiões do estado, produtores relataram bom desempenho das lavouras, embora os preços de comercialização estejam pressionados pela oferta.

Na região de Erechim, o cultivo de alface tem ocorrido sem registro de pragas ou doenças. “As condições do tempo têm favorecido o desenvolvimento das folhosas, com relatos de qualidade e peso satisfatórios”, informou a Emater.

Em Bom Princípio, na região de Lajeado, a produção também apresenta bom desempenho, mas os produtores enfrentam dificuldades no escoamento. “Apesar da oferta estar positiva, o preço da dúzia de alface caiu para R$ 10,00, o que tem dificultado a comercialização”, destacou o boletim.

Na região de Frederico Westphalen, a produção de alface, rúcula, chicória, temperos e outras folhosas começa a se recuperar após um período de escassez no mercado. Os preços, segundo o informativo, giram em torno de R$ 2,50 por unidade.

Em Passo Fundo, as lavouras seguem com bom desenvolvimento e sanidade. O plantio de espécies típicas do outono já está em andamento. A unidade de alface ou rúcula tem sido comercializada a R$ 4,00, enquanto couve, agrião e condimentos têm preço médio de R$ 5,00 por molho.





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Safra de arroz encerra com pressão sobre orizicultor



Preço do arroz cai 1,01% no RS, aponta Emater




Foto: Pixabay

A colheita da safra de arroz 2023/2024 no Rio Grande do Sul está tecnicamente encerrada, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (29). As poucas áreas remanescentes, segundo o órgão, não possuem representatividade estatística suficiente para alterar os números consolidados da produção estadual.

O tempo seco registrado no início do período favoreceu a drenagem das lavouras e a incorporação da palhada. Com menos de um mês para o início do inverno e cerca de 100 dias para a próxima janela de plantio, os produtores das regiões Sul e Campanha acompanham com cautela o nível das barragens. Apesar das chuvas recentes, os volumes acumulados ainda são insuficientes para uma recuperação completa dos reservatórios nessas regiões.

Na Fronteira Oeste e Centro-Oeste, o cenário é mais favorável, com maior volume de precipitações contribuindo para a recuperação hídrica. A área cultivada para a safra 2024/2025 foi estimada em 970.194 hectares, com produtividade média prevista de 8.558 quilos por hectare, conforme os dados técnicos da Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa de Bagé, a colheita foi finalizada em todos os municípios da Campanha e da Fronteira Oeste, exceto em Itaqui. No município, restam cerca de 150 hectares semeados tardiamente, atualmente em fase de maturação. A Emater alerta que as fortes chuvas recentes podem comprometer ainda mais a produtividade nessas áreas.

A colheita também foi encerrada nas regiões de Pelotas, Soledade e Santa Maria. No mercado, o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar aponta que o preço médio da saca de 50 quilos de arroz recuou 1,01% em relação à semana anterior, passando de R$ 74,40 para R$ 73,65. Lotes com qualidade inferior, especialmente aqueles com percentual de grãos inteiros abaixo de 58%, não alcançam esse valor, o que tem gerado insatisfação entre os orizicultores.





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Sinais de maior oferta de café pesam sobre os preços e NY fecha com baixas…


Entrada das novas safras da Indonésia e do Brasil contribuiu para o recuo dos futuros em Londres

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Os preços do café encerram a sessão desta sexta-feira (16) registrando baixas de mais de 2% nas bolsas internacionais. 

Segundo informações da Reuters, os negociantes disseram que o mercado foi prejudicado pela ampla oferta, já que as safras de robusta estão sendo colhidas na Indonésia e no Brasil. “Os estoques de robusta monitorados pela ICE testemunharam uma recuperação, pressionando os preços”, disse um trader do Vietnã. 

De acordo com o Barchart, os estoques de robusta monitorados pela ICE atingiram o maior nível em 7 meses e meio nesta sexta-feira, com 4.890 lotes, e os estoques de arábica atingiram o maior nível em 3 meses, com 851.169 sacas. 

Boletim do Escritório Carvalhaes aponta que mesmo com as projeções mais otimistas sobre a produção brasileira de café em 2025, seguimos com um cenário tão apertado como o atual no novo ano-safra, que começará em julho. “Nossos estoques de passagem serão historicamente baixos, e os maiores números de produção lançados no mercado apontam para uma safra 2025 com tamanho próximo ao da atual. O equilíbrio precário entre produção e consumo global vai continuar no ano-safra 2025/2026”, destaca ainda o documento.

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Em Londres, o robusta fecha o dia registrando baixa de US$ 106 nos contratos de maio/25 e julho/25 negociado por US$ 4,816/tonelada e US$ 4,865/tonelada, um recuo de US$ 100 no valor de US$ 4,860/tonelada no de setembro/25, e uma queda de US$ 88 no valor de US$ 4,830/tonelada no de novembro/25.

O arábica encerra com baixa de 870 pontos no valor de 376,25 centa/lbp no vencimento de maio/25, uma perda de 935 pontos cotado por 365,65 cents/lbp no de julho/25, um recuo de 885 pontos no valor de 362,50 cents/lbp no de setembro/25, e uma queda de 805 pontos negociado por 357,50 cents/lbp no de dezembro/25.

Mercado Interno

Dados divulgados pela Safras & Mercado apontam que as vendas da safra 2024/25 alcançaram 97% da produção, ante 94% há um ano, conforme o fluxo dos negócios no mercado físico migra cada vez mais em direção à safra nova. As vendas de café da safra 2025/26 do Brasil seguem lentas, após um atraso na colheita, alcançando apenas 16% da produção prevista. 

Ainda de acordo de acordo com o acompanhamento semanal da Safras, até o último dia 13 de maio, a colheita da safra/25 no Brasil estava em 7%, o que representa um avanço de 5 pontos percentuais em relação à semana anterior, quando os trabalhos mal haviam começado. O ritmo está atrasado em comparação ao mesmo período do ano passado e também abaixo da média das últimas cinco safras, ambas com 10% da produção colhida até esta data.

“As chuvas têm prejudicado os trabalhos, especialmente nas áreas de conilon/robusta do Espírito Santo, Bahia e a Rondônia, assim como em parte da região de arábica das Matas de Minas. A decisão de alguns produtores de adiar o início da colheita, aguardando uma melhor maturação dos frutos ou a diminuição da umidade, também contribui para o andamento mais moroso das atividades”, destacou o consultor de Safras, Gil Barabach.

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Nas áreas monitoradas pelo Notícias Agrícolas as variações acompanharam as baixas da bolsa de NY, e o Café Arábica Tipo 6 registra recuo de 2,31% em Franca/SP no valor de R$ 2.540,00/saca, uma perda de 2,36% em Varginha/MG negociado por R$ 2.480,00/saca, e uma queda de 2,67% em Araguai/MG no valor de R$ 2.550,00/saca. Já o Cereja Descascado encerra com a desvalorização de 3,07% em Varginha/MG no valor de R$ 2.530,00/saca, e um recuo de 1,16% em Guaxupé/MG cotado por R$ 2.563,00/saca.

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Damping-off exige controle desde o plantio do algodão



Manejo reduz risco de tombamento em lavouras de algodão


Foto: Canva

A doença conhecida como Damping-off, também chamada de mela ou tombamento, representa um desafio para a cotonicultura brasileira. Segundo a engenheira agrônoma Gressa Chinelato, em artigo publicado no Blog da Aegro, o problema afeta as plântulas do algodoeiro, provocando o tombamento das plantas ainda nas fases pré e pós-emergência. Esse processo leva à morte das mudas e compromete o estande final da lavoura.

A doença tem origem em diferentes patógenos, sendo os mais recorrentes Rhizoctonia solani e Colletotrichum gossypii, com ampla distribuição nas regiões produtoras do país. “Trata-se de um problema recorrente nas lavouras de algodão e que pode comprometer o desenvolvimento inicial das plantas”, explica Chinelato.

As condições ambientais desempenham papel decisivo no desenvolvimento do Damping-off. A combinação de alta umidade e temperaturas entre 18°C e 30°C favorece a proliferação dos fungos. “As sementes contaminadas funcionam como principal fonte de inóculo da doença, o que torna o manejo adequado essencial desde a semeadura”, destaca a agrônoma.

Para conter o avanço da doença, algumas práticas são recomendadas. Chinelato ressalta a importância de utilizar sementes sadias, quimicamente deslintadas e tratadas com fungicidas. Além disso, é fundamental garantir o espaçamento adequado entre as plantas e adotar a rotação de culturas como estratégia preventiva.

A presença do Damping-off nas lavouras pode resultar em prejuízos econômicos diretos, com a necessidade de replantio e redução no potencial produtivo. Por isso, medidas preventivas devem fazer parte do planejamento das áreas de algodão.





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Chuva segura colheita inicial do milho em Mato Grosso



Colheita do milho começa com atraso em Mato Grosso




Foto: Canva

A colheita do milho foi oficialmente iniciada em Mato Grosso no dia 16 de maio, segundo informou o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), em boletim divulgado na segunda-feira (27). Até o dia 23, o avanço das máquinas no campo atingiu 0,31% da área estimada para a safra atual.

Esse percentual representa um atraso de 1,63 ponto percentual em comparação com o mesmo período do ano passado e de 0,66 ponto em relação à média dos últimos cinco anos. Apesar do início mais lento, o Imea considera que esse volume ainda não compromete o potencial da colheita do estado.

“O percentual colhido ainda é pequeno e não interfere nas projeções de produção. A expectativa permanece positiva”, afirmou o instituto. De acordo com os analistas, o desenvolvimento das lavouras segue dentro do previsto, favorecido pela manutenção dos volumes de chuva em boa parte das regiões produtoras até meados de maio.

O Imea também observa que, nas próximas semanas, os modelos meteorológicos já apontam para uma redução nas chuvas, comportamento considerado típico para o período em Mato Grosso. A tendência de tempo mais seco deve acelerar o ritmo da colheita à medida que as lavouras avancem para a maturação e a umidade do solo diminua.

Ainda segundo o instituto, as atenções do setor se voltam agora para o desempenho das lavouras. “A expectativa é de que a produção supere a registrada no ciclo anterior”, informou o Imea, ao destacar que os rendimentos serão monitorados de perto nas próximas semanas.





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Queda no crédito reduz área de trigo


A ampliação das regiões aptas ao cultivo do trigo no Rio Grande do Sul, autorizada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) a partir de 21 de maio, impulsionou a semeadura no estado, conforme informou a Emater/RS-Ascar em boletim divulgado nesta quinta-feira (29). A medida resultou no aumento do número de propriedades envolvidas e na intensificação das atividades de plantio até o dia 24, quando as chuvas interromperam temporariamente os trabalhos no campo.

Segundo o boletim, os produtores devem retomar a semeadura assim que as condições de umidade do solo permitirem a operação mecanizada. Antes da paralisação, houve maior movimentação na dessecação das áreas destinadas à cultura, com aplicação de herbicidas sistêmicos voltados ao controle de plantas daninhas e resíduos da safra anterior. As lavouras já implantadas estão em fase de emergência, com germinação e vigor inicial considerados adequados.

Apesar do avanço inicial, a definição da área total a ser cultivada segue incerta. De acordo com a Emater, fatores como os prejuízos registrados na última safra de soja e a consequente descapitalização dos produtores têm influenciado na decisão sobre o plantio. “Os custos de financiamento e do seguro agrícola seguem elevados, o que limita o acesso ao crédito”, informou a entidade.

Dados do Banco Central apontam uma redução nas operações de custeio da cultura. Em maio de 2024, foram financiados cerca de 770 mil hectares. Já em 2025, esse número caiu para aproximadamente 380 mil hectares, uma retração de 50%. Embora novas contratações ainda possam ocorrer, a Emater considera o volume atual representativo, uma vez que, no ano passado, cerca de 90% das operações já estavam efetivadas até o fim de maio.

Diante da restrição ao crédito, parte dos produtores deve recorrer à utilização de sementes salvas, combinadas com redução no uso de fertilizantes, especialmente NPK e fontes nitrogenadas. Essa estratégia, segundo a Emater, pode comprometer o desempenho das lavouras. “A adoção de insumos menos tecnológicos tende a impactar negativamente o potencial produtivo”, alertou o órgão técnico.

Na safra de 2024, o Rio Grande do Sul cultivou 1.331.013 hectares de trigo, com produtividade média de 2.781 kg/ha, conforme dados do IBGE. A Emater/RS-Ascar está finalizando o levantamento de intenção de plantio e as estimativas de produtividade para a safra 2025, que devem ser divulgados nas próximas semanas.





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Cotações do boi gordo e do “boi China” recuam em São Paulo


De acordo com dados do informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria, o mercado físico do boi gordo registrou recuo nos preços em São Paulo, com a cotação da arroba caindo R$ 2,00. O valor pago pelo chamado “boi China” também apresentou queda, de R$ 1,00 por arroba. As informações são da consultoria Scot Consultoria, que apontou a manutenção da pressão vendedora e o ritmo lento de escoamento da carne como fatores que limitaram o fôlego da arroba.

“Os frigoríficos seguem evitando alongar as escalas de abate, já que o consumo está fraco”, informou a consultoria. Apesar disso, a oferta de animais prontos para o abate segue elevada, com escalas programadas, em média, para sete dias. Para as categorias vaca e novilha, os preços se mantiveram estáveis no estado paulista.

Em Santa Catarina, o avanço da entressafra de capim reduziu a disponibilidade de pastagens, o que elevou a oferta de bovinos. Ainda assim, o mercado permaneceu estável, sem alterações nas cotações em nenhuma das categorias monitoradas. Segundo a Scot Consultoria, a oferta tem sido suficiente para atender à demanda, sem gerar pressão nos preços.

No Rio Grande do Sul, a situação variou entre as regiões. No Oeste do estado, o preço do boi gordo permaneceu estável, enquanto a cotação da vaca caiu R$ 0,05 por quilo e a da novilha teve recuo de R$ 0,10 por quilo. Já na região de Pelotas, os preços do boi gordo e da vaca não apresentaram variação, com a novilha registrando queda de R$ 0,05 por quilo.

A consultoria avalia que, com o consumo interno contido e a oferta de animais relativamente firme, o mercado segue atento ao comportamento da demanda nos próximos dias para definir os rumos das cotações.





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Irregularidade de chuvas limita cultura da mandioca



Produtividade da mandioca é afetada por falta de chuva




Foto: Canva

A produção de mandioca na região de Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, enfrenta dificuldades devido à irregularidade das chuvas. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (29), a cultura, voltada principalmente ao consumo humano, produção de polvilho e alimentação animal, apresentou produtividade de 15.417 quilos por hectare.

A escassez de precipitações tem limitado o acúmulo de reservas nas plantas, o que compromete o desempenho das lavouras. Segundo a Emater/RS-Ascar, “a colheita segue sendo realizada com foco no consumo familiar e na comercialização local”. Os preços da mandioca variam entre R$ 3,00 e R$ 4,00 por quilo in natura, e entre R$ 5,00 e R$ 10,00 por quilo quando descascada e embalada.

Além do impacto climático, produtores também enfrentam alta incidência de pragas, como mosca-branca e percevejo-de-renda, que causam danos às folhas. “Recomenda-se o monitoramento constante das lavouras e, quando necessário, o uso de caldas protetoras ou defensivos químicos adequados”, orienta o boletim da Emater.

A entidade segue acompanhando as condições da cultura e reforça a importância da adoção de práticas de manejo para mitigar os efeitos das adversidades climáticas e fitossanitárias. 





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Exportações de mel crescem no 1º quadrimestre


As exportações brasileiras de mel “in natura” registraram alta no primeiro quadrimestre de 2025, segundo dados da Agrostat Brasil divulgados no Boletim de Conjuntura Agropecuária da última quinta-feira (29), elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Entre janeiro e abril, o Brasil exportou 11.901 toneladas do produto, o que representa um aumento de 8,2% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram embarcadas 11.000 toneladas.

A receita cambial obtida no período foi de US$ 37,431 milhões, um crescimento de 34,9% em comparação aos US$ 27,740 milhões registrados no ano anterior. O preço médio por tonelada subiu 24,7%, passando de US$ 2.521,83 para US$ 3.145,23 – o equivalente a US$ 3,15 por quilo.

No recorte estadual, Minas Gerais liderou as exportações com 2.991 toneladas embarcadas, gerando receita de US$ 9,504 milhões. O Paraná manteve-se na segunda posição, com 2.409 toneladas e receita de US$ 7,774 milhões. “O Paraná apresentou crescimento expressivo de 129,6% em volume exportado e de 201,8% em receita”, destacaram os analistas do Deral.

Na sequência, aparecem o Piauí, com 1.843 toneladas e receita de US$ 5,487 milhões; Santa Catarina, com 1.317 toneladas e US$ 4,025 milhões; e São Paulo, com 1.115 toneladas e receita de US$ 5,572 milhões.

O principal destino do mel brasileiro continua sendo os Estados Unidos, que absorveram 83,1% do volume total exportado, o equivalente a 9.889 toneladas, com receita de US$ 31,023 milhões. No mesmo período de 2024, o país havia importado 9.600 toneladas, ao custo de US$ 23,093 milhões.

Além dos EUA, outros mercados relevantes foram Canadá (950 toneladas e US$ 3,017 milhões), Alemanha (421 toneladas e US$ 1,308 milhão), Reino Unido (268 toneladas e US$ 794 mil), Países Baixos (200 toneladas e US$ 624 mil) e Austrália (40,6 toneladas e US$ 98,9 mil).





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Escassez hídrica compromete batata em Passo Fundo



Qualidade da batata pode cair




Foto: Pixabay

As lavouras de batata safrinha na região administrativa de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, enfrentam dificuldades causadas pela escassez de chuvas desde o plantio. A informação foi divulgada no Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar na quinta-feira (29).

De acordo com os técnicos da entidade, as plantas estão em fase de desenvolvimento vegetativo e formação de tubérculos, mas a falta de precipitações regulares e as limitações para irrigação têm comprometido o ciclo da cultura. “Essas condições devem impactar negativamente tanto na produtividade quanto na qualidade do produto”, avaliou a equipe da Emater/RS-Ascar.

A colheita está prevista para a segunda quinzena de maio, quando será possível mensurar os efeitos da estiagem sobre o rendimento das lavouras. No mercado local, o saco de 50 quilos da batata, seja do tipo rosa ou branca, está sendo vendido a R$ 60,00.





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