domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

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Expectativa de aumento na safra de feijão no Brasil


Paraná tem participação fundamental para aumento da safra no país





Foto: Canva

De acordo com a análse do Boletim de Conjuntura Agropecuária desenvolvido pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a expectativa para a safra de feijão no Brasil no ciclo 2024/25 é de um leve aumento na produção, que deve passar de 3,26 para 3,28 milhões de toneladas, de acordo com dados preliminares da Conab. Esse crescimento está atrelado a um aumento de 1,2% na área plantada, que deve subir de 2,857 milhões para 2,891 milhões de hectares.

O Paraná desempenha um papel fundamental nesse cenário, com um incremento superior a 23 mil hectares na primeira safra, representando mais da metade do aumento esperado em todo o Brasil. No entanto, a Conab também prevê uma redução de 1,4% na área destinada à segunda safra. Embora não haja dados específicos sobre os estados, a entidade aponta que o Paraná deve influenciar essa diminuição.

O plantio da segunda safra, que ocorre majoritariamente no primeiro trimestre de 2025, poderá ser afetado pelos resultados da primeira safra, que já está 16% plantada e deve ser colhida em grande parte até janeiro de 2025. As chuvas registradas nesta semana são favoráveis, reforçando a expectativa de um volume de 251 mil toneladas. Contudo, mais chuvas serão necessárias para garantir esse potencial, especialmente considerando a possibilidade de formação do fenômeno La Niña.

No que diz respeito aos preços, novas altas foram observadas. Atacadistas estão oferecendo, em média, R$ 320,99 pela saca de feijão preto, um aumento de 10% em relação ao final de agosto. O feijão carioca também valorizou, subindo 6% e alcançando R$ 198,62. Esses preços mais altos, especialmente do feijão preto, podem incentivar uma revisão na intenção de plantio, elevando os patamares além dos 131 mil hectares projetados anteriormente.





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Produção americana pode pressionar preços da soja


Fim do vazio sanitário em todo o estado do Paraná





Foto: USDA

De acordo com a análse do Boletim de Conjuntura Agropecuária desenvolvido pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), as chuvas registradas no último final de semana proporcionaram um leve avanço no plantio de soja, que já atingiu pouco mais de 30 mil hectares, representando apenas 0,52% da área total estimada em 5,8 milhões de hectares. Com a umidade do solo recomposta e o fim do vazio sanitário em todo o estado do Paraná previsto para esta semana, espera-se um salto significativo nas áreas plantadas no próximo relatório semanal do Deral.

No cenário internacional, o relatório do USDA indica que a colheita de soja nos Estados Unidos, segundo maior produtor mundial da oleaginosa, avançou para 6% da área estimada de quase 35 milhões de hectares.

A produção americana é projetada em 124 milhões de toneladas. A entrada da soja americana no mercado sinaliza o fim do período de entressafra, o que pode resultar em maior pressão sobre os preços da commodity.





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preços sobem com baixa oferta e tempo seco


Pastagens comprometidas pelo período de inverno





Foto: Canva

Segundo com a análse do Boletim de Conjuntura Agropecuária desenvolvido pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o mercado do boi gordo apresenta um cenário de alta, com a cotação atingindo R$ 257,05 a arroba, acumulando um aumento de 7,22% ao longo do mês, segundo dados do Cepea. O tempo seco tem contribuído para a diminuição da oferta de animais terminados, impulsionando os preços.

No Paraná, as principais regiões produtoras de gado de corte enfrentam uma situação semelhante, com pastagens comprometidas pelo período de inverno e sem a recuperação esperada devido à baixa incidência de chuvas nas últimas semanas.

No atacado paranaense, os preços do dianteiro e traseiro bovinos também estão em ascensão. Após encerrarem agosto com médias de R$ 13,93 e R$ 21,10, respectivamente, representando altas de 1,53% e 2,25% em relação ao mês anterior, a última pesquisa realizada pelo Deral, entre 9 e 13 de setembro, registrou novos aumentos, com o dianteiro alcançando R$ 14,03 e o traseiro R$ 21,27.





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Semeadura de milho silagem avança no Rio Grande do Sul


Expectativa de 357.311 hectares plantados





Foto: Canva

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (19), a semeadura da cultura do milho silagem está em pleno andamento no Rio Grande do Sul, favorecida pelo teor de umidade adequado do solo, que tem contribuído para a germinação e o crescimento vegetativo inicial. Para a safra 2024/2025, estão previstos 357.311 hectares de área cultivada, com uma produtividade estimada em 38.440 kg por hectare.

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Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Erechim, a semeadura das lavouras destinadas à silagem já alcançou 90% da área prevista, e as atividades de controle de plantas daninhas estão em andamento.

Já na região de Frederico Westphalen, a semeadura atingiu 80% da área planejada, com os produtores monitorando a ocorrência de cigarrinha-do-milho, uma praga que pode impactar a produtividade.





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Condições meteorológicas afetam pastagens de aveia e azevém


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (19), na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as condições climáticas têm sido desfavoráveis ao desenvolvimento das pastagens de aveia e azevém, principalmente devido à baixa disponibilidade de radiação solar. Na Campanha, o excesso de umidade em solos argilosos limita a taxa de crescimento das plantas. Mesmo o azevém, que é mais tolerante a solos úmidos, está apresentando desenvolvimento abaixo do esperado neste período de transição entre o inverno e a primavera.

Por outro lado, na Fronteira Oeste, em Manoel Viana, as temperaturas em elevação e a ocorrência de chuvas moderadas têm beneficiado as pastagens, permitindo a aplicação eficaz de fertilizantes nitrogenados. Na região de Caxias do Sul, a umidade do solo e temperaturas amenas estão favorecendo o desenvolvimento das forrageiras, embora a intensidade da fumaça tenha prejudicado a luminosidade.

Em Erechim, o aumento das temperaturas e da luminosidade contribuiu para o rebrote das pastagens e a melhora na oferta de massa verde. Em Frederico Westphalen, as pastagens de inverno estão no final do ciclo, enquanto as pastagens perenes de verão brotaram significativamente. Na região de Ijuí, a produção de forrageiras está em declínio devido ao término do ciclo e à diminuição da umidade.

Na de Pelotas, o desenvolvimento das pastagens nativas está lento, com algumas áreas apresentando melhor crescimento do azevém. Na região de Passo Fundo, a taxa de crescimento das pastagens é considerada boa, com adubações em cobertura sendo realizadas, embora a baixa umidade tenha limitado a aplicação de nitrogênio em algumas áreas.

Em Porto Alegre, o campo nativo recupera sua capacidade de carga, mas a pressão de pastejo nas pastagens anuais continua alta. Por fim, na região de Santa Rosa, o campo nativo não apresentou crescimento expressivo devido à baixa luminosidade, e as pastagens anuais de inverno estão se aproximando do fim do ciclo, com a floração de aveia e azevém. A necessidade de chuvas consistentes é evidente para a aplicação de fertilizantes nitrogenados nas pastagens perenes.





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Lentidão no mercado da soja


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, os negócios seguem travados e com preços em queda, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “No porto, foram vistos preços a R$ 138,00 para entrega em outubro, e pagamento em 15/10. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00 Cruz Alta – Pagamento em 15/10. R$ 130,50 Passo Fundo – Pagamento em 15/10. R$ 130,00 Ijuí –Pagamento em 15/10”, comenta.

Enquanto isso, o começo de semana segue lento no estado de Santa Catarina. “Assim como nas demais regiões do Brasil, os preços no estado apresentaram queda, em linha com a seguida desvalorização do dólar. A parte central do estado ainda aguarda condições melhores para iniciar o planto. Segundo a Cooperativa Copérdia, a região de Mafra deve plantar 10 mil hectares ante 7 mil do ano anterior. O preço no porto foi de R$ 126,00, Chapecó a R$ 117,00”, completa.

O estado do Paraná manteve a média dos preços, mas não realizou negócios. “O estado teve uma das menores reduções de preço ao longo do dia, mas os negócios ainda são pontuais. No oeste do Paraná, compradores ofereciam entre R$ 132 e R$ 134 por saca, para retirada em setembro e pagamento no fim de outubro, valores inalterados desde sexta, mas abaixo dos R$ 140 do fim da semana passada. Vendedores aguardavam preços mais altos. No Porto de Paranaguá (PR), havia acordos por R$ 140 a R$ 142/saca CIF, para entrega em setembro e pagamento em outubro”, indica.

No Mato Grosso do Sul, com o fim do vazio sanitário, o agricultor ainda espera as chuvas para o plantio e apenas regiões com irrigação estão começando os trabalhos. Os preços foram os seguintes: Dourados R$ 129,00. Campo Grande: R$ 129,00. Maracaju: R$ 128,00. Chapadão do Sul: R$ 127,00. Sidrolândia: R$ 127,00”, informa. No estado vizinho de Mato Grosso, os preços praticados são os seguintes: em Campo Verde, R$ 126,80; em Lucas do Rio Verde, R$ 122,90; em Nova Mutum, R$ 123,40; em Primavera do Leste, R$ 127,20; em Rondonópolis, R$ 129,00; e em Sorriso, R$ 122,50.
 





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Taxas futuras caem no Brasil após Powell defender corte de juros nos EUA


Logotipo Reuters

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – Após o forte avanço da véspera, as taxas dos DIs fecharam a sexta-feira em queda firme no Brasil, em especial entre os contratos longos, em sintonia com a baixa dos rendimentos dos Treasuries após o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, defender o início dos cortes de juros nos EUA em setembro.

Entre os contratos de curtíssimo prazo, o recuo das taxas futuras foi mais modesto, com a curva a termo brasileira ainda precificando alta da Selic no próximo mês.

No fim da tarde a taxa do DI para janeiro de 2025 — que reflete a política monetária no curtíssimo prazo — estava em 10,82%, ante 10,855% do ajuste anterior.

Já a taxa do DI para janeiro de 2026 estava em 11,48%, ante 11,617% do ajuste anterior, enquanto a taxa para janeiro de 2027 estava em 11,47%, ante 11,627%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2031 estava em 11,58%, ante 11,702%, e o contrato para janeiro de 2033 tinha taxa de 11,56%, ante 11,671%.

Principal evento da semana, a participação de Powell no simpósio de Jackson Hole entregou o que o mercado esperava: indicações claras sobre o que o Fed caminha para fazer na política monetária.

Powell defendeu pela manhã que “chegou a hora” de o Fed cortar sua taxa de juros, uma vez que os riscos crescentes para o mercado de trabalho não deixam espaço para mais fraqueza e a inflação está a caminho de alcançar a meta de 2%. Na prática, foi um apoio explícito ao afrouxamento da política monetária.

“Os riscos de alta para a inflação diminuíram. E os riscos de queda para o emprego aumentaram”, disse Powell. “Chegou a hora de ajustar a política. A direção a ser seguida é clara, e o momento e o ritmo dos cortes nos juros dependerão dos dados que chegarem, da evolução das perspectivas e do equilíbrio dos riscos.”

A reação dos mercados globais à fala de Powell foi positiva, com investidores buscando ativos de maior risco, ainda que haja dúvidas sobre a magnitude do primeiro corte: 25 ou 50 pontos-base.

As ações em Wall Street avançaram, enquanto os yields dos Treasuries e o dólar despencaram. No Brasil, as taxas dos DIs acompanharam o movimento, chegando a cair 20 pontos-base no vértice para janeiro de 2027 durante o dia.

“Setembro marcará o início de um novo capítulo no combate à inflação pós-pandêmica. Mas se o afrouxamento está dado nos EUA, por aqui estamos discutindo a possibilidade de novos apertos”, disse Danilo Igliori, economista-chefe da Nomad, em comentário enviado a clientes.

“Acredito que podemos inferir que as chances de um aumento da Selic já em setembro perdem força se o corte de juros nos EUA for 0,5 (ponto percentual). Por outro lado, se for mesmo 0,25, pode ficar difícil evitar (a alta da Selic).”

Apesar da leve queda nesta sexta-feira, as taxas mais curtas da curva brasileira seguiam precificando alta de 25 pontos-base da Selic em setembro. Essa perspectiva ainda era em grande parte reflexo das declarações mais recentes de autoridades do BC, em especial do diretor de Política Monetária, Gabriel Galípolo.

Na quinta-feira, ele negou que a autarquia esteja em um “corner” em relação ao que será feito com a Selic em setembro, mas disse que “ter que subir juros é situação cotidiana para quem está no BC”.

Com as declarações, a curva precificou na véspera 100% de probabilidade de alta de 25 pontos-base da Selic em setembro. Perto do fechamento desta sexta-feira, a precificação estava em 90% para corte de 25 pontos-base, contra 10% para manutenção da taxa em 10,50%.

No exterior, às 16h36 o rendimento do Treasury de dez anos –referência global para decisões de investimento– caía 6 pontos-base, a 3,805%.





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Centro-Norte segue com tempo seco, mas chuvas são esperadas para a virada do mês


Uso do plantio direto com cobertura vegetal será essencial





Foto: Divulgação

Enquanto a frente fria atua no Sul e Sudeste, o Centro-Norte do Brasil segue com condições de tempo seco neste final de semana, conforme a previsão do meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues. Embora algumas instabilidades tenham começado a ocorrer de forma irregular e passageira no sul de Mato Grosso e Goiás, a perspectiva para a maior parte dessa região é de pouca ou nenhuma chuva.

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Rodrigues também ressalta que as chuvas que ocorrem no Centro-Norte são pontuais, mas, em alguns casos, os volumes registrados podem ser expressivos. Para a virada do mês, no entanto, o meteorologista prevê uma mudança nas condições climáticas, com chuvas mais consistentes aparecendo nas projeções para o Mato Grosso, Goiás e parte do Centro-Oeste, o que deve beneficiar o início do plantio da safra de soja.

Ele reforça que, para conservar a umidade do solo, o uso do plantio direto com cobertura vegetal será essencial, especialmente nos últimos 10 dias de setembro, quando a chuva deve se intensificar na região.





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Milho sobe na B3 e cai em Chicago


O milho registrou alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), motivado por uma expectativa de mais negócios na próxima entressafra que ocasionou viradas de contratos, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O encerramento do contrato setembro/24, em consonância com a expectativa de números mais robustos de exportação para os meses da entressafra, fizeram com que os contratos fechassem o dia com ganhos de até 0,95%”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em alta no dia: o vencimento de novembro/24 foi de R$ 66,88 apresentando alta de R$ 0,52 no dia, baixa de R$ 0,41 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 69,33, alta de R$ 0,34 no dia, baixa de R$ 0,96 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 70,74, baixa de R$ 0,17 no dia e alta de R$ 2,02 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em baixa com avanço atual da colheita norte-americana. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -1,70 % ou $ -7,00 cents/bushel a $ 405,75. A cotação para março25, fechou em alta de -1,51 % ou $ -6,50 cents/bushel a a $ 424,25”, indica.

“O avanço da abundante safra americana está pressionando as cotações do cereal. O produtor americano também está aproveitando as recentes altas para se capitalizar e aumentando a oferta de grãos no mercado. As vendas semanais americanas, apesar de 27% acima da semana anterior, ficaram perto do faixa mínima esperada pelo mercado. No acumulado da safra 24/25 as vendas estão em um ritmo menor que do ano anterior”, finaliza.
 





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Dez cidades do Norte e Centro-Oeste respondem por 20% das queimadas


Dez cidades das regiões Norte e Centro-Oeste respondem por 20,5% das queimadas que atingem o país desde o início do ano, segundo levantamento do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). 

Localizadas nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia, estes municípios concentram 39.247 pontos de incêndio dos 190.943 focos registrados em todo o Brasil, de 1º de janeiro até essa quarta-feira (18).

A cidade com o maior número de queimadas é São Félix do Xingu, no Pará, com 6.474 focos. Em segundo lugar, aparece Altamira, no mesmo estado, com 5.250 queimadas. Na sequência, estão: Corumbá (MS), 4.736 focos; Novo Progresso (PA), 4.598; Apuí (AM), 4.308; Lábrea (AM), 3.723; Itaituba (PA), 2.973; Porto Velho (RO), 2.710; Colniza (MT), 2.277; e Novo Aripuanã (AM), 2.198 focos de incêndio.

Membro do Grupo Estratégico da Grupo Estratégico da Coalizão Brasil Clima, Beto Mesquita, alerta para o fato de nove das cidades estarem na Amazônia, com exceção do município de Corumbá, localizado no Pantanal. “Por mais que tenha ocorrido muito incêndio no Cerrado, quando percebemos os focos de calor, notamos que eles continuam muito concentrados na Amazônia”, diz.

De acordo com ele, sete das dez cidades com mais queimadas também estão na lista dos municípios que mais desmataram em 2023, de acordo com dados do Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes), do Inpe. São elas: Altamira, Corumbá, São Félix do Xingu, Porto Velho, Apuí, Lábrea e Colniza.

 “Os incêndios são os novos vetores de destruição, talvez, tentando escapar dos sensores remotos que detectam o desmatamento. Com isso, quando se abrem áreas, há maior dificuldade de detectar extração, por exemplo, de madeiras de valor mais nobre. É um desafio para os governos federal e estaduais, que precisam entender melhor estas dinâmicas para se prepararem com as estratégias mais adequadas de combate, fiscalização e preservação”, avalia o especialista. 

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (19) que seis estados da Amazônia expliquem as razões para concentração de 85% dos focos de queimadas em apenas 20 municípios da região. A manifestação deverá ser enviada no prazo de 30 dias. 





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