sábado, abril 25, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Soja fecha semana em baixa em Chicago


De acordo com a TF Agroeconômica, a soja negociada na Chicago Board of Trade (CBOT) fechou a semana em baixa, influenciada por condições climáticas favoráveis para a colheita nos Estados Unidos. O contrato de soja para novembro de 2024, que serve de referência para a safra brasileira, registrou queda de -0,79%, ou -8,25 cents/bushel, encerrando a $1037,75. Já o contrato para janeiro de 2025 recuou -0,80%, ou -8,50 cents/bushel, finalizando a $1056,00. O farelo de soja para dezembro teve baixa de -0,60%, ou $-2,0 por tonelada curta, a $330,5, enquanto o óleo de soja para dezembro caiu -1,26%, ou -$0,56/libra-peso, fechando em $43,97.

A análise do movimento de baixa destaca que a realização de lucros por parte dos fundos de investimentos e o clima favorável à colheita nos EUA pressionaram as cotações. Além disso, a previsão de chuvas no Centro-Oeste do Brasil contribuiu para essa tendência de queda. Outro fator foi o recuo do óleo de soja, influenciado pelos altos estoques de óleo de palma na Malásia, que atingiram o maior nível em oito meses.

Com a grande colheita americana consolidada e pressionando os preços, o mercado agora volta sua atenção para o plantio e as condições climáticas no Brasil, que podem impactar as cotações nas próximas semanas. No acumulado semanal, a soja em Chicago registrou queda de -2,63%, ou -28,00 cents/bushel, o farelo de soja recuou -3,95%, ou -$13,6 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja teve alta de 4,41%, ou $1,86 por libra/tonelada. Essas variações refletem um cenário de incerteza, com o mercado acompanhando de perto as condições climáticas e as estratégias de plantio no Brasil para os próximos meses.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Negócios da soja foram raros


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, mesmo com bons preços, os negócios foram raros ao longo da semana, segundo informações da TF Agroeconômica. “Poucos negócios reportados, apesar de ainda haver bons preços aos produtores e comerciantes. R$ 142,50 para entrega em outubro, e pagamento 30/10, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,50 Cruz Alta – Pagamento em 30/10. R$ 134,50 Passo Fundo – Pagamento em 30/10”, comenta.

Os preços sobem em Santa Catarina, mas os negócios ainda são pontuais. “As cotações voltaram a subir no estado. No entanto as negociações são pontuais, visto a dificuldade de achar soja na mão de agricultores dispostos a venderem. O preço no porto foi de R$ 140,00, Chapecó a R$ 120,00”, completa.

Com melhores preços no Paraná, o volume negociado aumentou no estado. “Na região de Campos Gerais, os preços da soja subiram R$ 4 ao longo da semana, impulsionados pelo câmbio, com indicações de R$ 133 por saca FOB, com entrega imediata e pagamento em 30 dias; e entre R$ 142 e R$ 144 por saca CIF para entrega imediata, com pagamentos escalonados até dezembro. Foram realizados alguns contratos”, indica.

No Mato Grosso do Sul não registramos muitos negócios. “Os negócios ainda são pontuais no estado, com vendedor e comprador com preços distintos. Preços do dia: Dourados R$ 135,00. Campo Grande: R$ 135,00. Maracaju: R$ 135,00. Chapadão do Sul: R$ 132,50. Sidrolândia: R$ 129,00”, informa.

Em Sorriso, no Mato Grosso, os preços da soja spot ficaram em R$ 132 por saca FOB, com embarque em outubro e pagamento em novembro, levemente acima do início da semana. “Negócios pontuais foram fechados para atender fábricas da região. Preços praticados: Campo Verde: R$ 129,00, Lucas do Rio Verde: R$ 127,00. Nova Mutum: R$ 127,20. Primavera do Leste: R$ 129,00. Rondonópolis: R$ 129,00. Sorriso: R$ 126,80”, conclui.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preços do milho podem cair


O aumento dos preços das carnes contribuiu para sustentar o valor do milho




A atenção ao câmbio e às condições climáticas será essencial
A atenção ao câmbio e às condições climáticas será essencial – Foto: Agrolink

Conforme análise da TF Agroeconômica, o câmbio é um fator fundamental para as exportações de milho no Brasil. Caso as 36 milhões de toneladas (MT) previstas não sejam escoadas, os preços podem cair. Até o fim de agosto, as exportações foram 29% menores comparadas ao mesmo período do ano anterior, o que exige atenção ao impacto nos preços e ao mercado interno como um todo.

Entre os fatores de alta para o preço do cereal, segundo a TF Agroeconômica, destaca-se a safra brasileira de milho, que foi 12,3% menor em 2023/24 (115,72 MT) em relação ao ciclo anterior (131,89 MT), segundo a Conab. Essa redução aumentou a disputa entre as indústrias de carnes e exportadores, elevando os preços no segundo semestre. Além disso, o aumento dos preços das carnes contribuiu para sustentar o valor do milho, com prêmios de exportação subindo de $60 para $115 por bushel/tonelada. O atraso no plantio da Safrinha de milho, devido ao clima seco e à falta de sementes de ciclo curto, também deve influenciar o mercado.

Por outro lado, a TF Agroeconômica aponta fatores de baixa, como a entrada da safra americana, que compete diretamente com a segunda safra brasileira, e a entrada do milho Safrinha no circuito comercial. Nos últimos meses, a consultoria percorreu 3.750 km pelos principais estados produtores (MT, GO, BA e MG) e verificou que toda a colheita já foi realizada, com o milho sendo comercializado. A atenção ao câmbio e às condições climáticas será essencial para os próximos meses, já que esses elementos podem definir a direção dos preços do milho no mercado interno e nas exportações.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de milho: Bolsas em recuo


No mercado de milho, os baixos níveis de exportação no Brasil e a melhora no clima mantém bolsas em recuo, principalmente a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações da TF Agroeconômica. “Na esteira dos acontecimentos, grande impacto de números revelados pela Secex no dia de hoje, em que segundo o órgão, foram exportadas durante o mês de setembro apenas 6,42 milhões de toneladas de milho, número este muito abaixo das 8,74 milhões vistas na temporada passada”, comenta.

“Na Bolsa de Chicago, a pressão sob os futuros do milho em face de expressivas baixas no trigo, que por sua vez apresentaram baixa em face de um melhor clima na região do Mar Negro. Países que incluem Rússia e Ucrânia devem se beneficiar de chuvas projetadas para a semana que vem”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em baixa no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 68,05 apresentando baixa de R$ 1,43 no dia, baixa de R$ 0,59 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,03, baixa de R$ 0,89 no dia, baixa de R$ 0,16 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 72,32, baixa de R$ 0,60 no dia e alta de R$ 0,46 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho  fechou o dia em baixa, mas a semana em alta de olho no clima. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -0,82% ou $ -3,50 cents/bushel a $ 424,75. A cotação para março25, fechou em baixa de -0,95% ou $ -4,25 cents/bushel a $ 441,75”, informa.

“O clima favorável para a colheita norte-americana estimulou os Fundos de Investimentos a continuarem o movimento de realização de lucros visto no dia anterior. A queda não foi maior visto uma venda extra de 198 mil toneladas, para um destino desconhecido, informada pelo USDA nesta sexta-feira. Vale lembrar que o mercado está de olho nas dificuldades com as chuvas na Europa no começo da colheita”, conclui.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Como o milho encerrou a semana?


O mercado de milho permaneceu fraco no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 65,00; Não-Me-Toque a R$ 66,00; Marau e Gaurama R$ 67;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 68,00 e Montenegro a R$ 69,00. Vendedores a partir de R$ 70,00 no FOB interior. Não ouvimos sobre negócios nesta sexta-feira”, comenta.

Santa Catarina registrou pedidas a partir de R$ 67,00. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 67,00 no interior e R$ 69,00/70,00 CIF fábricas.Negócios a R$ 66,00/67,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 20 mil tons.Nas indicações, Chapecó a R$ 64,00; Campos Novos R$ 66,00; Rio do Sul a R$ 67,00; Videira R$ 68,00. Porto indicando R$ 65 outubro/R$66 novembro.Negócios pontuais ao meio-oeste, em 500 toneladas CIF indústria a R$ 68,00, entrega imediata com pagamento em 40 dias”, completa.

No Paraná o mercado fecha a semana lento, apesar de indicações melhores, com pedidas a partir de R$ 67,00. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 63,00 set/65,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 62,00 (+1,00); CascavelaR$ 60,00; Campos Gerais R$67,00 (-2,00);Guarapuava aR$ 66,00; Londrina R$ 63,00. Produtores com pedidas apartir de R$ 67,00 no norte e oeste; e R$69,00 Campos Gerais. Maior parte dos
lotes concentrados a R$ 70,00 FOB interior”, indica.

No Mato Grosso do Sul o clima continua sendo um desafio. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em Campo Grande, onde 1 mil tons foram comercializadas FOB, na retirada imediata, a R$ 48,00. Ademais, mercado lento, e produtores concentrando pedidas em R$ 50,00 FOB”, conclui.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Evento internacional premia inovação em máquinas


A EIMA International sempre teve a inovação em seu DNA




O aumento dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento na indústria de máquinas agrícolas é crucial
O aumento dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento na indústria de máquinas agrícolas é crucial – Foto: Divulgação

A tarde do dia de ontem foi marcada pela cerimônia de premiação do Concurso de Inovações Técnicas, uma prévia da 46ª edição da EIMA International, que ocorrerá em Bolonha de 6 a 10 de novembro. O evento destacou a inovação como o coração da feira, reconhecendo 68 soluções tecnológicas, sendo 20 prêmios dedicados à “Inovação Técnica” e 48 “Menções Honrosas”. O concurso foi realizado no icônico Palazzo Re Enzo, onde um júri internacional de especialistas avaliou modelos que oferecem soluções inovadoras, que estarão em exibição na área Quadriportico durante toda a feira.

Os organizadores da FederUnacoma ressaltaram a importância do evento para promover marcas que desempenham papéis essenciais no setor agrícola. O desafio atual do agronegócio é atender à crescente demanda alimentar de uma população em expansão, que busca produtos de maior qualidade, enquanto enfrenta as mudanças climáticas e ambientais. Assim, a combinação de produtividade, sustentabilidade e qualidade se torna essencial para as economias agrícolas em todo o mundo.

O aumento dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento na indústria de máquinas agrícolas é crucial para atender a essas necessidades. A EIMA International sempre teve a inovação em seu DNA, tornando-se o local ideal para profissionais, compradores e técnicos de todo o mundo conhecerem as soluções mais avançadas de fabricantes italianos e estrangeiros. Com mais de 1.700 expositores, a feira promete ser um verdadeiro laboratório de inovação, mostrando que o futuro da agricultura passa por tecnologias que elevam os padrões de produção e garantem a preservação dos recursos naturais.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Produção mundial de café está estimada em 176,2 milhões para este…


Tal levantamento da produção total de café representa um aumento de 15,65% em relação ao volume físico da safra global efetivamente colhida em 2015

A produção mundial de café calculada com base no desempenho verificado no intervalo de dez safras seguidas registrará um aumento de 15,65%, e assim equivalerá a um crescimento no volume físico em torno de 23,8 milhões de sacas. Tal performance representará um crescimento global do total de 152,4 milhões de sacas efetivamente colhidas em 2015 para as 176,2 milhões de sacas de 60kg, que foram estimadas para a safra de 2024, cujo ano-cafeeiro encontra-se em curso.

Vale ressaltar que esses dados da performance das duas safras citadas da cafeicultura mundial, que estão sendo objeto desta análise e divulgação por meio do Observatório do Café, foram obtidos tendo como referência o somatório da produção total das duas espécies de cafés cultivas no planeta, que são, no caso, a de Coffea arabica (café arábica) e a de Coffea canephora (café robusta+conilon). 

Assim, em relação à safra colhida em 2015, em nível mundial, especificamente da produção total de C. arabica, verifica-se que a colheita efetiva dessa espécie atingiu 86,1 milhões de sacas, volume que correspondeu a 56,5% do total global da safra desse ano. E, em complemento, como a safra de C. canephora foi de 66,3 milhões de sacas, tal volume representou 43,5% do somatório das duas espécies colhidas nesse ano-cafeeiro.

Com relação à estimativa da safra global de 2024, também vale a pena estabelecer um comparativo da participação percentual da produção de cada uma dessas duas espécies de cafés em relação ao total geral estimado. Dessa forma, como a safra de C. arabica está estimada em 99,9 milhões de sacas, esse volume físico representará aproximadamente 57% do total geral do corrente ano.

E, adicionalmente, quanto à espécie de C. canephora, cuja safra foi calculada em 76,4 milhões de sacas, tal volume físico corresponderá a 43% da safra 2024. Fato curioso, que também merece realce, é que a participação percentual das duas espécies de cafés em relação à produção mundial, passados dez anos, praticamente se manteve a mesma.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produção de carne bovina bate recorde no Brasil


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a pecuária nacional bateu um recorde histórico no segundo trimestre desse ano, com a produção de carne bovina alcançando a marca de 2,57 milhões de toneladas. Esse é o maior registro desde que a série histórica teve início e passou a ser monitorada, em 1997.

Para o gerente de Corte da Alta, Manoel Sá Filho, dois fatores explicam esse excelente resultado para a pecuária nacional. “O consumo interno sem dúvida responde por grande parte desse recorde, mas, não podemos deixar de citar as exportações, que também tiveram papel relevante. Foram mais de 612 mil toneladas no segundo trimestre, aumento de 30% na comparação anual, com destaques para os meses de abril e maio”, destaca.

Corroborando com os dados do IBGE, o relatório Visão Agro, divulgado pela consultoria Agro do Itaú BBA, indica que o bom momento da pecuária deve perdurar, já que a previsão é que a produção de carne bovina aumente 15% em 2024, superando os 10 milhões de toneladas equivalentes à carcaça. “As projeções indicam inclusive que o consumo per capita de carne bovina em 2024 no Brasil deve retornar ao patamar recorde de 32 kg/habitante, registrado em 2013”, comemora Manoel Sá.

O relatório pontua, ainda, que as exportações devem crescer 20%, atingindo o pico de 3,4 milhões de toneladas. “Todos esses números mostram que já estamos em momento de retomada do ciclo pecuário. O que a maioria pensou que iria acontecer somente em 2025 já está sendo visto agora, o que é muito positivo”, completa.

Bom momento da pecuária é influenciado pelo melhoramento genético

Para Sá Filho, a execução de programas de melhoramento genético vem impulsionando o aumento da produção de bovinos no Brasil de forma consistente. “Os animais que estão sendo abatidos em 2024 são reflexos do recorde de venda que tivemos em 2021, quando mais de 20 milhões de doses de sêmen bovino voltadas especificamente para corte foram vendidas”, analisa.

O melhoramento genético de bovinos de corte envolve a seleção e o acasalamento direcionado entre os animais com características desejáveis para as próximas gerações. Trata-se de uma prática fundamental na pecuária e amplamente utilizada pelos criadores de diferentes raças. O objetivo é tornar a produção mais eficiente e lucrativa.

“Nós temos um grande potencial de crescimento, considerando que, atualmente, apenas 25% das vacas de corte no Brasil são inseminadas. Temos um rebanho de matrizes em torno de 80 milhões de cabeças e a oportunidade de crescer mais 75%. Os criadores têm visto os excelentes resultados frutos do investimento em genética e o mercado deve crescer exponencialmente nos próximos anos”, acrescenta Manoel Sá.

No Brasil, a Alta é a líder do segmento de melhoramento genético bovino, com mais de 34% de mercado.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Recuperação judicial e o crescimento


Esse crescimento é sustentado pelo aumento de receitas




Esse crescimento é sustentado pelo aumento de receitas
Esse crescimento é sustentado pelo aumento de receitas – Foto: Pixabay

Após três anos de seu IPO e atingir um valor de mercado de R$ 2 bilhões, a AgroGalaxy entrou com pedido de recuperação judicial. A trajetória da empresa segue um padrão comum em outras companhias, como RicardoEletro e Americanas S.A., onde a estratégia de crescimento acelerado se baseia na expectativa de que investidores comprem a “tese” de uma plataforma exponencial. 

Esse crescimento é sustentado pelo aumento de receitas, mas sem um modelo competitivo sólido e com fraca geração de caixa operacional. Quando o cenário de mercado se torna menos favorável e os credores restringem o crédito, a empresa não consegue se manter, pois não gera lucro ou caixa suficientes. A análise é de Flávio K. Málaga, Ph.D., sócio da MALAGA.

Entre 2019 e o primeiro semestre de 2024, o EBITDA acumulado da AgroGalaxy atingiu R$ 1,4 bilhão, mas a geração de caixa operacional foi de apenas R$ 81 milhões, o que representa 5,6% do EBITDA. Esse dado revela que, embora o EBITDA seja amplamente utilizado como métrica de desempenho, ele não reflete a real capacidade de geração de caixa da empresa. Em relação à receita acumulada no período, a geração de caixa foi de apenas 0,23%, evidenciando que, apesar de um faturamento robusto — R$ 11,6 bilhões em 2022 — o modelo de negócios da empresa não apresentava um diferencial competitivo, refletido em uma margem de fluxo de caixa quase inexistente. A operação mostrou-se incapaz de absorver choques e devolver capital aos credores.

Outro ponto crítico foi o alto nível de alavancagem, que atingiu 8,0 em 2024. O valor de mercado caiu para R$ 174 milhões, bem abaixo do patrimônio líquido de R$ 724 milhões e do valor de R$ 2 bilhões de 2021, resultando em uma destruição significativa do capital dos sócios e credores.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

EUA iniciam colheita em ritmo acelerado


Segundo as informações do boletim Crop Monitor for AMIS desenvolvido pelo GEOGLAMA publicado na quinta-feira, (3), a colheita de milho já está em andamento em várias regiões do mundo, com condições climáticas contrastantes influenciando os resultados. Nos Estados Unidos, a colheita está começando em ritmo acelerado no Cinturão do Milho, onde as condições são consideradas excepcionais. No entanto, na Costa Leste, uma área de cultivo menor, os rendimentos foram afetados negativamente pelo clima quente e seco anterior.

No Canadá, as condições permanecem favoráveis, e o país espera um aumento nos rendimentos médios nacionais em comparação com o ano anterior, o que pode trazer resultados positivos para os produtores locais.

De acordo com os dados,a União Europeia, a situação é mais preocupante. O clima quente e seco contínuo impacta os países do centro-sul e leste, com destaque negativo para Bulgária e Romênia, onde os rendimentos foram severamente comprometidos.

Na Ucrânia, a colheita também está começando, mas com perspectiva de rendimentos reduzidos. O clima quente e seco que marcou os meses de julho e agosto afetou duramente as regiões sul, central e leste do país. Já na Federação Russa, os primeiros resultados da colheita no sul indicam que o clima adverso também causou prejuízos na produção de milho.

Em contrapartida, na China, a colheita avança para o norte sob condições amplamente favoráveis para a safra de verão. A Índia também apresenta um cenário positivo, com boas condições para o desenvolvimento da safra Kharif.

No México, as chuvas de setembro ajudaram a encerrar a semeadura da safra de primavera-verão, apesar de as condições secas no início da temporada ainda gerarem preocupações. No Brasil, a semeadura da safra de primavera está começando nas regiões produtoras do Sul sob boas condições climáticas. Contudo, uma redução na área total plantada é esperada em comparação ao ano passado, conforme as informações do boletim.





Source link