sábado, abril 25, 2026

Política & Agro

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Demanda aquecida eleva preços da carne de frango


Cenário promete seguir dinâmico





Foto: Pixabay

O mercado de carne de frango inicia outubro com comportamentos distintos em diferentes regiões do país. Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o tradicional aumento na demanda, impulsionado pelo recebimento de salários, tem elevado os preços da carne de frango em várias praças. Contudo, em algumas regiões, o descompasso entre oferta e demanda levou a uma leve queda nas cotações do frango vivo.

Os pesquisadores do Cepea destacam que, apesar dessa variação regional, o aquecimento das vendas de cortes de frango e a manutenção de estoques em baixos níveis contribuíram para ajustes positivos nos preços de todos os produtos analisados pelo Centro de Pesquisas. A elevação dos valores reflete a demanda mais intensa, principalmente em um momento de reabastecimento de mercados e consumidores que têm priorizado a carne de frango devido ao seu custo-benefício em comparação a outras proteínas.

Enquanto isso, os produtores lidam com desafios relacionados à oferta, buscando equilibrar a produção para atender a demanda crescente sem gerar sobrecargas nos custos de criação. O cenário promete seguir dinâmico, com os preços podendo sofrer novas oscilações conforme a oferta se ajusta ao longo do mês.

 





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ICAP sobe 6,94% no Sudeste em setembro


Em setembro de 2024, o Índice de Custo Alimentar Ponta (ICAP) apontou R$ 13,53 no Centro-Oeste e R$ 11,86 no Sudeste. No comparativo com agosto de 2024, o ICAP no Centro-Oeste registrou queda de 1,24%, enquanto no Sudeste houve um aumento de 6,94%, rompendo a sequência de quedas observadas desde março. 

Esse aumento no Sudeste reflete o término dos benefícios da safra e da renovação dos estoques, agora pressionados pela demanda crescente e condições climáticas adversas, como queimadas e migração dos animais para o cocho. A busca por proteína animal no mercado interno e externo também contribuiu para elevar os custos.

No Centro-Oeste, a redução do ICAP foi impulsionada pela queda nos preços de insumos energéticos (-7,21%), proteicos (-7,04%) e volumosos (-7,67%) entre junho e agosto. Insumos como silagem de milho grão úmido (-16,21%), caroço de algodão (-13,22%) e milho grão seco (-4,47%) lideraram essa redução. O custo da tonelada de matéria seca da dieta de terminação atingiu R$ 1.016,93, uma queda de 4,43%.

Já no Sudeste, o aumento foi influenciado pela alta dos insumos volumosos (+23,92%) e energéticos (+3,62%). A silagem de cana (+33,05%) e o bagaço de cana (+16,41%) foram os maiores responsáveis, enquanto a polpa cítrica (+9,79%) também impactou o custo. A tonelada de matéria seca chegou a R$ 1.053,64, um aumento de 2,98%.

Comparando com setembro de 2023, os custos de engorda caíram: -4,43% no Sudeste e -2,94% no Centro-Oeste. A redução no custo da dieta tem sido um alívio para pecuaristas, mas é essencial monitorar indicadores, pois a especulação pode elevar os custos no médio prazo.
 





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Tecnologia aumenta produtividade do amendoim


A Sima desenvolveu uma ferramenta de monitoramento georreferenciado




A Sima desenvolveu uma ferramenta de monitoramento georreferenciado
A Sima desenvolveu uma ferramenta de monitoramento georreferenciado – Foto: Pixabay

O cultivo de amendoim tem se destacado no Brasil como alternativa para rotação de culturas, especialmente em áreas de reforma de cana-de-açúcar, trazendo benefícios ao solo e aos produtores. Com 80% da produção nacional concentrada em São Paulo e uma área plantada de 248,2 mil hectares, a segunda maior desde o início da série histórica da Conab, o Brasil também lidera as exportações de óleo de amendoim, com 86 mil toneladas, segundo o USDA. Para potencializar essa cultura, a AgTech Sima tem ampliado sua atuação, oferecendo tecnologias que aumentam a eficiência no campo, como explicou Felipe de Carvalho, coordenador da empresa no Brasil.

A Sima desenvolveu uma ferramenta de monitoramento georreferenciado que permite identificar e controlar pragas e doenças desde o plantio até a colheita, sendo eficaz especialmente contra a Mancha preta, causada pelo fungo *Cercosporidium personatum*. Presente nas principais regiões produtoras, essa doença pode reduzir em mais de 50% a produtividade, tornando fundamental o monitoramento. A ferramenta da Sima permite identificar, por meio de fotografias, o grau de severidade das infecções, facilitando uma ação rápida e precisa para mitigar perdas.

Para controlar a Mancha preta, é recomendado remover restos culturais infectados, ajustar a data de plantio e seguir um programa de pulverizações fungicidas iniciado entre 30 e 40 dias após a semeadura. Com tecnologias adaptadas, a Sima visa ajudar produtores a aumentar a produtividade e a rentabilidade de suas lavouras de amendoim, consolidando a importância da precisão no monitoramento agrícola.





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Exportação de carne de peru sofre queda acentuada


O Boletim de Conjuntura Agropecuária, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), revelou que as exportações brasileiras de carne de peru registraram uma queda significativa nos primeiros oito meses de 2024. Segundo o Agrostat Brasil, o país exportou 38.054 toneladas de carne de peru no período, gerando uma receita de US$ 93,035 milhões. Esses números representam uma redução de 19,8% no volume e de expressivos 54,6% na receita cambial, quando comparados ao mesmo período de 2023, que teve 47.451 toneladas exportadas e uma receita de US$ 144,083 milhões.

Entre os principais estados exportadores, Santa Catarina lidera com US$ 38,335 milhões e 16.009 toneladas, seguido pelo Rio Grande do Sul com US$ 35,067 milhões e 13.841 toneladas, e Paraná, que exportou 8.180 toneladas, gerando US$ 19,550 milhões. Em comparação com o ano anterior, todos os estados apresentaram retração: Paraná teve uma queda de 26,6% no volume exportado, Rio Grande do Sul diminuiu 24,6%, e Santa Catarina, 10,8%. Em termos de receita, o Paraná registrou a menor queda, com 4,4%, enquanto o Rio Grande do Sul sofreu a maior perda, de 45,2%.

O preço médio da carne de peru “in natura”, que corresponde a 96,1% das exportações (36.577 toneladas), foi de US$ 2.386,81 por tonelada, uma redução de 12,7% em relação ao valor médio do ano anterior, que foi de US$ 2.735,07 por tonelada.

Os principais destinos das exportações de carne de peru brasileira foram México (6.473 toneladas, US$ 20,514 milhões), África do Sul (6.428 toneladas, US$ 9,005 milhões), Chile (4.949 toneladas, US$ 14,970 milhões), Países Baixos (4.329 toneladas, US$ 16,539 milhões) e Guiné Equatorial (1.705 toneladas, US$ 2,659 milhões). Comparando com o ano anterior, o México registrou queda de 43,3% no volume importado, a África do Sul reduziu suas compras em 22,2%, enquanto o Chile aumentou suas importações em 50,2%, e Guiné Equatorial apresentou alta de 45,2%.





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PIB do agronegócio da Bahia alcança R$ 35,1 bilhões


Segundo dados divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura, agronegócio baiano registrou um crescimento expressivo no segundo trimestre de 2024, com alta de 13,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Produto Interno Bruto (PIB) do setor, divulgado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), atingiu R$ 35,1 bilhões em valores correntes, representando 28,4% da atividade econômica do estado. O bom desempenho do setor reforça a importância do agronegócio para a economia baiana, consolidando sua posição como um dos principais motores de crescimento no estado.

O destaque no período foi para o agregado II, que compreende a agropecuária em si, respondendo por 59,6% da atividade total do agronegócio. A colheita de culturas como soja, milho e algodão, tradicionais na Bahia, foi determinante para esse avanço, já que o segundo trimestre é historicamente o mais forte para a produção agrícola no estado.

A SEI classifica o PIB do agronegócio em quatro agregados: o agregado I, que engloba insumos para a agropecuária; o agregado II, que inclui agricultura, pecuária, silvicultura, extrativismo vegetal e pesca; o agregado III, que se refere às indústrias que utilizam produtos do agregado II; e o agregado IV, que abrange transporte, comércio e serviços ligados à distribuição dos produtos agrícolas.

No acumulado do primeiro semestre de 2024, o setor movimentou R$ 51,96 bilhões, representando 21,69% do PIB da Bahia. Comparado ao primeiro semestre de 2023, o crescimento foi de 5,2%. Esse avanço reflete a relevância do agronegócio não apenas como um componente fundamental da economia estadual, mas também como um impulsionador da dinâmica econômica baiana.

O aumento da participação do agronegócio no PIB baiano no segundo trimestre é atribuído, principalmente, à sazonalidade da produção agrícola, que concentra colheitas nesse período, e à valorização de produtos como café, laranja e frutas, que puxaram o crescimento do setor. Enquanto no primeiro trimestre de 2024 o agronegócio representava 13,7% da economia do estado, essa participação saltou para 28,4% no segundo trimestre, sinalizando uma trajetória de expansão robusta.





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Tocantins reforça combate a queimadas no Pantanal e Amazonas


O Governo do Tocantins, por meio do Corpo de Bombeiros Militar (CBMTO), está empenhado em diversas operações de combate a incêndios florestais, tanto no estado quanto em outras regiões do país. Equipes tocantinenses estão em ação no Amazonas e no Mato Grosso do Sul (Pantanal), além de atuarem intensamente nos Parques Estaduais do Jalapão e do Cantão, na Ilha do Bananal e no município de Lagoa da Confusão, locais que enfrentam queimadas frequentes.

Nos parques estaduais, dezenas de bombeiros militares participam de operações contínuas, com reforço em setembro, período mais crítico devido à seca, ventos fortes e baixa umidade. Em outubro, com o início das chuvas, o número de focos de incêndio reduziu, mas as equipes permanecem de prontidão, conforme as informações divulgadas pelo Governo do Tocantins.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

No Pantanal, a equipe tocantinense, composta por seis bombeiros, está em Corumbá (MS) há 56 dias, atuando dentro da Operação Pantanal. A missão foi designada pelo governador Wanderlei Barbosa, em resposta à gravidade dos incêndios que afetam a região. Em paralelo, no Amazonas, o CBMTO está há 91 dias no combate às queimadas, com bombeiros atuando em diversas localidades, incluindo Manaus, Humaitá, Lábrea, Boca do Acre e Apuí.

Além do CBMTO, 15 outras corporações participam da operação no Pantanal, com um contingente de 89 combatentes, utilizando 11 aeronaves, 24 viaturas e embarcações. O comandante-geral do CBMTO, coronel Peterson Queiroz de Ornelas, destacou a importância da cooperação entre os estados no enfrentamento das queimadas, ressaltando a capacidade e o preparo dos bombeiros tocantinenses para lidar com a situação, bem como a confiança de que poderão contar com apoio semelhante em futuras crises.

As operações no Tocantins, Pantanal e Amazonas são essenciais para conter o avanço dos incêndios florestais que devastam ecossistemas inteiros, demonstrando a importância do trabalho conjunto das forças de segurança.





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Alta nos preços do alho e tomate em Minas Gerais


O levantamento semanal de preços das hortaliças, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), aponta que o monitoramento dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, entreposto de Contagem, revela oscilações nos preços entre o final de setembro e o início de outubro de 2024. A análise, que utiliza os preços praticados no período de 23 de setembro a 4 de outubro de 2024, tem como objetivo avaliar a oferta, demanda e os possíveis impactos no abastecimento de alimentos no estado.

Entre os produtos analisados, destacam-se abóbora moranga, abobrinha italiana, alho, batata, cebola, cenoura, chuchu, pimentão, quiabo e tomate, que apresentaram variações tanto para cima quanto para baixo, refletindo as dinâmicas do mercado no período. Produtos como abobrinha, alho, chuchu, pimentão, quiabo e tomate registraram aumento nas cotações, enquanto abóbora, batata, cebola e cenoura tiveram queda nos preços.

O preço da abóbora moranga, por exemplo, apresentou um aumento de 20,1% na primeira semana analisada, seguido por uma queda de 8,5%, fechando o período em R$ 3,33/kg. Já a abobrinha italiana teve um aumento expressivo de 27% na primeira semana e, após variações, terminou o período a R$ 1,66/kg, o que representa uma alta de 13,8% em relação à semana anterior.

O alho brasileiro, que vinha apresentando estabilidade, registrou um aumento de 4,3% na segunda semana da análise, com o preço subindo para R$ 24,00/kg. No caso da batata, o preço caiu 16,7%, fechando o período a R$ 3,33/kg, reflexo do pico da safra de inverno e do aumento das temperaturas, que acelerou a colheita.

A cebola, por sua vez, viu seu preço cair 20% na primeira semana, mantendo-se em R$ 2,00/kg até o final do período analisado, devido ao alto volume de oferta e à menor qualidade dos produtos, impactados pelas altas temperaturas que afetam a qualidade dos bulbos. A cenoura, que começou o período a R$ 1,50/kg, chegou a R$ 1,75/kg no final da segunda semana, com uma variação negativa de 15,5%.

Chuchu e quiabo, produtos básicos da alimentação, sofreram elevações significativas nos preços. O chuchu subiu 40,2% no período analisado, fechando a R$ 3,42/kg, enquanto o quiabo apresentou um aumento de 66,7%, encerrando o período a R$ 9,16/kg. O tomate, por sua vez, registrou uma alta de 23,1%, refletindo a redução de áreas plantadas e o término da safra em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, finalizando a análise a R$ 2,67/kg.

A variação nos preços é resultado de diversos fatores, como a sazonalidade das safras, condições climáticas e a demanda por determinados produtos. Com o monitoramento contínuo, a SEAPA busca fornecer dados atualizados sobre o comportamento dos preços e garantir que o abastecimento alimentar do estado seja adequadamente acompanhado.





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Alimentos da estação: Mais saúde e sabor


Estar atento aos períodos de safra é essencial tanto para o plantio quanto para as compras no supermercado ou feira. Isso ocorre porque hortaliças, frutas e legumes da estação estão em seu ápice nutricional e, consequentemente, possuem um sabor mais intenso. Consumir alimentos da época não só traz benefícios à saúde, mas também impacta positivamente o meio ambiente e a economia, já que alimentos fora de safra geralmente precisam ser transportados de longas distâncias, aumentando custos e emissões de poluentes. Assim, quanto mais próximo o local de produção do consumo, melhor para todos.

A Isla Sementes, referência no Brasil em variedades de sementes de hortaliças, flores, ervas e temperos, destaca uma seleção especial de produtos que podem ser plantados e encontrados facilmente em feiras e mercados. Esses produtos oferecem alternativas mais saudáveis e nutritivas para o dia a dia. Em outubro, com a chegada da primavera e temperaturas mais amenas, o plantio de diversas espécies é favorecido em todas as regiões do país.

Entre as hortaliças indicadas para o período estão abóbora, abobrinha, alface, cebolinha, cenoura, jiló, pimentão, quiabo, rúcula e tomate. Já as frutas da estação incluem caju, jabuticaba, melancia, melão, pitanga e romã. Para quem gosta de flores, outubro é um bom momento para plantar cravina, crisântemo, dália, dracena, jasmim, margarida e rosa.

Para uma alimentação mais balanceada, a berinjela é uma ótima escolha: rica em fibras e vitaminas, pode ser preparada de diversas formas, como assada, refogada ou em sopas. A beterraba, com seu sabor adocicado e vibrante cor vermelha, é versátil em saladas, sopas e até sucos. O espinafre, conhecido por ser baixo em calorias, pode ser consumido cru ou cozido, enquanto a ervilha, rica em proteínas e fibras, é ideal para caldos e refogados.
 





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Flutuações nos preços das fruta em Minas Gerais


O Balanço Semanal de Preços das Frutas, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), revela importantes flutuações nos preços das principais frutas comercializadas no CeasaMinas, localizado em Contagem, entre os dias 23 de setembro e 4 de outubro de 2024. O levantamento, realizado em conjunto com as instituições vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA, tem como objetivo monitorar o abastecimento alimentar no estado de Minas Gerais.

A metodologia adotada considera a comparação dos preços médios praticados no Ceasa-MG, unidade Grande BH. O estudo abrangeu as dez frutas mais comercializadas em volume, incluindo abacaxi, banana, coco verde, laranja, limão, maçã, manga, mamão, melancia e uva.

Entre os destaques, o abacaxi apresentou um aumento inicial de 6,3%, seguido por uma queda de 5,9%, mantendo-se estável a R$ 80,00 a dúzia. A variação média da fruta foi de -2%, passando de R$ 81,67 para R$ 80,00. Por outro lado, o preço da banana prata permaneceu inalterado ao longo do período analisado.

O coco verde teve um aumento de 12% no final do período, enquanto o preço da laranja pera subiu 10% na segunda semana, alcançando R$ 5,50/kg. O limão tahiti extra também registrou altas significativas, com variações de 8,3% e 7,7%, fechando a R$ 7,00/kg.

A maçã gala, por sua vez, teve uma queda acumulada de 4,7%, chegando a R$ 9,53/kg. O mamão formosa caiu 15,4% no preço, encerrando o período a R$ 2,50/kg, enquanto a manga tommy viu seu preço cair 11,5%, atingindo R$ 2,86/kg. A melancia graúda teve uma queda de 3,6%, passando para R$ 1,80/kg.

No caso da uva itália, as variações foram mais complexas, com uma alta de 11,1% na primeira semana, seguida por uma queda de 5% e uma nova alta de 5,3%, mantendo-se em R$ 12,50/kg. Ao comparar os preços médios entre as semanas de 23 a 27 de setembro e de 30 de setembro a 4 de outubro, apenas a banana se destacou pela estabilidade.

A análise dos resultados aponta que o aumento dos preços da laranja e do limão pode ser atribuído ao calor, que afeta a produção e reduz a oferta, ao mesmo tempo em que eleva o consumo. Já os viticultores têm priorizado o mercado externo devido a boas remunerações.

As frutas que apresentaram queda nos preços foram: abacaxi, maçã, mamão, manga e melancia. O aumento da oferta de maçãs importadas, que possuem calibres e colorações mais atrativas, resultou na diminuição da demanda pelas maçãs brasileiras, impactando seus preços. No caso do mamão, a alta oferta e um mercado lento foram fatores decisivos para a desvalorização. A manga enfrentou dificuldades logísticas nas exportações, intensificando a oferta no mercado interno. A melancia também foi afetada pela alta oferta, levando à pressão nas cotações.





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Boi Gordo: Parceria do Cepea com a B3 para elaboraçaõdo indicador é encerrada


NOTA

Piracicaba, 9 de outubro de 2024.

O Cepea, Centro de pesquisas da Esalq/Universidade de São Paulo, informa que a parceria com a B3 para a elaboração do Indicador do Boi Cepea/B3 está sendo encerrada. Independentemente disso, o Cepea seguirá elaborando o Indicador do boi. Todas as suas pesquisas sobre o mercado pecuário serão continuadas, assim como as dos mercados agrícolas.

O Agronegócio Brasileiro continuará contando com as informações e análises do Cepea para que a justa concorrência sempre prevaleça.  A parceria do Cepea com a B3 segue com a elaboração dos Indicadores do Milho e do Etanol, bem como outras iniciativas em estudo.

O Cepea reitera seu compromisso com os princípios científicos, a imparcialidade e os valores de integridade que o guiam há mais de 40 anos. Em sua rede de mais de 20 mil colaboradores, atuantes em 32 cadeias agropecuárias pesquisadas continuamente, o agente de pequeno porte tem o mesmo espaço que o de grande porte.

Sem fins lucrativos, o Cepea faz pesquisas que objetivam proporcionar transparência aos mercados, reduzindo as assimetrias de informação que limitam o desenvolvimento equilibrado do mercado. Em ambientes transparentes e com informações simétricas, a influência do poder econômico nos negócios tende a desaparecer.

O compromisso do Cepea, assim como o da ESALQ e o da USP, é com a sociedade brasileira.

Equipe Cepea

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