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Preço médio do arroz teve uma leve alta no estado
Agrolink
– Seane Lennon

Foto: Pixabay
De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (24) pela Emater/RS, a semeadura do arroz no estado avançou significativamente durante o período, mesmo com as chuvas recentes, que interromperam temporariamente os trabalhos em algumas áreas. A retomada do plantio se deu principalmente em talhões com melhor capacidade de drenagem, especialmente em solos de textura média à arenosa. Em propriedades maiores, a infraestrutura adequada e a mão de obra qualificada garantiram eficiência nas atividades.
A elevação das temperaturas a partir de 19 de outubro contribuiu para uma germinação rápida e uniforme das sementes. Em algumas áreas, a umidade excessiva exigiu a adubação nitrogenada por via aérea, um método mais custoso, mas que apresentou resultados positivos devido às condições favoráveis do solo para a absorção de nutrientes, conforme os dados da Emater/RS
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Segundo o informatico, o controle de plantas daninhas também foi intensificado, com aplicação de herbicidas em pré-emergência nas áreas recém-semeadas e em pós-emergência nas mais avançadas. Nas lavouras semeadas em setembro, o ciclo produtivo já se encontra mais adiantado, e os sistemas de irrigação estão garantindo o suporte hídrico necessário para o desenvolvimento da cultura.
O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta uma área de 948.356 hectares cultivados para a safra, enquanto a Emater/RS-Ascar estima uma produtividade média de 8.478 kg/ha.
No que diz respeito à comercialização, o preço médio do arroz no estado subiu 0,20% em relação à semana anterior, passando de R$ 116,09 para R$ 116,32 por saca de 60 quilos, conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.
O Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) apresentou, em reunião na sede da Aiba/Abapa em Barreiras, um panorama da safra 2023/24, destacando os desafios enfrentados e as expectativas para a próxima safra. O relatório, elaborado pelo Núcleo de Agronegócio da Aiba, utilizou tecnologias de monitoramento remoto e amostragens de campo para avaliar a evolução das áreas produtivas e o desempenho das principais culturas, conforme o informado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri BA).
De acordo com as informações da Seagri, a safra 2023/24 foi marcada por condições climáticas adversas devido aos efeitos do El Niño, que afetaram os produtores do oeste baiano. Como resultado, a produtividade média da soja foi de 63 sacas por hectare, totalizando 7,4 milhões de toneladas colhidas em mais de 1,9 milhão de hectares cultivados, correspondendo a 67% da área plantada na região.
O algodão, segunda maior cultura em área, também teve bons resultados. Foram cultivados 345 mil hectares, com uma produção de cerca de 1,6 milhão de toneladas e uma média de 326 arrobas por hectare. Já o milho, apesar de enfrentar desafios fitossanitários e climáticos, apresentou uma produtividade de 150 sacas por hectare em áreas de sequeiro e 160 sacas por hectare em áreas irrigadas, resultando em um total de mais de um milhão de toneladas colhidas.
Para a safra 2024/25, as perspectivas iniciais são positivas, com a semeadura da soja já em andamento nas áreas irrigadas, cobrindo uma previsão inicial de 113 mil hectares. O Conselho Técnico projeta um aumento na área plantada de soja, que deve alcançar 2,129 milhões de hectares, enquanto o algodão deve cobrir 380 mil hectares e o milho, 105 mil hectares.
As previsões climáticas indicam a possibilidade de um fenômeno La Niña, o que tende a ser mais favorável para a produtividade agrícola. A expectativa é de que a produtividade da soja suba para 67 sacas por hectare, e o milho atinja 170 sacas por hectare em áreas de sequeiro e 180 sacas em áreas irrigadas. Com isso, a produção total estimada de soja é de 8,558 milhões de toneladas, e a de milho é projetada em 1,071 milhão de toneladas, conforme dados da Seagri BA.
A frutificação para a próxima safra já está bem definida
Agrolink
– Seane Lennon

Foto: Pixabay
De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (24) pela Emater/RS, a região de Erechim alcançou 95% da colheita de citros referente à safra 2023/2024. Os preços das frutas para a indústria e o mercado de mesa permanecem estáveis, variando entre R$ 2,30 e R$ 2,40 por quilo. A frutificação para a próxima safra já está bem definida, com destaque para a qualidade do pagamento aos produtores. Nesse período, foram realizados os tratamentos nas floradas e os cuidados iniciais de proteção dos frutos, além das adubações necessárias para garantir a saúde das plantações.
Segundo os dado do informativo, na região de Passo Fundo, as laranjas das variedades Valência e Monte Parnaso estão em fase de comercialização. Os pomares estão no início da frutificação, e os tratamentos fitossanitários seguem para garantir a saúde das plantas e dos frutos. A previsão é de que a colheita se estenda até o início de novembro. Em Maximiliano de Almeida, o preço da Valência está fixado em R$ 2,60 por quilo para o mercado e R$ 2,10 por quilo para a indústria, enquanto a laranja Monte Parnaso é negociada a R$ 2,50 por quilo.
Na região de Soledade, os pomares apresentam um bom potencial produtivo, com um número elevado de frutos em fase de pegamento. A umidade do solo, aliada a um clima favorável, com boa insolação e temperaturas dentro da normalidade, contribui para o desenvolvimento saudável dos citros e a sanidade dos pomares. A colheita na região está focada na variedade Valência, conforme os dados da Emater.
Mercado ontem com mais compradores ativos. Após ocorrerem alguns negócios por R$ 230 de Feijão-carioca com cor 9 acima e boa umidade com cerca de 90% de grãos peneira 12 a grande maioria dos produtores que tem mercadoria nesta condição preferiu novamente sair de mercado e esperar. No caso do Feijão-preto também ocorreu mais negócios durante o dia de ontem. Analisar o fluxo mensal de estoque e demanda tem permitido melhor análise por parte de compradores e vendedores. Do total levantado pela CONAB ainda continuam somando no item Feijão-cores o carioca, rajado e vermelhos.
Esta nova edição proporciona uma visão integrada das cidades
Agrolink
– Leonardo Gottems

Esta nova edição proporciona uma visão integrada das cidades – Foto: Pixabay
No dia 1º de novembro, o Instituto Cidades Sustentáveis lançará a quarta edição do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR). O evento ocorrerá às 9h no Ministério do Meio Ambiente, em Brasília, com a presença da ministra Marina Silva e do presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes. O IDSC-BR avalia a qualidade de vida nas 5.570 cidades brasileiras por meio de 100 indicadores temáticos que abrangem saúde, educação, renda, moradia, transportes, infraestrutura urbana e mudanças climáticas.
Esta nova edição proporciona uma visão integrada das cidades, permitindo análises regionais e dados desagregados por gênero e raça, o que possibilita identificar desigualdades sociais. As informações utilizadas são de fontes oficiais, como IBGE, DataSUS e Inep, garantindo a credibilidade dos dados.
O IDSC-BR também permite que os municípios acompanhem sua evolução em relação à Agenda 2030, compromisso global da ONU assumido por mais de 190 países, incluindo o Brasil. Os indicadores estão alinhados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), facilitando o monitoramento dos avanços e desafios enfrentados por cada município. Cada cidade recebe uma pontuação de 0 a 100, uma classificação geral e um desempenho específico para cada ODS.
A metodologia do IDSC-BR foi desenvolvida pela Sustainable Development Solutions Network (SDSN) da ONU e adaptada ao contexto brasileiro. A iniciativa é realizada em parceria com a Caixa e o Ministério do Meio Ambiente, com co-financiamento da União Europeia e coleta de dados pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Com isso, o Brasil se destaca como o primeiro país a avaliar todas as suas cidades conforme a Agenda 2030.
Semeadura de soja atinge apenas 3% no estado
Agrolink
– Seane Lennon

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De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (24), o clima ensolarado e as temperaturas amenas favoreceram o avanço da semeadura de soja no Rio Grande do Sul, embora o crescimento tenha sido discreto. Até o momento, apenas 3% da área projetada para a safra foi semeada, reflexo de atividades paralelas prioritárias, como a colheita de cereais de inverno e a semeadura de arroz, que concentraram esforços dos produtores.
Na Metade Sul, muitos agricultores enfrentam dificuldades na obtenção de insumos, sendo que grande parte conseguiu acesso a apenas 50% do valor normalmente necessário para o plantio. Esse cenário gera incertezas e eleva o risco de estabelecimento de lavouras com baixo nível tecnológico, impactando a produtividade futura.
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A Emater/RS-Ascar estima que a área total de cultivo de soja no Estado deve alcançar 6.811.344 hectares, com uma produtividade média de 3.179 kg/ha. Na comercialização, o valor médio da saca de 60 kg registrou um aumento de 1,39% em relação à semana anterior, passando de R$ 124,09 para R$ 125,82.
Ao decidir pela aquisição de uma propriedade rural, previamente ao fechamento do negócio, o interessado ou investidor deve adotar a cautela necessária para evitar surpresas e prejuízos futuros. O alerta é do advogado da HBS Advogados, Frederico Buss. Segundo o especialista, a providência inicia com a análise criteriosa da documentação relativa não só ao imóvel objeto da negociação como também ao proprietário/vendedor.
O advogado reforça que, em algumas situações, embora na matrícula do imóvel não conste registro de restrições ou dívidas, a existência de execuções fiscais ou patrimoniais contra o vendedor pode colocar em risco a segurança jurídica da negociação. Buss, no entanto, explica que isso, por si só, não impede a aquisição do imóvel, inclusive porque há situações que podem gerar oportunidade de negócio, inclusive com a aquisição por um valor menor que o valor de mercado (deságio). “Porém, a real situação do imóvel e os riscos do negócio devem ser avaliados, uma vez que podem resultar em prejuízos significativos, passíveis de impactar negativamente o investimento realizado”, alerta.
Ao iniciar as tratativas, o especialista recomenda a realização de uma due diligence imobiliária, que representa uma espécie de auditoria para investigação da real situação jurídica do imóvel em negociação, permitindo não só a mensuração e adequação do preço como também a identificação dos riscos e a definição de mecanismos que possam garantir o retorno do investimento em caso de eventuais transtornos futuros. “Além dos documentos necessários à identificação da situação tributária, fiscal, ambiental, bem como eventuais ativos e passivos judiciais ou extrajudiciais, é importante a comprovação de que a propriedade que se pretende adquirir é efetivamente aquela que consta na(s) matrículas(s) apresentada(s), razão pela qual é fundamental que se tenha em mãos a medição da área a partir da respectiva descrição constante do(s) título(s) imobiliário(s), assim como o Cadastro Ambiental Rural – CAR do imóvel”, detalha Buss.
Essa providência, segundo o advogado da HBS Advogados, se torna imprescindível para áreas rurais pendentes de georreferenciamento. “Caso a aquisição seja voltada à exploração econômica de lavoura se recomenda a prévia verificação da adequação da área para esta finalidade, inclusive para evitar problemas ambientais, assim como a comprovação do potencial produtivo do solo, o que pode ser feito mediante laudo técnico elaborado por engenheiro agrônomo ou outro profissional competente”, orienta.
Com relação às questões ambientais é importante ter ciência que a responsabilidade por eventual reparação do dano ou penalidade pecuniária imposta pelo órgão ambiental competente é transferida a quem assume a propriedade, ressalvado o direito de buscar o ressarcimento dos prejuízos junto ao vendedor, caso assim tenha sido ajustado no contrato que formaliza a aquisição. “Outra questão de extrema importância é a averiguação de eventuais contratos de arrendamento em vigor, pois nesses casos é necessário obter-se a renúncia do arrendatário ao direito de preferência na aquisição da área. A verificação da existência de comodatários utilizando o imóvel ou parte dele também se faz necessária para evitar transtornos futuros que possam comprometer a utilização plena da propriedade para o fim ao qual foi adquirida”, alerta.
Portanto, de acordo com Buss, a chamada due diligence imobiliária realizada por profissionais capacitados funciona como uma ferramenta que permite ao adquirente da propriedade rural fechar o negócio com maior probabilidade de que no futuro não será surpreendido por demandas ou problemas dos quais não tinha conhecimento. “É uma cautela que pode ser adotada como forma de garantir a segurança jurídica do negócio”, conclui.
Condição das lavouras de algodão é positiva
Agrolink
– Seane Lennon

Foto: Canva
De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de algodão está progredindo de maneira favorável. Até o dia 20 de outubro, 94% da produção nacional de algodão apresentava capulhos abertos, um avanço de 5 pontos percentuais em relação ao ano passado e 3 pontos acima da média dos últimos cinco anos.
Até a mesma data, 44% da área plantada de algodão no país já havia sido colhida, superando em 5 pontos percentuais a colheita do ano anterior e em 6 pontos em comparação à média histórica. O ritmo de colheita foi notável, com 11 dos 15 estados avaliados registrando um avanço de 10 pontos percentuais ou mais na coleta ao longo da semana.
Além disso, a condição das lavouras de algodão também é positiva: 37% da área cultivada em 2024 foi classificada como em bom a excelente estado, representando um aumento de 3 pontos percentuais em relação à semana anterior e 8 pontos a mais do que no mesmo período do ano passado.
No primeiro dia do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), realizado em São Paulo, a Bayer e a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) revelaram as vencedoras da 7ª edição do Prêmio Mulheres do Agro. A iniciativa, consolidada como uma das principais plataformas de reconhecimento da liderança feminina no setor, destacou o trabalho de 10 mulheres – nove produtoras rurais e uma pesquisadora – por suas atuações baseadas em práticas ESG (ambiental, social e governança), dentro e fora da porteira.
Neste ano, a iniciativa foi marcada por sua pluralidade. Além do crescimento de 26,5% no número de pequenas propriedades inscritas em relação a 2023, o Prêmio também contou com o engajamento e inscrição de produtoras rurais de todas as regiões do país e de todas as faixas etárias, com candidatas de 19 até os 67 anos.
Daniela Barros, Diretora de Comunicação da Divisão Agrícola da Bayer no Brasil explica que os números vão ao encontro do compromisso da iniciativa. “O Prêmio Mulheres do Agro foi criado para promover um agronegócio mais inclusivo, destacando e incentivando as mulheres que fazem a diferença no setor, tanto nas propriedades quanto fora delas. Esses números demonstram que estamos no caminho certo.”
A diversidade de cultivos entre as premiadas — que inclui mel, baunilha, café, além de grãos como soja, milho e trigo —, aliadas à inovação e fundamentadas nos princípios ESG (ambiental, social e governança), geram impactos significativos que vão além da qualidade dos produtos. Entre as ações promovidas pelas produtoras destacam-se, por exemplo, a economia de recursos naturais e a promoção da conscientização e do engajamento comunitário.
Gabi Rodrigues, primeira colocada na categoria Pequena Propriedade, é um desses exemplos. Há quase 20 anos, a proprietária da Palmitolândia, localizada em Iporanga (SP), atua para transformar a forma como o palmito pupunha é apreciado, consumido e cultivado, promovendo uma agricultura sustentável que integra preservação ambiental, inovação gastronômica e turismo rural. Na propriedade, ela desenvolve produtos como cerveja de palmito, biojóias e até brigadeiro do vegetal. A fazenda também adota sistema de energia fotovoltaica, reutiliza a água para irrigação e emprega apenas embalagens biodegradáveis, como papel kraft, bambu e pratos feitos com a própria folha do palmito pupunha. Ciente de sua responsabilidade social, ela também investe em ações sociais e educacionais, conscientizando a comunidade local sobre a importância de manter a floresta em pé e desenvolvendo projetos criativos, como a produção de papel, vassouras e instrumentos musicais a partir das palmeiras.
Luiza Oliveira Macedo, primeira colocada da categoria Média Propriedade e coproprietária da Fazenda Tapera do Baú, localizada em Boa Esperança (MG), assumiu a liderança da fazenda familiar em 2019 e trabalha para implementar inovações e promover a cafeicultura regenerativa em uma região de fortes tradições. A propriedade é especializada na produção de cafés fine cup (bebida caracterizada por sua acidez balanceada, pureza sensorial em sua degustação, corpo médio, finalização suave e uniformidade), além de cafés especiais, combinando qualidade e rastreabilidade, exportando seus produtos para o mercado internacional. Atuando com base nos pilares governança e social, Luiza também promove capacitações para seus colaboradores e participa ativamente de iniciativas voltadas ao empoderamento feminino no agronegócio.
“Os trabalhos desenvolvidos pelas premiadas comprovam que é possível unir produtividade com preservação ambiental, impacto social e, acima de tudo, inspirar uma nova geração a protagonizar as transformações que a agro precisa”, ressalta Gislaine Balbinot, Diretora Executiva da Abag.
Também focando na agricultura regenerativa, a primeira colocada na categoria grande propriedade, Vanessa Bomm — gestora e sócia proprietária da Fazenda Mareva, localizada em Terra Roxa (PR) — dedica-se a dar continuidade ao legado familiar iniciado há mais de 70 anos. Sua jornada na produção de grãos como soja, milho e trigo tem sido marcada pela adoção de práticas sustentáveis e ligadas a agricultura regenerativa. Vanessa implementou práticas como a intensificação do uso de plantas e mix de cobertura no plantio direto e na rotação de culturas, além do uso de cultivos de cobertura em 100% da área da fazenda neste último ano. Ela também é embaixadora do PRO Carbono, projeto que busca intensificar a adoção de práticas regenerativas buscando maior redução de emissões de gases de efeito estufa e a regeneração do solo no agro. Comprometida com o desenvolvimento humano e social, Vanessa valoriza seus colaboradores por meio de capacitações, bonificações e infraestrutura de qualidade. Além disso, promove ações sociais voltadas à comunidade local, com o apoio a eventos religiosos e suporte a atividades esportivas, fortalecendo o vínculo entre a fazenda e a região.
Já a ganhadora de “Ciência e Pesquisa”, categoria que bateu recorde de votações neste ano, com mais de 13 mil votos, foi Danielle Pereira Baliza, de Minas Gerais. A pesquisadora levou o primeiro lugar e o incentivo de R$ 15 mil por sua jornada profissional, o valor será destinado a instituição veiculada a profissional. Com mais de 40 artigos científicos publicados em revistas e participação em mais de 10 livros, sua tese foi uma das primeiras no Brasil a estudar a temática “sistemas agroflorestais (SAFs) com café”. Além disso, seu trabalho também visa contribuir para que as mulheres do agronegócio se tornem as protagonistas de suas próprias histórias. No último ano, apenas por meio do projeto “Embaixadoras do Instituto Federal: a força feminina na transformação do agro”, Danielle impactou mais de 2.500 agricultoras que juntas desenvolveram capacidades de autonomia, participação e afirmação nos processos de desenvolvimento local e no uso sustentável dos recursos naturais.
“Ao apoiar essas líderes, estamos promovendo um agronegócio que prioriza a preservação ambiental, o desenvolvimento humano e a inovação, elementos fundamentais para o crescimento sustentável do setor e o bem-estar das futuras gerações”, destaca Daniela.
Veja todas as ganhadoras do Prêmio Mulheres do Agro 2024:
Categoria – Pequena Propriedade:
1º lugar – Gabi Rodrigues, Iporanga (SP)
2º lugar – Paula Dias, Santa Rita do Sapucaí (MG)
3º lugar – Simone Sillotti, Mogi das Cruzes (SP)
Categoria – Média Propriedade:
1º lugar – Luíza Macedo, Boa Esperança (MG)
2º lugar – Maria Lucia Bessa, Rio Verde (GO)
3º lugar – Caroline Roza, Rio Brilhante (MS)
Categoria – Grande Propriedade:
1º Vanessa Bomm, Terra Roxa (PR)
2º Mariana Granelli, Charqueada (SP)
3º Lisiane Czech, Teixeira Soares (PR)
Categoria – Ciência e Pesquisa:
1º Danielle Pereira Baliza, Perdões (MG)
2º Paula Toshimi Matumoto Pintro, Maringá (PR)
3º Renata Helena Branco Arnandes, São José do Rio Preto (SP)