quinta-feira, abril 23, 2026

Política & Agro

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Calcário em doses altas pode elevar produtividade da soja em até 30%



Estudo é conduzido no Matopiba desde 2019




Foto: Foto: Doze Batista

Pesquisas da Embrapa Meio-Norte indicam que a aplicação de altas doses de calcário pode aumentar em até 30% a produtividade da soja de primeira safra, em comparação às doses tradicionalmente recomendadas. Os estudos, conduzidos desde 2019 no Maranhão, Piauí e Pará, revelam que a prática é promissora, especialmente para áreas de fronteira agrícola no Matopiba, mas exige cuidados com o equilíbrio nutricional do solo. O estudo tem apoio da Rede FertBrasil e recursos da Finep. 

Os experimentos utilizaram doses que variaram de 0 a 20 toneladas de calcário por hectare, combinadas com gesso. Resultados mostraram que a aplicação de 10 toneladas por hectare gerou aumentos de 18% e 12% na produtividade durante as safras de 2019/2020 e 2020/2021, respectivamente. Segundo o pesquisador Henrique Antunes, da Embrapa, doses mais altas corrigem a acidez do solo, permitindo que as raízes das plantas explorem camadas mais profundas e encontrem recursos como água e nutrientes, essenciais durante períodos de estiagem.

Apesar dos benefícios, o uso de altas doses de calcário pode reduzir concentrações de Fósforo, Potássio e micronutrientes no solo, exigindo adubação complementar para evitar prejuízos à qualidade das plantas. Além disso, custos elevados e barreiras para acesso ao crédito dificultam a adoção em larga escala, especialmente em regiões de fronteira agrícola, que demandam altos investimentos em infraestrutura e preparo do solo.

De acordo com Diógenes Brandalize, consultor agrícola no Piauí, a prática resultou em um aumento de 20% na produtividade de uma propriedade de 3 mil hectares. “A migração para doses mais altas está acontecendo de forma gradual. Muitos produtores optam por dividir o volume aplicado para reduzir custos iniciais”, explicou.

As pesquisas da Embrapa também destacam a necessidade de atualizar os protocolos oficiais de manejo do solo. Grande parte dos documentos disponíveis foi elaborada com base em estudos das décadas de 1980 e 1990, antes do avanço de cultivares mais produtivas e de práticas como o uso intensivo de insumos biológicos. “Os critérios precisam refletir as condições e demandas atuais, especialmente em regiões como o Matopiba, que ainda estão consolidando sua fertilidade”, afirmou Antunes.

 





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Futuros de trigo e milho sobem nos EUA



No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos



No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos
No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos – Foto: Canva

Os contratos futuros de trigo e milho dos Estados Unidos registraram alta nas negociações da madrugada, impulsionados pela intensificação da guerra entre a Rússia e a Ucrânia. A Ucrânia teria disparado mísseis fabricados no Reino Unido contra a Rússia, um dia após realizar ataques semelhantes com mísseis dos Estados Unidos. A escalada do conflito gerou incertezas sobre o impacto no comércio global de grãos, o que impulsionou os preços no pregão noturno.

O presidente russo Vladimir Putin afirmou que o uso de armamentos ocidentais pela Ucrânia seria equivalente à entrada da OTAN na guerra, iniciada em fevereiro de 2022 com a invasão russa. No entanto, autoridades ocidentais rejeitaram essas alegações como ameaças vazias. A escalada do conflito, no entanto, pode dificultar o transporte de grãos de ambos os países, grandes produtores e exportadores, o que afeta diretamente o abastecimento global e gera pressões nos preços.

No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos, alcançando US$ 5,75 1/4 por bushel na Chicago Board of Trade, enquanto os contratos de Kansas City avançaram 3 3/4 centavos, para US$ 5,76 1/2. Já os futuros de milho para dezembro subiram 2 centavos, atingindo US$ 4,42 por bushel. O aumento nos preços reflete a preocupação com a oferta, exacerbada pela guerra.

Além disso, os futuros de soja também apresentaram alta, com o contrato de janeiro subindo 3 1/4 centavos, indo para US$ 9,93 3/4 por bushel. O farelo de soja caiu 40 centavos, para US$ 290,90 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,36 centavos, atingindo 43,72 centavos por libra. As compras técnicas e a expectativa de boas safras na América do Sul também ajudaram a impulsionar os preços. O cenário global reflete a volatilidade dos mercados agrícolas, que reagem a fatores geopolíticos e climáticos.

 





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cotação retorna aos níveis de maio, aponta Cepea



Resistência inicial dos vendedores foi superada pela pressão compradora




Foto: Arquivo Agrolink

Os preços do arroz em casca registraram a maior queda semanal desde junho, retornando aos níveis nominais observados em maio deste ano. Segundo dados do boletim mais recente do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a retração no mercado spot é devido a saída de compradores e a oferta de valores mais baixos por parte dos poucos que permaneceram ativos.

Segundo pesquisadores do Cepea, a resistência inicial dos vendedores foi superada pela pressão compradora, em um cenário de disputas acirradas no mercado. Outro fator que contribuiu para a desvalorização foi o avanço no cultivo da nova safra, combinado com o anúncio de leilões de opções de venda do governo federal, com preços inferiores aos atuais.

 





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Mercado spot do algodão aquece, mas preços recuam



Demanda tem sido impulsionada por compradores




Foto: USDA

O mercado de algodão em pluma iniciou a segunda quinzena de novembro com movimentação no mercado spot. Conforme dados divulgados pelo boletim informativo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a demanda tem sido impulsionada por compradores que buscam atender necessidades imediatas ou reforçar os estoques para o final do ano. No entanto, as cotações seguem em queda, influenciadas principalmente pela desvalorização no mercado externo.

Já em relação so cenário de produção, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) projeta um novo recorde para a safra 2024/25, com 3,704 milhões de toneladas de algodão em pluma, um aumento de 0,1% em relação à temporada anterior.

Apesar do leve crescimento no consumo interno, pesquisadores do Cepea destacam que o excedente deverá ser destinado ao mercado externo, mantendo as exportações em níveis recordes.





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excesso de oferta reduz preços da batata e cebola



Cenoura e alho mantêm estabilidade




Foto: Pixabay

O mais recente levantamento de preços realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), entre 4 e 15 de novembro, trouxe um cenário misto para os valores das hortaliças no entreposto de Contagem da CeasaMinas. Entre as principais mudanças, destacam-se elevações nos preços de alguns produtos e quedas em outros, refletindo as dinâmicas de oferta e demanda no mercado.

Entre as hortaliças analisadas, apenas o alho e a cenoura mantiveram preços estáveis durante o período. Já a abóbora moranga, abobrinha italiana e o tomate registraram aumento nas cotações:

Tomate: A alta foi motivada pelo fim da temporada de inverno nas regiões produtoras, o que impactou negativamente a oferta. Quedas influenciadas por maior oferta

Por outro lado, hortaliças como batata, cebola, chuchu, pimentão e quiabo apresentaram queda nos preços. Os fatores principais foram o excesso de oferta e condições climáticas favoráveis:

Batata: As fortes chuvas recentes nas regiões produtoras aumentaram a quantidade disponível no mercado, somadas ao início da colheita no Sul do país.

Cebola: A queda é atribuída à maior oferta de produtos de alta qualidade, favorecida pelo clima seco durante o período de desenvolvimento da hortaliça.

Os dados analisados abrangem apenas o período até 14 de novembro, já que o feriado do dia 15 interrompeu a coleta de preços na CeasaMinas.





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Cenário positivo para o milho


Segundo a Análise do Especialista divulgada pela Grão Direto nesta segunda-feira (18), na última semana, a região Sul do Brasil teve condições climáticas favoráveis para o milho da primeira safra, com boa umidade no solo, permitindo o avanço do plantio. Apesar da pressão dos preços em Chicago, os valores domésticos do milho no Brasil apresentaram certa resistência. Isso ocorreu devido à desvalorização do real frente ao dólar, que oferece suporte aos preços internos, e ao ritmo lento da comercialização pelos produtores.

O desenvolvimento acelerado da safra brasileira de soja e a recente alta nos preços do milho estão levando o mercado a rever suas projeções para o plantio da segunda safra do cereal em 2024/25. Inicialmente, esperava-se uma redução na área plantada devido às cotações desvalorizadas, mas a recuperação nos preços pode reverter essa tendência, especialmente nas regiões sulistas.

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De acordo com a análise, as cotações do milho registraram disparadas no mercado disponível e uma boa recuperação no futuro, mudando o panorama que se desenhava há dois meses. Com a janela ideal de plantio prevista para grande parte do país e sem sinais de aumento expressivo nos custos de produção, as expectativas são de um bom desempenho em volume para a segunda safra do cereal.

De acordo com estimativas iniciais, a área plantada para a safra 2024/25 seria de 3,756 milhões de hectares, o que representaria uma redução de 5,2% em relação à safra anterior. Essa retração era atribuída às baixas cotações do milho, que levaram muitos agricultores a optarem por outras culturas mais rentáveis. Contudo, o recente aumento nos preços pode levar a uma ampliação da área plantada, sobretudo no Sul do país.

A demanda doméstica continua sendo o principal fator de sustentação dos preços no mercado físico. A valorização do boi gordo e os aumentos nos preços da carne suína e de aves são os grandes propulsores dessa tendência.

Apesar de uma breve queda nos preços na última semana, o cenário geral permanece positivo para o milho no Brasil, com expectativas de uma nova semana favorável ao cereal, conforme a análise da Grão Direto.





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Soja fecha em baixa em Chicago


As cotações da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram o dia em baixa nesta terça-feira, pressionadas pelo avanço do plantio no Brasil e pelas condições climáticas favoráveis em diversas regiões da América Latina. De acordo com o último relatório da Conab, o plantio da safra brasileira alcançou 73,8% da área planejada, superando os 65,4% registrados no mesmo período do ano passado.

Esse progresso representa uma mudança significativa, de atraso para adiantamento na semeadura, o que aumenta as expectativas de uma safra abundante. Além disso, a Abiove estimou um aumento de 9,4% no volume colhido para a temporada 2024/25, reforçando a pressão sobre os preços.  

O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, registrou queda de 1,11%, ou $ -11,25 cents por bushel, encerrando o dia a $ 998,50. Já o contrato para janeiro de 2025 recuou 1,03%, ou $ -10,50 cents por bushel, finalizando a $ 1008,50. No segmento de derivados, o farelo de soja para dezembro caiu 0,59%, ou $ -1,7 por tonelada curta, fechando a $ 288,6. O óleo de soja para o mesmo mês apresentou retração de 1,49%, ou $ -0,68 por libra-peso, encerrando a $ 44,84.  

A retração nos preços reflete o impacto direto das boas condições de plantio e do clima favorável nas regiões produtoras. O ritmo acelerado de semeadura no Brasil reduz incertezas no mercado, enquanto as perspectivas de aumento na produção consolidam uma oferta robusta para a próxima temporada. Além disso, a regularidade das chuvas em áreas estratégicas tem garantido condições ideais para o desenvolvimento das lavouras, contribuindo para a pressão negativa sobre as cotações.  

O mercado permanece atento à evolução da safra brasileira e à situação climática na América Latina, fatores cruciais para as tendências de preços da soja. Caso as condições climáticas continuem favoráveis e o ritmo de plantio se mantenha acelerado, é provável que as cotações sigam pressionadas nas próximas semanas.

 





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Mercado de soja no Brasil: Atualização por estados



No Mato Grosso do Sul, a umidade melhorou



Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente
Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente – Foto: Nadia Borges

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o plantio e os preços da soja no Brasil apresentaram variações significativas nos estados produtores nesta semana. No Rio Grande do Sul, o ritmo de plantio voltou a desacelerar, com preços no porto fixados em R$ 143,00 para entrega e pagamento em 29 de novembro. No interior, os valores oscilaram entre R$ 134,00 em Santa Rosa e São Luiz e R$ 135,50 em Cruz Alta e Passo Fundo. Em Panambi, os preços pagos ao produtor recuaram para R$ 125,00 a saca.

Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente, com 55% da área prevista já semeada, segundo a Epagri. As lavouras estão em fase vegetativa, com 99% em boas condições, favorecidas pelas chuvas regulares. No porto, a soja foi negociada a R$ 143,00, enquanto em Chapecó o valor ficou em R$ 135,50. No Paraná, as chuvas irregulares mantiveram o mercado cauteloso. No Porto de Paranaguá, a soja CIF foi indicada a R$ 142,00, com entrega e pagamento em dezembro. No interior, Cascavel registrou R$ 138,00 para retirada imediata e Ponta Grossa apresentou preços balcão de R$ 134,00.

No Mato Grosso do Sul, a umidade melhorou e o estado é o quarto mais avançado no plantio de soja nesta temporada. Em Dourados, o preço FOB foi indicado a R$ 137,00, mas sem acordos concretizados. Já o Mato Grosso segue como destaque nacional, com o segundo plantio mais adiantado. Em Primavera do Leste, a saca FOB com embarque imediato recuou R$ 2, para R$ 142,00, com baixa disposição de venda. Outras praças apresentaram valores como R$ 143,50 em Lucas do Rio Verde e Nova Mutum e R$ 141,50 em Rondonópolis e Campo Verde.





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Milho misto na B3: Entenda



O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 72,92



Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram
Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram – Foto: Divulgação

Conforme dados da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho na B3 apresentaram fechamento misto nesta terça-feira (19), refletindo o avanço acelerado do plantio no Brasil e sinais de firme demanda interna e externa. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o plantio da primeira safra de milho já alcançou 52,4%, superando os 49% registrados no mesmo período do ano passado. Esse progresso, aliado à grande demanda interna e preços nacionais acima de Chicago e outras origens, projeta um aumento no volume disponível do grão no país.  

Outro fator positivo foi a reversão do atraso no plantio da soja, que abriu espaço para uma janela adequada ao plantio do milho safrinha, garantindo boas perspectivas para o próximo ciclo. No mercado externo, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) revisou para cima a estimativa de exportações brasileiras de milho em novembro, de 5,37 milhões para 5,57 milhões de toneladas, embora o volume ainda fique ligeiramente abaixo das 5,66 milhões de toneladas exportadas em outubro.  

Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram. O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 72,92, com baixa de R$ 0,88 no dia e acumulando queda de R$ 3,82 na semana. Já o vencimento março/25 encerrou a R$ 73,83, com queda diária de R$ 0,78 e semanal de R$ 2,90. O contrato de maio/25 também recuou, fechando a R$ 72,22, registrando baixas de R$ 0,45 no dia e R$ 1,67 na semana.  

O cenário reflete uma combinação de fatores: o avanço no plantio e a expectativa de oferta maior no Brasil pressionaram os contratos mais curtos, enquanto a firmeza na demanda, tanto doméstica quanto internacional, aponta para um mercado ainda aquecido no médio prazo. 

 





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negociações variam entre os estados


Segundo informações da TF Agroeconômica, o plantio de milho no Rio Grande do Sul avançou apenas 1% na última semana. No mercado, os preços mantiveram-se estáveis: Santa Rosa com R$ 73,00 a saca; Não-Me-Toque, R$ 74,00; Marau e Gaurama também a R$ 74,00; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00, enquanto Montenegro apresentou o maior valor, R$ 77,00. Vendedores pedem valores mais altos, começando em R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negociações pontuais ocorreram em Palmeira das Missões e Erechim, com 300 toneladas a R$ 75,00 e 500 toneladas a R$ 75,50 para entrega imediata.  

Em Santa Catarina, os produtores ainda evitam fechar negócios, com pedidas pelo menos R$ 2,00 acima das ofertas. Compradores indicaram preços de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00 a R$ 75,00 CIF fábricas, enquanto transações de até 2 mil toneladas foram realizadas a R$ 75,00/76,00 no CIF meio-oeste. Chapecó teve indicações de R$ 74,00; Campos Novos, R$ 75,00; Rio do Sul, R$ 76,00; e Videira, R$ 73,00. No porto, os valores ficaram em R$ 67 para outubro e R$ 69 para novembro, sem novos negócios após o feriado.  

No Paraná, o plantio está praticamente concluído, conforme a Conab e o Deral. O mercado local registrou maior movimentação no oeste do estado, com a saca FOB negociada a R$ 70,00 no mercado spot, para embarque imediato e pagamento em 30 dias.  

No Mato Grosso do Sul, o Valor Bruto de Produção (VBP) apresentou queda de 10%, refletindo a lentidão nas negociações. Em Maracaju, os preços foram de R$ 53,00 (+R$ 1,00), Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00), Naviraí a R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciaram ofertas FOB a R$ 52,00, concentrando pedidas em R$ 55,00 no interior e R$ 58,00 no FOB, com indicações nos portos a partir de R$ 60,00.

 





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