quinta-feira, abril 23, 2026

Política & Agro

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Mercado do boi gordo encerra semana com alta



Semana foi marcada por altas nas cotações




Foto: Canva

Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a semana finaliza com altas nas cotações do mercado bovino, impulsionadas pela oferta enxuta e pela demanda aquecida, especialmente para o boi China e as categorias de fêmeas. De acordo com análises, o boi comum registrou um acréscimo de R$2,00/@, enquanto a novilha teve uma alta de R$3,00/@. Já a vaca gorda manteve os preços estáveis. As escalas de abate, em grande parte das indústrias, ganharam alívio devido ao feriado, garantindo programação média para uma semana.

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No Norte do Mato Grosso, os preços do boi permaneceram estáveis, mas as fêmeas apresentaram um movimento de alta significativo: R$5,00/@ para vacas e novilhas. Já na região Sudoeste, o boi gordo teve incremento de R$2,00/@, enquanto as cotações de fêmeas permaneceram inalteradas. Nas regiões de Cuiabá e Sudeste de Mato Grosso, os preços seguiram estáveis para todas as categorias.

No Rio Grande do Sul, na região de Pelotas, houve altas pontuais: o boi gordo subiu R$0,10/kg, enquanto a novilha registrou aumento de R$0,20/kg. Já a vaca gorda manteve estabilidade nos preços. Na região Oeste do estado, todas as categorias apresentaram aumento. Tanto o boi gordo quanto a novilha gorda subiram R$0,10/kg, enquanto a vaca gorda registrou alta de R$0,20/kg, conforme apontou o informativo.





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Colheita do milho supera expectativa nos EUA



Colheita está quase concluída na China




Foto: Pixabay

A edição de novembro do relatório de monitoramento via satélite do Global Crop Monitor (GEOGLAM) revelou um cenário misto para a safra global de milho, com resultados variando entre rendimentos excepcionais a perdas causadas por condições climáticas adversas.

Nos Estados Unidos, a colheita avança em ritmo acelerado, com resultados excelentes na maior parte do país, exceto em áreas menores na Costa Leste. No Canadá, a colheita está concluída, com rendimentos acima da média nas províncias de Manitoba e Ontário.

Já na União Europeia, o clima quente e seco comprometeu a safra nos países do sudeste, enquanto na Ucrânia e na Federação Russa, os rendimentos também ficaram abaixo da média devido às mesmas condições climáticas.

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Na China, a colheita está quase concluída com boas condições gerais, e na Índia, a safra Kharif avança sob cenário favorável. No México, as chuvas de outubro apoiam o desenvolvimento da safra primavera-verão, mas a seca precoce ainda preocupa os produtores.

No Brasil, a semeadura da safra primavera (estação menor) segue sob condições favoráveis, embora com uma redução na área total semeada em comparação ao ano anterior. Na Argentina, as chuvas de outubro beneficiaram o plantio da safra precoce, que avança em ritmo positivo.

Na África do Sul, a semeadura do milho está atrasada devido ao início tardio das chuvas, o que pode impactar o desenvolvimento inicial da safra, conforme dados do relatório.





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Contratos de milho em queda na B3


De acordo com a TF Agroeconômica, os principais contratos de milho na B3 encerraram a quinta-feira (21) em queda, refletindo o baixo ritmo de exportações. Este cenário vem trazendo alívio ao mercado interno, que já está finalizando as compras para o final de ano, com foco no milho da primeira safra. Enquanto isso, o dólar registrou alta, alcançando uma máxima de R$ 5,834 durante o dia e fechando a R$ 5,811, um aumento de 0,75%.  

Os pregões de milho na B3 vêm mostrando desvalorização consecutiva. No fechamento de quinta-feira, o contrato para novembro/24 caiu R$ 0,54 no dia, encerrando a R$ 72,38, acumulando queda semanal de R$ 1,80. O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 73,35, com redução de R$ 0,48 no dia e R$ 1,26 na semana. Já o vencimento de março/25 registrou queda de R$ 0,27 no dia, fechando a R$ 71,95, acumulando perda de R$ 2,97 na semana.  

A alta do dólar, que poderia impulsionar as exportações, não foi suficiente para reverter o cenário de baixa nos contratos futuros. O ritmo lento das exportações reflete a falta de competitividade do milho brasileiro frente aos concorrentes no mercado internacional, enquanto o mercado doméstico segue confortável com os estoques disponíveis.  

Os contratos futuros de milho em Chicago encerraram esta quinta-feira (21) em baixa, seguindo a tendência observada na soja e no trigo. O vencimento para dezembro/24, referência para a safra de inverno, caiu 0,81%, ou 3,50 cents/bushel, fechando a US$ 426,75. Já o contrato de março/25 recuou 0,85%, ou 3,75 cents/bushel, terminando o dia a US$ 436,25.

O ritmo de colheita nos Estados Unidos, já concluído, aliado ao avanço do plantio na América Latina, tem pressionado os preços. Apesar de um aumento de 13,65% nas vendas semanais para exportação, segundo o USDA, o volume de 1.494.600 toneladas, embora robusto, ficou próximo ao piso das expectativas do mercado.

 





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Mercado de milho segue lento


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue lento, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Em Santa Catarina, o produtor não vem à mesa de negócios e o milho diferido está praticamente finalizado. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas. Negócios aR$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná as tradings miram em vencimentos mais longos e praticamente não trabalham mais o dez/24. “No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez.No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas a partir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Negócios ao oeste, onde se pagou R$ 73,00 FOB por 2 mil toneladas, retirada imediata e pagamento em 30 dias”, indica.

Enquanto isso, os negócios se arrastam no estado do Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui.

 





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Oscilações nos preços de milho no Brasil e no mercado global



Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações



Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações
Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações – Foto: USDA

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho no Brasil tem registrado ajustes nos preços e nas cotações, com os vendedores novamente reduzindo suas ofertas. Em Paranaguá, os prêmios de milho para o mês de novembro sofreram uma queda de 4 pontos, passando de 135 para 131, enquanto os prêmios de dezembro também foram ajustados, apresentando uma redução de 3 pontos, com o valor chegando a 124. Esse movimento reflete uma tendência de readequação do mercado, com os compradores voltando a cotar o produto para o mês de dezembro.

No cenário internacional, a China registrou uma leve valorização nas cotações do milho, com alta de 7 CNY/t para janeiro e 2 CNY/t para março. No entanto, o amido de milho teve uma queda nas cotações, com uma redução de 4 CNY/t para janeiro e 6 CNY/t para março. Por outro lado, os preços de ovos e suínos mostraram comportamentos opostos: os ovos subiram, com alta de 14 CNY/500kg para novembro e 38 CNY/500kg para dezembro, enquanto o preço do suíno caiu, com redução de 200 CNY/t para novembro e 5 CNY/t para janeiro.

Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações. A oferta para entrega disponível foi ajustada para A$ 183 mil/t, apresentando um aumento de A$ 1 mil/t em relação à rodada anterior. No entanto, as negociações futuras mostraram uma leve estabilidade. Para entregas entre dezembro e janeiro de 2025, os preços subiram para A$ 183 mil/t, enquanto no mercado MATBA, o preço do milho para abril variou para US$ 187,20/t, levemente inferior aos US$ 187,50 da rodada anterior.

 





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Vendas lentas e preços baixos



O mercado local também viu uma variação nos preços da pedra



Os preços para o trigo milling padrão não atendem às expectativas dos vendedores
Os preços para o trigo milling padrão não atendem às expectativas dos vendedores – Foto: Divulgação

O mercado de trigo no Rio Grande do Sul segue enfrentando dificuldades, com negociações lentas e um foco maior em honrar contratos futuros. Segundo a TF Agroeconômica, os moinhos locais relatam vendas fracas e preços baixos das farinhas, o que dificulta novas compras. Os preços pedidos pelos vendedores de trigo se mantiveram estáveis, variando de R$ 1.200,00 na região das Missões até R$ 1.250,00 no planalto e áreas do Norte do estado. Além disso, moinhos de outros estados criticam a qualidade do trigo gaúcho, com características como baixo W e FN, além de uma estabilidade inferior à esperada.

No setor de exportação, o cenário não é muito diferente. Os preços para o trigo milling padrão não atendem às expectativas dos vendedores. O melhor preço ofertado foi de R$ 1.285,00 CIF Porto para embarque em janeiro de 2025, enquanto a exportação de trigo para ração teve negociações registradas por R$ 1.245,00 para embarque em dezembro e pagamento em janeiro. Mesmo assim, as vendas internacionais permanecem tímidas.

Em Santa Catarina, os primeiros lotes de trigo colhido foram oferecidos aos moinhos com preços variando entre R$ 85 e R$ 90 a saca, com valores chegando a R$ 1.500,00 CIF por tonelada. O mercado local também viu uma variação nos preços da pedra, com uma alta de R$ 74,00 em Canoinhas e oscilação de valores em outras regiões. Para o Paraná, o trigo argentino continua mais caro, com preços 6,33% acima do trigo local, mas ainda 2,72% abaixo do trigo gaúcho CIF. O mercado paranaense está em um impasse, com vendedores buscando R$ 1.500,00 FOB, enquanto os compradores estão dispostos a pagar apenas R$ 1.450,00.

A análise de preços e tendências do trigo nas principais regiões produtoras do Brasil destaca a frustração do setor, tanto nas vendas internas quanto na exportação, devido à combinação de preços baixos e qualidade questionada. A expectativa é de que os preços só se ajustem após a conclusão da colheita, quando uma maior oferta no mercado pode criar novas condições para as negociações.





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Herbicida agora atua também no sorgo



“Eleva o potencial produtivo de ambas as culturas”



“Eleva o potencial produtivo de ambas as culturas"
“Eleva o potencial produtivo de ambas as culturas” – Foto: Divulgação

O herbicida Click, da Sipcam Nichino Brasil, agora registrado para o sorgo, utiliza a molécula de última geração terbutilazina, eficaz no controle de daninhas difíceis. Já empregado com sucesso no milho, o Click substitui a atrazina, oferecendo maior residual e eficiência, mesmo em doses menores. O produto tem se mostrado superior no controle de plantas como picão preto e capim-colchão.

José de Freitas, da Sipcam, destaca que o Click eleva a produtividade do milho e do sorgo, culturas que enfrentam desafios com o manejo de invasoras. O sorgo, com aumento de 30% na área cultivada entre 2021 e 2023, se beneficia especialmente do novo herbicida, ajudando a expandir o cultivo no Brasil.

“Eleva o potencial produtivo de ambas as culturas, principalmente pelo efeito da molécula de última geração terbutilazina, desenvolvida pela companhia, que substitui com elevado padrão de eficácia à atrazina, até há pouco uma das poucas opções do produtor frente a infestações de invasoras de difícil controle. Mantém a lavoura com menor nível de reinfestação e por isso tende a se tornar uma nova referência tecnológica para o produtor de cereais”, comenta.

José de Freitas destaca que a formulação moderna do Click oferece flexibilidade, podendo ser combinada com outros herbicidas. Isso aumenta o rendimento operacional do milho e do sorgo, marcando uma nova era para os herbicidas dessas culturas no Brasil. “Apresenta boa adaptação ao clima quente, boa rusticidade e boa tolerância à seca, sendo empregado na alimentação humana, na formulação de ração animal e biocombustíveis sustentáveis, nas variedades granífero, sacarino, forrageiro, biomassa e vassoura”, conclui.

 





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Sustentabilidade ou protecionismo? Carrefour França provoca reação no Brasil


A decisão do Carrefour França de suspender a comercialização de carne proveniente de países do Mercosul, incluindo o Brasil, gerou indignação e reações contundentes do setor agropecuário. O anúncio, feito pelo CEO da empresa, Alexandre Bompard, destacou preocupações com sustentabilidade e desmatamento, mas foi amplamente criticado como uma ação protecionista e sem base técnica.

A Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) classificou a medida como prejudicial ao comércio entre Brasil e França, com impactos diretos para consumidores do Carrefour e a imagem da carne brasileira, amplamente reconhecida pela qualidade e pela sustentabilidade. Segundo o presidente da Faesp, Tirso Meirelles, a posição do Carrefour revela desconhecimento sobre o setor pecuário brasileiro, que segue rigorosas normas ambientais e sanitárias.

“A carne brasileira é um dos produtos mais sustentáveis e competitivos do planeta. Essa decisão demonstra uma atitude protecionista e desinformada. Esperamos que o Carrefour reveja sua postura e se retrate publicamente”, afirmou Meirelles.

O Instituto Desenvolve Pecuária também criticou a declaração do CEO do Carrefour, destacando os avanços da pecuária brasileira em conciliar produção eficiente e preservação ambiental. A entidade ressaltou que o Brasil possui uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo e que a produção nacional tem investido constantemente em tecnologias para reduzir impactos ambientais.

A Conexão Delta G, outra entidade representativa do setor, reforçou o impacto negativo da decisão no comércio internacional, destacando que o Brasil desempenha um papel essencial na segurança alimentar global, atendendo aos mercados mais exigentes do mundo, como Estados Unidos, Europa e Ásia.

“A decisão desconsidera o papel do Brasil na cadeia global de alimentos e vai contra os princípios de livre comércio e cooperação internacional”, afirmou a Conexão Delta G, pedindo que o Carrefour revise sua posição e priorize o diálogo.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) também se posicionou, reafirmando que o Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e de aves, com rigoroso controle ambiental e sanitário. Em nota, o Mapa destacou que não aceitará tentativas de desmerecer a qualidade dos produtos brasileiros e reforçou que o país segue comprometido com práticas sustentáveis.

A polêmica evidencia as tensões comerciais entre Mercosul e União Europeia, colocando sustentabilidade e padrões de produção no centro do debate. Enquanto o Carrefour justifica sua decisão com base em preocupações ambientais, o setor agropecuário brasileiro defende que suas práticas são referência global.

O episódio reacende discussões sobre a relação comercial entre os blocos e destaca a importância de um diálogo mais transparente e colaborativo para superar desafios comuns.





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Endividamento no agro cresce 73% em 2024



“Os juros altos são um dos principais fatores para o aumento de casos”



O setor primário, incluindo o agronegócio, tem visto um aumento significativo nos pedidos de recuperação judicial
O setor primário, incluindo o agronegócio, tem visto um aumento significativo nos pedidos de recuperação judicial – Foto: Pixabay

O endividamento das empresas do setor agro brasileiro aumentou, com 207 produtores rurais pedindo recuperação judicial no primeiro semestre de 2024, superando 2023. Fatores como clima adverso, juros altos e custos elevados contribuíram para essa situação. De janeiro a setembro de 2024, 1.700 empresas pediram recuperação judicial no Brasil, um aumento de 73% em relação ao ano anterior.

O setor primário, incluindo o agronegócio, tem visto um aumento significativo nos pedidos de recuperação judicial, com 287 casos de janeiro a setembro de 2024, mais que o triplo dos 77 registrados em 2023. Empresas como a AgroGalaxy, com dívidas de R$ 3,7 bilhões, exemplificam essa tendência. Outros casos notáveis incluem o Grupo Patense (R$ 2,15 bilhões), Sperafico Agroindustrial (R$ 1,07 bilhão), e Usina Maringá (R$ 1,02 bilhão), que enfrentam grandes dívidas com instituições financeiras e fornecedores.

“Os juros altos são um dos principais fatores para o aumento de casos, somado com a inadimplência dos consumidores, a depreciação cambial e a dificuldade de acompanhar as transformações tecnológicas. A queda nos preços de fertilizantes, por exemplo, foi inferior às das commodities de grãos. Sem contar, que as condições climáticas também não ajudaram. Tudo isso acabou prejudicando o setor”, comenta.

Em 2024, sete a cada dez pedidos de recuperação judicial no Brasil são feitos por micro e pequenas empresas. Eduardo Bazani destaca que a reestruturação empresarial é essencial para ajudar essas empresas a superarem dificuldades financeiras e a retomarem sua saúde financeira e operacional.

 





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Vagas imediatas para o setor de energia renovável



As vagas possuem requisitos



As vagas possuem requisitos
As vagas possuem requisitos – Foto: Divulgação

A Raízen, uma das principais empresas do Brasil no setor de bioenergia, anunciou a abertura de 22 vagas para o Programa Comercial Experience, voltado para profissionais com perfil de liderança e alto desempenho comercial. As oportunidades são para o cargo de Gerente de Território, nas modalidades pleno e sênior, e visam reforçar a estratégia de crescimento da empresa, com foco no setor de energia renovável. As vagas estão distribuídas por diversos estados, incluindo São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

O Gerente de Território será responsável pela implementação de planos de vendas e estratégias de prospecção de novos negócios, com objetivo de expandir a carteira de clientes e maximizar resultados. A função também envolve atuar como elo comercial entre a Raízen e seus revendedores, assegurando a satisfação das necessidades do mercado.

Os requisitos para as vagas incluem ensino superior completo, CNH categoria B, e disponibilidade para viagens. Além disso, são desejáveis conhecimentos avançados em Excel, experiência em negociação e relacionamento com clientes, e vivência em gestão de contratos. A Raízen oferece uma remuneração competitiva, com benefícios como plano de saúde, odontológico, seguro de vida, previdência privada, vale-alimentação, vale-transporte e refeitório no local.

O processo seletivo será composto por inscrição, avaliação de perfil, apresentação em vídeo, dinâmica de grupo com case técnico e entrevista com a liderança, permitindo à Raízen avaliar as competências dos candidatos de forma detalhada.

 





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