quinta-feira, abril 23, 2026

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Saiba os vencedores do Concurso NossoCafé 2024


Cerimônia realizada durante a Semana Internacional do Café, em Belo Horizonte (MG), premiou os campeões nacionais das categorias “Café Natural” e “Café Cereja Descascado”

A Yara anunciou os vencedores da oitava edição do Concurso NossoCafé, competição anual que avalia cafés especiais com o objetivo de estimular a produção nacional de alta qualidade, reforçando a importância da nutrição equilibrada em todo o ciclo produtivo da cultura. Em cerimônia realizada durante a Semana Internacional do Café (SIC), que acontece de 20 a 22 de novembro, em Belo Horizonte (MG), a companhia premiou os dois vencedores nacionais: Bioma Café, de Campos Altos (MG), na categoria “Café Natural”, e João Newton Reis Teixeira, de Santo Antônio do Amparo (MG), na categoria “Cereja Descascado”.

“Estamos muito felizes em anunciar os vencedores do Concurso NossoCafé 2024. A cada edição, trabalhamos para elevar a produção brasileira de cafés para um próximo nível de qualidade, eficiência, produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Durante a SIC, também vamos mostrar o trabalho feito ao longo dos anos focado em pesquisa, inovação e sustentabilidade”, afirma Vinícius Giroto, Especialista Agronômico para Café na Yara Brasil.

Nesta oitava edição, o concurso, de forma inédita, realizou etapas prévias e elegeu ganhadores em quatro regiões diferentes do país, totalizando oito vencedores. Os campeões nacionais foram definidos entre os oito vencedores regionais. O concurso NossoCafé também reconheceu como produtor mais sustentável a Bioma Café. Para isso, os dados das propriedades dos oito finalistas foram analisados pela plataforma “Champer”, solução digital lançada pela Yara em 2024. A plataforma mensura a sustentabilidade na produção do café, reunindo e analisando informações do campo que permitem o acompanhamento de diversos indicadores, como os de produtividade e de práticas de agricultura regenerativa.

Todos os vencedores regionais ganharam a viagem para participar da Semana Internacional do Café (SIC) e terão parte de sua produção adquirida pela Yara. Os dois campeões nacionais terão parte das suas produções distribuídas pela Yara em 2025 e poderão escolher entre uma viagem de 6 dias para a Colômbia para conhecer a propriedade do ganhador do Yara Champion, versão colombiana do Concurso NossoCafé, ou optar por uma consultoria técnica ou de Marketing no valor de R$ 10.000,00. Além da premiação, os vencedores nacionais e regionais poderão estampar as embalagens dos cafés campeões e terão os lotes adquiridos pela Yara por um valor acima do praticado pelo mercado.

Presença na Semana Internacional do Café

Durante a SIC, a Yara promoveu o painel “Revolução Verde: Exemplos da Nova Economia Sustentável”, com a participação de Marcelo Altieri, presidente da Yara Brasil; Carlos Augusto Rodrigues de Mello, presidente da Cooxupé; e Silvia Pizzol, diretora do Cecafé. O encontro abordou a importância da sustentabilidade e inovação no setor cafeeiro, com foco em práticas de baixa emissão de carbono e o uso de fertilizantes de menor pegada.

Yara e Cooxupé, no início do mês, deram um passo importante ao oferecer para um grupo de produtores o primeiro lote do fertilizante lower carbon, insumo nitrogenado feito a partir de matriz renovável, com uma redução de até 90% em sua pegada de carbono. A aplicação desse fertilizante tem um impacto esperado de até 40% de redução da pegada de carbono do grão de café. Para essa parceria, anunciada na SIC em 2022, o presidente da Yara fez, ao final do painel, a entrega de placa simbólica ao presidente da Cooxupé, como parte do compromisso firmado de fornecimento de fertilizante de menor pegada de carbono.

A Yara participa também de palestra técnicas, abordando questões como a importância do uso da fertirrigação como forma de redução de impactos gerados por estresse abiótico, o crescente uso de fertilizantes de matriz orgânica e de insumos de menor pegada de carbono.

Detalhes sobre o Concurso

O Concurso NossoCafé avalia quesitos como equilíbrio, sabor, acidez e doçura e está aberto a todas as propriedades cafeeiras que utilizaram o Programa Nutricional NossoCafé da Yara durante a safra. Ele está dividido em duas etapas. A primeira, consiste na realização da inscrição no site, seguida pelo envio do café para análise. As amostras são classificadas de acordo com protocolos e avaliação da BSCA (Brazilian Specialty Coffee Association). Os produtores selecionados para a segunda fase deverão apresentar uma nova amostra, que será classificada por uma comissão julgadora, também conforme a metodologia da BSCA. São aceitas apenas amostras de café da espécie Coffea arábica L.

“Outra novidade desta edição é que convidamos diferentes elos da cadeia de valor do café, como grandes cafeterias e traders, para participarem do processo de avaliação das amostras nas duas etapas. Desta forma, estamos promovendo conexões entre os produtores e potenciais compradores dos grãos, potencializando a integração da cadeia de valor e empoderando esse produtor”, complementa Vinícius.

Vencedores Regionais

Matas de Minas & Espírito Santo

Categoria Cereja Descascado: Ercilei José de Oliveira

Categoria Natural: Renato Barroso de Assumpção

Cerrado Mineiro e Mogiana Paulista

Categoria Cereja Descascado: Bioma Café

Categoria Natural: Bioma Café

Sul de Minas e São Paulo

Categoria Cereja Descascado: João Newton Reis Teixeira

Categoria Natural: Sebastião Daniel da Silva

Paraná e Sul de São Paulo

Categoria Cereja Descascado: Pedro Alves de Souza

Categoria Natural: Sirlene Soares dos Santos Souza





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Importação de etanol anidro para o Nordeste cresce



A maior parte das importações deve vir do Golfo americano



A maior parte das importações deve vir do Golfo americano
A maior parte das importações deve vir do Golfo americano – Foto: Divulgação

Grandes grupos produtores do setor de etanol estão avaliando a importação de até 150.000 m³ de etanol anidro para o Nordeste nos próximos meses, segundo a consultoria Argus. A possibilidade torna-se particularmente atrativa para empresas beneficiadas por regimes fiscais de isenção de imposto de importação, ampliando sua competitividade em um cenário de déficit regional significativo na oferta do produto.  

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que, em 2023, a produção de etanol anidro no Nordeste alcançou 1,07 milhão de m³, frente a um consumo de 2,5 milhões de m³, resultando em um déficit de 1,43 milhão de m³. Já entre janeiro e agosto de 2024, a produção somou apenas 321.000 m³, enquanto o consumo atingiu 1,7 milhão de m³, mantendo um déficit expressivo de 1,3 milhão de m³. Esse desequilíbrio reforça a necessidade de importar volumes adicionais para atender à demanda.  

A maior parte das importações deve vir do Golfo americano, com envios escalonados previstos até março de 2025. A estratégia é sustentada pela tendência de queda nos preços do etanol norte-americano nos próximos meses, tornando a importação mais competitiva que a origem no Centro-Sul do Brasil, onde os custos do produto são mais elevados. Além disso, os Estados Unidos seguem como o principal fornecedor de etanol anidro para o Nordeste em 2024, seguidos pelo Paraguai.  

A Argus destaca que, para empresas que precisam cumprir contratos na região, importar o produto pode ser a solução mais vantajosa economicamente. A combinação de déficit regional, preços competitivos do mercado internacional e benefícios tributários reforça a estratégia de importação, que deve moldar o mercado de combustíveis nordestino nos próximos meses.

 





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Cebola registra queda, mas tomate sobe 17% em outubro



Alta foi impulsionada por oscilações na oferta




Foto: Divulgação

Hortaliças como alface, batata, cebola e cenoura apresentaram queda nos preços durante o mês de outubro, conforme o 11º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta sexta-feira (22). Em contraste, o tomate registrou aumento no valor médio ponderado.

A alface teve uma redução de 1,02% na média ponderada em relação a setembro, marcando o segundo mês consecutivo de variações distintas nas Ceasas analisadas. Já o preço da batata caiu continuamente desde julho, embora ainda esteja acima do registrado em outubro de 2023.

Para a cebola, os preços recuaram expressivamente, com uma queda de 25,22% na média ponderada, reflexo de uma oferta abundante nas principais centrais de abastecimento. A cenoura também seguiu a tendência de queda, com redução de 5,17% em relação ao mês anterior. Por outro lado, o tomate teve alta de 17,27% em outubro, impulsionado por oscilações na oferta. Condições climáticas adversas, como calor e chuvas intensas, influenciaram diretamente a maturação e a colheita, resultando em variações de disponibilidade do produto.





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Chances de La Niña diminuem



Prado enfatiza que é essencial continuar monitorando as condições climáticas



Nos últimos 30 dias, foram registradas chuvas regulares em grande parte do Brasi
Nos últimos 30 dias, foram registradas chuvas regulares em grande parte do Brasi – Foto: NOAA

Conforme análise de Antonio Prado G. B. Neto, CEO da Pirecal e palestrante, baseada na última publicação da NOAA (National Oceanic & Atmospheric Administration), as chances de ocorrência do fenômeno La Niña para o período de outubro a dezembro diminuíram. Os dados, apresentados em sua coluna Café com Prado, mostram que a probabilidade, que já chegou a 80%, agora é de 57%. Esse cenário aponta para uma menor influência desse evento climático na safra 2024/2025. 

Nos últimos 30 dias, foram registradas chuvas regulares em grande parte do Brasil. Embora o início das precipitações tenha ocorrido com atraso, Prado destaca que, após começarem, as chuvas se estabeleceram de forma consistente, contribuindo para o planejamento das próximas safras agrícolas. Esse comportamento climático beneficia principalmente as regiões agrícolas que dependem de umidade adequada para o desenvolvimento das culturas.  

Prado enfatiza que é essencial continuar monitorando as condições climáticas para ajustar as previsões da safra 2024/2025. A calibração constante, com base nas informações atualizadas, é fundamental para mitigar riscos e otimizar as operações no campo.  

Essa análise reforça a importância de observar os indicadores climáticos com atenção, especialmente em períodos críticos para a agricultura brasileira. A regularização das chuvas traz alívio ao setor, mas os sinais do enfraquecimento da La Niña continuarão sendo avaliados nos próximos meses.

“A cada mês a probabilidade de uma La Nina fica mais distante. As chances que ja chegaram a 80% hoje estão em 57% para ocorrer entre outubro a dezembro.  O que estamos vendo nos últimos 30 dias, são chuvas regulares em grande parte do Brasil. Apesar das chuvas chegarem um pouco mais atrasada do que de costume, mas depois que chegou ficou”, escreveu.





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Safra recorde de grãos desafia logística e fretes no Brasil



Apesar do aumento da produção, o setor enfrenta desafios




Foto: Arquivo Agrolink

O mercado de fretes e a logística de escoamento ganham destaque no agronegócio, impulsionados pelo crescimento da produção de grãos projetado para a safra 2024/25. A estimativa é de 322,53 milhões de toneladas, um aumento de 8,2% em relação à safra anterior, conforme o Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado na sexta-feira (22).

O avanço nas semeaduras, beneficiado por condições climáticas favoráveis, fortalece as culturas de soja e milho. Entretanto, o transporte dessa produção até os mercados internacionais exige um sistema logístico eficiente. Nesse contexto, os portos brasileiros, em especial os do Arco Norte, assumem papel estratégico. Em outubro de 2024, os portos dessa região responderam por 35,1% das exportações de grãos, superando os 33,9% registrados no mesmo período de 2023.

Apesar do aumento da produção, o setor enfrenta desafios. Em outubro, as exportações de soja caíram 22,9% em relação ao mês anterior, enquanto o acumulado do ano registrou 94,2 milhões de toneladas exportadas. Já o milho enfrenta uma redução de 34,1% nas estimativas da safra 2023/24, o que pode impactar a demanda por fretes no curto prazo, mas aumenta a pressão sobre a infraestrutura logística.

Além dos grãos, o transporte de fertilizantes também exige atenção. Em outubro de 2024, os portos brasileiros importaram 4,9 milhões de toneladas de fertilizantes, um aumento de 5,9% em comparação ao mês anterior. Esse crescimento reforça a necessidade de um transporte eficiente para garantir o abastecimento do setor agropecuário.





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Garantia para crédito a produtores afetados pela enchente



A iniciativa faz parte do conjunto de ações do BB para apoiar a recuperação do estado



O uso do FGO foi viabilizado pelo aporte de R$ 600 milhões realizado pelo Governo Federal
O uso do FGO foi viabilizado pelo aporte de R$ 600 milhões realizado pelo Governo Federal – Foto: Pixabay

O Banco do Brasil (BB) lançou uma solução inédita ao disponibilizar o Fundo de Garantia de Operações (FGO) para cobrir até 100% das contratações das linhas Pronaf Mais Alimentos e Pronamp Investimento. A medida é voltada a produtores rurais do Rio Grande do Sul que sofreram perdas materiais nas enchentes de maio de 2024, em municípios com estado de calamidade ou emergência reconhecidos pelo Governo Federal, com base na Medida Provisória 1.216, na Lei 14.981 e portarias correlatas.  

A iniciativa faz parte do conjunto de ações do BB para apoiar a recuperação do estado, que incluem ajuda humanitária, prorrogação de dívidas e concessão de crédito emergencial. Até agora, foram liberados R$ 1,1 bilhão em empréstimos com subvenção federal, beneficiando mais de 9 mil agricultores familiares e médios produtores. Além disso, no Plano Safra 2023/24, o BB já desembolsou mais de R$ 11 bilhões no RS, abrangendo linhas voltadas à cadeia produtiva do agronegócio e ao financiamento de títulos.  

O uso do FGO foi viabilizado pelo aporte de R$ 600 milhões realizado pelo Governo Federal, o que facilita a constituição de garantias e amplia o acesso ao crédito para produtores que enfrentam dificuldades financeiras. A iniciativa já gerou resultados, com as primeiras operações contratadas e grande aceitação pelos clientes.  

Segundo Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar do BB, “essa solução inovadora de crédito rural amparado no fundo garantidor, já tendo sido contratadas as primeiras operações nesta modalidade, gerando ótima receptividade e satisfação pelos clientes. O FGO impulsiona o crédito e a atuação do BB no âmbito das ações governamentais de apoio, atendendo as demandas dos produtores rurais para desenvolver os investimentos necessários para a continuidade das atividades e dos negócios”. Mais informações podem ser obtidas nas agências do BB no estado.  

 





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Wall Street fecha em alta, enquanto Dow Jones e S&P 500 atingem picos em uma…


Logotipo Reuters

Por Abigail Summerville

(Reuters) – Os principais índices de Wall Street fecharam em alta em negociações voláteis nesta quinta-feira, com os índices Dow Jones e S&P 500 atingindo os maiores níveis em uma semana.

De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 0,53%, para 5.948,48 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq teve variação positiva de 0,04%, para 18.974,23 pontos. O Dow Jones subiu 1,06%, para 43.869,31 pontos.

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Umidade insuficiente do solo impacta plantio de soja



Preço médio da soja tem leve recuo no Rio Grande do Sul




Foto: Divulgação

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (21), o ritmo de semeadura da soja foi diretamente impactado pela umidade do solo no Rio Grande do Sul, que apresentou variações em decorrência da distribuição irregular das chuvas no Estado. Até o momento, a área semeada corresponde a 50% do total projetado, estimado em 6.811.344 hectares.

Em regiões onde o solo apresentou níveis insuficientes de umidade, o plantio foi suspenso temporariamente. Nas localidades que receberam chuvas leves, os trabalhos continuaram com poucas interrupções. As áreas semeadas até o início de novembro mostram germinação uniforme e desenvolvimento inicial satisfatório, enquanto as semeadas mais recentemente apresentam emergência irregular, dependendo de precipitações para estabilizar o crescimento das plantas.

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Nas áreas mais secas, sementes depositadas fora da profundidade ideal não completaram o processo de embebição, mas não apresentam sinais de deterioração. A reposição hídrica é crucial para garantir a germinação e o bom desenvolvimento das lavouras.

A aplicação de herbicidas para o manejo pré-plantio e pré-emergente foi limitada em algumas áreas devido a ventos constantes e à baixa umidade relativa do ar durante períodos do dia. Mesmo assim, os produtores mantêm a expectativa de atingir uma produtividade média estimada em 3.179 kg/ha.

No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos de soja apresentou leve queda de 0,42% na última semana, passando de R$ 129,41 para R$ 128,87, conforme o levantamento semanal de preços realizado pela Emater/RS-Ascar.





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Competição com soja e falta de estrutura freiam plantio de pinus


O cultivo de Pinus no Rio Grande do Sul está em um momento crítico, com estagnação na implantação de novas áreas e tendência de redução, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (21) pela Emater/RS-Ascar. Na região de Passo Fundo, o setor opera com a madeira remanescente de estoques limitados, enquanto alguns bosques continuam sendo comercializados para empresas de Santa Catarina.

Na região de Santa Maria, a área plantada em 2022 foi estimada pelo IBGE em 9.400 hectares, principalmente concentrada nos municípios de Cachoeira do Sul, São Francisco de Assis e São Vicente do Sul. O uso da madeira, destinado principalmente à produção de tábuas, ripas e itens de construção civil, é mais restrito que o do eucalipto, e a ausência de um polo madeireiro estruturado dificulta o processamento adequado do Pinus.

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Enquanto a colheita das áreas plantadas avança, o ritmo de novos plantios não acompanha a demanda. Mesmo com o surgimento de medidas legais menos restritivas para o licenciamento de projetos de silvicultura, a concorrência por terras destinadas à cultura da soja é um dos principais entraves para a retomada do plantio em maior escala.

Os preços da madeira de Pinus variam de acordo com o local e o diâmetro das toras. Em Cachoeira do Sul, o Pinus em pé na floresta com diâmetro entre 7 e 40 cm é vendido a R$ 50,00/m³, enquanto toras maiores, acima de 40 cm, podem atingir R$ 350,00/m³. Em Jaguari, as toras de diâmetro acima de 30 cm alcançam R$ 250,00/m³ na floresta e R$ 400,00/m³ quando entregues no pátio do consumidor.

Em Santiago, a madeira com diâmetros a partir de 15 cm tem preços de R$ 200,00/m³, mas toras maiores, acima de 30 cm, podem ultrapassar R$ 300,00/m³.





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Mercado do boi gordo encerra semana com alta



Semana foi marcada por altas nas cotações




Foto: Canva

Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a semana finaliza com altas nas cotações do mercado bovino, impulsionadas pela oferta enxuta e pela demanda aquecida, especialmente para o boi China e as categorias de fêmeas. De acordo com análises, o boi comum registrou um acréscimo de R$2,00/@, enquanto a novilha teve uma alta de R$3,00/@. Já a vaca gorda manteve os preços estáveis. As escalas de abate, em grande parte das indústrias, ganharam alívio devido ao feriado, garantindo programação média para uma semana.

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No Norte do Mato Grosso, os preços do boi permaneceram estáveis, mas as fêmeas apresentaram um movimento de alta significativo: R$5,00/@ para vacas e novilhas. Já na região Sudoeste, o boi gordo teve incremento de R$2,00/@, enquanto as cotações de fêmeas permaneceram inalteradas. Nas regiões de Cuiabá e Sudeste de Mato Grosso, os preços seguiram estáveis para todas as categorias.

No Rio Grande do Sul, na região de Pelotas, houve altas pontuais: o boi gordo subiu R$0,10/kg, enquanto a novilha registrou aumento de R$0,20/kg. Já a vaca gorda manteve estabilidade nos preços. Na região Oeste do estado, todas as categorias apresentaram aumento. Tanto o boi gordo quanto a novilha gorda subiram R$0,10/kg, enquanto a vaca gorda registrou alta de R$0,20/kg, conforme apontou o informativo.





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