quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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Atraso no plantio da safra prejudica exportações de soja de Mato Grosso



Exportações registram queda de 82% em novembro




Foto: Leonardo Gottems

As exportações brasileiras de soja registraram forte retração em novembro de 2024, totalizando 2,55 milhões de toneladas (mi de t), uma queda de expressivos 50,87% em comparação ao mesmo mês de 2023, conforme dados divulgados pela Secex. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Mato Grosso foi um dos estados mais impactados pela redução, com exportações somando apenas 95,25 mil toneladas (t), retração de 82% frente a novembro do ano passado.

A menor oferta de soja no estado resultou em um cenário inédito: a participação de Mato Grosso nas exportações nacionais foi de apenas 3,73% em novembro, o menor índice já registrado na série histórica para o mês. No acumulado do ano (janeiro a novembro de 2024), o estado exportou 24,64 mi de t, uma redução de 11,79% em relação ao mesmo período de 2023.

Além da oferta limitada, o atraso no plantio da safra 2024/25 agrava as expectativas para os próximos meses. O Imea projeta que o volume exportado em dezembro de 2024 será ainda menor, com reflexos negativos previstos para os embarques de janeiro de 2025, que devem ficar abaixo dos níveis registrados no início deste ano.

O desempenho das exportações de Mato Grosso tem gerado apreensão no mercado, considerando que o estado é tradicionalmente responsável por uma parcela importante dos embarques nacionais. A redução na oferta local impacta diretamente a competitividade e os fluxos comerciais do Brasil, principal exportador mundial de soja.

 





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Semeadura do feijão está concluída na maior parte do Rio Grande do Sul


A semeadura da primeira safra de feijão foi concluída na maioria das regiões do Rio Grande do Sul. No entanto, de acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (21/11), permanecem áreas a serem implantadas no Sul e Nordeste, especialmente nos Campos de Cima da Serra, onde se adota cultivo único com plantio tardio, concentrado no mês de dezembro. Para a Safra 2024/2025 no Estado, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares e a produtividade média estimada é de 1.864 kg/ha.

O tempo seco, de altas temperaturas, baixa umidade relativa do ar e ventos ocasionais da última semana, configurou-se como um fator climático desfavorável à cultura, que já apresenta sinais de estresse hídrico. A maior parte das lavouras encontra-se na fase reprodutiva (florescimento, formação de vagens e enchimento de grãos) e restrições hídricas nesse estágio podem afetar a produtividade. Contudo, até o momento, o quadro não é considerado crítico. As precipitações ocorridas recentemente poderão amenizar a situação e limitar perdas.

Na região de Santa Maria, 93% das áreas estão semeadas. A maior parte está em estágio reprodutivo, como a lavoura registrada em Toropi, no começo do mês (07/11), e 4% estão colhidos.

SOJA
O ritmo de semeadura das lavouras foi influenciado diretamente pelos níveis de umidade do solo, que variaram conforme a distribuição irregular de precipitações no Estado. A área semeada alcançou 50% da projetada.

Nas áreas onde a umidade do solo se mostrou insuficiente, a semeadura foi suspensa. Já nas localidades que receberam chuvas leves, os trabalhos prosseguiram quase sem interrupções. A área de cultivo projetada pela Emater/RS-Ascar está estimada em 6.811.344 hectares, e a produtividade média em 3.179 kg/ha.

MILHO
A semeadura do milho atingiu 84% da área projetada para a safra. A maioria das lavouras segue em fase de desenvolvimento vegetativo (58%); o restante está em florescimento (26%) e em enchimento de grãos (16%). Para a Safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar estima o cultivo de 748.511 hectares e a produtividade média de 7.116 kg/ha.

Os baixos regimes de chuva acarretaram sintomas de déficit hídrico nas lavouras de sequeiro. A situação é preocupante especialmente em relação às áreas em floração, fase mais sensível da cultura. Nas localidades onde choveu no início de novembro, os sintomas foram mitigados nos solos sem compactação. Porém, onde as chuvas foram insuficientes ou chegaram tardiamente, a perda de produtividade está consolidada.

Em áreas irrigadas ou com boas condições hídricas, o potencial produtivo está elevado, sendo favorecido pela alta disponibilidade de radiação solar durante o dia e pelas temperaturas amenas à noite.

BRÓCOLIS
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, em São José do Hortêncio, a produção de brássicas do mês de novembro segue dentro da normalidade, e as plantas se desenvolvem bem. Os produtores monitoram a ocorrência de pragas, não havendo registro de perdas no último mês.
Em relação às vendas, houve bastante demanda por brócolis. Já o repolho apresenta demanda mais reduzida. O preço médio praticado, na Ceasa de Porto Alegre, para brócolis, segue entre R$ 20,00 e R$ 30,00 a dúzia, dependendo da qualidade e do tamanho do produto. A cotação do repolho baixou, ficando entre R$ 1,00 e R$ 2,00 a unidade, conforme o tamanho.

MORANGO
Na região de Caxias do Sul, o clima foi favorável para o desenvolvimento da cultura, assim como para a floração e frutificação das plantas. Apenas no final do período, a temperatura elevada causou algumas perdas, porém o maior volume já havia sido colhido. Os cultivos seguem sem evidências de doenças e pragas que possam causar prejuízos, mas os produtores monitoram constantemente suas lavouras. O feriado da Proclamação da República seguido do final da semana trouxe grande número de visitantes à região serrana, o que elevou o consumo de morango em estabelecimentos, como restaurantes e hotéis. O preço de venda direta a consumidores variou entre R$ 20,00 e R$ 25,00/kg.





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Egito lidera compras de milho de Mato Grosso



Egito adquiriu 2,53 milhões de toneladas




Foto: Pixabay

As exportações de milho de Mato Grosso registraram queda em novembro de 2024, totalizando 3,05 milhões de toneladas, uma redução de 28,59% em relação a outubro, de acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O cenário reflete o desempenho nacional, já que o Brasil exportou 4,72 milhões de toneladas no mesmo mês, volume 26,21% inferior ao registrado em outubro, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

O acumulado da safra 23/24 também apresentou redução. Mato Grosso exportou 18,90 milhões de toneladas até o momento, o que representa uma queda de 8,65% em relação ao mesmo período da safra anterior. Segundo o Imea, o recuo está diretamente relacionado à menor produção do cereal no ciclo atual, além da redução das importações pela China, que é um dos principais consumidores globais.

Apesar da retração, o Egito se destacou como o maior comprador de milho de Mato Grosso na safra 23/24, adquirindo 2,53 milhões de toneladas. Em seguida, aparecem o Vietnã, com 2,43 milhões de toneladas, e a Coreia do Sul, com 1,55 milhão de toneladas.

As projeções do Imea indicam que Mato Grosso deve exportar um total de 27,21 milhões de toneladas de milho até o final da safra 23/24. 

 





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valorização do milho impulsiona negociações da safra 24/25



As vendas alcançaram 89,75% da produção total




Foto: Divulgação

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a comercialização da safra 2023/2024 de milho em Mato Grosso registrou avanço em novembro. As vendas alcançaram 89,75% da produção total, um crescimento de 3,96 pontos percentuais (p.p.) em relação a outubro. O preço médio negociado foi de R$ 58,28 por saca, um aumento de 15,02% em comparação ao mês anterior. O ritmo acelerado de negociações está relacionado à alta nos preços do cereal no estado, superando em 7,08 p.p. o índice de comercialização registrado no mesmo período da safra passada.

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Para a safra 2024/2025, as vendas atingiram 23,84% da produção estimada, com um aumento mensal de 3,11 p.p.. Apesar do avanço, o volume comercializado está 14,37 p.p. abaixo da média das últimas cinco safras, conforme apontou o Imea.

De acordo com as informações, o preço médio da saca para a próxima temporada foi negociado a R$ 44,32, registrando incremento de 3,98% em relação a outubro. Esse movimento reflete a valorização do milho no estado e a estratégia dos produtores em garantir custos com insumos para a próxima safra.





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Federarroz alerta para possível redução de área plantada


O excesso de chuvas neste final de ano e a ajuda aos pequenos produtores da região Central do Estado, que não chegou até a ponta da cadeia, sinalizam possível redução de área plantada. O alerta é da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul. Conforme a entidade, 31% da área ainda não foi plantada naquela região.

O presidente da Federarroz, Alexandre Velho, destacou que o ano foi de muitos desafios, decorrentes não só do clima e da comercialização, mas também da interferência do governo federal. Velho também afirmou que o reflexo das enchentes, após dois anos de seca, será visto na colheita, inclusive da soja, pelos produtores que trabalham com as duas culturas. “É preciso manter altas produtividades, e tenho indicativos claros de que, nesta safra, possivelmente teremos aumentos no custo de produção em função da recuperação estrutural das propriedades, com canais de irrigação, sistema de drenagem, estruturas de armazenamento”, explicou o presidente. Ele ressaltou que, na região Central, por exemplo, os produtores precisam recuperar o solo, onde houve muita erosão, e que esses pequenos produtores não foram atendidos pelas ajudas governamentais. “Os valores não chegaram na ponta”, justificou.

Em relação à área plantada, a pouca luminosidade em razão das chuvas, principalmente neste fim de ano, foi abordada pela Federarroz. A entidade repercutiu os números anunciados pelo Instituto Riograndense de Arroz (Irga), que contabilizou, até 5 de dezembro, que faltam plantar 5% do total previsto para o RS, sendo que na região Central ainda faltam 40 mil hectares (31%). “Isso mostra que os problemas não foram resolvidos e o indicativo é de que não se confirme os 948 mil hectares de lavoura plantada, conforme anunciado pelo Irga. Além disso, temos uma lavoura muito complicada no que diz respeito ao manejo de plantas invasoras, aplicação de uréia e posteriormente a irrigação, pois as chuvas têm atrasado muito o trabalho”, complementou Alexandre Velho. Ele ressaltou o risco de baixa produtividade em relação ao esperado.

No que se refere a preços, o presidente da Federarroz se mostrou preocupado. “Penso que o governo fez um movimento desnecessário em lançar contratos de opção com sinalização muito baixa de preço, o que traz uma expectativa de preços abaixo do custo de produção”, apontou Alexandre Velho. Hoje, o custo do arroz irrigado varia entre R$ 90,00 e R$ 100,00 a saca, conforme as regiões. “O Rio Grande do Sul dificilmente teria interesse em participar dos contratos de opção, porque o preço sinalizado pelo governo fica abaixo do custo de produção total. Em plena entressafra, o primeiro leilão já mostrou um resultado de 4% vendido, o que realmente mostra a falta de interesse e, pior, talvez esse indicativo de preço possa trazer, inclusive, um desestímulo ao setor, que vem recuperando uma área que foi perdida. Lembrando que nós já plantamos mais de 1,1 milhão de hectares no Rio Grande do Sul e chegamos a 840 mil há dois anos. Essa leve recuperação, com este movimento de preços baixos e falta de rentabilidade do setor, pode novamente trazer um desestímulo a toda a cadeia do arroz”, alertou.

O dirigente comentou que, o preço sugerido pelo governo fica para agosto de 2025 em torno de R$ 87,00. Porém com a antecipação para março, o preço fica próximo a R$ 80,00, valor que não paga o custo de produção”, explicou o presidente.





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Soja encerra a semana em alta em Chicago


Nesta sexta-feira, os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) registraram fechamento misto, com leve oscilação, segundo informações da TF Agroeconômica. O contrato de janeiro, referência para a safra brasileira, encerrou estável a $993,75 por bushel, enquanto o contrato de março teve uma leve alta de 0,03%, fechando a $999,25. No entanto, o farelo de soja para janeiro caiu 1,27%, ou $3,7 por tonelada curta, cotado a $287,4. Em contraste, o óleo de soja subiu 1,56%, ou $0,66 por libra-peso, atingindo $42,97.

Apesar do dia de baixa para a oleaginosa, o acumulado da semana foi positivo, com os preços da soja fechando em alta de 0,43%, ou $4,25 por bushel. Essa movimentação reflete a volatilidade observada ao longo da semana, influenciada por diversos fatores. Entre os principais, destacaram-se as condições climáticas e o progresso do plantio na América do Sul, a desvalorização do real frente ao dólar e o recente acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, que pressionaram as cotações.

Por outro lado, a demanda ativa nos portos americanos ajudou a limitar as perdas. Muitos compradores estão antecipando suas aquisições diante da possível implementação de tarifas e mudanças nas regras comerciais com a posse do novo presidente dos Estados Unidos. Além disso, a alta no preço do óleo de soja, impulsionada pela demanda global, foi um fator importante para sustentar os preços.

No acumulado semanal, o farelo de soja teve queda de 1,54%, ou $4,5 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja registrou alta significativa de 2,95%, ou $1,23 por libra-peso. Esses movimentos reforçam a influência do mercado global de derivados na formação dos preços da oleaginosa.

 





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Soja encerra semana em queda em alguns estados


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, regiões esmagadoras estão precificando melhor que o porto, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 146,00 para entrega em novembro, e pagamento 27/12, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 140,00 Cruz Alta – Pagamento em 15/01. R$ 139,50 Passo Fundo – Pagamento em 15/01. R$ 140,00 Ijuí – Pagamento em 15/01. R$ 139,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 15/01. Preços de pedra, em Panambi, manteve em R$ 127,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina, o plantio avançou. “Em São Francisco, ouvimos preços entre R$133,50 para pagamento em 28/03 até $141,00 com pagamento em 30/07. Preços do dia: O preço no porto foi de R$ 145,00, Chapecó a R$ 135,50”, completa.

Preços em queda no interior ao longo da semana no Paraná. “Já para 2025 os preços vão de 135,50 para abril com pagamento em 30/05 até 143,00 para julho com pagamento em 20/08. Uma melhora de 2 a 4 reais em relação a semana passada com a alta do dólar. No porto de Paranaguá, a saca CIF era cotada a R$ 148 para entrega em dezembro, com volumes pontuais negociados. No spot da soja em Ponta Grossa, os preços iniciaram a semana em R$ 146 a R$ 147 por saca CIF indústria, mas recuaram a R$ 142 a R$ 143, enquanto produtores pediam R$ 145, limitando acordos. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 133,00”, indica.

No Mato Grosso do Sul, a venda da soja reduz a participação total na receita do estado, mas ainda lidera. “Em Dourados, o spot da soja teve negociações escassas. Compradores indicaram entre R$ 135 e R$ 136/saca FOB, para retirada imediata e pagamento em até 30 dias, enquanto produtores pediam acima de R$ 140”, informa.

Mesmo com a alta nos preços, o custo de produção apresenta um cálculo delicado em Mato Grosso. “O dólar foi outro. No entanto, os valores atuais praticados no Estado não são suficientes para cobrir o custo total da safra 2024/25. Em Rondonópolis, o preço começou em R$ 140 por saca FOB, mas cedeu a R$ 130, inibindo acordos. Preços praticados: Campo Verde: R$ 139,00, Lucas do Rio Verde: R$ 138,50. Nova Mutum: R$ 138,50. Primavera do Leste: R$ 139,50. Rondonópolis: R$ 139,50. Sorriso: R$ 137,00”, conclui.

 





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Recomendações para quem ainda tem milho



Fixar preço é uma alternativa



Fixar preço é uma alternativa
Fixar preço é uma alternativa – Foto: Divulgação

Conforme informações da TF Agroeconômica, entender o comportamento cíclico dos preços do milho é essencial para os agricultores evitarem perdas financeiras significativas. A tendência normal do mercado, ilustrada em formato de “V”, mostra que os preços geralmente são mais altos durante o pré-plantio e o plantio, caem na colheita devido ao excesso de oferta e voltam a subir na entressafra à medida que os estoques se reduzem. Assim, esperar por preços mais altos sem um planejamento adequado pode transformar lucros em prejuízos históricos, especialmente em momentos de baixa durante a colheita.  

Para lidar com essa realidade, a TF Agroeconômica sugere estratégias que envolvem o mercado futuro. Uma das opções é fixar o preço na Bolsa, sem comprometer a entrega física. Caso o agricultor enfrente problemas climáticos, como uma seca, ele pode encerrar a posição na Bolsa sem prejuízo financeiro grave. Outra estratégia recomendada é vender o milho físico na colheita e reinvestir parte desse valor em contratos futuros, aproveitando a recuperação de preços na entressafra.  

O atual cenário do mercado também indica uma repetição do “V” observado anteriormente. A produção da safrinha 2025 foi revisada pela Conab para 94,26 milhões de toneladas, um aumento de 4,8%. Isso é considerado baixista para os preços devido ao aumento da oferta, reforçando a importância de utilizar ferramentas de hedge para proteção financeira e otimização de lucros.  

“A recomendação, portanto, é a de você, ao invés de vender físico para “aproveitar os bons preços”, fixar preço no mercado futuro. Desta forma, se não colher, não precisará entregar e ainda ganhará algum dinheiro sobre as sacas não colhidas, ao recomprar o contrato na B3, lá na frente, quando os preços caírem e evitará todos os problemas judiciais e financeiros que teria se vendesse no físico”, conclui.

 





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Milho sobe na B3: Entenda


O dólar e a pressão do mercado físico continuam exercendo influência sobre o milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), e os contratos sobem, segundo informações da TF Agroeconômica. “Prosseguindo com um amplo movimento de correção, que parece tentar trazer a níveis mais próximos de R$ 75,00 à medida que o dólar sobe, onde ainda se encontra alguma comercialização nas praças CIF do país, a B3 trabalhou consoante à Bolsa de Chicago, que apresentou ganhos de 3,75 pontos no dezembro/24, terminando o dia cotado a US$ 4,30. No dólar, igualmente, houve movimento de alta, em uma máxima que chegou a R$ 6,092 e fechando o dia cotado a R$ 6,071 (+1,00%)”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em alta no dia: o vencimento de novembro/24 foi de R$ 73,97 apresentando alta de R$ 1,65 no dia, baixa de R$ 1,18 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 72,92, alta de R$ 1,13 no dia, baixa de R$ 0,56 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 72,06, alta de R$ 0,67 no dia e baixa de R$ 1,68 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou o dia e a semana em alta com perspectivas de cortes nos estoques norte-americanos. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 1,15 % ou $ 5,00 cents/bushel a $ 440,00. A cotação para maio, fechou em alta de 1,08 % ou $ 4,75 cents/bushel a $ 445,25”, indica.

“Com a demanda aquecida, o mercado está ajustando posições antes de próximo relatório de Oferta e Demanda do USDA, que será divulgado terça-feira. Nesta quinta-feira o departamento americano indicou alta de 63,30% nas vendas externas no comparativo semanal. Além disso as vendas totais no ano comercial estavam em 11.382.254 toneladas, volume maior que o registrado na mesma época em 2023”, conclui.

 





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Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul segue lento, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Sem negócios em Santa Catarina. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná as tradings miram em vencimentos mais longos e praticamente não trabalham mais o dez/24. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez. No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas a partir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Não ouvimos sobre negócios no dia de hoje”, indica.

Os negócios estão lentos também no Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui.

 





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