segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Soja registra queda de preço de 1,13% no Mato Grosso



Comercialização de soja atinge 54,97% da produção




Foto: Divulgação

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou, nesta terça-feira (12), que a comercialização da soja da safra 2024/25 em Mato Grosso atingiu 54,97% da produção prevista em fevereiro de 2025, com um avanço mensal de 6 pontos percentuais. O progresso da colheita da oleaginosa no estado tem impulsionado os negócios, com os produtores retomando a negociação de grandes volumes. Além disso, muitos sojicultores fecharam contratos com o objetivo de cobrir as despesas da temporada.

O percentual alcançado é superior em 8,60 pontos percentuais ao registrado no mesmo período da safra anterior, embora ainda esteja 7,39 pontos abaixo da média dos últimos cinco anos. Quanto aos preços, foi observada uma queda de 1,13% em relação a janeiro de 2025, com o preço médio fechando em R$ 107,99 por saca.

Em relação à safra 2025/26, a comercialização da soja em Mato Grosso atingiu 4,93% da produção prevista, um aumento de 2,28 pontos percentuais comparado ao mês anterior. Esse percentual representa 2,46 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período da safra 2024/25. O preço médio da soja negociada para essa safra também sofreu uma queda de 2,33% em relação ao mês anterior, fechando em R$ 110,54 por saca.

Este movimento de comercialização reflete o ritmo das negociações e a realidade do mercado agrícola de Mato Grosso, com flutuações de preços que influenciam diretamente as decisões dos produtores. As perspectivas para o setor seguem atentas às condições climáticas e à evolução da colheita, que devem impactar as negociações nos próximos meses.





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Dólar encerra o dia em R$ 5,80, com leve variação



Dólar encerrou a quarta-feira próximo da estabilidade em relação ao real


Foto: Pixabay

De acordo com os dados do InfoMoney, dólar encerrou a quarta-feira próximo da estabilidade em relação ao real, cotado a R$ 5,8086, com uma leve queda de 0,05%. O movimento refletiu a atuação de investidores que aproveitaram cotações mais elevadas para vender a moeda, em um dia marcado pela divulgação de dados da inflação nos Estados Unidos e pela intensificação da guerra comercial iniciada pelo governo norte-americano.

No acumulado de março, a moeda registra uma desvalorização de 1,82%. No mercado futuro, às 17h07, o contrato de dólar para abril, o mais negociado na B3, recuava 0,10%, sendo cotado a R$ 5,8270.

As cotações do dia para o dólar comercial ficaram em R$ 5,808 para compra e venda, enquanto o dólar turismo foi negociado a R$ 5,836 na compra e R$ 6,016 na venda.





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Falta de produtos nos supermercados cresce em janeiro


O Índice de Ruptura da Neogrid, que mede a falta de produtos nas gôndolas dos supermercados brasileiros, registrou um aumento em janeiro de 2025, atingindo 13,7%, uma variação de 0,9 ponto percentual em relação ao mês anterior. Esse é o primeiro índice acima de 13% desde agosto de 2024, marcando uma tendência de crescimento já observada nos últimos três meses.

Entre os produtos que mais sofreram com a falta nas prateleiras, o café se destacou, com um aumento de 2,1 pontos percentuais na ruptura em relação a dezembro. Além disso, o produto acumula uma variação de preço de 66% nos últimos 12 meses, refletindo a instabilidade no setor.

“O aumento ocorre em um momento em que o varejo já começa a sentir os impactos da desaceleração no consumo no país”, afirma Robson Munhoz, diretor de Relações Corporativas da Neogrid. “Com o preço dos alimentos elevado e o poder de compra do brasileiro mais pressionado, a reposição de estoques fica mais lenta e resulta na falta de alguns tipos de produtos e marcas nas prateleiras, agravando ainda mais o cenário.”

Os ovos também registraram uma elevação na ruptura, passando de 16,7% em dezembro para 19,7% em janeiro. Em termos de preços, os ovos brancos tiveram um leve reajuste, subindo de R$ 11,06 para R$ 11,25, enquanto os ovos caipiras e de codorna apresentaram variações maiores, chegando a R$ 15,05 e R$ 8,26, respectivamente.

No segmento do café, a ruptura atingiu 11,1%, impactando diretamente o consumidor, que já sentiu no bolso o aumento médio de 7% no café em pó, que passou de R$ 21,94 para R$ 23,48. Por outro lado, o café em grãos teve uma redução, saindo de R$ 50,14 para R$ 44,47. Segundo o Cepea/Esalq-USP, as chuvas recentes podem favorecer a safra 2025/26, mas os produtores seguem atentos às previsões climáticas, pois temperaturas elevadas podem comprometer a qualidade do grão.

Outro item essencial que apresentou maior ruptura foi o açúcar, cuja indisponibilidade subiu para 10%, retomando o nível registrado em agosto de 2024. Os preços também oscilaram, com o açúcar cristal subindo 2,9%, indo de R$ 9,40 para R$ 9,68, enquanto o mascavo teve um leve aumento para R$ 15,34. O refinado, por sua vez, manteve estabilidade em R$ 5,85.

O azeite, que vinha apresentando tendência de estabilidade desde julho do ano passado, também teve um aumento na ruptura, chegando a 7,6%. No entanto, a situação ainda é melhor do que a registrada no início de 2024, quando a ruptura era de 17,5%. No aspecto dos preços, o azeite de oliva virgem teve uma leve redução, passando de R$ 48,14 para R$ 47,91, enquanto o extravirgem subiu para R$ 50,18.

O aumento da ruptura e a variação nos preços refletem os desafios enfrentados pelo varejo, especialmente em um contexto de desaceleração econômica e poder de compra reduzido. O cenário segue sendo monitorado por especialistas, que destacam a importância da estabilidade na oferta de produtos essenciais para minimizar impactos no consumo.





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Estresse térmico e estiagem afetam produção de leite


O boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (6), aponta que, apesar do desenvolvimento satisfatório das culturas em algumas regiões do Rio Grande do Sul, a produção de leite segue em queda devido ao estresse térmico e à redução no consumo de alimentos pelos rebanhos. Para minimizar os impactos, produtores estão reforçando a oferta de alimentos conservados, como silagem.

Na região de Bagé, a estratégia tem sido antecipar o plantio de pastagens de inverno para garantir melhor alimentação ao gado. Em Santana do Livramento, as matrizes mantêm bom estado corporal com campo nativo e suplementos, mas a estiagem já reduziu a produção de leite em 35%. Em Aceguá, além da baixa na produtividade, foi realizada a vacinação contra brucelose em fêmeas de 3 a 8 meses e imunização contra raiva herbívora.

Na região de Frederico Westphalen, a queda na produção se deve à sazonalidade e às altas temperaturas, que agravam o estresse térmico dos animais. Já em Ijuí, a situação é mais estável, com expectativa de melhora devido à retomada das chuvas e ao uso de alimentos conservados e concentrados. Em Passo Fundo, o cenário também é positivo, já que a silagem tem sido fundamental para suprir as necessidades nutricionais do rebanho e manter a produtividade.

Em Pelotas, a produção segue dentro da normalidade para esta época do ano. Na região de Porto Alegre, as ações estão focadas no manejo sanitário, com intensificação do controle de carrapatos e bernes, evitando impactos adicionais na pecuária leiteira.

Em Santa Maria, as chuvas favoreceram a atividade leiteira, melhorando a oferta de pasto, mas a estiagem ainda gera dificuldades. Já na região de Santa Rosa, houve um aumento expressivo nos casos de LINA (leite instável não ácido), fenômeno associado à menor oferta de volumosos de qualidade. Apesar dos desafios, os preços pagos aos produtores permaneceram estáveis.

Na região de Soledade, a redução das temperaturas trouxe alívio para o rebanho, diminuindo o estresse calórico e, consequentemente, as perdas na produção. O cenário no estado segue desafiador, mas as expectativas são de melhora gradual conforme as condições climáticas favoreçam a recuperação das pastagens e a retomada dos níveis produtivos.





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Cuiabá tem fevereiro mais quente e seco que o normal



Chuvas ficam 20% abaixo da média em Cuiabá no mês




Foto: Pixabay

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou o balanço climático de fevereiro de 2025 para a capital mato-grossense, apontando um volume de chuvas 20% abaixo da média histórica e temperaturas levemente acima do esperado para o período.

Ao longo do mês, Cuiabá registrou precipitações em 18 dias, totalizando 209,6 mm de chuva, enquanto a média climatológica para o período (1961-1990) é de 261,9 mm. O maior volume diário ocorreu no dia 3 de fevereiro, com 73 mm acumulados.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

As temperaturas seguiram uma tendência de elevação. A média geral do mês foi de 27,5°C, ficando 0,5°C acima da média histórica de 27°C. A temperatura máxima média atingiu 33,3°C, também 0,5°C superior à normal climatológica (32,8°C). Já a temperatura mínima média ficou em torno do esperado, registrando 23,9°C, contra a média histórica de 23,6°C.

Entre os extremos registrados, a temperatura mais alta do mês foi de 35,8°C, no dia 23 de fevereiro, enquanto a mais baixa foi de 28,2°C, no dia 1º de fevereiro. Já as mínimas variaram entre 22,1°C, no dia 2, e 26,2°C, no dia 24.

O cenário indica um fevereiro com chuvas irregulares e temperaturas acima da normalidade, reforçando a tendência de períodos mais secos e quentes na região.





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Drones detectam pragas e otimizam produção da soja



O uso de Drones no agronegócio tem ganhado cada vez mais espaço


Foto: Arquivo Agrolink

O uso de Drones no agronegócio tem ganhado cada vez mais espaço, tornando-se uma ferramenta essencial no monitoramento das lavouras de soja. Com tecnologia avançada, esses equipamentos ajudam os produtores a identificar pragas, doenças e áreas com necessidade de irrigação, otimizando a produtividade e reduzindo custos.

Pesquisas demonstram que o uso de drones melhora a eficiência na detecção de problemas na plantação, permitindo intervenções mais rápidas e assertivas. Sensores térmicos e câmeras multiespectrais acopladas aos dispositivos possibilitam a avaliação detalhada da saúde das plantas, ajudando a evitar perdas e a otimizar o uso de insumos.

Empresas especializadas em tecnologia agrícola já oferecem soluções voltadas à agricultura de precisão, permitindo que produtores tenham um controle mais detalhado de suas lavouras.

Além de melhorar a produtividade, o uso dessa tecnologia contribui para um manejo mais sustentável, reduzindo o desperdício de água e o uso excessivo de defensivos agrícolas. Com os avanços constantes, os drones devem se consolidar como aliados indispensáveis para a sojicultura nos próximos anos.





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Mercado de bioinsumos cresce 15% no Brasil



Novo bioinsumo combate cigarrinha e outras pragas




Foto: Canva

Segundo pesquisa divulgada pela CropLife Brasil, o mercado de bioinsumos no Brasil segue em forte expansão, registrando um crescimento de 15% na safra 2023/2024 em relação ao ciclo anterior. Nos últimos três anos, o setor evoluiu a uma taxa média anual de 21%, ritmo quatro vezes superior à média global, evidenciando a crescente adoção de soluções biológicas pelos agricultores.

O avanço reflete a busca do setor agrícola por alternativas que combinem tecnologias químicas e biológicas, promovendo ganhos em produtividade e sustentabilidade. Dentro desse cenário, a Syngenta anunciou o lançamento do NETURE™, um inseticida biológico voltado ao controle de pragas que impactam culturas como soja e milho. “Eficiente desde a primeira aplicação, atende às necessidades dos agricultores, que têm sentido cada vez mais a evolução da eficiência do manejo advinda da combinação de soluções químicas e biológicas, que potencializam a sustentabilidade e rentabilidade das lavouras. A rapidez de ação e a compatibilidade do produto com defensivos químicos representam avanços significativos para o manejo de pragas de difícil controle”, afirmou Rafael P. Oliveira, Gerente de Marketing de Biológicos e Seedcare da Syngenta.

O produto se destaca pela eficiência e efeito residual prolongado contra cigarrinha-do-milho, percevejos, mosca-branca e cigarrinha-da-cana-de-açúcar. Desenvolvido com as bactérias Pseudomonas chlororaphis e Pseudomonas fluorescens, o bioinsumo atua de diversas formas, afetando o sistema digestivo e nervoso dos insetos, promovendo repelência e fortalecendo as plantas contra estresses ambientais.

Outro diferencial do produto é a compatibilidade com defensivos químicos, permitindo sua aplicação ao longo de todo o ciclo da cultura sem necessidade de armazenamento refrigerado. A novidade reforça o avanço do controle biológico no Brasil, consolidando o país como um dos líderes mundiais no uso de bioinsumos para a agricultura.





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Volume médio exportado de café não torrado ficou em 100,7 milhões de…


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Dados divulgados pela Secretária de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira (17) apontam que a média diária exportada do café não torrado durante os dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 foi de 10,072 toneladas, registrando uma baixa de 11,6% se comparado com o embarcado no mês inteiro de fevereiro/24 que teve uma média de 11,395 toneladas. O  volume total exportado nos dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 ficou em 100,723 milhões de toneladas, e no mês inteiro de fevereiro do ano passado foi de 216,518 milhões de toneladas. 

O faturamento total das exportações do produto nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 595,701 milhões, comparados a US$ 750,778 milhões registrados nos 19 dias de fevereiro de 2024. Já o faturamento diário ficou em US$ 59,570 milhões nos dez dias úteis de fevereiro/25, registrando um aumento de 50,8% comparado ao mês inteiro de fevereiro de 2024, onde a média foi de US$ 39.514 milhões. 

Já sobre o valor negociado para o grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 houve um avanço de 70,6% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24. A média ficou em US$ 5.914 (dez dias úteis de fevereiro/25), comparado a US$ 3.467,50 (fevereiro/24).  

Café torrado, extratos, essências e concentrados

O faturamento com as exportações para o café torrado, extratos, essências e concentrados nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 46,461 milhões, sendo que no mês inteiro de fevereiro de 2024 a receita total ficou em US$ 61,361 milhões. A média diária do faturamento foi de US$ 4,646 milhões nos dez primeiros dias de fevereiro/25, e registrou um avanço de 43,9% frente a média diária do mês inteiro de fevereiro/24 que ficou em US$ 3,229 milhões.

O volume embarcado do grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 atingiu 3,802 toneladas, comparado a 7,136 toneladas dos 19 dias do mês de fevereiro/24. A média diária foi de 380 toneladas (dez dias úteis de fevereiro/25), registrando um aumento de 1,2% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24 que foi de 375 toneladas. 

Com relação ao preço médio, nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 o produto foi negociado a US$ 12.219,20 e teve uma valorização de 42,1% frente ao preço médio negociado durante todo o mês de fevereiro de 2024, que foi de US$ 8.598,10. 
 





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Plantadeiras de alta precisão otimizam plantio do trigo



O uso de plantadeiras de alta precisão permite a distribuição ideal das semente


Foto: Canva

As plantadeiras de taxa variável vêm ganhando espaço no agronegócio por oferecerem maior eficiência no uso de sementes e insumos, garantindo uniformidade no plantio e redução de desperdícios. A tecnologia, que já é amplamente utilizada em culturas como soja e milho, agora ganha destaque no cultivo do trigo, proporcionando melhoria no rendimento das lavouras e redução de custos para os produtores.

O uso de plantadeiras de alta precisão permite a distribuição ideal das sementes, ajustando automaticamente a quantidade depositada no solo conforme a variabilidade do terreno. Esse processo resulta em melhor aproveitamento do potencial produtivo da área, evitando falhas no plantio e competições indesejadas entre as plantas.

Além disso, a tecnologia contribui para uma emergência uniforme das plântulas, fator essencial para o desenvolvimento equilibrado da lavoura e maior produtividade. Com menor desperdício e ajustes precisos, os produtores conseguem um uso mais eficiente dos insumos, reduzindo custos e aumentando a sustentabilidade da produção.





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Chuvas favorecem pastagens e mercado de gado segue aquecido


O boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (6), aponta que as chuvas recentes contribuíram para a recuperação das pastagens no Rio Grande do Sul, garantindo bom escore corporal para o rebanho bovino de corte. Com o período de entoure próximo do fim, os pecuaristas realizam diagnósticos de gestação para descarte de vacas vazias e preparação das que seguirão na reprodução.

Em Bagé, os preços do gado gordo seguem estáveis, enquanto o gado magro apresenta variações. A demanda por terneiros desmamados está alta, o que mantém os preços elevados. Já em Caxias do Sul, os pecuaristas focaram na revisão do rebanho, suplementação mineral e controle sanitário.

Em Frederico Westphalen, o tempo quente impactou o conforto animal, mas as chuvas ajudaram a amenizar a situação, ainda que de forma desigual na região. Já em Passo Fundo, há expectativa de alta nos preços, exigindo atenção ao controle de parasitas como carrapatos, bernes e moscas-dos-chifres.

Na região de Pelotas, a oferta de bovinos para abate segue reduzida, mantendo os preços firmes e o mercado aquecido. O segmento de reposição registra maior procura por terneiros, com valorização em diversos municípios. Em Cerrito, a demanda por terneiros leves está alta, e em Canguçu, as feiras mantêm preços estáveis e movimentação intensa.

Na região de Porto Alegre, a temporada reprodutiva está se encerrando, com foco no controle do carrapato para garantir a saúde do rebanho. Em Santa Maria, os preços do boi gordo e da vaca gorda tiveram leve alta, refletindo o aquecimento do mercado. Em Santa Rosa, a redução dos efeitos da estiagem favoreceu a oferta de forragem nos campos nativos, proporcionando boas condições para os rebanhos e retomada das exportações.

O levantamento semanal da Emater/RS-Ascar registrou alta de 0,28% no preço médio do boi, que passou de R$ 10,85 para R$ 10,88/kg vivo. Já a vaca para abate teve valorização de 0,31%, com o preço subindo de R$ 9,67 para R$ 9,70/kg vivo.





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