sexta-feira, abril 3, 2026

Política & Agro

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Clima impacta soja e milho na Argentina



A colheita do milho ganhou ritmo nas últimas semanas



A colheita do milho ganhou ritmo nas últimas semanas
A colheita do milho ganhou ritmo nas últimas semanas – Foto: USDA

A Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) revisou suas projeções para a safra de grãos na Argentina, destacando impactos climáticos contrastantes. No caso da soja, o calor intenso e a falta de chuvas prolongada afetaram severamente as lavouras no NEA, além de causar danos menores no NOA e no centro-norte de Córdoba. A redução no potencial produtivo chega a 22%. No entanto, chuvas entre fevereiro e março beneficiaram lavouras na região central, evitando quedas mais acentuadas. Assim, a projeção total de produção foi reduzida em 1 milhão de toneladas, para 48,6 milhões de toneladas (MTn).

A colheita do milho ganhou ritmo nas últimas semanas, com 13,6% da área nacional já colhida e rendimento médio de 82,7 sacas por hectare. A seca intensa no norte da área agrícola provocou uma queda de 40% na produtividade esperada, enquanto no centro e norte de Córdoba, norte de Santa Fé e sul da região agrícola, as perdas variaram entre 6% e 15%. Apesar disso, o ajuste na área plantada da safra anterior elevou a produção para 51,6 MTn, e a projeção para a safra atual foi mantida em 49 MTn.

No caso do girassol, a colheita acelerou no sul da região agrícola após a melhora nas condições climáticas, permitindo avanço semanal de 17,7 pontos percentuais. No entanto, a safra segue atrasada em relação ao ciclo anterior. Mesmo com problemas de tombamento e brotamento causados por chuvas recentes, os rendimentos permanecem altos, com média nacional de 23,8 sacas por hectare. Com isso, a projeção de produção foi ajustada para cima, de 4,1 para 4,3 MTn, com possíveis novas revisões nas próximas semanas.

 





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Falha de manejo pode comprometer próxima safra



A previsão nacional de safra é baseada em dados reais de produtividade



A previsão nacional de safra é baseada em dados reais de produtividade
A previsão nacional de safra é baseada em dados reais de produtividade – Foto: Pixabay

A safra brasileira de soja 2024/25 deve alcançar 165,98 milhões de toneladas, segundo estimativas da DataFarm. No entanto, o potencial produtivo da cultura poderia chegar a 207,47 milhões de toneladas, o que significa uma perda de 47,49 milhões de toneladas devido a falhas no manejo. Esse déficit equivale a um prejuízo de R$ 102,89 bilhões, considerando uma média de R$ 130,00 por saca de 60 kg.  

Os dados foram gerados pela tecnologia YieldGapMaps, que utiliza inteligência artificial para cruzar informações sobre produtividade, clima e manejo. De acordo com Armando Parducci, cofundador da DataFarm, a ferramenta pode auxiliar na tomada de decisões para propriedades rurais, além de instituições financeiras e seguradoras. A previsão nacional de safra é baseada em dados reais de produtividade municipal das últimas cinco safras, isolando o impacto climático e evidenciando as perdas causadas por manejo inadequado.

“Usamos como base dados de campos experimentais e áreas de fazenda com alto potencial produtivo, explorando os efeitos do clima e do manejo. Associado a essa calibração, a previsão de safra a nível nacional é feita com dados reais de produtividade municipais das últimas cinco safras, gerando assim o potencial produtivo, quantificado a partir do impacto do clima, as perdas por manejo”, comenta.  

Além da soja, a tecnologia também é aplicada ao milho, cana-de-açúcar, algodão e trigo. Segundo Parducci, práticas de agricultura de precisão podem minimizar essas perdas por meio da otimização da irrigação, correção de solo e melhorias no plantio e na aplicação de defensivos e fertilizantes. A ferramenta atualiza previsões diariamente com resolução espacial de dois hectares, sem necessidade de coletas de campo, garantindo rapidez e qualidade nas análises.

 





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Brasil pode ganhar espaço na soja com tarifas dos EUA


De acordo com dados da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA) referente a semana de (14/03 a 20/03), o mercado da soja apresentou variações ao longo da semana, com o contrato de maio passando a ser referência. O bushel da oleaginosa encerrou o pregão da última quinta-feira (20) cotado a US$ 10,13, um leve avanço em relação aos US$ 9,96 da semana anterior.

Nos Estados Unidos, o processamento de soja ficou 4% abaixo das expectativas do mercado em fevereiro e 4,5% menor do que no mesmo mês do ano passado, segundo a Associação dos Esmagadores de Soja do país. Já os estoques de óleo de soja ficaram 8,4% acima do esperado e cresceram 18% em relação a janeiro.

No comércio exterior, as importações chinesas de soja dos EUA aumentaram 84,1% nos dois primeiros meses de 2025, alcançando 9,1 milhões de toneladas. A alta foi impulsionada pelo receio de novas tarifas comerciais impostas pelo governo Trump e pelo atraso na colheita brasileira. Por outro lado, as compras chinesas de soja do Brasil caíram 48,4% no período, totalizando 3,59 milhões de toneladas. No acumulado geral, a China importou 13,61 milhões de toneladas de soja no primeiro bimestre, um aumento de 4,4% em relação ao mesmo período de 2024.

Na Bolívia, a crise econômica e a escassez de combustível preocupam os produtores da região agrícola de Santa Cruz de la Sierra. O setor enfrenta dificuldades na colheita devido à redução das reservas de moeda estrangeira, que afeta a importação de diesel. “O governo da Bolívia, sob crescente pressão devido à crise do dólar e dos combustíveis, tentou facilitar as importações, permitindo que a empresa estatal de energia YPFB usasse criptomoedas para pagar cargas de combustível e pagar empresas”, informou uma fonte oficial.

A situação ameaça não apenas a produção de soja, milho e sorgo, mas também impacta cadeias produtivas como carnes, leite e ovos. O governo boliviano tenta conter a crise por meio de subsídios, mas enfrenta restrições orçamentárias. No mercado paralelo, a cotação do dólar disparou para 11 bolivianos, enquanto a taxa oficial controlada pelo governo permanece em 6,86 bolivianos.





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Cultivo de arroz avança com otimismo no Centro-Oeste gaúcho



O uso de novas tecnologias também impulsiona a orizicultura



O uso de novas tecnologias também impulsiona a orizicultura
O uso de novas tecnologias também impulsiona a orizicultura – Foto: Pixabay

A safra 2025 de arroz no Centro-Oeste do Rio Grande do Sul começa com boas perspectivas, impulsionada pelo aumento da área plantada e pelo avanço tecnológico. A última safra registrou crescimento na semeadura, superando 970 mil hectares no estado. Após desafios climáticos, produtores da região esperam um ciclo produtivo mais estável e com melhores resultados. 

A preparação do solo, iniciada meses antes do plantio, é essencial para garantir altos rendimentos. O manejo adequado, incluindo incorporação de palha e nivelamento do terreno, contribui para um desenvolvimento mais eficiente da cultura. Condições climáticas favoráveis, como temperaturas mais elevadas e tempo seco, fortalecem ainda mais as expectativas de boa produtividade.  

O uso de novas tecnologias também impulsiona a orizicultura. Equipamentos modernos melhoram a uniformidade da semeadura e reduzem desperdícios, enquanto cultivares desenvolvidas para regiões irrigadas por inundação aumentam a resistência das plantas e a eficiência do cultivo. A constante evolução no manejo e nas práticas agrícolas reforça a competitividade do setor no estado.

“O arroz tem uma janela de plantio entre meados de setembro e outubro, mas todo o preparo de solo começa bem antes. Esse processo é fundamental para garantir uma lavoura produtiva e de qualidade”, explica Dauto Carpes, engenheiro agrônomo e especialista de marketing de produto e mercado da FertiSystem.“As previsões indicam que teremos uma boa safra, desde que o clima continue colaborando assim. Principalmente porque o produtor tem investido cada vez mais em tecnologia e manejo eficiente para garantir bons resultados”, afirma o especialista.

 





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USDA reduz previsão da oferta global de milho em 2025



Produção mundial de milho cresce, mas estoques caem




Foto: Agrolink

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) revisou para baixo a estimativa de oferta mundial de milho para a safra 2024/25. Segundo análise divulgada na última segunda-feira (17) pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), a projeção atual é de 1,71 bilhão de toneladas, o que representa uma redução de 0,06% em relação a fevereiro e uma queda de 1,29% na comparação com o ciclo 2023/24.

Apesar do crescimento da produção global em 0,14% em relação à estimativa de fevereiro, a oferta total foi impactada pela queda de 0,59% nos estoques iniciais e pela redução de 0,47% nas importações. O consumo mundial, por outro lado, foi estimado em 1,42 bilhão de toneladas, apresentando um leve crescimento de 0,03% ante a projeção anterior e alta de 0,20% em relação ao ciclo passado.

Com a redução da oferta, os estoques finais foram ajustados para 288,94 milhões de toneladas, uma queda de 0,47% frente à estimativa anterior e uma retração de 7,97% na comparação com 2023/24. Diante desse cenário, os contratos de milho para julho de 2025 na CME Group fecharam a última semana cotados a US$ 4,73 por bushel, registrando alta de 1,29% em relação à semana anterior.





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Cotação do trigo sobe em Chicago e no Brasil


As cotações do trigo registraram alta nesta semana, tanto no mercado internacional quanto no Brasil. De acordo com dados da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA) referente a semana de (14/03 a 20/03), o bushel encerrou o pregão de quinta-feira (20) cotado a US$ 5,57 em Chicago, acima dos US$ 5,47 da semana anterior. Desde o início de março, o preço subiu de US$ 5,18 para US$ 5,68.

No mercado interno, a escassez de produto de qualidade impulsionou os preços. No Rio Grande do Sul, as médias de balcão variaram entre R$ 71,00 e R$ 73,00 por saca, enquanto no Paraná, os valores oscilaram entre R$ 77,00 e R$ 78,00. Com a valorização do real nas últimas semanas, compradores têm aumentado as importações.

A Conab projeta um crescimento de 15,6% na produção de trigo em 2025, alcançando 9,1 milhões de toneladas, desde que as condições climáticas sejam favoráveis. A produtividade deve aumentar 18%, chegando a 3.040 quilos por hectare, enquanto a área plantada pode recuar 2,1%, refletindo incertezas climáticas e de mercado. No Rio Grande do Sul, a área pode cair 3,8%, e no Paraná, 2,3%. Caso o clima não favoreça a cultura, a produção pode permanecer no nível do ano passado, 7,9 milhões de toneladas.

Dados preliminares da balança comercial indicam que, em fevereiro de 2025, o Brasil importou 336,6 mil toneladas de trigo em 15 dias úteis, enquanto as exportações somaram 567,1 mil toneladas no mesmo período. Para a safra 2025/26, a projeção de importação caiu de 5,8 milhões para 5,6 milhões de toneladas, desde que a produção nacional atinja a estimativa de 9,1 milhões de toneladas. Os estoques finais podem encerrar o período em 1,73 milhão de toneladas, conforme o divulgado pela Ceema.


 





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produtividade média do feijão é reestimada



As lavouras seguem com alto potencial produtivo no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A colheita do feijão 1ª safra no Rio Grande do Sul alcançou 65% da área cultivada, segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (20). As lavouras de semeadura tardia, localizadas nos Campos de Cima da Serra, ainda estão em fase inicial de colheita. Para otimizar o processo, a dessecação tem sido intensificada, garantindo maior uniformidade na maturação.

As lavouras seguem com alto potencial produtivo, com estimativas de rendimento médio em 2.400 kg/ha, podendo ultrapassar 3.000 kg/ha em algumas áreas. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar reestimou a área cultivada para 27.149 hectares, enquanto a produtividade média no Estado foi ajustada para 1.838 kg/ha.

No mercado, o preço do feijão registrou alta de 14,01% na última semana. Conforme o levantamento da Emater/RS-Ascar, a saca de 60 quilos passou de R$ 230,00 para R$ 262,22.





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Confira os preços de soja, trigo e milho


A TF Agroeconômica informa que a soja opera com leve alta nesta manhã em Chicago, cotada a US$ 1.013,75 por bushel para maio (+0,75), refletindo a safra recorde do Brasil e incertezas sobre tarifas comerciais nos EUA. No mercado interno, o preço subiu 0,41% no dia, para R$ 133,32 por saca, mas acumula queda de 0,82% no mês, pressionado pela colheita. No Paraguai, a saca vale US$ 363,50 para março e US$ 369,75 para julho.  

“A soja está sendo negociada com leves flutuações nesta manhã em Chicago. No Brasil, os preços estão em leve alta no curto prazo (aproveite todas as altas para fixar preço), mas em queda no mês, pressionados pela entrada da safra”, comenta.

O milho segue a tendência da soja, com negociações cautelosas diante da escalada tarifária nos EUA. O contrato para maio na CBOT caiu US$ 2,0, para US$ 467,0 por bushel. No Brasil, o milho na B3 caiu 3,31%, para R$ 80,33 por saca, enquanto o indicador Cepea registra leve recuo diário de 0,11%, mas alta de 2,96% no mês, cotado a R$ 90,08. A previsão de chuvas leves no Centro-Oeste aumenta a pressão sobre os preços.  

“Assim como a soja, o milho está sendo negociado com leves flutuações em Chicago, com os traders permanecendo cautelosos devido aos riscos representados pela escalada tarifária, que, dependendo do resultado, pode mudar radicalmente o comércio como o conhecíamos há alguns meses”, completa.

O trigo apresenta recuperação nos EUA após quedas anteriores, com ajustes de posição dos fundos e expectativas para o dia D das tarifas recíprocas em 2 de abril. O contrato de maio na CBOT caiu US$ 1,25, para US$ 556,0 por bushel. No Brasil, os preços seguem em alta, com o Paraná registrando R$ 1.526,50 por tonelada (+0,44% no dia) e o Rio Grande do Sul R$ 1.423,46 (+1,11% no dia, +6,46% no mês).

“No entanto, a desaceleração nos embarques de trigo da Rússia é um fator positivo, devido a uma combinação de margens negativas para exportadores e estoques em queda. No Brasil os preços estão subindo mais no RS do que no PR devido à maior disponibilidade de matéria-prima”, conclui.

 





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Manejo integrado reduz danos da mosca-branca no tomate



Mosca-branca reduz qualidade e produtividade do tomate




Foto: Agrolink

No Brasil, a produção de tomate registrou crescimento em 2024, consolidando o país entre os maiores produtores mundiais da hortaliça. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a safra atingiu 4,7 milhões de toneladas, um aumento de 19,2% em relação a 2023. A área colhida também expandiu 10,6%, totalizando 3.543 hectares.

Apesar do avanço, o setor enfrenta desafios, especialmente no combate a pragas. O gerente de Assuntos Regulatórios do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), Fábio Kagi, destaca que o controle da mosca-branca é essencial para evitar perdas na colheita. “O Brasil figura entre os maiores produtores de tomate do mundo, mas, assim como outras culturas, está vulnerável a ataques de pragas e doenças. Por isso, os produtores incluem em seus custos as ações necessárias para o controle dessas ameaças”, explica Kagi.

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Kagi enfatiza que medidas preventivas devem ser adotadas desde o período anterior ao plantio até a colheita. A mosca-branca afeta diretamente a produtividade ao se alimentar da seiva do tomateiro, liberar toxinas que interferem no amadurecimento dos frutos e excretar substâncias que favorecem o desenvolvimento de fungos. Além disso, é transmissora de vírus que causam nanismo e deformações nas plantas.

Para minimizar os impactos, o Sindiveg recomenda estratégias de manejo integrado, como o monitoramento contínuo das lavouras, a rotação de culturas e o uso criterioso de defensivos agrícolas. “Quando essas práticas são executadas de forma adequada e com o auxílio de técnicos especializados, é possível controlar a população da mosca-branca, reduzindo os danos e garantindo a sustentabilidade da produção”, conclui.





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Saúde intestinal dos leitões: impacto no desempenho



A colonização microbiana passa por mudança



A colonização microbiana passa por mudança
A colonização microbiana passa por mudança – Foto: Embrapa – MORÉS, Nelson

O sistema digestivo dos leitões é essencial para seu crescimento e imunidade. Segundo João Xavier de Oliveira Filho, médico-veterinário da Auster Nutrição Animal, a placenta suína impede a transferência de imunoglobulinas maternas, tornando o colostro fundamental para ativação das defesas neonatais. A microbiota intestinal, formada nos primeiros dias de vida, impacta diretamente a resistência a patógenos como Salmonella, sendo crucial para a saúde dos suínos.  

A colonização microbiana passa por mudanças: no nascimento, 69% das bactérias intestinais vêm da mãe, chegando a 89,3% no terceiro dia, mas caindo para 0,28% ao 28º dia. Já as bactérias do ambiente aumentam, reforçando a necessidade de manejo adequado para garantir um equilíbrio microbiano saudável. Fatores como estresse térmico, nutrição inadequada e uso excessivo de antimicrobianos podem comprometer esse equilíbrio e aumentar a suscetibilidade a doenças.  

O desmame precoce (15 a 21 dias) prejudica a barreira intestinal e pode afetar a digestão e o desenvolvimento imunológico. Leitões desmamados antes dos 17 dias ainda não têm pré-molares erupcionados, dificultando a ingestão de ração. O desmame tardio (a partir de 28 dias) minimiza esses impactos, favorecendo melhor adaptação digestiva.  

Boas práticas de manejo, biosseguridade e tecnologias nutricionais, como aditivos, prebióticos e probióticos, são essenciais para fortalecer a microbiota e garantir maior produtividade na suinocultura. “O uso de tecnologias nutricionais, como aditivos, enzimas, ácidos orgânicos, óleos essenciais, prebióticos e probióticos, também desempenha papel crucial no equilíbrio da microbiota de matrizes e leitões. A combinação dessas estratégias fortalece a saúde intestinal, melhora o bem-estar dos animais e maximiza a eficiência produtiva na suinocultura”, comenta.

 





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