domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

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Mercado canadense abre espaço para feno e fibra de coco do Brasil


Mercado canadense também abriu suas portas para outros produtos agrícolas do Brasil





Foto: Mapa

O Brasil recebeu a aprovação, pelas autoridades sanitárias canadenses, para a importação de feno para alimentação animal e fibra de coco brasileiros, sem a necessidade de certificação fitossanitária. Esse avanço ocorre após um início de ano promissor, com o país já registrando exportações agrícolas para o Canadá que ultrapassam a marca de US$ 604 milhões nos primeiros sete meses de 2024.

Além das novas autorizações, o mercado canadense também abriu suas portas para outros produtos agrícolas do Brasil em 2024, incluindo grãos secos de destilaria (DDG ou DDGS), gelatina e colágeno de origem suína, além de mastigáveis de origem aviária, caprina e bovina.

Essas novas autorizações marcam a 112ª abertura de mercado conquistada pelo agronegócio brasileiro em 2024, elevando o total para 190 novas aberturas em 58 destinos desde 2023. 





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Entrevista – Brasil já é 2ª maior mercado de gigante dos agroquímicos


Neste ano de 2024, a operação brasileira da Albaugh avançou para se tornar a segunda região com maiores vendas em toda a companhia. Com mais de 50 produtos em comercialização, a empresa planeja lançar mais de 5 produtos ao ano nos próximos anos. Confira a entrevista exclusiva com o presidente e CEO da Albaugh Brasil e Paraguai, Cesar Rojas, no momento em que a empresa completa 45 anos.

Poderia resumir como começou a história da Albaugh no setor de agroquímicos?

Cesar Rojas – A Albaugh nasceu nos Estados Unidos fundada pelo produtor rural e empresário Dennis Albaugh, na cidade de Ankeny, Iowa, em 1979. Ele fundou a empresa com um propósito visionário: tornar-se a alternativa preferida pelos agricultores e parceiros da distribuição em defensivos, entregando produtos de alta qualidade, além de ótimo atendimento e o melhor custo-benefício.  A dedicação de Dennis Albaugh a esse objetivo transformou o que antes era uma operação local em uma companhia global, presente em mais de 80 países, com 13 fábricas, incluindo a nossa, no Brasil, e mais de 150 ativos comercializados em um crescente portifólio.

Qual a posição da Albaugh hoje no setor de defensivos agrícolas em caráter global?

Cesar Rojas – Estamos posicionados entre as 10 maiores companhias de defensivos agrícolas. A Albaugh segue uma estratégia de produção dos produtos nos países que possui comercialização para garantir a qualidade dos produtos e o serviço adequado aos produtores. A presença global de nossa empresa se divide em seis regiões de negócios e, entre estas, o Brasil se destaca pela rapidez em consolidar-se entre as top 10 (e não é a décima) do mercado brasileiro em menos de dez anos, atuar a nível nacional, ser reconhecida pelos agricultores e distribuidores como uma empresa que transmite confiança além de ter o portfólio mais completo da indústria.

Como e quando a Albaugh chegou ao Brasil?

Cesar Rojas – Em 2015, a Albaugh comprou a empresa Consagro, propriedade da FMC agregando um portfólio que alavancou o início de suas operações no Brasil em 2016, seguindo o sucesso obtido nos Estados Unidos. Ressaltemos que a Albaugh Brasil surgiu ancorada nos mesmos princípios e valores criados por seu fundador. 

Qual o cenário atual da Albaugh no Brasil?

Cesar Rojas – No território nacional, a Albaugh mantém uma das mais modernas unidades industriais de agroquímicos do país, na qual produz inseticidas, fungicidas e herbicidas. A planta concentra toda a produção destinada ao mercado local e exportações às empresas do grupo. É também conhecida, globalmente, pela ampla capacidade de manufatura de fungicidas cúpricos. Além do parque produtivo, o complexo industrial da Albaugh Brasil abriga dois laboratórios, para desenvolvimento de formulações e controle de qualidade. Mantém, ainda, uma área de vegetação nativa e protegida, que corresponde a mais de 30% da área total do complexo. 

Em termos de resultados, neste ano (2024), a operação do Brasil avançou para a segunda região com maiores vendas em toda a companhia. Hoje, no Brasil, temos um dos mais abrangentes portfólios do segmento, com mais de 50 produtos em comercialização e não estamos acomodados com o que temos, temos um pipeline que nos permitirá lançar mais de 5 produtos ao ano nos próximos anos para cada vez mais trazer alternativas aos nossos clientes. Seguiremos crescendo, investindo em nossas pessoas e na estrutura do negócio, conforme nosso plano estratégico.

Quais as culturas-chave para o negócio da Albaugh no Brasil?

Cesar Rojas – Reconhecida no mercado brasileiro pela expansão contínua de portfólio, em todas as categorias de agroquímicos, a Albaugh atende principalmente aos cultivos de soja, milho, algodão, café, citros, cana-de-açúcar, feijão, trigo, pastagens, arroz e sorgo. Recentemente, conquistou posição estratégica na área de inseticidas. Com lançamentos em série, consolidou uma oferta acima de 20 soluções do gênero, entre estas marcas já reconhecidas pelo agricultor, como Afiado®, Krypto® para soja e milho, Porcel® na cana de açúcar.

De agora para o futuro, como o sr. vê as perspectivas de crescimento para a companhia?

Cesar Rojas – Em apenas oito anos, a Albaugh Brasil é a empresa que mais cresceu no segmento, conquistando espaço entre as líderes e tornando-se atrativa para profissionais do agro. Hoje, a operação local conta com mais de 300 pessoas e diversas equipes atuantes em todo o país. Possuiu três diretorias comerciais e regionais de venda especializadas conforme o modelo comercial do cliente e as culturas-foco, atuando em todo o território nacional. Temos no campo uma equipe de desenvolvimento de mercado totalmente dedicada, com pessoas específicas que focam em cada uma dessas regionais e em seus clientes.

Enxergamos o negócio com um enorme potencial para competir com os principais players do setor em todas as culturas. Nossas soluções agroquímicas entregam resultados ao produtor com uma relação custo-benefício diferenciada. Passamos a oferecer formulações mais concentradas comparativamente aos tratamentos-padrão em diversas culturas e isso tem nos diferenciado no mercado. Estamos firmes no propósito de ser a melhor “alternativa” do agricultor brasileiro e distribuidores, em face dos diferenciais competitivos que podemos entregar a ele.

Poderia falar um pouco da cultura da empresa, daquilo em que ela acredita dentro e fora do Brasil?

Cesar Rojas – Temos um mantra na Albaugh: priorizar, simplificar e implementar. Juntamente aos valores da nossa empresa, esse mantra define o nosso jeito de ser e molda nossa cultura. Saber priorizar é assegurar o foco naquilo que é importante para a satisfação do nosso cliente. Saber simplificar nos confere agilidade para responder as demandas do mercado no momento certo e trazer agilidade em nossa operação. 

Por sua vez, implementar refere-se a nossa entrega, com o compromisso da qualidade, preços competitivos e excelência no atendimento. É manter sempre o foco na construção da confiança perante os clientes e as comunidades com as quais nos relacionamos. Também colocamos a sustentabilidade em tudo o que fazemos, sendo esse também um dos nossos valores intrínsecos. Procuramos minimizar o impacto no meio ambiente e criamos oportunidades para pensar diferente e obter melhores resultados. Um exemplo disso se dá em nosso próprio Complexo Industrial: usamos 100% da energia de nossa unidade industrial vindas de fontes renováveis.





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Mercado de arroz enfrenta baixa liquidez no Rio Grande do Sul, com exceção das exportações


Cenário é marcado por disparidade entre os preços de compra e venda





Foto: Divulgação

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul tem registrado fraca liquidez, com negócios limitados principalmente às exportações. O cenário é marcado por disparidade entre os preços de compra e venda, o que tem dificultado a realização de novas negociações no mercado interno.

Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), as intensas chuvas da última semana agravaram a situação, afetando o transporte do grão e atrasando a preparação do solo para as atividades de pré-plantio.

Algumas microrregiões do estado já deveriam iniciar o processo nos próximos dias, mas os produtores estão preocupados com possíveis atrasos na nova safra, o que pode impactar o cronograma de plantio.





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Descarbonização no setor sucroenergético


A Tereos promoveu a roda de conversa “Desafios e caminhos para a descarbonização no setor sucroenergético” em São Paulo, com Pierre Santoul, Felipe Mendes e o climatologista Carlos Nobre. A empresa anunciou seu compromisso com a descarbonização, visando zerar suas emissões de gases de efeito estufa até 2050, seguindo a iniciativa Science Based Targets (SBTi).

“Temos o compromisso SBTi e estamos engajados em uma jornada robusta de descarbonização, contribuindo para o setor sucroenergético aumentar ainda mais o seu impacto positivo na matriz energética brasileira”, pontuou Pierre Santoul, diretor-presidente da Tereos no Brasil.

Pierre Santoul destacou a necessidade de colaboração entre empresas, governo e sociedade para enfrentar os desafios climáticos, com foco em inovação, eficiência e transição energética, além do uso de tecnologias como IA, drones e IoT. Carlos Nobre alertou que a temperatura global pode aumentar 1,5°C mais cedo do que o previsto, podendo chegar a 2°C até 2050. Isso resultaria em problemas graves, como a extinção dos corais, a perda da Amazônia e o descongelamento do permafrost, que liberaria grandes quantidades de gases de efeito estufa.

“A agricultura regenerativa, além de ser até quatro vezes mais produtiva que a tradicional, oferece uma série de benefícios para o meio ambiente. Ela reduz o risco de erosão do solo, aumenta a capacidade de retenção de água, sequestra carbono da atmosfera e contribui para a preservação da biodiversidade”, explicou o cientista.

Felipe Mendes apresentou as iniciativas da Tereos para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa, com metas de redução de 50% nas emissões industriais e 36% nas agrícolas até 2032/2033. Ele destacou o etanol como alternativa sustentável e a necessidade do projeto de lei “Combustível do Futuro”. Outras ações incluem biogás, biometano, renovação da frota de caminhões e uso de fertilizantes orgânicos. O evento também marcou o lançamento do Relatório de Sustentabilidade 2023/2024 da Tereos, reforçando a importância da transparência e do diálogo com stakeholders.
 





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Café robusta atinge recordes históricos e supera R$ 1.500 por saca






Foto: Pixabay

Os preços do café robusta no Brasil continuam a atingir novos recordes, com a saca de 60 kg fechando acima de R$ 1.500,00 pela primeira vez desde o final da semana passada. O movimento de alta nas cotações, que já era observado desde o último trimestre de 2023, representa uma valorização de 100% em comparação ao preço de R$ 740/sc registrado no período.

Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o aumento expressivo nos preços do robusta é atribuído a uma série de fatores. O clima adverso prejudicou a safra brasileira e deve impactar também a produção do Vietnã, maior produtor mundial da variedade. Além disso, dificuldades no fluxo global de mercadorias, que elevaram os custos de frete, têm atrapalhado os envios da Ásia para a Europa.

O clima seco e quente nas principais regiões produtoras também gera preocupações quanto à safra brasileira de 2025/26, tanto para o robusta quanto para o arábica.





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Mercado de algodão em pluma segue lento


Dificuldade na negociação está relacionada a qualidade do produto





Foto: Canva

O mercado de algodão em pluma no Brasil continua com um ritmo de negócios lento, impactado pela falta de sintonia entre a qualidade dos lotes e os preços praticados. Enquanto os agentes do setor priorizam o cumprimento de contratos já firmados, muitos comerciantes enfrentam dificuldades para encontrar algodão que atenda às especificações de qualidade desejadas, mesmo com a disposição de pagar valores mais altos.

Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a dificuldade na negociação está relacionada tanto à qualidade do produto disponível quanto à disparidade entre os valores ofertados e pedidos. Alguns vendedores mostram flexibilidade nos preços, mas muitos compradores ainda oferecem valores abaixo do esperado.

De acordo com estimativas da Conab, a produção brasileira de algodão deve crescer 15,1%, alcançando 3,654 milhões de toneladas. Globalmente, o USDA prevê um aumento de 2,5% na safra 2024/25, com o Brasil se mantendo na liderança das exportações, com um market share de 29%.





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Preço da banana nanica registra alta em Bom Jesus da Lapa (BA)


A escassez na oferta e a alta qualidade da fruta local foram os principais fatores


Foto: Canva

Os preços da banana nanica em Bom Jesus da Lapa (BA) apresentaram aumento ao longo da semana passada. A escassez na oferta e a alta qualidade da fruta local foram os principais fatores que impulsionaram o valor da variedade na região, onde a demanda esteve aquecida.

Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a oferta de banana nanica caiu ainda mais na Bahia, o que, aliado à maior procura, elevou os preços. Entre os dias 9 e 13 de setembro, a banana de primeira qualidade foi comercializada a R$ 2,67/kg, um aumento de 10% em comparação com a semana anterior.





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Embargo da UE: Impactos no comércio agro


Com essa moratória, o setor agropecuário brasileiro enfrenta um desafio significativo




A União Europeia, que é um mercado importante para o Brasil, importa uma variedade de produtos agropecuários
A União Europeia, que é um mercado importante para o Brasil, importa uma variedade de produtos agropecuários – Foto: Pixabay

Isan Rezende, Presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (FEAGRO MT) e do Instituto do Agronegócio, alertou sobre uma possível ameaça ao comércio agropecuário brasileiro em uma postagem no LinkedIn. No Fórum Internacional da Agropecuária (FIAP), evento paralelo ao G20, um representante da União Europeia anunciou que a moratória, ou embargo comercial unilateral, que proíbe a compra de produtos agropecuários de áreas desmatadas após 2018, entrará em vigor no final de dezembro deste ano. Esta decisão foi reafirmada após o G20 recusar o pedido de reconsideração da medida.

A União Europeia, que é um mercado importante para o Brasil, importa uma variedade de produtos agropecuários, incluindo soja, óleo de palma, carne bovina, café, chocolate, borracha e madeira. De janeiro a agosto de 2024, as importações europeias dessas matérias-primas totalizaram 31,9 bilhões de dólares, o que representa 14,1% das exportações brasileiras.

Com essa moratória, o setor agropecuário brasileiro enfrenta um desafio significativo. A decisão de não revisar a imposição pode levar a uma redução nas exportações para a União Europeia, impactando severamente a economia agrícola do país. Se as negociações e ajustes não forem realizados com urgência, o Brasil pode enfrentar uma “curva perigosa” nos anos de 2025 e 2026, com possíveis consequências graves para o setor agropecuário. A situação demanda atenção imediata e estratégias eficazes para mitigar os impactos e assegurar a continuidade das exportações para um mercado tão relevante para o Brasil.
 





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Chuvas retornam ao Centro-Oeste em setembro


Esse retorno das chuvas é um alívio para os produtores da região




O retorno das chuvas permitirá que os produtores ajustem suas estratégias de plantio e melhorem as condições do solo
O retorno das chuvas permitirá que os produtores ajustem suas estratégias de plantio e melhorem as condições do solo – Foto: Pixabay

De acordo com informações compartilhadas por Fabio Meneghin, fundador da Veeries, os modelos climáticos indicam a volta das chuvas ao Centro-Oeste do Brasil na última semana de setembro. Regiões do Oeste e Central de Mato Grosso devem receber alguns volumes de precipitação, enquanto o Mato Grosso do Sul pode contar com chuvas mais intensas. Goiás, no entanto, terá que aguardar até outubro para ver a chegada das chuvas.

Esse retorno das chuvas é um alívio para os produtores da região, que esperam por melhores condições de umidade para o plantio da soja. A cautela é evidente este ano devido à recente quebra da soja precoce na safra passada, o que tem gerado preocupação entre os agricultores. No Paraná, as chuvas já começaram e devem se consolidar nos próximos dias, o que ajudará a impulsionar o início do plantio, especialmente no Oeste do estado.

O retorno das chuvas permitirá que os produtores ajustem suas estratégias de plantio e melhorem as condições do solo, o que é essencial para garantir uma boa produtividade na nova safra. As condições de umidade adequadas são fundamentais para minimizar os riscos associados a eventos climáticos adversos e assegurar o sucesso das culturas.

Em conclusão com a iminente chegada das chuvas, espera-se que o cenário agrícola no Centro-Oeste e no Paraná se estabilize, oferecendo uma chance para que os produtores iniciem o plantio com melhores perspectivas de sucesso. A recuperação das condições de umidade não só proporcionará alívio imediato, mas também poderá impactar positivamente a produtividade das próximas safras. 
 





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Preços do feijão-carioca mantêm-se firmes


Os produtores estão enfrentando uma série de desafios




A expectativa é de que o plantio avance no Paraná
A expectativa é de que o plantio avance no Paraná – Foto: Divulgação

De acordo com o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o mercado de feijão-carioca está enfrentando um período de baixa atividade comercial, mas os preços permanecem estáveis. Embora o varejo esteja mais tranquilo do que o habitual para esta época do mês, o que tem levado a uma redução no volume de negócios, os preços não têm cedido. A razão principal para essa estabilidade é a resistência dos produtores em vender, mesmo com a demanda limitada.

Os produtores estão enfrentando uma série de desafios, como condições climáticas adversas e uma redução na área cultivada, além de problemas com pragas como a mosca branca. Esses fatores têm contribuído para uma menor oferta no mercado. Adicionalmente, muitos produtores estão armazenando suas safras em câmaras frias. Esse armazenamento mantém a qualidade do feijão superior, mesmo quando o produto escurece lentamente, o que leva muitos a preferirem esperar por condições de mercado mais favoráveis antes de vender.

A expectativa é de que o plantio avance no Paraná, dependendo da quantidade de chuvas que a região receber. Essa previsão de um aumento na oferta no futuro próximo pode influenciar as decisões de venda dos produtores. A qualidade superior do feijão armazenado nas câmaras frias também desempenha um papel importante, já que os produtores estão optando por manter seus estoques até que o mercado ofereça melhores oportunidades para negociações mais vantajosas.

Em resumo, apesar da atual calmaria no mercado de feijão-carioca e da redução nas transações comerciais, os preços permanecem firmes. A combinação de desafios climáticos, menor área cultivada e problemas com pragas, aliada à qualidade superior do feijão armazenado, está mantendo o equilíbrio dos preços.
 





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