sábado, abril 25, 2026

Política & Agro

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Estados Unidos registram queda na qualidade do algodão


Colheita norte-americana de algodão ultrapassa ano anterior





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) nesta terça-feira (8), a colheita de algodão no país tem apresentado um avanço em relação ao ano passado e à média histórica. Em 6 de outubro, 82% do algodão plantado nos Estados Unidos já apresentava cápsulas abertas, 2 pontos percentuais acima tanto do ano anterior quanto da média dos últimos cinco anos.

O boletim também revelou que 26% da área total de algodão no país já havia sido colhida até a mesma data, 3 pontos percentuais à frente do ritmo observado no ano passado e 4 pontos percentuais à frente da média de cinco anos. Estados como Arizona e Louisiana tiveram progressos significativos, com a colheita avançando 22 e 21 pontos percentuais, respectivamente, ao longo da última semana.

Por outro lado, a classificação de qualidade do algodão apresentou uma leve queda. Em 6 de outubro, 29% da área de algodão foi avaliada como estando em condições boas a excelentes, uma redução de 2 pontos percentuais em comparação à semana anterior e 3 pontos percentuais abaixo do índice registrado no mesmo período do ano passado.





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UE adia prazo para lei antidesmatamento


A EUDR, para muitos, representa uma imposição estrangeira




Apesar dos europeus não serem os maiores compradores, são influentes e exigentes
Apesar dos europeus não serem os maiores compradores, são influentes e exigentes – Foto: Divulgação

Segundo Aline Locks, CEO da Produzindo Certo, produtores, agroindústrias e tradings ganharam mais tempo para se adequarem à legislação antidesmatamento da União Europeia, a EUDR. A UE estendeu o prazo por mais um ano para que todos os envolvidos possam se ajustar às novas regras, aliviando a pressão tanto sobre exportadores quanto importadores, que enfrentavam dificuldades para garantir a conformidade. No entanto, Aline ressalta a importância de aproveitar esse tempo não apenas para cumprir as exigências, mas para refletir sobre o impacto dessa legislação nos negócios.

A EUDR, para muitos, representa uma imposição estrangeira sobre os modelos produtivos e leis ambientais de outros países, como o Brasil, que já possui um moderno código florestal e distingue o desmatamento legal do ilegal. Aline enfatiza que cumprir a legislação brasileira é obrigatório, mas seguir as exigências do mercado europeu é opcional, oferecendo uma oportunidade para quem deseja acessar esse mercado específico.

A CEO destaca ainda que a atenção às práticas internacionais é essencial para quem atua no setor exportador, visto que a EUDR pode impactar cerca de US$ 15 bilhões das exportações brasileiras. Apesar dos europeus não serem os maiores compradores, são influentes e exigentes, o que pode levar outros países ou blocos a adotarem regras semelhantes no futuro.

Por fim, Aline observa que o adiamento da EUDR também abre espaço para negociações, como mencionado pelo chanceler alemão Olaf Scholz, que busca tornar a legislação mais prática. A UE começou a considerar a qualificação dos países e a extratificação das exigências por porte das empresas, mas Aline alerta que a legislação, ao focar em restrições sem incentivos, funciona mais como um mecanismo de proteção de mercado do que como uma verdadeira lei ambiental.
 





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Furacão Milton pode elevar preços de fertilizantes


Tempestade avança em direção aos laranjais





Foto: Internacional Space Station Image, orbiting Hurricane Milton

O furacão Milton, com potencial de causar danos catastróficos, está se aproximando do Citrus Belt e das principais regiões agrícolas da Flórida. De acordo com informações do Agriculture Dive, a tempestade avança em direção aos laranjais e fábricas de fertilizantes do estado, com previsão de tocar terra na noite de quarta-feira, sendo classificado como um dos furacões mais fortes já registrados no Atlântico.

A tempestade coloca em risco a produção de cítricos, cana-de-açúcar, morangos e viveiros de plantas na região central da Flórida. Jon Davis, meteorologista chefe da Everstream Analytics, destacou que os fortes ventos podem arrancar laranjas das árvores, causando danos que afetariam a produção por anos. Essa preocupação foi reforçada por Matt Joyner, CEO da Florida Citrus Mutual, que alertou sobre os impactos contínuos na indústria cítrica, ainda se recuperando de eventos climáticos anteriores, como o furacão Ian em 2022.

MAIS: Milton pode ser o pior furacão em 100 anos

Além do setor agrícola, a indústria de fertilizantes também pode ser severamente afetada. Segundo Veronica Nigh, economista sênior do The Fertilizer Institute, cerca de 40% da produção de fosfato de amônio dos EUA ocorre na região da Baía de Tampa. Danos à infraestrutura local podem prolongar a alta nos preços dos fertilizantes, impactando agricultores não só da Flórida, mas de outras regiões.

Chuvas intensas, ventos e marés de tempestade são esperados, elevando as preocupações sobre os danos a longo prazo que o furacão pode causar tanto à produção agrícola quanto à indústria de fertilizantes. As autoridades locais e os agricultores estão em alerta máximo, preparando-se para mitigar os impactos dessa tempestade histórica.





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Programa inglês testa nova variedade de trigo


O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimento




O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimentos
O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimentos – Foto: Divulgação

Pesquisadores da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, fazem parte de um projeto inovador que recebeu um financiamento de 2,2 milhões de libras (cerca de 2,8 milhões de dólares) para testar uma nova variedade de trigo desenvolvida com técnicas de precisão, visando promover sistemas agrícolas mais sustentáveis. Este projeto, chamado PROBITY (Plataforma para Avaliar Organismos Melhorados com Características e Desempenho), é uma iniciativa da British Farm Innovation Network (BOFIN) e será realizado ao longo de três anos, com recursos do Programa de Inovação Agrícola do Departamento de Meio Ambiente e Recursos Naturais (DEFRA), por meio do Innovate UK.

O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimentos para testar a produção e o processamento de culturas melhoradas, permitindo uma compreensão mais rápida do seu valor para a alimentação e a agricultura sustentáveis. A Dra. Stacia Stetkiewicz, da Universidade de Nottingham, liderará uma equipe que avaliará o uso e o potencial dessas culturas no Reino Unido. Os cientistas trabalharão em colaboração com a comunidade agrícola para identificar as barreiras à adoção e preparar o caminho para inovações futuras. Para isso, serão realizados workshops, entrevistas e inquéritos, que fornecerão uma visão abrangente das opiniões e desafios atuais.

As culturas melhoradas por edição genética, utilizando técnicas como CRISPR, possibilitam alterações precisas no DNA das plantas, resultando em variedades mais produtivas e nutritivas. O projeto abrange três variedades de cereais: um trigo com propriedades superiores para panificação, uma cevada que reduz as emissões de metano do gado e um trigo com grãos maiores, que promete melhorar significativamente a produtividade. Tom Allen-Stevens, agricultor de Oxfordshire e fundador da BOFIN, destaca a importância desse projeto para garantir a produção de alimentos mais nutritivos, utilizando menos recursos e gerando menor impacto ambiental.
 





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Seca severa ameaça safras de inverno na Rússia e Ucrânia


Clima extremo acelera colheita, mas dificulta novo plantio





Foto: Divulgação

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), um bloqueio atmosférico sobre o oeste da Rússia manteve um padrão climático estável na região, com calor e secura persistentes, registrando temperaturas de 3 a 7°C acima da média. Esse cenário climático acelerou a colheita das safras de verão, mas agravou a seca em áreas centrais da Ucrânia e no oeste da Rússia, prejudicando o plantio e o desenvolvimento das safras de inverno. Em algumas localidades, a precipitação dos últimos 90 dias foi inferior a 25% do normal, com o menor volume de chuvas dos últimos 30 anos.

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No entanto, chuvas provenientes do oeste melhoraram as condições de umidade do solo em algumas áreas, como na Moldávia (10-30 mm), oeste da Ucrânia (25-65 mm) e Bielorrússia (10-25 mm), beneficiando o plantio das safras de inverno, especialmente no norte dessas regiões.

Ao final da semana, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI), obtido via satélite, apontou um estado de vigor fraco a crítico para as lavouras na maior parte da Ucrânia e da Rússia. Em contraste, a Moldávia e o oeste da Ucrânia apresentaram melhora no índice, resultado das recentes chuvas que ajudaram a aliviar a seca.





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Clima seco na Índia beneficia safras de algodão e arroz


Colheita de óleo de palma avança com chuvas leves na Ásia





Foto: Arquivo

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a retirada da monção do sudoeste no sul da Ásia começou a avançar de forma mais sazonal após semanas de progressão lenta. O clima mais seco predominou na maior parte da Índia, com chuvas acima de 25 mm concentradas no sul e nordeste do país. Essas condições mais secas favoreceram a maturação das safras de kharif, como algodão e arroz, especialmente nos estados do norte. No sul, as chuvas beneficiaram as safras plantadas tardiamente. Enquanto isso, Bangladesh registrou de 50 a 150 mm de chuva, mantendo o solo excessivamente úmido em importantes regiões produtoras de arroz, com a monção do sudoeste podendo se estender até a segunda metade de outubro.

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Na China, uma frente fria que se deslocou pela metade oriental do país trouxe fortes chuvas, de 25 a 100 mm ou mais, da Planície do Norte ao Vale do Yangtze. Embora essas precipitações tenham sido benéficas para o início do cultivo de inverno, elas afetaram negativamente a colheita das safras de verão. A frente fria também trouxe alívio após um longo período de calor atípico, reduzindo as temperaturas para níveis mais sazonais. No norte de Heilongjiang, houve uma geada no final da temporada, um pouco mais cedo que o normal, mas sem impacto significativo sobre as culturas de milho e soja.

No Sudeste Asiático, o tufão Krathon permaneceu próximo à costa norte das Filipinas, com ventos que chegaram a 130 nós no meio da semana. Apesar de o tufão não ter tocado diretamente as Filipinas, ele trouxe ventos fortes e chuvas torrenciais para o norte do país, ultrapassando 300 mm em algumas áreas. Esses efeitos prejudicaram a colheita do arroz em algumas regiões, mas os danos foram localizados. Em Mindanao, chuvas mais leves (25 a 100 mm) favoreceram o desenvolvimento do arroz e do milho. Já na Tailândia, chuvas intensas (mais de 175 mm) aumentaram os níveis dos reservatórios, essenciais para a irrigação na estação seca. Em contrapartida, trechos da Malásia e Indonésia tiveram chuvas mais amenas, permitindo a colheita normal de óleo de palma, exceto em algumas áreas onde chuvas torrenciais ultrapassaram 150 mm.





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Boi gordo e “boi China” registam alta nas cotações


Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha”, em São Paulo, a cotação do boi gordo registrou uma alta de R$3,00/@ nesta terça-feira (3), após uma segunda-feira de estabilidade. A valorização também foi acompanhada pelo “boi China”, que subiu R$2,00/@. Enquanto isso, os preços da vaca e da novilha não sofreram alterações.

As escalas de abate mantiveram uma média de sete dias, sem grandes variações de oferta.

No Sul do Tocantins, o mercado de boi gordo permaneceu estável, com as escalas de abate mantendo uma média de sete dias. Já no Norte do estado, os preços subiram levemente: o boi gordo avançou R$5,00/@, a vaca R$2,00/@ e a novilha R$1,00/@. Além disso, o “boi China” no Sul do Tocantins teve um acréscimo de R$5,00/@.

No Acre, todas as categorias de animais apresentaram alta. O boi gordo e a vaca subiram R$3,00/@, enquanto a novilha teve uma valorização maior, com aumento de R$5,00/@.

Durante a primeira semana de outubro, as exportações de carne bovina in natura somaram 39,9 mil toneladas, com uma média diária de 9,9 mil toneladas, um aumento de 12,4% em comparação com outubro de 2023, quando a média foi de 8,9 mil toneladas.

Apesar do aumento no volume exportado, o preço médio por tonelada exportada permaneceu praticamente estável, em US$4.595,3, em comparação com US$4.596,5 no mesmo período do ano anterior.





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Perdas de milho: A ameaça da cigarrinha


O fitotecnista Paulo Garollo, com mais de 40 anos de experiência na cultura do milho, é um dos principais especialistas do país no estudo da cigarrinha-do-milho (Daubulus maidis), considerada a maior praga do cereal atualmente. Ele destaca que os danos causados pela praga já são evidentes no Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e nos Estados Unidos. 

Na Argentina, por exemplo, a cigarrinha causou uma perda de 40% na última safra. Nos Estados Unidos, há um esforço crescente de pesquisa para conter seu avanço, especialmente em estados como Flórida e Oklahoma, antes que a praga chegue ao cinturão do milho. No Brasil, Garollo observa que a cigarrinha-do-milho continua se espalhando rapidamente pelo território.

“No Triângulo Mineiro está impraticável, os ataques estão severos. No Rio Grande do Sul, em Minas Gerais e Goiás, há vários registros de efeitos nocivos da ‘cigarrinha’. Principalmente nas áreas do país onde se estabelecem ‘pontes verdes’ (plantio de milho o ano inteiro), a população da praga e as doenças que ela transmite se mostram hoje altamente representativas”, diz ele.

De acordo com Garollo, a Daubulus maidis transmite bactérias do grupo dos Molicutes e dois vírus responsáveis pelas doenças enfezamento vermelho e amarelo, além do vírus do raiado fino. Ele já observou a dizimação de lavouras, com perdas que variam de 70% a 90% em certos híbridos.  O principal impacto da praga é a redução da formação do grão de milho, resultando em grãos de menor peso e qualidade, além de plantas mais baixas e com aparência “enfezada”. Em casos extremos, os grãos podem murchar a ponto de não serem pressionados pelas palhas, permitindo a entrada de água e causando pré-germinação. Isso gera prejuízos adicionais, como “descontos” na entrega e comercialização do milho.

“Antes, avaliavam-se resultados de produtos somente na fase adulta da ‘cigarrinha’. Nós, constatamos que o correto é priorizar também o controle na fase ninfal, em que a praga se multiplica rapidamente no sistema agrícola e perpetua a espécie”, salienta Garollo. “As ninfas vivem embaixo da folha, com baixíssima mobilidade na planta, protegidas, sobrevivendo em grandes proporções e sempre aumentando suas populações”, conclui.
 





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Preços do açúcar caem mais de 2% em Nova York e Londres na tarde desta 4ª…


Valorização do dólar incentiva vendas brasileiras para exportação

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Os preços futuros do açúcar ampliaram as perdas registradas pela manhã e passaram a cair mais de 2% nas bolsa de Nova York e Londres no início da tarde desta quarta-feira (09). Segundo informações do Barchart, as cotações são pressionadas pela redução nos valores do petróleo, que chegou a perder em torno de 2% nesta quarta-feira e, por volta das 12h, caía próximo a 1%. Além disso, a alta do dólar em relação ao real incentiva vendas para exportação pelos produtores brasileiros.

Próximo às 12h15 (horário de Brasília), em Nova York o contrato março/25 tinha queda de 0,58 cents, cotado em US$ 21,91 cents/lbp. O maio/25 perdia 0,56 cents, com valor de 20,38 cents/lbp. O julho/25 caía 0,54 cents, negociado em 19,45 cents/lbp. O outubro/25 passava a valer 19,28 cents/lbp, com redução de 0,48 cents.

Em Londres, o contrato dezembro/24 tinha baixa de US$ 13,70, cotado em US$ 561,40/tonelada. O março/25 estava precificado em US$ 567,20/tonelada, queda de US$ 13,20. O maio/25 valia US$ 562,80/tonelada, diminuição de US$ 13,10. O agosto/25 era negociado em US$ 545,50/tonelada, redução de US$ 14,60.

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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perspectiva positiva para grãos no oeste do país


Clima favorece enchimento de grãos e semeadura de verão





Foto: Canva

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na última terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas dispersas, entre 3 e 20 mm, beneficiaram o enchimento de grãos de inverno e sementes oleaginosas no oeste, garantindo boas perspectivas para a safra de inverno em geral da Austrália.

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No sul da Austrália e em Victoria, as chuvas também contribuíram para estabilizar as previsões de rendimento das safras de inverno, que se encontram em estágios de floração e enchimento. No entanto, em Nova Gales do Sul e no sul de Queensland, as precipitações foram mais leves e distribuídas, com muitas áreas permanecendo secas (menos de 5 mm). Nessas regiões, o trigo e outras culturas de inverno começaram a amadurecer, especialmente no norte da Austrália Oriental.

O clima relativamente seco nas áreas do cinturão do trigo facilitou a secagem das safras de inverno e permitiu o rápido início da semeadura das culturas de verão. As temperaturas se mantiveram próximas da média, variando dentro de 1°C do normal na maioria das áreas. As máximas oscilaram entre 20°C e 30°C, enquanto as mínimas permaneceram acima de 0°C, condições ideais para o desenvolvimento das lavouras.





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