quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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Demanda sólida impulsiona milho nos EUA



A geopolítica segue influenciando os mercados



A geopolítica segue influenciando os mercados
A geopolítica segue influenciando os mercados – Foto: USDA

O mercado de grãos apresentou sinais de firmeza em novembro, com o milho ganhando destaque devido à sólida demanda de exportação e a um relatório WASDE moderadamente positivo. Segundo o Conselho Internacional de Grãos (IGC), os preços globais do milho subiram 3% em cinco semanas, impulsionados por valores FOB mais altos nos EUA e América do Sul. Essa alta também beneficiou o sorgo, enquanto a cevada permaneceu estável e aveia e centeio registraram quedas.  

Os futuros do milho nos EUA subiram 6%, refletindo a forte demanda internacional, especialmente do México, e revisões para baixo nas estimativas de produção e rendimento no relatório WASDE de novembro. Apesar disso, a alta foi limitada pela pressão sazonal da colheita e por flutuações em mercados externos, como petróleo e moedas. No Brasil, os valores FOB em Paranaguá foram sustentados pela demanda local de etanol, mas perderam força com as perspectivas favoráveis para a safra de safrinha. Na Argentina, o mercado mostrou volatilidade, com cotações competitivas apesar do baixo interesse comercial, enquanto na Ucrânia os preços caíram devido à menor demanda de exportação.  

A geopolítica segue influenciando os mercados, com tensões na guerra na Ucrânia elevando os preços do milho CBOT. Já a cevada viu quedas na UE e Austrália, compensadas por ganhos na região do Mar Negro. No caso do sorgo, os preços subiram nos EUA e Argentina, acompanhando a alta do milho, enquanto a aveia e o centeio enfrentaram perdas devido à menor demanda global e fatores sazonais.  

A Confederação Europeia da Produção de Milho (CEPM) alertou para os possíveis impactos de um acordo comercial entre a UE e o Mercosul, que pode aumentar as importações de milho sul-americano, reduzindo a área plantada na Europa e beneficiando o Brasil. Para aprovar o acordo, a CEPM exige que o milho importado atenda às normas europeias, incluindo restrições contra substâncias proibidas e desmatamento.  

 





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Produtores gaúchos afetados por enchentes participam de feira no Paraná



A Feira Sabores do Paraná aconteceu até o dia 1º de dezembro em Curitiba




Foto: Divulgação

Dez agroindústrias familiares do Rio Grande do Sul estavam entre os 76 expositores da Feira Sabores do Paraná, que aconteceu até o último domingo (1º) no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. A presença dos produtores gaúchos no evento foi o resultado de uma parceria entre o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e a Emater-RS, com o objetivo de impulsionar a retomada econômica em regiões do estado atingidas por chuvas e enchentes no início do ano, conforme o informado pela Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab).

De acordo com as informações divulgadas pela Secretaria de Agricultura, os produtores selecionados foram provenientes de cidades como Dois Lajeados, Farroupilha, Soledade, Vista Alegre, Ilópolis, Paraí, Venâncio Aires, Hulha Negra, Harmonia e Bento Gonçalves. A escolha foi conduzida pela Emater-RS e pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag).

A iniciativa busca não apenas promover a comercialização de produtos, mas também destacar a resiliência dos agricultores familiares gaúchos, que enfrentam desafios significativos após os desastres naturais.

Segundo a Seab, após um hiato de dez anos, a Feira Sabores do Paraná retornou ao calendário, reafirmando sua importância como vitrine para a agricultura familiar. Nesta edição, 66 agroindústrias de 46 municípios paranaenses se juntaram aos expositores gaúchos, promovendo produtos artesanais e destacando a qualidade da produção local. Além das oportunidades de comercialização, a feira proporcionou experiências gastronômicas e educativas. Um espaço dedicado à gastronomia oferece aulas-show de culinária, utilizando ingredientes dos expositores ou cultivares desenvolvidas pelo IDR-Paraná. A Feira Sabores do Paraná foi promovida pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seab), com execução do IDR-Paraná e apoio de entidades como Adapar, Sebrae/PR, Sistema Faep/Senar-PR e Fetaep.





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levantamento analisa efeitos climáticos em 2024 e projeções para 2025


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) deu início, em 1º de dezembro, ao levantamento do fechamento da safra de café 2024 e às projeções para a safra de 2025. A pesquisa, que se estende até 14 de dezembro, tem como foco a coleta de informações para estimar a produção de café em todo o país, considerando os desafios enfrentados pelas lavouras devido às adversidades climáticas.

A Conab está conduzindo a pesquisa presencialmente nos principais estados produtores de café, como Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Goiás. Em contrapartida, a coleta será remota ou híbrida em Rondônia, Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná, utilizando tecnologias para garantir a precisão dos dados. Essa abordagem permite alcançar uma visão abrangente e detalhada das condições de cultivo em diferentes regiões cafeeiras, ajustando-se às especificidades locais.

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Segundo a Conab, o levantamento ocorre em um ciclo de bienalidade positiva para o café arábica, caracterizado tradicionalmente por maior produtividade. Entretanto, fatores climáticos, como estiagens prolongadas, chuvas irregulares e altas temperaturas durante o desenvolvimento dos frutos, afetaram negativamente o desempenho das lavouras, frustrando as projeções iniciais para a safra de 2024. A Conab destaca que essa pesquisa é fundamental para avaliar os impactos climáticos na produção nacional e orientar o mercado, fornecendo informações estratégicas para o planejamento agrícola e a tomada de decisões no setor cafeeiro.

O último levantamento da Conab, divulgado em setembro, apontava uma produção de 54,8 milhões de sacas beneficiadas em 2024, uma queda de 0,5% em relação à safra anterior. A produtividade média foi de 28,8 sacas por hectare, representando uma redução de 1,9% frente ao ciclo passado, mesmo com um aumento de 1,4% na área em produção, que alcançou 1,9 milhão de hectares. Os dados obtidos durante esta pesquisa serão divulgados em janeiro de 2025. O 4º Levantamento da Safra de Café 2024 está programado para o dia 21, enquanto o 1º Levantamento da Safra de Café 2025 será apresentado no dia 28 do mesmo mês.





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Queda na produção de bezerros preocupa pecuaristas em Mato Grosso



Redução no índice de desmama reforça desafios para a pecuária mato-grossense




Foto: Divulgação

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgada nesta segunda-feira (2), o índice bruto de desmama em Mato Grosso registrou em 2024 uma redução de 4,83 pontos percentuais (p.p.) em comparação ao ano anterior. Esse resultado representa a quarta maior queda na série histórica iniciada em 2006, fixando a média estadual em 67,65%.

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O desempenho deste ano também marca uma redução de 1,29 p.p. em relação ao índice de 2018, que até então apresentava o menor valor da série. A análise aponta que esses bezerros são oriundos da estação de monta de 2022, considerando o período de gestação e o ciclo de desmame. A queda no indicador é atribuída ao aumento no descarte de fêmeas registrado em 2022. O alto volume de matrizes abatidas nos últimos três anos contribuiu para a redução do potencial reprodutivo no estado, impactando diretamente a produção de bezerros.

A tendência, segundo o Imea, é que o índice bruto de desmama permaneça em níveis baixos nos próximos ciclos, dado o cenário de menor disponibilidade de matrizes no rebanho estadual. Essa redução pode gerar reflexos na pecuária de corte em Mato Grosso, principal estado produtor de carne bovina no país. A menor produção de bezerros pode levar à redução da oferta de animais para engorda, com potenciais impactos na cadeia de abastecimento e na rentabilidade dos pecuaristas.





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Farelo de soja sobe no Mato Grosso e em Chicago



Óleo de soja apresentou recua no mercado internacional




Foto: Leonardo Gottems

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou nesta segunda-feira (2) a análise semanal sobre o mercado de derivados de soja. O farelo de soja registrou alta de 0,60% na Bolsa de Chicago (CME-Group), alcançando a média de US$ 290,77 por tonelada, impulsionado por uma maior demanda internacional no período. Em Mato Grosso, a cotação acompanhou o movimento global, subindo 0,37% e sendo precificada a R$ 1.957,00 por tonelada.

De acordo com a análise semanal, por outro lado, o óleo de soja apresentou recuo no mercado internacional. Na CME-Group, a desvalorização semanal foi de 4,60%, com a média fixada em US$ 41,52 por libra-peso. A retração reflete as incertezas geradas por declarações do presidente eleito dos Estados Unidos sobre possíveis taxas nas importações, além de uma queda de 1,19% nos preços do petróleo, fator que também impacta o mercado de óleos vegetais.

Em Mato Grosso, o preço do óleo de soja seguiu a tendência de baixa observada em Chicago, com redução de 0,22%, encerrando o período a R$ 6.113,75 por tonelada, conforme o apontado pelo Imea





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Mercado de açúcar inicia semana com oscilações



Futuros do açúcar iniciam a semana mistos nas bolsas internacionais




Foto: Pixabay

Segundo dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros de açúcar apresentaram movimentos mistos nas bolsas internacionais nesta segunda-feira (2). Em Nova York, na ICE Futures, os lotes de maior liquidez encerraram o dia em queda, com exceção dos contratos de longo prazo, que tiveram leve alta. O contrato março/25 do açúcar bruto fechou o dia cotado a 21,07 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 1 ponto em relação à última sexta-feira. Já o vencimento maio/25 recuou 5 pontos, negociado a 19,78 centavos por libra-peso. Outros lotes oscilaram entre quedas de até 6 pontos e altas de 5 pontos.

As chuvas intensas que atingiram a região centro-sul do Brasil no final de semana podem acelerar o encerramento antecipado da moagem em algumas usinas. Esse cenário pode comprometer a reta final da safra 2024/25, gerando incertezas quanto ao volume final de produção, de acordo com o divulgado pela Udop.

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Na ICE Futures Europe, em Londres, o contrato março/25 para o açúcar branco fechou estável a US$ 547,70 por tonelada. Os vencimentos maio e agosto/25 registraram altas de US$ 1,20 e US$ 0,40, respectivamente, enquanto os demais contratos tiveram quedas entre US$ 0,40 e US$ 2,30.

Por outro lado, no Brasil, o mercado doméstico também registrou queda no preço do açúcar cristal. De acordo com o Indicador Cepea/Esalq, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 163,60, uma desvalorização de 0,58% em comparação aos R$ 164,55 da sexta-feira, conforme divulgou a Udop.





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Goiás registra recorde no preço do suíno vivo



Suinocultura encerra o ano com preços recordes e demanda aquecida no estado




Foto: Pixabay

Segundo o divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás com base nos dados da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), oercado de suínos registrou um marco histórico na segunda quinzena de novembro em Goiás, com o preço do suíno vivo alcançando R$ 10,10 por quilo. A valorização representa uma alta de 50,74% desde janeiro, quando o preço estava em R$ 6,70 por quilo, e marca a maior variação desde o início do monitoramento, em 2020. Para os suinocultores goianos, o aumento é uma oportunidade de reparar prejuízos acumulados nos últimos quatro anos, período em que o setor enfrentou crises severas.

O aquecimento do mercado interno, aliado à crescente demanda internacional, impulsionou as cotações. Dados da Associação Goiana de Suinocultores (AGS) indicam um crescimento de 8% nas exportações desde maio de 2024. Esse movimento, somado à alta nos preços, contribui para que a suinocultura brasileira encerre o ano com produção estável, recordes de exportações e consumo aquecido, conforme o divulgado pela Seapa.

De acordo com o relatório Agro em Dados, da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), agosto foi o terceiro melhor mês em exportações de carne suína para Goiás. O estado registrou crescimento de 4,4% no volume exportado e de 15,9% em valores, em comparação ao mesmo período de 2023, consolidando sua posição no mercado externo.





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Cotação da pluma e dólar impulsionam exportações mato-grossenses



Valorização da moeda americana reflete expectativas macroeconômicas para o Brasil




Foto: Canva

Segundo análise do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (2), as paridades de exportação de algodão para os contratos de dezembro de 2024 e julho de 2025 no mercado mato-grossense registraram altas na última semana de novembro. As médias encerraram o período em R$ 139,41/@ e R$ 143,79/@, respectivamente, representando elevações de 9,24% e 4,05% em relação à semana anterior.

O aumento das paridades foi impulsionado pela valorização semanal da pluma de algodão na Bolsa de Nova York, que apresentou crescimento de 7,02% para os contratos de dezembro de 2024 e de 2,02% para julho de 2025. O dólar também contribuiu para o cenário, com altas de 2,15% e 2,07% nos contratos futuros dos mesmos períodos.

Segundo o Imea, a valorização da moeda americana reflete expectativas macroeconômicas para o Brasil em 2025, somadas à repercussão de declarações políticas recentes, que têm sustentado o dólar em patamares elevados e impactado positivamente as paridades de exportação no estado.





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FPA leva produção agropecuária do Brasil para a COP-29


Parlamentares destacam produção sustentável, integração com políticas climáticas e o papel do Brasil como líder agroambiental

FPA na Cop29

Desde o início da semana, os parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) participam da comitiva brasileira do agro, organizada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), na COP-29, realizada em Baku, no Azerbaijão.

Durante o evento, que reúne representantes de 200 países e ocorre de 11 a 22 de novembro, os parlamentares da FPA ressaltaram a importância do setor agropecuário e da produção brasileira no combate às mudanças climáticas.

Presente no evento, o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), destacou que o Código Florestal é uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo. “É fundamental explicar que nossa lei é mais rígida do que as de outros continentes. Na Europa, apenas para pousio, os produtores reservam menos de 5% das terras, e protestaram recentemente quando a União Europeia quis aumentar essa reserva para 7%”, afirmou Lupion.

Os parlamentares aproveitaram a oportunidade para reforçar o discurso de que a Conferência promove o desenvolvimento dos países. “Isso ocorre em vários níveis: econômico, social e ambiental. Discutir o clima faz parte dessas agendas de desenvolvimento. Por isso, é essencial que o setor produtivo como um todo, inclusive o agro, esteja presente para acompanhar as discussões”, destacou o presidente da FPA.

A deputada Marussa Boldrin (MDB-GO) também enfatizou a relevância da presença do setor agropecuário na COP-29. “Nós fomos questionados, inclusive, sobre o motivo dessa participação. Mas, principalmente, não podemos permitir que quem está olhando o lado ambiental dite as regras ou fale sobre a agricultura sem ouvir a nossa versão — a versão do que participamos e fazemos. Muito foi falado sobre as NDCs e sobre o quanto o Brasil contribui com tudo isso. Mais do que sermos ouvintes, precisamos estar presentes para dar voz a todo esse sistema”, afirmou.

Marussa destacou ainda a importância da próxima COP-30, que será realizada em 2025 no Brasil. “Precisamos mostrar a floresta que produz e também toda a agricultura que é feita na região Norte, Nordeste, e em todo o país, que tem credibilidade para estar na mesa de discussões, apresentando ações e nossa visão como sociedade.”

Agro sustentável
O vice-presidente da FPA, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), ressaltou a importância do agro brasileiro no contexto ambiental e econômico. “Nosso agro é sustentável, e precisamos mostrar isso para o mundo. O agro não só produz alimentos e proteínas, mas também gera energia. Podemos aumentar a produção de alimentos e, ao mesmo tempo, ampliar a produção de energia. O etanol é um exemplo disso. Já produzimos muito, e vamos produzir ainda mais. Não é só com a cana, mas também com o milho e, em breve, até com o trigo do Rio Grande do Sul, com cada vez mais variedades produzindo etanol.”

Jardim destacou ainda o potencial do Brasil em energias alternativas. “O etanol não só vai aumentar a mistura, mas também será base para o combustível marítimo e de aviação. O cenário é promissor. Além disso, temos a captura de carbono e o diesel verde produzido a partir do agro. O Brasil não é o vilão do meio ambiente, mas sim a vanguarda da nova economia de baixo carbono”, afirmou o parlamentar.

COP-30
No mesmo sentido, o deputado Zé Vitor (PL-MG) destacou o papel do Brasil no cenário global. “Temos desafios globais, e é claro que, pensando especialmente no agro — até porque hoje tratamos de sistemas alimentares —, o caminho para que diversos produtores e empreendedores mundo afora possam adotar medidas práticas passa pelo acesso à transferência de tecnologia, à assessoria técnica e, em alguns casos, a mais recursos para financiamento”, pontuou.

Sobre a COP-30, o deputado mineiro reforçou a importância do Brasil como líder agroambiental. “A COP-30 será uma vitrine, e é importante que saibamos dosar e apresentar o Brasil como de fato é: uma potência agroambiental. Nós jamais nos sentaremos no banco dos réus, porque temos capacidade de contribuir com a mitigação, a adaptação e a segurança alimentar, que caminham juntas. São temas nos quais o Brasil já é líder.”

O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) chamou a atenção para os avanços do agro em pesquisa, inovação e responsabilidade ambiental. “Nesta COP participamos de um painel sobre sustentabilidade, tecnologia e inovação, e a responsabilidade do agro no sequestro de carbono. Discutimos como construir uma produção maior, mais qualificada e mais responsável a cada dia”, disse.

“Na COP-29 estamos nos preparando para receber a COP-30 e, principalmente, para mostrar ao mundo o que a Amazônia quer dele, e não o que o mundo quer da Amazônia. Não é possível que quem não cumpre nenhum dos compromissos globais cobre do Brasil, que já cumpre os seus. Não seremos reativos nem voluntaristas, mas estaremos prontos para recebê-los de braços abertos, com dados e fatos capazes de comprovar a responsabilidade ambiental do Brasil”, completou.

O deputado Zé Silva (Solidariedade-MG) destacou a importância da integração de políticas para a agricultura familiar na agenda climática. “Participei de diversos painéis e debates, ouvindo outros países e compartilhando ideias, além de debater sobre assistência técnica e extensão rural. Tivemos, no espaço do Brasil, um debate sobre agricultura familiar, que precisa ser contemplada no financiamento das mudanças climáticas. Precisamos saber, daqui a 5 ou 10 anos, quais tecnologias estarão disponíveis e quais inovações podem beneficiar a agricultura familiar, permitindo que ela produza alimentos e, ao mesmo tempo, preserve as tradições passadas de geração para geração”, finalizou Zé Silva.





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produção de milho deve atingir 45,85 milhões de toneladas



Área de milho cresce 0,70% para a safra 24/25 no Mato Grosso




Foto: Pixabay

Segundo análise divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (2), a terceira estimativa da área de milho para a safra 2024/2025 em Mato Grosso apresentou crescimento de 0,70% em relação à projeção anterior e de 0,56% em comparação à safra 2023/2024. A área plantada está prevista para alcançar 6,84 milhões de hectares.

O aumento na estimativa está relacionado à valorização do preço futuro do milho no estado, que está cobrindo os custos operacionais efetivos dos produtores. Apesar desse cenário positivo, o Imea alerta para a concentração da colheita da soja entre janeiro e fevereiro de 2025, fator que pode impactar o plantio do milho na sequência.

A projeção de produtividade sofreu um pequeno ajuste técnico, com uma redução de 0,02% em relação à estimativa anterior, permanecendo em 111,72 sacas por hectare. Com isso, a produção total de milho em Mato Grosso está estimada em 45,85 milhões de toneladas, uma alta de 0,68% em relação à previsão anterior, embora ainda seja 2,81% inferior ao volume da safra 2023/2024.





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