quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Pêssego mantêm otimismo apesar de perdas por podridão-parda



Variedades tardias impulsionam colheita de pêssego




Foto: Pixabay

A safra de pêssegos na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas alcançou o pico com o início da colheita das cultivares tardias de dezembro, como Esmeralda, Jade e Maciel, que abrangem a maior parte das áreas cultivadas. Produtores esperam que essas variedades tenham um desempenho superior ao das precoces, cuja colheita já foi encerrada com resultados abaixo do ideal. A expectativa é superar a produção da última safra, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS.

Segundo  Programa Sistema de Alerta Mosca-das-Frutas indicou que a população da praga continua baixa, mas recomenda manter o monitoramento e a aplicação de iscas. Por outro lado, a podridão-parda segue como a principal causa de perdas nos pomares das variedades tardias, exigindo maior manejo por parte dos produtores.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Na região de Passo Fundo, as variedades BRS Kampai, PS-2 e Eragil estão em colheita, com bom potencial produtivo e sanidade. Em Soledade, a colheita das variedades de ciclo médio prossegue, mas as chuvas intensificaram a incidência de podridão-parda e mosca-das-frutas, forçando os agricultores a reforçarem o manejo. Na região, o preço ao produtor varia de R$ 4,00 a R$ 4,50/kg, enquanto nas feiras os valores chegam a R$ 8,00 a R$ 10,00/kg.

Em Erechim, embora a colheita continue e os frutos apresentem boa qualidade, a produtividade ficou abaixo das expectativas. O quilo do pêssego na região é comercializado por R$ 5,00.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

atrasos no fornecimento de mudas preocupam produtores



Preço da banana se mantém estável




Foto: Canva

Segundo dados do Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, a comercialização do banana segue com o preço médio de R$ 2,50 por quilo. No entanto, atrasos no fornecimento de mudas pelos viveiristas geraram insatisfação entre os produtores.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Grande parte da produção de banana na região ainda é realizada de forma extrativista, sem a aplicação de práticas como o raleio de plantas.

A ausência dessa técnica tem levado à formação de grandes touceiras, causando excesso de cachos e frutos menores, o que impacta negativamente na qualidade e no rendimento comercial da fruta, conforme aponta o informativo.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Mercado cafeeiro fecha sessão desta 5ª feira (21) com fortes ganhos em NY e…


Logotipo Notícias Agrícolas

O mercado cafeeiro encerra o pregão desta quinta-feira (21) com preços mistos nas bolsas internacionais. O arábica registra o avanço de mais de 1% nas cotações futuras, enquanto o robusta caiu para território negativo após uma queda do real para uma baixa de 2 semanas em relação ao dólar. 

De acordo com o Barchart, os preços do café encontraram suporte no dia de hoje nos dados divulgados pelo Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do USDA, que projeta a produção de café do Brasil em 2024/25 em 66,4 MMT, número abaixo da previsão oficial do USDA de 69,9 MMT. O FAS do USDA também projetou os estoques de café do  país em 1,2 milhão de sacas quando a temporada 2024/25 terminar, resultando em uma queda de 26% a/a.  

O arábica encerra a sessão com alta de 335 pontos no valor de 298,65 cents/lbp no vencimento de dezembro/24, um ganho de 320 pontos no valor de 395,70 cents/lbp no de março/25, um aumento de 290 pontos no valor de 293,15 cents/lbp no de maio/25, e uma alta de 225 pontos no valor de 288,55 cents/lbp no de julho/25.

Já o robusta registra baixa de US$ 11 no valor de US$ 4.784/tonelada no contrato de novembro/24, uma queda de US$ 11 no valor de US$ 4.787/tonelada no de janeiro/25, uma baixa de US$ 10 no valor de US$ 4.732/tonelada no de março/25, e uma baixa de US$ 16 no valor de US$ 4.678/tonelada no de maio/25.

Mercado Interno

No mercado físico brasileiro os preços também encerram a quinta-feira (21) com fortes altas nas regiões acompanhadas pelo Notícias Agrícolas. 

O Café Arábica Tipo 6 termina o dia com alta de 14,37% em Poços de Caldas/MG no valor de R$ 1.990,00/saca, em Espírito Santo do Pinhal/SP registra um aumento de 7,53% no valor de R$ 2.000,00/saca, em Franca/SP uma alta de 5,26% no valor de R$ 2.000,00/saca, e em Guaxupé/MG um aumento de 4,40%
no valor de R$ 1.900,00/saca.

O Cereja Descascado registra a valorização de 13,51% no valor de R$ 2.100,00/saca em Poços de Caldas/MG, uma alta de 4,53% no valor de R$ 1.845,00/saca em Campos Gerais/MG, e um aumento de 4,23% no valor de R$ 1.972,00/saca em Guaxupé/MG. 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preços do trigo enfrentam pressão baixista com colheita praticamente encerrada


Segundo a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada nesta quinta-feira (05), os preços do trigo continuam sofrendo pressão baixista à medida que a colheita da safra 2024 se aproxima do encerramento no Brasil.

No Rio Grande do Sul, o preço médio do saco de trigo de qualidade superior fechou a semana em R$ 66,29, registrando leve alta em relação aos R$ 62,92 praticados no mesmo período do ano passado. Já no Paraná, os valores caíram para uma faixa entre R$ 72,00 e R$ 73,00 por saco, em comparação aos R$ 69,00 registrados em 2023. Esses números apontam que, enquanto os preços no Rio Grande do Sul superam marginalmente a inflação oficial, no Paraná há variações que vão desde perdas reais até pequenos ganhos de 1%.

De acordo com o Cepea (Esalq), em novembro, a média do preço do trigo no Rio Grande do Sul foi de R$ 1.265,61 por tonelada (FOB), representando uma queda de 1,1% em relação a outubro e de 0,3% em relação a novembro de 2023, considerando os valores deflacionados pelo IGP-DI. No Paraná, a média se manteve estável em comparação ao mês anterior, em R$ 1.429,98 por tonelada, mas ficou 7,4% superior ao mesmo período de 2023, conforme informou a Ceema.

Em São Paulo, os preços apresentaram altas mais expressivas, com médias de R$ 1.584,73 por tonelada, subindo 3,2% em relação a outubro e 23,6% em comparação ao ano passado. Já em Santa Catarina, o valor médio foi de R$ 1.426,82 por tonelada, marcando uma queda de 1,5% frente a outubro, mas alta de 2,6% em relação a novembro de 2023.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho silagem: déficit hídrico compromete produtividade


O Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS destacou o avanço do cultivo de milho silagem no Rio Grande do Sul, com diferentes estágios de desenvolvimento e variações nas expectativas de produtividade entre as regiões.

O milho silagem plantado precocemente já se aproxima da maturação em várias localidades do Estado, enquanto nas regiões da Campanha e Fronteira Oeste, o plantio das cultivares de ciclo tardio foi iniciado. Em áreas afetadas pelo déficit hídrico registrado entre o final de outubro e meados de novembro, especialmente no Noroeste e Centro, as perdas de produtividade são consideradas irreversíveis. Por outro lado, nas regiões onde a umidade do solo se manteve adequada, há expectativa de uma safra superior à anterior.

A Emater/RS-Ascar projeta para a safra 2024/2025 um total de 357.311 hectares cultivados no Estado, com produtividade média estimada em 39.457 kg/ha.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Campanha, o plantio segue avançando. As lavouras destinadas à produção de leite, que utilizam a silagem como principal fonte de alimento volumoso, recebem maior investimento. Em Aceguá, 60% dos 2.500 hectares previstos já foram semeados, enquanto Hulha Negra atingiu 55%. Apesar disso, há relatos de infestação por buva (Conyza sp.) e milhã (Digitaria sp.). Em Santana do Livramento, na Fronteira Oeste, a estimativa é de mil hectares cultivados, com 40% já implantados.

Em Erechim, produtores preparam as ensiladeiras para a colheita, que deve atingir produtividade média de 40 mil kg/ha, com comercialização a R$ 400,00 por tonelada.

Na região de Frederico Westphalen, 30% das lavouras estão em florescimento e 70% em enchimento de grãos, com expectativa média de 41 toneladas por hectare. Já em Pelotas, o plantio alcançou 55% da área prevista, com a maior parte das lavouras em estádio vegetativo. Em Santa Maria, o plantio precoce foi concluído, e mais de 50% das lavouras já estão em fase reprodutiva, embora poucas áreas estejam aptas para colheita.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

mercado de brócolis e couve-flor sofre impacto de menor procura



Brássicas enfrenta queda nas vendas e espera por chuvas




Foto: Pixabay

A produção de brássicas no Rio Grande do Sul, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS, apresenta bom desenvolvimento, mas enfrenta desafios com a redução no volume de vendas e a necessidade de chuvas para alcançar a produtividade esperada.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Segundo o informativo, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, em Linha Nova, os produtores reportaram estabilidade nos preços praticados na Ceasa nas últimas semanas. Apesar disso, o volume de vendas diminuiu, preocupando os agricultores.

As condições climáticas, com boa luminosidade, têm favorecido o desenvolvimento das plantas, que apresentam estado geral satisfatório. Contudo, o retorno das chuvas é essencial para sustentar o potencial produtivo das culturas. Os preços médios registrados para as principais brássicas na Ceasa são:

  • Brócolis: entre R$ 15,00 e R$ 35,00 a dúzia.
  • Couve-flor: entre R$ 20,00 e R$ 50,00 a dúzia.
  • Couve folha: entre R$ 10,00 e R$ 35,00 a dúzia.
  • Repolho roxo: entre R$ 18,00 e R$ 50,00 a dúzia.
  • Repolho verde (unidade): de R$ 1,00 a R$ 2,20.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Investimento de R$ 180 milhões impulsiona Centro de Pesquisa em Indaiatuba/SP


A cidade de Indaiatuba, no interior de São Paulo, se tornou sede do novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPD-I), voltado exclusivamente para a agricultura . O projeto, que contou com investimento de R$ 180 milhões, visa atender de forma mais ágil às demandas dos produtores rurais, encurtando o tempo de desenvolvimento de tecnologias voltadas à realidade do campo brasileiro.

As instalações do CPD-I incluem escritórios, laboratórios, salas para calibração e manutenção, oficinas e impressoras 3D, além de uma ampla área de testes de campo com mais de 400 mil m². O centro tem como objetivo principal desenvolver tecnologias adaptadas às condições da agricultura tropical, considerando variáveis como tipos de solo, clima, conectividade e sistemas de produção. Inicialmente, 110 profissionais foram alocados para trabalhar na unidade, mas o número deverá crescer nos próximos anos.

Para Cristiano Correia, vice-presidente de Sistemas de Produção da companhia para a América Latina, o centro é uma oportunidade de criar soluções mais eficazes para atender às necessidades locais. “Sabemos que a agricultura tropical desempenha um papel essencial não só para o Brasil, mas também para o futuro do planeta. Por isso, vamos trabalhar para oferecer tecnologias que apoiem os produtores rurais e contribuam para sistemas de produção mais eficientes e sustentáveis”, destacou.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

O prefeito de Indaiatuba, Nilson Gaspar, reforçou o impacto positivo do projeto na cidade e para o setor agrícola. “Este centro de pesquisa é um motivo de orgulho, pois sabemos que os produtos que alimentarão milhões de pessoas serão desenvolvidos aqui. Além disso, o empreendimento trouxe desenvolvimento e contribuiu para a qualidade de vida do nosso município. Agradeço aos vereadores que ajudaram a tornar esse projeto realidade”, afirmou.

O secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Guilherme Piai, também destacou a relevância do CPD-I. “Os produtores são os verdadeiros heróis deste país. Este centro nos levará mais longe na agricultura tropical, trazendo soluções alinhadas à nossa realidade, como solos, clima e até mesmo a possibilidade de três safras por ano. Tenho certeza de que esse projeto será um divisor de águas para o agronegócio”, declarou.

As soluções desenvolvidas no centro atenderão às principais cadeias produtivas brasileiras, como grãos, cana-de-açúcar, algodão e cultivos especiais. Além disso, o espaço amplia a capacidade de realizar testes e ajustes localizados, reduzindo o tempo entre a criação de novas tecnologias e sua aplicação prática no campo.

* A jornalista viajou a convite da John Deere. 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Safra de milho projeta produtividade elevada em áreas irrigadas



Plantio do milho atinge 90% da área prevista no RS




Foto: Agrolink

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar, no Rio Grande do Sul, o plantio do milho avançou para 90% da área projetada para a safra 2024/2025. Atualmente, 40% das lavouras estão em fase vegetativa, 25% em florescimento, 34% em enchimento de grãos, e 1% já alcançou a maturação.

As precipitações ocorridas entre 20 de novembro e 1º de dezembro ajudaram a melhorar os níveis de umidade do solo, trazendo alívio aos produtores. No entanto, a estiagem no início de novembro provocou impactos em áreas que enfrentaram déficit hídrico entre o final de outubro e meados de novembro. Nessas regiões, as perdas de produtividade são consolidadas e variam de acordo com a intensidade e a duração do estresse hídrico. Ainda assim, caso o regime de chuvas permaneça favorável, a expectativa é de que a produção deste ano supere a safra anterior.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Nas áreas irrigadas, o cenário é mais otimista, com potencial produtivo elevado. A alta disponibilidade de radiação solar durante o dia e as temperaturas amenas à noite favorecem o desenvolvimento das plantas, sustentando boas perspectivas para a colheita.

As práticas de manejo variam de acordo com o estágio de desenvolvimento das lavouras. Nas áreas em semeadura, germinação e desenvolvimento inicial, os produtores têm realizado adubações e controle de plantas daninhas. Em casos pontuais, inseticidas e fungicidas são aplicados quando há necessidade de controle. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 748.511 hectares, com uma produtividade média esperada de 7.116 kg/ha.

O preço médio da saca de 60 kg de milho registrou uma leve queda de 0,25% em relação à semana anterior, passando de R$ 68,17 para R$ 68,00, de acordo com o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produção de feijão enfrenta impacto da seca no RS


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar, a produção de feijão da primeira safra está sendo impactada pela irregularidade hídrica no Rio Grande do Sul. A escassez de chuvas resultou em desuniformidade no desenvolvimento das lavouras, com variações expressivas no potencial produtivo, especialmente nas áreas de sequeiro.

A semeadura foi concluída nas regiões que adotam o sistema de duas safras e está prestes a começar nos Campos de Cima da Serra, área responsável por cerca de 40% do cultivo e 50% da produção estadual de feijão na primeira safra. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar estima o cultivo de 28.896 hectares, com produtividade média prevista de 1.864 kg/ha.

Nas lavouras de sequeiro, o déficit hídrico gerou queda de folhas, flores e falhas na fecundação. Em contrapartida, as lavouras irrigadas têm apresentado desenvolvimento satisfatório.

Na região de Ijuí, 21% das lavouras estão em fase vegetativa, 35% em floração, 35% em enchimento de grãos, 7% em maturação, e 2% já foram colhidas. O uso de inseticidas tem sido necessário para controlar pragas como lagartas e percevejos. Em Pelotas, a semeadura atingiu 73% da área projetada, com 69% das plantas em estádio vegetativo, 22% em florescimento e 9% em enchimento de grãos.

Na região de Santa Maria, o regime de chuvas é favorável. Em Nova Palma, principal município produtor, 15% das lavouras estão em floração, 35% em formação de vagens, 40% em enchimento de grãos e 10% em maturação.

Já em Soledade, onde 98% das lavouras estão em fase reprodutiva, o déficit hídrico também trouxe perdas de produtividade. A região enfrenta aumento de doenças como antracnose e de pragas como tripes e ácaros, favorecidas pelo clima seco.

A comercialização do feijão sofreu desvalorização no Estado. O preço médio da saca de 60 kg caiu 8,88% em relação à semana anterior, passando de R$ 298,57 para R$ 272,06.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Cultivo de tomate avança com boas condições climáticas



Preço do produto desagrada a parte dos agricultores.




Foto: Divulgação

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar, as condições climáticas das últimas semanas, com altas temperaturas, forte insolação e chuvas pontuais, têm favorecido o cultivo de tomate em diferentes regiões do Rio Grande do Sul. As lavouras mostram bom desenvolvimento, mas o preço do produto desagrada a parte dos agricultores.

Na região de Caxias do Sul, as condições climáticas beneficiaram a maturação dos frutos e o transplantio das mudas para as lavouras tardias, que devem se estender até meados de janeiro. As mudas enxertadas, fornecidas por viveiros especializados, estão sendo comercializadas a R$ 2,70 por unidade.

As lavouras de ciclo intermediário apresentam ótimo vigor, boa sanidade e estão no início da frutificação. Já as lavouras precoces estão em plena colheita, com frutos de excelente aparência e coloração. O tomate do grupo longa vida é comercializado na propriedade por R$ 75,00 a caixa de 22 kg.

Na região de Santa Rosa, o desenvolvimento também segue satisfatório, com a maturação das primeiras pencas em andamento. No entanto, os produtores relatam descontentamento com o preço do produto, atualmente vendido a R$ 4,00/kg, considerado baixo e com pouca demanda no mercado.





Source link