segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Preço do algodão avança, mas negociações seguem travadas no Brasil



Com o mercado interno travado, produtores redirecionaram lotes para exportação




Foto: Canva

As negociações de algodão em pluma no mercado brasileiro foram limitadas ao longo de fevereiro devido a uma forte disputa entre compradores e vendedores. Segundo o boletim informativo do Cepea, a dificuldade em aprovar os lotes disponibilizados fez com que alguns agentes evitassem até mesmo discutir valores.

Com o mercado interno travado, produtores redirecionaram lotes para exportação e focaram no cumprimento de contratos a termo, principalmente para algodão de qualidade superior. Ainda conforme o Cepea, muitos vendedores deram prioridade às atividades de campo, mantendo uma postura firme nos negócios.

Apesar da baixa liquidez, o Indicador CEPEA/ESALQ registrou alta de 1,55% entre 31 de janeiro e 28 de fevereiro, fechando o mês a R$ 4,1781/lp. A média mensal, de R$ 4,1440/lp, ficou 5,7% acima da paridade de exportação, sendo a maior vantagem da cotação interna desde março de 2023.





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Safra de arroz tem bons rendimentos, mas qualidade oscila


No Rio Grande do Sul, a colheita do arroz segue avançando com bons índices de produtividade em algumas regiões, enquanto outras enfrentam desafios. Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06), orizicultores de Uruguaiana, na Fronteira Oeste, estão satisfeitos com a qualidade do grão. Em São Borja, os rendimentos são considerados adequados, mas há preocupação com a proporção de grãos inteiros, que está abaixo de 55%.

Na região administrativa de Pelotas, as atividades de colheita começaram nos municípios de Turuçu do Sul, Arroio Grande e São Lourenço do Sul. Cerca de 55% das lavouras estão na fase de enchimento de grãos atualmente, 8% em floração e 36% em maturação. Apenas 1% da área implantada já foi colhida.

As chuvas de fevereiro foram importantes para garantir a irrigação e recuperar os níveis dos reservatórios, o que impulsionou a colheita, que já superou 10% da área cultivada em Santa Maria. Cachoeira do Sul, maior produtora do cereal no estado, já colheu 12% dos 23.640 hectares plantados, com produtividade estimada em 7 mil kg/ha. Jaguari, por sua vez, colheu 30% da safra, superando expectativas iniciais e atingindo 9 mil kg/ha.

No entanto, em municípios como Cacequi e Restinga Sêca, a produtividade está abaixo do esperado. Na região de Soledade, a colheita ainda está no início, com 40% das lavouras em fase de enchimento de grãos, 8% em maturação e 2% já colhidos.

O comércio internacional de arroz registrou forte queda em 2024. Segundo a edição de fevereiro do Boletim Agropecuário da Epagri, as exportações entre janeiro e dezembro somaram US$ 3,837 milhões, uma redução de 61% em relação ao ano anterior. Os principais destinos do cereal catarinense foram Trinidad e Tobago (38,9%), Senegal (24%) e Gâmbia (13,5%).

A valorização do dólar e problemas na safra dos Estados Unidos favoreceram a participação do Brasil no mercado externo em 2023. No entanto, em 2024, a menor oferta interna, devido a problemas climáticos no Sul do país, elevou as importações, que cresceram 19,56% no período. Os principais fornecedores foram Uruguai (55,36%), Paraguai (10,55%) e Tailândia (10,27%).

Em janeiro de 2025, tanto exportações quanto importações apresentaram queda. Santa Catarina exportou apenas US$ 44,3 mil, um recuo de 77% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já as importações somaram US$ 932,66 mil, 79% abaixo do registrado no mesmo período de 2024. A Itália foi o principal fornecedor, com destaque para o arroz arbóreo, conforme dados da Epagri.





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Produção de algodão deve crescer 1,56% na safra 2024/25



Algodão avança, mas desafios persistem




Foto: Canva

O Boletim Semanal produzido pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) apontou que a produção brasileira de algodão deve chegar a 6,50 milhões de toneladas na safra 2024/25, o que representa um aumento de 1,56% em relação à temporada anterior. 

A estimativa de área plantada foi mantida em 1,52 milhão de hectares em março de 2025. O valor significa um crescimento de 4,2% comparada com a safra 2023/24. A produtividade média ponderada das últimas três safras foi projetada em 284,32 arrobas por hectare.

Segundo o boletim, o desempenho da safra ainda depende de fatores climáticos que podem impactar o desenvolvimento do algodão ao longo do ciclo. A semeadura foi finalizada no dia 28 de fevereiro, e os efeitos das condições meteorológicas sobre a lavoura serão fundamentais para confirmar as projeções.

O atraso na colheita da soja no estado encurtou a janela ideal para o plantio do algodão, influenciando a decisão dos produtores sobre a área efetivamente cultivada. Com o fim da semeadura, a área total será mensurada com maior precisão nas próximas semanas.





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produtores enfrentam impacto da estiagem


A colheita da primeira safra de feijão foi concluída na maior parte das regiões produtoras do Rio Grande do Sul, atingindo 65% da área cultivada no estado. As lavouras remanescentes, concentradas nos Campos de Cima da Serra (35% da área total), ainda estão em fase de floração, enchimento de grãos e maturação fisiológica. A previsão é que a colheita dessas áreas ocorra até meados de março.

De acordo com o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06), o perfil fitossanitário das lavouras segue adequado, com baixa pressão de pragas e produtividade média estimada em 2.400 kg/ha. Para a safra 2024/25, a entidade projeta o cultivo de 28.896 hectares no estado, com uma produtividade média esperada de 1.864 kg/ha.

Na região administrativa de Ijuí, a colheita foi finalizada, e a produtividade ficou em 1.250 kg/ha.

O boletim agropecuário da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, apontou desafios climáticos para a cultura do feijão. Em janeiro, o estado teve períodos distintos de chuvas e estiagem. Na primeira quinzena, as precipitações foram regulares, mas na segunda metade do mês, o volume de chuvas caiu drasticamente, e as temperaturas superaram os 37°C em várias regiões.

O calor extremo pode comprometer a produtividade das lavouras ainda em desenvolvimento, acelerando a maturação e reduzindo a qualidade dos grãos. Até o final de janeiro, 61% das áreas cultivadas já haviam sido colhidas. Das lavouras remanescentes, 67% estavam em maturação, 16% em floração e 18% em desenvolvimento vegetativo.

Apesar dos desafios climáticos, a expectativa para a safra 2024/25 em Santa Catarina é de crescimento. A área plantada deve aumentar em 9,84%, e a produtividade média pode chegar a 1.956 kg/ha, um avanço de 13,16%. Com isso, a produção total pode atingir 59,7 mil toneladas, representando um crescimento de 24,30% em relação à safra anterior.





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Açúcar: preços sobem em Londres pela sexta sessão seguida com mercado atento…


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Os futuros do açúcar branco fecharam esta segunda-feira (17) contabilizando altas pela sexta sessão seguida na Bolsa de Londres, diante de preocupações com a produção indiana. O preços avançaram mais de 1% entre os contratos mais negociados. Não houve negociações na Bolsa de Nova Iorque por conta do feriado do Dia do Presidente.

O contrato maio/25 subiu US$ 9,70, cotado a US$ 547,20 por tonelada (+1,80%). O agosto/25 avançou US$ 6,60, para US$ 528,00 por tonelada (+1,27%). O outubro/25 teve alta de US$ 5,20, sendo negociado a US$ 517,40 por tonelada (+1,02%), enquanto o março/26 subiu US$ 4,70, fechando em US$ 512,70 por tonelada (+0,93%).

A Bloomberg destaca que a produção de açúcar na Índia pode cair para 26 milhões de toneladas depois que uma doença prejudicou a safra de cana em sua principal região produtora de Uttar Pradesh, de acordo com informações de Ravi Gupta, diretor executivo da grande produtora Shree Renuka Sugars Ltd. A declaração foi feita na última semana, durante a Dubai Sugar Conference. Esse número é cerca de 1 milhão de toneladas menor do que a maioria das estimativas da indústria.

O açúcar branco de Londres tem suporte nessas notícias. Como aponta a Bloomberg, Gupta disse também que há uma forte demanda por açúcar branco ao mesmo tempo que há suprimentos menores da União Europeia e da Tailândia. “A oferta restrita de açúcar refinado aumentará o prêmio do açúcar branco em relação ao açúcar bruto após um período de preços baixos”, acrescentou.

Segundo ele, os preços mundiais do açúcar precisam ficar acima de US$ 530/tonelada para incentivar as exportações. “Para que exportações de 1 milhão de toneladas aconteçam, o mercado mundial precisa subir para precificar o açúcar indiano”, conclui o diretor executivo da Shree Renuka Sugars.

Segundo análise de Arnaldo Luiz Correa, diretor da Archer Consulting, “o consenso entre os participantes do evento [em Dubai] é que o clima será o principal fator de influência nos preços, seguido pelos fundamentos do mercado. A pesquisa realizada durante o evento revelou que 60% dos participantes estimam a produção brasileira entre 40 e 42 milhões de toneladas, enquanto 21% esperam algo entre 38 e 40 milhões, e o restante aposta em um volume entre 42 e 44 milhões de toneladas”.

Porém como ressalta Correa, “o entusiasmo gerado por eventos internacionais como o de Dubai é natural, muitas vezes impulsionado pelo clima positivo das interações e reuniões festivas. No entanto, o mercado precisará de dados concretos a partir de abril, especialmente sobre o tamanho da safra brasileira e as condições climáticas em Índia, China e Tailândia, que podem influenciar significativamente a oferta global”.

Mercado interno

No mercado físico brasileiro, o indicador Cepea Esalq mostra, em São Paulo, o açúcar cristal branco com valor de R$ 142,55/saca, queda de 0,26%. O açúcar cristal em Santos (FOB) tem valor de R$ 146,66, alta de 0,14%. O cristal empacotado em São Paulo vale R$ 16,2645/5kg, baixa de 2,28%. O refinado amorfo está cotado em R$ 3,6306/kg. O VHP tem preço de R$ 119,71/saca.

Em Alagoas, também com base no que mostra o indicador Cepea Esalq, o preço do açúcar está em R$ 154,31/saca, valorização de 3,10%. Na Paraíba, a cotação é de R$ 144,11/saca. Em Pernambuco, o adoçante vale R$ 147,55/saca.





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Santa Catarina terá outono quente e com pouca chuva


A previsão climática para o trimestre de março a maio indica temperaturas acima da média e chuvas abaixo do esperado em Santa Catarina. Segundo a Epagri/Ciram, o mês de março será marcado pela persistência de massas de ar quente, resultando em dias consecutivos de calor intenso, inclusive durante as noites.

De acordo com a meteorologista Gilsânia Cruz, a expectativa é de precipitações abaixo da média climatológica no estado. Em março, são previstos períodos prolongados sem chuvas, especialmente no Oeste, onde os totais pluviométricos podem ficar inferiores ao habitual. Com a transição do verão para o outono, as frentes frias devem se tornar mais frequentes, especialmente na segunda quinzena do mês, sendo responsáveis pela maior parte da precipitação em Santa Catarina.

Segundo dados do Observatório Agro Catarinense, a média mensal de chuvas esperada para o Oeste e Planalto varia entre 100 e 130 mm, enquanto no Litoral os volumes devem oscilar entre 150 e 210 mm. Para os meses de abril e maio, a tendência é de redução ainda maior na precipitação, com médias entre 100 e 170 mm no estado.

Apesar da diminuição das chuvas, o período ainda apresenta risco de eventos climáticos intensos como chuvas fortes e concentradas em curtos períodos de tempo, além de temporais com raios, granizo e ventos fortes. “A partir de março, ciclones extratropicais devem atuar com maior frequência no litoral do Uruguai, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, ocasionando ventos intensos, mar agitado com ressaca e oferecendo perigo à navegação”, alerta a meteorologista.

Em janeiro de 2025, a temperatura da superfície do mar (TSM) estava ligeiramente abaixo da média na região do Pacífico Equatorial, com anomalias entre -0,5°C e -1,0°C, indicando uma condição de La Niña fraca. No entanto, em fevereiro, houve um aquecimento das águas próximas à costa do Peru, reduzindo a influência do fenômeno. Para os próximos meses, os meteorologistas apontam para um cenário de neutralidade climática, sem interferência direta de El Niño ou La Niña, o que pode resultar em uma transição climática mais equilibrada no estado, conforme dados da Epagri.


 





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Oferta de hortaliças cresce, mas calor desafia produtores



Produtores preparam novas lavouras para o outono-inverno




Foto: Divulgação

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06), a produção de pepino, pimentão e quiabo na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, em Bom Princípio, continua em ritmo intenso, apesar das altas temperaturas. O calor excessivo tem impactado algumas culturas, mas a oferta de produtos no mercado segue elevada.

Algumas lavouras de pepino continuam em produção, mesmo com os desafios do clima quente, que provocam abortamentos florais. Em paralelo, muitos produtores já iniciam o preparo dos canteiros para as culturas de outono e inverno.

A oferta do pepino salada está elevada, o que resultou em uma leve redução nos preços, com a caixa de 20 kg sendo comercializada entre R$ 50,00 e R$ 60,00. O pepino japonês mantém a alta demanda, mas com menor disponibilidade, sendo vendido entre R$ 80,00 e R$ 100,00 a caixa de 18 kg.

A cultura do pimentão continua apresentando boa produtividade e oferta no mercado, com baixa incidência de pragas e doenças. O preço varia conforme a cor e o tamanho do fruto, sendo comercializado a R$ 40,00 a caixa de 10 kg.

A produção de quiabo tem sido prejudicada pelas temperaturas elevadas, o que exigiu o replantio em algumas lavouras. No entanto, a colheita ainda ocorre regularmente e há boa oferta do produto no mercado. O preço segue em patamares baixos, variando entre R$ 2,50 e R$ 3,50 por bandeja de 200 g, conforme a Emater/RS.





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Público da Expodireto Cotrijal poderá conhecer mais da história da Sumitomo


Os 50 anos da Sumitomo Chemical no Brasil serão apresentados ao público da 25a Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS), entre os dias 10 e 14 de março. Os visitantes participarão das atrações dinâmicas e interativas encontradas no estande, além de mergulhar na história centenária da companhia japonesa, cuja trajetória a posiciona como uma das maiores empresas agroquímicas e de pesquisa no mundo. 

O estande da Sumitomo Chemical ocupa 175 m² com duas áreas integradas. Na parte interna, os visitantes se sentirão parte da história da empresa ao conhecer um ambiente temático da campanha institucional “Agricultura Nos Une”, que faz uma conexão com o produtor, suas demandas e necessidades para o campo. As famílias poderão tirar fotos e, em seguida, acessarão uma linha do tempo dinâmica que contará os mais de 100 anos de história da empresa no agronegócio, incluindo as cinco décadas no Brasil.

Na área externa, no “Rancho Agricultura Nos Une”, será possível observar o desenvolvimento das raízes das plantas de soja por meio de vasos rizotron, ferramentas que facilitam o entendimento sobre o desenvolvimento radicular das plantas. Neste contexto, elas receberam soluções de tratamento de sementes, como Aveo EZ®, MycoApply EndoFuse® e MycoApply EndoMaxx®, voltadas para proteção das raízes, melhoria da qualidade biológica do solo e maior longevidade, saúde e qualidade das culturas.

Em uma tela LCD interativa, o público poderá explorar, por meio de contato direto, as pragas, doenças e plantas daninhas que afetam a produtividade das lavouras de soja e milho, além de descobrir como as soluções da Sumitomo Chemical podem ser eficazes no manejo.

E para entender a importância do manejo preventivo no controle da ferrugem asiática, mancha-alvo, podridão dos grãos e DFCs (doenças de fim de ciclo) em lavouras de soja, um jogo sobre o fungicida Excalia Max® testará o conhecimento do produtor a respeito da aplicação do fungicida. A solução tem uma fórmula exclusiva, combinando Indiflin, ingrediente ativo desenvolvido pela companhia japonesa, com tebuconazol, ideal para a rotação de ativos e melhor controle do complexo de doenças.

Para o controle do percevejo, uma simulação de pulverização demonstrará o efeito do inseticida Kaiso Max® em insetos sugadores. O lançamento da empresa é uma ferramenta que entra para o manejo integrado de pragas sendo eficiente contra percevejos e demais pragas que afetam a produtividade das lavouras. A formulação de Kaiso Max combina efeito choque com residual prolongado e amplo espectro de controle.

O público também poderá participar de um quiz e da roleta premiada do lançamento ZethaMaxx EVO®, um herbicida pré-emergente para soja com uma formulação única em três modos de ação distintos, concorrendo a brindes.

Bate-papo com especialistas

Além da interação com a história, tecnologia e inovação da companhia, o público terá a oportunidade de participar de bate-papos com especialistas, para entender os principais desafios que afetam a agricultura e quais as mais eficientes formas de manejo.





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Fendt apresenta pela primeira vez na Expodireto Cotrijal o motor compatível com combustíveis alternativos


A Fendt, fabricante alemã de máquinas e implementos agrícolas, apresenta pela primeira vez ao público da Expodireto Cotrijal o motor AGCO Power CORE75, fabricado pela AGCO Power, fabricante global de motores agrícolas. Responsável pelo sucesso do Fendt 700 Vario Gen7, o motor desenvolvido para operar com combustíveis alternativos oferece excelente desempenho em baixas velocidades, economia de combustível e confiabilidade.

Vencedor do prêmio Motor do Ano no 2023 Diesel Progress Summit Awards, o CORE75 é uma peça fundamental nos tratores Fendt 700 Vario Gen7, pois garante uma experiência de operação superior, proporcionando menor nível de ruído, melhor raio de giro, maior distância ao solo e facilidade de manutenção. Apto a ser abastecido com 100% de HVO (Diesel Verde) – o que reduz em até 75% as emissões de CO2 -, o motor é capaz de rodar com combustíveis alternativos e que, atualmente, estão em fase de liberação pelo governo brasileiro e de validação pela AGCO Power.

“Hoje, a descarbonização é uma palavra de ordem em diversos setores da economia e, nesse sentido, os combustíveis alternativos do futuro, como hidrogênio, etanol, metanol e biogás, estão estabelecendo novas exigências para motores agrícolas. Projetada para permitir o uso desses combustíveis, a plataforma dos motores CORE promove versatilidade na potência dos equipamentos e um sistema avançado de controle de emissões de gases de efeito estufa”, destaca Fernando Silva, coordenador comercial da AGCO Power. No Brasil, os tratores Fendt 700 Vario Gen7 são os primeiros da AGCO a serem comercializados com o motor CORE75.

O AGCO Power CORE75 possui alguns dos recursos mais avançados do mercado atualmente. Com 7,5 litros e 223 kW de potência, o motor oferece um impressionante torque de 1450 Nm, o mais alto em sua classe de potência. Uma característica notável é a capacidade de alcançar o torque máximo em 1300 RPM, em vez das 1500 RPM típicas, o que resulta na melhor economia de combustível de sua categoria, com apenas 188 g/kWh.

O design simplificado do AGCO Power CORE75, com menos peças, torna o motor mais confiável e de fácil manutenção. Além disso, ele é equipado com um avançado sistema EAT (Pós-tratamento de Emissões), projetado para atender aos mais rigorosos padrões de emissões sem a necessidade de um sistema EGR (Recirculação dos Gases de Escape) e com a possibilidade de ser remanufaturado ao fim de seu primeiro ciclo de uso.

Outro destaque da Fendt na Expodireto Cotrijal é a plantadeira Fendt Momentum de 18 linhas que, por meio de tecnologias exclusivas, contribui para a eficiência operacional e produtividade na lavoura. O equipamento realiza o plantio em áreas planas e em terrenos irregulares ou em curvas de nível, garantindo o depósito de sementes sempre na mesma profundidade. Para que isso seja possível, o Fendt Smart Frame mantém a pressão dos pentes em relação ao solo com uma angulação de 40° proporcionada pelo Wing Flex. Já o Weight Transfer, que distribui o peso central da máquina para os módulos laterais, aumenta a emergência em 7%. Além disso, o controle individual realizado pelo Delta Force nas linhas de plantio melhora a construção do sulco e realiza até cinco ajustes em um segundo. Quando dobrada, a plantadeira fica com 3,6m, a menor largura de transporte da categoria, sem precisar desmontar qualquer componente.

 

A colheitadeira Fendt IDEAL 8T também será exposta aos visitantes da feira no Rio Grande do Sul. Com um sistema de processamento da máquina altamente eficiente, com qualidade superior no manuseio dos grãos, eficiência energética e capacidade de lidar com uma ampla gama de condições, o resultado é um aumento de até 15% no desempenho operacional, permitindo que a colheita seja concluída até uma semana antes do previsto. Além disso, a Fendt IDEAL permite uma economia de 20% no consumo de combustível, aumento de 25% na qualidade dos grãos e redução de perdas de até 30%. A máquina também possui o maior tanque de grãos do mercado brasileiro, com capacidade de 17.100 litros, 21% maior que outros maquinários de alto rendimento disponíveis atualmente.

Equipado com o motor CORE75, o trator Fendt 728 Vario Gen7 possui a transmissão VarioDrive, independente e de máxima potência a cada eixo, sempre na velocidade ideal de cada operação, com índice de patinagem mínimo e alta economia de combustível. O equipamento possui também o Dynamic Performance, que disponibiliza até 20 cv extras para demandas auxiliares.

Outro trator presente na Expodireto é o Fendt Vario 942 G7, cujo modelo 415 cv combina o motor MAN, em linha de seis cilindros para potência e design compacto e leve, ao conceito Fendt iD que entrega alto torque em baixa rotação, fornecendo uma operação suave com desempenho máximo e consumo mínimo. A transmissão continuamente variável (CVT) VarioDrive opera nos eixos dianteiro e traseiro de forma independente. O trator possui ainda uma autolimpeza exclusiva do filtro de ar com ar comprimido, mesmo durante a operação com o sistema de ventoinha reversível para limpeza da grade frontal, resultando em menos paradas para manutenção e maior rendimento operacional.

Nesta edição da Expodireto Cotrijal, a Fendt terá ainda como atração o Combo Suplantar, composto pela série de tratores Fendt 700 Vario Gen7 e a nova versão da plantadeira Fendt Momentum 18 a 24 Linhas. De acordo com Fabio Dotto, diretor de Marketing da empresa, ele representa a fusão das melhores soluções e tecnologias do mercado para o plantio.

“Trata-se de uma combinação definitiva para quem busca máxima rentabilidade no campo: um trator de renome internacional, sinônimo de potência, versatilidade e eficiência operacional, aliado a uma plantadeira que eleva os padrões de plantio, disponível em novos tamanhos. A Fendt Momentum se destaca pela adaptação impecável a qualquer tipo de terreno, garantindo uma distribuição de peso inteligente que reduz a compactação do solo e maximiza o aproveitamento dos insumos. Como resultado, o produtor conta com maior produtividade, menor custo por hectare e um retorno sobre o investimento muito superior. Essa tecnologia de ponta permite aos produtores elevar a lucratividade e obter safras mais uniformes e rentáveis”, finaliza Dotto.





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Safra de arroz avança, mas preço registra queda



A expectativa é de que a colheita ganhe ritmo a partir de março




Foto: Pixabay

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (6), o potencial produtivo das lavouras de arroz segue alinhado às projeções iniciais do Rio Grande do Sul. Apesar dos desafios enfrentados durante o cultivo, como temperaturas elevadas e dificuldades na irrigação devido à estiagem, a situação se estabilizou com o avanço do ciclo produtivo.

A redução da demanda evapotranspirativa das plantas, combinada com chuvas pontuais na fase final do estágio reprodutivo, ajudou na recarga parcial dos reservatórios, garantindo boas condições para a safra. Outro fator positivo foi o incremento na área plantada em relação à safra anterior, impulsionado pela valorização do cereal no momento do plantio, o que gerou expectativas favoráveis para a produção. No entanto, a queda recente na cotação do arroz preocupa os produtores, que temem dificuldades para cobrir os investimentos no cultivo.

Apesar das condições ambientais favoráveis, a colheita ainda avança em ritmo moderado, atingindo apenas 6% da área plantada. A principal razão é a necessidade de conclusão do ciclo fenológico das lavouras.

A expectativa é de que a colheita ganhe ritmo a partir de março, já que cerca de 30% da área cultivada está em fase de maturação. O levantamento da Emater aponta que 43% das lavouras estão em enchimento de grãos, 18% em floração e 3% ainda na fase vegetativa.

De acordo com o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), a área efetivamente plantada no estado foi reavaliada em 970.194 hectares, com uma produtividade inicial estimada em 8.478 kg/ha.

No mercado, a cotação do arroz registrou queda de 2,15% em relação à semana anterior, conforme o levantamento de preços da Emater/RS-Ascar. O valor da saca de 50 quilos passou de R$ 96,93 para R$ 94,85, aumentando a preocupação dos orizicultores quanto à rentabilidade da safra.

 





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