domingo, março 29, 2026

Política & Agro

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Brasil deve chegar a 3 mil aeronaves agrícolas já em 2026


O setor aeroagrícola brasileiro deve ultrapassar já em 2026 a marca de 3 mil aviões e helicópteros atuando e lavouras  no País. A informação foi ventilada pelo diretor operacional do Sindag, Cláudio Júnior Oliveira, durante as visitas da comitiva do Sindag na 30ª Agrishow – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação. O evento começou na segunda-feira (28) a vai até sexta (2 de maio), em Ribeirão Preto, no interior paulista. O grupo da entidade aeroagrícola é liderado pela presidente Hoana Almeida Santos e tem ainda o vice, Thiago Magalhães Silva. Eles ficam na feira até esta quarta-feira, 30, com uma série de encontros com empresários, pilotos, lideranças do agro, produtores rurais, autoridades, políticos e outros profissionais ligados ao setor.

Sobre a frota aeroagrícola, a expectativa era de que o patamar de 3 mil aeronaves tripuladas fosse alcançado apenas em 2027, segundo o relatório apresentado em agosto do ano passado durante o Congresso da Aviação Agrícola do Brasil (Congresso AvAg) no Mato Grosso. Elaborado por Oliveira (que é economista), o estudo Perspectivas do Setor Aeroagrícola se debruça também sobre as projeções das principais culturas do agro brasileiro são atendidas pela aviação.

Porém, o novo dado tem por trás fatores como o desempenho de 7,21% do crescimento da frota de aeronaves tripuladas em 2024 (até 31 de dezembro) – bem acima dos 2,81% da média dos 10 anos anteriores.  Com perspectiva de crescimento acentuado também para a frota de drones agrícolas. Neste caso, devendo se chegar a 13 mil unidades no ano que vem. Em ambos os casos, segundo levantamentos junto aos registros da Agência Nacional de Aviação Agrícola (Anac).

VANTS

“No caso dos drones – ou veículos aéreos não tripulados (vants, segundo a terminologia da Anac), temos atualmente 7,8 mil aparelhos registrados na Agência de Aviação Civil, o que representa um crescimento de 100% na frota em relação ao ano anterior”, assinala Oliveira. O relatório completo ainda deve ser divulgado pelo Sindag, mas a estimativa é de que esse crescimento deve se sustentar em 2025. Tanto pela busca contínua da tecnologia para as lavouras quanto pelo trabalho do Sindag para que os operadores registrem imediatamente seus aparelhos.

O dirigente lembra ainda o crescimento de 450% verificado no número de drones agrícolas registrados em 2023, mas neste caso devido principalmente a uma mudança nas regras da Anac. É que, desde abril daquele ano, a Agência colocou em uma categoria única (e simplificada) todos os drones agrícolas com mais de 25 quilos de peso total de decolagem. Liberando a demanda reprimida de produtores e operadores que buscavam inovação. Isso porque, antes, aparelhos agrícolas acima desse peso tinham regras de registros que poderiam chegar à complexidade semelhante ao registro de um avião.





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Gigante testa nova rota de exportação de algodão por Manaus



A operação teve início no terminal da AMAGGI em Porto Velho (RO)



A operação teve início no terminal da AMAGGI em Porto Velho (RO)
A operação teve início no terminal da AMAGGI em Porto Velho (RO) – Foto: Canva

Segundo informações divulgadas pela AMAGGI, o Brasil, líder mundial na exportação de algodão em pluma, ainda enfrenta desafios logísticos relevantes no escoamento da produção. Buscando alternativas mais eficientes e sustentáveis, a empresa, em parceria com a Louis Dreyfus Company (LDC), liderou um projeto-piloto para testar uma nova rota de exportação por Manaus (AM), utilizando o corredor hidroviário dos rios Madeira e Amazonas.

A operação teve início no terminal da AMAGGI em Porto Velho (RO), onde os fardos de algodão, provenientes de suas fazendas no Mato Grosso, foram carregados em barcaças que seguiram até o terminal portuário Super Terminais, na capital amazonense. De lá, a carga seguiu em contêineres rumo ao mercado asiático. Todo o processo — do transporte à estufagem e ao carregamento — foi conduzido integralmente pela equipe da companhia, com foco em segurança e excelência operacional.

Nesse contexto, a rota fluvial utilizada já é consolidada para o transporte de grãos, e agora mostra potencial para atender também à cadeia do algodão. O sucesso da operação representa um avanço na diversificação das rotas logísticas brasileiras, reforçando a competitividade do setor e reduzindo a dependência de corredores tradicionais, como os portos do Sudeste e Sul do país.

Com essa iniciativa, segundo a empresa, a AMAGGI sinaliza um passo importante rumo à sustentabilidade logística, aproveitando os recursos naturais da região Norte para otimizar custos, ampliar a eficiência e diminuir a pegada de carbono no transporte de commodities.

 





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Portal Agrolink disputa quatro categorias no prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025


O Portal Agrolink e dois de seus jornalistas estão entre os finalistas do prêmio “+Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025”. A lista com os classificados para o segundo turno da premiação foi divulgada pelo Jornalistas&Cia, que organiza a iniciativa voltada a reconhecer os profissionais e veículos mais respeitados na cobertura do setor agropecuário.

Concorrendo em quatro categorias, o Portal em sua quinta indicação disputa nas modalidades site, programa de rádio/podcast e periódico impresso/digital, além de contar com seus jornalistas Aline Merladete e Lucas Rivas entre os indicados na categoria individual.

A repórter Aline Merladete, finalista pela quinta vez, destacou a importância do reconhecimento. “Estou muito honrada por estar entre os finalistas do prêmio +Admirados do Agronegócio. Nos últimos cinco anos, tive a alegria de figurar entre os profissionais que admiro — e isso já é, para mim, um grande prêmio. Essa indicação representa o reconhecimento de um trabalho que venho construindo com responsabilidade, dedicação e amor pelo agro”, afirmou.

Já o jornalista Lucas Rivas, apresentador do podcast Agrolink News, comemora sua primeira indicação na categoria de “jornalistas +admirados”. “Estar entre os finalistas do prêmio +Admirados do Agro 2025 é a confirmação do nosso compromisso diário com a informação de qualidade e com a valorização de quem faz o agro acontecer. É também um estímulo para seguir dando voz ao campo e conectando o produtor às pautas que impulsionam o setor que move o Brasil”, destacou.

Em 2024, o Agrolink News foi eleito um dos três melhores podcasts do agronegócio.

O Agrolink é um dos portais mais antigos dedicados à cobertura do agronegócio no país. Além de notícias diárias e conteúdos em vídeo e áudio, oferece serviços gratuitos como o AgrolinkFito — voltado à consulta de bulas e diagnóstico de problemas nas lavouras — e o Agrotempo, serviço meteorológico especializado.

A diretora do portal, Nádia Borges, também comentou a presença na final. “A nossa quinta  indicação a premiação é uma prova do nosso compromisso diário com o agronegócio e com os produtores do nosso país. Nosso objetivo é estabelecer uma conexão entre o campo e a cidade, promovendo a conscientização sobre a origem dos alimentos, a sustentabilidade e a importância do setor no nosso dia a dia”, declarou.

Nesta edição, a premiação ampliou o número de jornalistas homenageados. Em vez dos tradicionais 30, serão eleitos os 50 profissionais mais admirados da imprensa agro. Ao todo, 106 jornalistas e 86 veículos seguem na disputa pelo voto do público.

Contamos com o seu voto. Para votar basta acessar aqui e fazer um breve cadastro.

Site/Portal: Portal Agrolink

Jornalista: Aline Merladete

Jornalista: Lucas Rivas

Programa de rádio/ Podcast: Agrolink News

Periódico (impresso/digital): Agrolink (Newsletter)

O agronegócio não para e colaboramos com ele diariamente. Tudo é agro!

 





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IA identifica ervas daninhas no canavial


O Brasil deve consolidar sua liderança global na produção de cana-de-açúcar e açúcar, com uma estimativa de 671 milhões de toneladas para a safra 2025/26, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Para manter esse protagonismo, o setor busca em tecnologias baseadas em inteligência artificial (IA), como as oferecidas pela Taranis do Brasil, um reforço estratégico contra desafios recorrentes como a presença de mamona, corda-de-viola e mucuna-preta.

O gerente-geral da Taranis do Brasil, Fábio Franco, destaca que essas ferramentas de IA proporcionam “maior precisão na definição do manejo mais adequado para controlar espécies invasoras, contribuindo para a manutenção da produtividade e da competitividade das lavouras”.

Franco explica que “as plantas daninhas, como mamona, corda-de-viola e mucuna-preta, competem com a cana-de-açúcar por recursos como luz, água e nutrientes, o que leva a uma diminuição no desenvolvimento da cultura principal, resultando em menores rendimentos”.

A mamona é apontada como uma das mais prejudiciais, com potencial para reduzir a produtividade da cana em até 80% e dificultar a colheita. “A presença dessa planta invasora na lavoura, em forma de sementes ou outros materiais, reduz a qualidade da matéria-prima e pode gerar problemas na indústria, impactando a produção de açúcar e álcool”, detalha o gerente, alertando para a dificuldade de controle devido à dispersão de sementes e os custos adicionais gerados.

A corda-de-viola, ao cobrir a cana, bloqueia a luz solar, essencial para a fotossíntese e produção de sacarose. Franco ressalta que essa invasora pode “se enrolar nas máquinas colhedoras, entupindo-as e dificultando o processo de colheita, o que reduz a eficiência e aumenta os custos”.

Já a mucuna-preta, além de também reduzir a fotossíntese e dificultar a colheita, serve como hospedeira para pragas e doenças, podendo reduzir a produtividade da cana em até 50%. “Além das já citadas, outras invasoras frequentemente encontradas em canaviais incluem merremia, capim-braquiária, capim-marmelada e capim-colonião”, complementa Franco, mencionando a importância de estratégias combinadas de manejo, incluindo IA para identificação precisa.

A Taranis do Brasil utiliza IA para um mapeamento “preciso e rápido” das áreas infestadas. O processo envolve monitoramento aéreo com tecnologia de ponta para capturar imagens de alta resolução, analisadas por um sistema de IA com um vasto banco de dados e dupla verificação por especialistas. O resultado é um relatório de diagnóstico sobre a distribuição e cobertura das plantas daninhas, acessível online e em formatos PDF ou Excel.





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Clima favorece milho no Centro-Oeste e soja no Sul



MS reduz déficit hídrico com chuvas recentes




Foto: Bing

As condições climáticas registradas ao longo da última semana favoreceram o desenvolvimento da segunda safra de milho no Centro-Oeste e a colheita de soja no Sul do Brasil. As informações constam no boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Segundo o órgão norte-americano, o tempo chuvoso persistiu em grande parte do Centro-Oeste, com destaque para o Mato Grosso do Sul, onde foram registrados os maiores volumes. A umidade beneficiou o milho nas fases iniciais de reprodução e sustentou o potencial produtivo acima da média.

“No Mato Grosso do Sul, a chuva foi especialmente importante, ajudando a reduzir o déficit de umidade acumulado no ano, que passou de 59% do normal no fim de março para 77% no final do atual período analisado”, apontou o USDA.

No Sul, as condições climáticas foram distintas. O tempo seco e mais frio que o normal predominou no Rio Grande do Sul, com temperaturas até 4°C abaixo da média. O cenário contribuiu para o avanço da colheita da soja, já 80% concluída, e criou ambiente favorável para o início do plantio do trigo nas próximas semanas.

O boletim também destacou a presença de bolsões de tempo seco em estados do Leste do país, com destaque para Minas Gerais e Bahia.





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Expectativa por acordo EUA-China movimenta soja



Cotações da soja oscilam com clima e câmbio




Foto: Canva

As movimentações do mercado de soja nesta semana refletem uma combinação de fatores climáticos, cambiais e políticos. De acordo com a análise publicada nesta quarta-feira (30) pela Grão Direto, as previsões do NOAA indicam temperaturas mais baixas e tempo seco em estados como Indiana, Iowa e Illinois, enquanto as Dakotas e parte do Meio-Oeste dos Estados Unidos devem registrar clima mais quente e chuvoso.

“A previsão favorece o avanço do plantio nas regiões de maior peso produtivo do cinturão agrícola norte-americano”, avaliou o especialista da Grão Direto. Segundo ele, o ritmo de semeadura pode influenciar diretamente o comportamento do mercado internacional.

No câmbio, a desvalorização do dólar frente ao real tem pressionado os preços da soja no mercado disponível brasileiro. “Apesar da leve alta registrada em Chicago, o dólar mais fraco contribuiu para um recuo nos preços internos”, destacou a análise. A expectativa é de que a moeda norte-americana mantenha viés de baixa nos próximos dias, refletindo um cenário global mais estável.

Outro fator monitorado pelos agentes de mercado é a sinalização do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quanto à retomada das negociações comerciais com a China. “O mercado, que vinha operando sob incertezas tarifárias, agora espera por um possível acordo até junho”, aponta a análise. Segundo o especialista, qualquer progresso nas conversas já tende a provocar impacto imediato sobre as cotações da soja em Chicago.

Dessa forma, o mercado interno pode seguir pressionado pela valorização do real. Ainda assim, o avanço da semeadura nos Estados Unidos e a expectativa por um entendimento comercial entre as duas maiores economias do mundo tendem a limitar as perdas no mercado físico brasileiro.





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mercado físico segue com tendência de baixa



Clima e demanda pressionam milho segunda safra




Foto: Divulgação

O mercado físico do milho segunda safra apresenta tendência de baixa diante do cenário climático positivo e da demanda interna estabilizada. A avaliação é da Grão Direto e foi divulgada nesta quarta-feira (30).

“O clima com temperaturas amenas e chuvas regulares no Centro-Oeste favorece a fase de enchimento de grãos, o que reforça o potencial produtivo e começa a pressionar os preços para baixo”, afirmou o especialista da Grão Direto.

Do lado da demanda, a movimentação das usinas de etanol de milho e das processadoras de alimentos e rações também contribui para o arrefecimento do mercado. “Esses agentes já realizaram posições importantes para formação de estoques e agora aguardam a colheita, que se mostra promissora em volume”, explicou o analista.

Com negociações pontuais e sem novas pressões de compra, o volume de comercialização permanece reduzido. A análise indica que, enquanto as expectativas de produtividade elevada se confirmam e a demanda se mantém acomodada, a tendência é de continuidade na pressão de baixa no mercado físico ao longo da semana.





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Mosca-das-galhas ameaça lavouras de mandioca no Tocantins


Segundo os informações divulgada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), depois do surto de vassoura-de-bruxa causar estado de emergência fitossanitária no Pará e no Amapá, uma nova praga preocupa os produtores de mandioca no Tocantins. A mosca-das-galhas da mandioca (Jatrophobia brasiliensis), até então considerada secundária, passou a ocorrer com intensidade nas lavouras do estado, provocando perdas de até 100% em áreas recém-plantadas.

A Embrapa Pesca e Aquicultura, com sede em Palmas (TO), atua junto aos técnicos do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) e produtores para tentar conter o avanço da praga. Segundo a instituição, o controle deve seguir os princípios do Manejo Integrado de Pragas (MIP), priorizando métodos culturais, biológicos e, quando necessário, químicos.

Cristiano Barros, produtor no Polo de Fruticultura Irrigada São João, relata ter sido surpreendido pela infestação. “No final do ano passado, quando fizemos o plantio, ela apareceu, mas achamos que era como todos os anos, algo pontual aqui e ali, sem causar prejuízos. Entraram as festas de fim de ano e não demos muita atenção. Quando fomos ver, ela se instalou de uma maneira que precisamos gradear (passar a máquina, destruindo a plantação) e plantar tudo de novo”, contou.

Segundo o entomologista Daniel Fragoso, da Embrapa, os danos são causados pelas larvas, que se alimentam dos tecidos internos das folhas. “Trata-se de pequenas moscas de coloração amarela que depositam ovos nas folhas, onde as larvas eclodem e começam a se alimentar do tecido foliar. A planta reage e forma as galhas ou verrugas”, explicou.

A formação dessas estruturas reduz a capacidade fotossintética, compromete o desenvolvimento e pode levar à morte de plantas jovens. Entre as hipóteses para o avanço da praga está o uso intensivo de inseticidas contra a mosca-branca na safra anterior, o que teria reduzido a população de parasitoides naturais da mosca-das-galhas.

Pesquisadores e agricultores conduzem estudos e testes com produtos químicos e biológicos. A falta de conhecimento sobre o inseto exige maior esforço em pesquisa. “A identificação precoce e o monitoramento são essenciais para o manejo”, reforçou Fragoso.

No âmbito do MIP, a orientação é optar por práticas que favoreçam o controle biológico natural, como o uso de cultivares resistentes, destruição de folhas com alta infestação, rotação de culturas e plantio em período seco com irrigação. “Em casos de alta infestação, o controle químico é necessário, com critério técnico e rotatividade de ingredientes ativos, para evitar o desenvolvimento de resistência aos produtos usados”, alertou Fragoso.





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Março fecha com alta de 44,44% no faturamento com exportações de carne suína


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De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta sexta-feira  (4), as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada, até a última semana de março (19 dias úteis), superou em grande monta o que foi registrado em março de 2025.

A receita obtida até o final em março, US$ 258.644,061 representa 44,44% a mais do que o total arrecadado em todo o mês de março de 2024, que foi de US$ 179.059,606. No caso do volume embarcado, as 102.699,199 toneladas representam 30,36% a mais do que o total registrado em março do ano passado, quantidade de 78.775,868 toneladas.

No comparativo com o resultado das exportações de carne suína no mês de fevereiro de 2025, a receita obtida com as exportações de carne suína até o final de março, US$ 258.644,061, representam 2,05% a mais que o total arrecadado em todo o mês de fevereiro de 2025, que foi de US$ 253.424,443. No caso do volume embarcado, as 102.699,199 toneladas embarcadas até o fim de março representam 1,56% de aumento sobre o total registrado em fevereiro, quantidade de 101.118,365 toneladas.

O faturamento por média diária até o final de março foi de US$ 13.612,845, quantia 44,4% a mais do que março de 2024. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 2,82% observando os US$ 14.008,073, vistos na semana passada.

No caso das toneladas por média diária, foram 5.405,221, houve elevação de 30,4% no comparativo com o mesmo mês de 2024. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se recuo de 3,20%, comparado às 5.584,451 toneladas da semana passada.

Já o preço pago por tonelada, US$ 2.518,462, é 10,8% superior ao praticado em março passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa tímida alta de 0,40% em relação aos US$ 2.508,406 anteriores.

 





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Agrishow impulsiona soluções para a agricultura familiar


A 30ª edição da Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, está focada em impulsionar e incentivar expositores a fornecer soluções inovadoras, sustentáveis e acessíveis, especialmente para pequenos agricultores e pecuaristas. O evento reconhece que produzir e empreender no agro exige mais do que conhecimento técnico, demandando ferramentas adequadas ao cenário climático e econômico atual.

Para João Marchesan, presidente da Agrishow, a agricultura familiar merece destaque pela sua importância para o agronegócio brasileiro, pois “é uma prática cuja relevância tem sido cada vez maior para a alimentação e para a economia do nosso país”. Dados do Anuário Estatístico da Agricultura Familiar 2023, da Contag, revelam a força desse setor: “Se a agricultura familiar brasileira fosse um país, seria o oitavo maior produtor de alimentos do mundo”. Além disso, a agricultura familiar fornece 70% dos alimentos da cesta básica e se destaca em diversas produções, como milho, mandioca, pecuária leiteira e de corte, olerícolas, feijão, café e hortaliças, conforme a Embrapa.

No Pavilhão da Agricultura Familiar da Agrishow, pequenos produtores encontram um portfólio de soluções que abrange desde o acesso à tecnologia, mercado e crédito, criando uma ponte com empresas que oferecem produtos e serviços focados no aumento da produtividade e da renda.

A mecanização da colheita é uma das soluções em destaque, visando otimizar a eficiência e reduzir o esforço manual em todo o processo de cultivo. Entre os mais de 800 expositores, diversas empresas oferecem produtos voltados à agricultura familiar, com foco na otimização do plantio e colheita de culturas como o café. Uma das novidades apresentadas é o uso de biofertilizantes, que melhoram a qualidade e a produtividade das plantas de café, oferecendo proteção contra o excesso de radiação solar e amenizando os efeitos climáticos. Os microtratores, indicados para propriedades de até 20 hectares, também se destacam pela versatilidade e baixo consumo, realizando diversas operações agrícolas com engate rápido para implementos.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, visitou a Agrishow nesta terça-feira (29) e anunciou um pacote de investimentos de cerca de R$ 600 milhões para fortalecer o setor agropecuário, incluindo crédito para pequenos e médios produtores, logística, maquinário, seguro rural e práticas sustentáveis. Ele enfatizou o papel da Agrishow para o agronegócio brasileiro e a eficiência da agroindústria nacional, afirmando que “temos que ser eficientes em todos os setores, especialmente no agro, um dos motores da economia nacional. O pacote de recursos visa fortalecer as diferentes cadeias produtivas e melhorar as condições de trabalho dos produtores rurais do Estado”.

O prefeito de Ribeirão Preto, Ricardo Silva, ressaltou os impactos positivos da feira na economia local e regional, estimando uma movimentação de R$ 500 milhões e a geração de 7 mil empregos diretos e indiretos. Ele acrescentou que “a Agrishow se traduz em visibilidade nacional e internacional e, especialmente, recursos que movimentam a economia da cidade e municípios vizinhos. Todos ganham muito com esses investimentos que vão transformar nossa infraestrutura e promover um crescimento ainda mais acelerado”.





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