segunda-feira, abril 27, 2026

Política & Agro

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França envia trigo para moagem para os EUA


A UE exportou 474 mil toneladas de trigo mole para os EUA em 2023-24



Esse cenário, combinado com problemas de produção, fez com que os usuários finais dependessem cada vez mais de fornecedores estrangeiros
Esse cenário, combinado com problemas de produção, fez com que os usuários finais dependessem cada vez mais de fornecedores estrangeiros – Foto: Divulgação

Quase 27 mil toneladas de trigo francês foram enviadas para os Estados Unidos no final de agosto, com destino a Albany, Nova York, onde a Ardent Mills opera um moinho de farinha. A informação foi divulgada pela Bloomberg, com base em dados do Porto de Rouen. A área plantada de trigo nos EUA tem diminuído nas últimas décadas, já que os agricultores preferem o milho e a soja, culturas mais lucrativas. 

Esse cenário, combinado com problemas de produção, fez com que os usuários finais dependessem cada vez mais de fornecedores estrangeiros. Em 2023-24, as importações de trigo dos EUA atingiram o maior nível em seis anos, em meio à redução da produção causada pela seca, segundo o Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos EUA. Uma pequena parcela das 3,76 milhões de toneladas importadas veio da União Europeia.

A UE exportou 474 mil toneladas de trigo mole para os EUA em 2023-24, o maior volume em mais de 20 anos, de acordo com dados da Comissão Europeia, citados pela Bloomberg. Desde o início do ano comercial, em 1º de julho, pelo menos 53 mil toneladas de trigo europeu foram enviadas para os EUA. A França, principal produtora de trigo da UE, realizou o embarque para Nova York, apesar de enfrentar sua menor colheita em 40 anos, devido ao clima extremamente úmido. Com seus mercados tradicionais na África e Europa trocando o trigo francês pelo mais barato da Rússia e Ucrânia, o país está em busca de novos destinos para exportação.

Embora os EUA normalmente produzam trigo suficiente para atender à demanda interna, fatores como altos custos de transporte ferroviário e preços mais competitivos de fornecedores estrangeiros aumentaram as importações. No entanto, o FAS projeta que, com a maior safra dos últimos oito anos esperada para 2024-25, as importações de trigo dos EUA cairão 24%, atingindo 2,85 milhões de toneladas.
 





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Produção de safras de inverno na Austrália deve aumentar


As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista



As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista
As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista – Foto: Pixabay

A produção de safras de inverno na Austrália deve aumentar 17% no ano de comercialização de 2024-25, atingindo 55,2 milhões de toneladas, conforme relatório divulgado pelo Australian Bureau of Agricultural and Resource Economics and Sciences (ABARES). Se confirmada, essa será a quinta maior produção anual já registrada, segundo o ABARES. O relatório destaca uma revisão de 7% em relação à previsão feita em junho de 2024, impulsionada pelo crescimento na produção em Nova Gales do Sul, Queensland e Austrália Ocidental, que mais que compensam as quedas observadas em Austrália do Sul e Victoria.

As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista. A produção de trigo deve crescer 23%, alcançando 31,8 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 20% em relação à média dos últimos 10 anos. A cevada também segue em alta, com previsão de crescer 13%, chegando a 12,2 milhões de toneladas, 7% acima da média de uma década. Já a produção de canola deve cair 8%, totalizando 5,5 milhões de toneladas, reflexo da redução na área plantada. No entanto, essa área ainda está 22% acima da média de 10 anos, o que garante uma produção considerável.

O aumento da área plantada com culturas de inverno deve chegar a 5%, atingindo 24 milhões de hectares em 2024-25. Embora essa expansão esteja um pouco abaixo dos recordes observados entre 2020-21 e 2021-22, ela permanece 9% superior à média histórica de 10 anos. Esse crescimento é impulsionado por condições climáticas mais favoráveis em Nova Gales do Sul e Queensland, onde as áreas plantadas cresceram 17% e 34%, respectivamente, favorecendo o desempenho agrícola desses estados.
 





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Desempenho superior no cultivo de arroz


No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos



No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos
No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos – Foto: Pixabay

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de arroz 2023/24 no Brasil totalizou 10,75 milhões de toneladas, das quais 9,98 milhões foram cultivadas em áreas alagadas (irrigadas). O estado do Rio Grande do Sul destacou-se como o maior produtor, responsável por 7.162.674,9 toneladas, correspondendo a 70% da produção nacional. Santa Catarina e Tocantins vêm logo em seguida, com participações de 10% e 7%, respectivamente.

No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos que demandam um manejo especializado por parte dos produtores. Para ajudar a superar essas dificuldades, a Titan Pneus lançou no mercado o Super Arrozeiro 3, um pneu desenvolvido para otimizar o desempenho dos tratores em solos alagados. José Luiz Coelho, gerente de engenharia de campo da Titan, explica que o grande diferencial desse novo modelo está na banda de rodagem com centro aberto, barras extra profundas e linhas com alavanca, proporcionando excelente tração e penetração em terrenos instáveis, típicos do cultivo inundado.

Coelho também destacou que as novas linhas com alavanca impedem o acúmulo de resíduos nos pneus, reduzindo a patinação do trator, o que melhora significativamente a performance durante o manejo. Outro ponto de destaque é a tecnologia Orbitech, aplicada na construção dos pneus, que elimina emendas nos componentes, minimizando o risco de deslocamento, um problema recorrente no arroz irrigado. Segundo ele, a empresa investiu em pesquisas para aprimorar o composto dos pneus, garantindo maior durabilidade e resistência contra o desgaste precoce e rachaduras.

Os pneus da linha Super Arrozeiro 3, além de maior capacidade de carga e vida útil prolongada, são homologados como Equipamento Original (E.O.) nas principais montadoras de máquinas agrícolas do Brasil e da América Latina, o que os torna uma escolha segura e eficiente para os produtores de arroz.
 





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Brasil amplia exportação de carne bovina para o Canadá


Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Canadá aprovou a atualização do Certificado Sanitário Internacional (CSI) para exportação de carnes frescas desossadas e produtos cárneos processados crus, derivados de bovinos brasileiros. A Agência Canadense de Inspeção Alimentar (CFIA) comunicou que, com a aprovação, estados como Rio Grande do Sul, Paraná, Acre, Rondônia, além de municípios no Mato Grosso e Amazonas, agora poderão exportar esses produtos ao país norte-americano.

Esses estados e municípios são reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como livres de febre aftosa sem vacinação desde 2021, o que permitiu a habilitação de onze estabelecimentos para exportação. Santa Catarina, por sua vez, já é reconhecida pelo Canadá como livre de febre aftosa sem vacinação e possui um frigorífico autorizado a exportar.

A aprovação era aguardada pelo setor de proteína animal no Brasil. “A retomada deste mercado já era aguardada pelo setor, principalmente para esses estados, que desde a abertura do mercado canadense, em março de 2022, não estavam autorizados a exportar carne bovina crua em razão da não vacinação de seus rebanhos”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

No caso da carne bovina cozida, a exigência de vacinação foi retirada, permitindo que qualquer estabelecimento habilitado no Brasil possa exportar para o Canadá, independentemente do estado de origem. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Roberto Perosa, também comentou sobre o avanço: “Estamos junto da Embaixada do Brasil no Canadá buscando a retirada dessa exigência para a carne crua.”

Em 2023, o Brasil exportou mais de US$ 10,541 bilhões em carne bovina, equivalente a 2,28 milhões de toneladas. O Canadá importou US$ 39 milhões desse montante, registrando um crescimento de 18% em relação ao ano anterior.





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Estiagem impulsiona preços da mandioca para o maior patamar do ano


Combinação de menor oferta e demanda aquecida tem provocado uma escalada nos preços




Foto: Canva

A seca prolongada nas principais regiões produtoras de mandioca tem afetado o ritmo dos trabalhos no campo, além de manter o interesse dos vendedores baixo, seja pela expectativa de preços mais altos ou pela rentabilidade limitada. Essa combinação de menor oferta e demanda aquecida tem provocado uma escalada nos preços da raiz.

Segundo dados informados pelo Cepea, os preços superaram R$ 1,00 por grama de amido em muitas negociações, o maior valor registrado desde janeiro. Entre os dias 2 e 6 de setembro, o preço nominal médio a prazo da tonelada de mandioca entregue às fecularias foi de R$ 557,70 (equivalente a R$ 0,9699 por grama de amido), um aumento de 3,9% em relação à semana anterior.

Desde o valor mínimo observado em maio, os preços já subiram 37,3%, embora ainda estejam 10,4% abaixo do mesmo período de 2023.





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Produtores gaúchos apostam em fertilizantes organominerais para restaurar o solo após as enchentes


As enchentes que atingiram vários municípios no Rio Grande do Sul entre abril e maio, considerada a maior catástrofe climática da história do estado, deixaram um verdadeiro rastro de destruição. De acordo com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), 2,7 milhões de hectares de terra no Rio Grande do Sul tiveram problemas de erosão e perda da camada superficial do solo, principalmente da fertilidade. 

Entre os inúmeros municípios atingidos estão propriedades localizadas no Vale do Taquari, no Vale do Caí, onde pomares de citros foram bastante afetados pela enxurrada, levando boa parte da fertilidade do solo e deixando áreas com deposição de areia, outro problema criado pelas enchentes. Segundo os especialistas, sem um trabalho de reposição de nutrientes aprofundado, essas áreas devem levar anos para recuperar a fertilidade do solo.

“Conforme os dias de chuva se passaram fomos recebendo relatos de produtores de que suas áreas, tinham sido ‘lavadas’ pelas fortes águas que desciam nos morros e até alguns que relataram perda total das áreas, às quais desceram com os desmoronamentos ocorridos”, relata a engenheira agrônoma e Assistente Técnica Comercial da Terraplant Fertilizantes, Alana Cirino. A empresa se dedica há mais de duas décadas no desenvolvimento de soluções para potencializar a fertilidade do solo em diversos estados brasileiros, através da aplicação de fertilizantes organominerais.

Com a experiência de quem trabalha na correção de diferentes tipos de solo no Rio Grande do Sul, ressalta o tamanho do desafio. “O que podemos verificar destas áreas que sofreram as consequências destas intempéries é que todo o perfil de solo que já estava corrigido e pronto para as produções já não estão mais presentes. Sobraram solos compactados, pobres em matéria orgânica e ácidos, o que faz com que a necessidade de uma recuperação total de área seja feita”, afirma Alana Cirino.

Esse foi o caminho encontrado pelo produtor de uvas, Enerio Rigon, que tem sua propriedade no município de Pinto Bandeira, na Serra gaúcha. “No começo de maio tive uma área devastada pelo deslizamento de terra devido ao alto índice de chuva, uma boa parte foi atingida e praticamente não sobrou nada, tudo foi arrastado pelas forças da água inclusive a parte boa do solo, sobrando rocha e terra lavada. Então decidimos recompor o solo e replantar a área utilizando o fertilizante MinerOxi+, um fertilizante organomiral e mais completo. Por indicação de um amigo recebi a visita da engenheira agrônoma Alana e optei pelo produto da Terraplant achei muito interessante para recompor a matéria orgânica do solo e reconstruir a fertilidade da área”, destacou o produtor.

Segundo o Doutor em Solos e Coordenador de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Terraplant, Alex Becker, o índice ideal de matéria orgânica do solo é no mínimo de 5%, porém, 96% das análises de solo que ele recebe do Sul estão abaixo dos 3%. Becker lembra que o primeiro passo é entender que tipo de solo que ficou, porque em muitas áreas que foram alagadas, próximas a rios e riachos, foram ‘lavadas’ e muitas outras não foram lavadas, mas houve uma grande deposição de areia.

“Essas áreas vão ter que ser trabalhadas novamente para formar e entender esse novo perfil de solo, essa nova fertilidade. E isso passa muito por uma questão de correção, essas áreas vão ter que ser corrigidas do ponto de vista químico, físico, e biológico. Nós da Terraplant podemos contribuir com essa orientação e oferecendo um portfólio robusto e versátil, como o MinerOxi+, o único organomineral 3 em 1 (orgânico+mineral+óxido), que vai corrigir e melhorar essa questão de fertilidade do solo”, explica Becker. Mas o especialista faz uma ressalva. “O produtor precisa estar consciente que a correção não acontece de uma hora para a outra, vai levar um tempo, estimo que de três a quatro anos para ir melhorando essas áreas que foram gravemente afetadas, então vai levar algumas safras para melhorar as condições físicas e químicas do solo, utilizando adubação com presença de matéria orgânica a fim de recuperar a fertilidade dos solos e, consequentemente, dar melhores condições para as produções”, aponta.

Por fim o especialista destaca que além de utilizar ferramentas para melhorar o perfil do solo, os produtores terão que pensar em práticas conservacionistas em algumas áreas para mitigar e diminuir a velocidade da água, seja adicionando palhada no sistema, curvas de nível e, em muitas áreas até terraços dependendo da declividade.

“Nesse sentido, o MinerOxi+ disponibiliza uma gama de nutrientes que vai melhorar essa fertilidade, além de corrigir o pH dessas áreas que possivelmente estão mais ácidas do que antes das enchentes, pois a chuva acidifica o solo”, afirma Becker. Para finalizar, o especialista ressalta que além de casos extremos, como o ocorrido no RS, as soluções da empresa vêm contribuindo com uma melhor fertilidade dos solos e no auxílio aos produtores para obter o melhor resultado em suas lavouras. “Além de agregar produtividade, os fertilizantes organominerais como, por exemplo, o MinerOxi+, da Terraplant, vêm agregando em qualidade de produto, como as uvas produzidas na Serra Gaúcha”.





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Fungicidas multissítios: Solução essencial


Na cultura da soja, o Fezan Gold tem se destacado no controle da ferrugem asiática



“Contribuem na manutenção do desempenho de outros produtos"
“Contribuem na manutenção do desempenho de outros produtos” – Foto: USDA

O mercado de defensivos agrícolas enfrenta escassez de Fungicidas protetores devido a problemas logísticos e de fornecimento. Para atender à demanda crescente, a Sipcam Nichino formou uma força-tarefa voltada à safra 2024-25. Esses produtos são essenciais para o controle de doenças em várias culturas, como soja, algodão e milho. José de Freitas, agrônomo da empresa, recomenda o uso de produtos com multissítio na fórmula, como o fungicida Fezan Gold, que tem ganhado popularidade e é registrado para 11 cultivos além da soja.

“Contribuem na manutenção do desempenho de outros produtos. Proporcionam índices mais altos de controle de diversas doenças em várias culturas, entre as quais a ferrugem asiática, a mancha alvo e as de final de ciclo na soja. Na falta de protetores, indicamos produtos já com multissítio na composição. Fezan Gold é um fungicida sistêmico e protetor com multissítio, com formulação líquida SC à base de água, que traz praticidade e facilidade de manuseio e aplicação. Não necessita de óleo, apresenta baixíssimo risco de fitotoxicidade, comparado a outros do mercado e proporciona relação custo-benefício favorável”, comenta.

Na cultura da soja, o Fezan Gold tem se destacado no controle da ferrugem asiática, com 94% de eficácia contra o fungo Phakopsora pachyrhizi, conforme estudo da pesquisadora Caroline Wesp em Jaboticaba (RS). No algodão, o produto tem crescido em adesão, especialmente no controle da mancha de ramulária, com bons resultados no cerrado, principal região produtora do Brasil. Além disso, produtores de feijão, milho, amendoim, trigo e outras culturas também relatam sucesso com o fungicida. A Sipcam Nichino, fundada em 1979, é fruto da parceria entre a italiana Sipcam e a japonesa Nichino, ambas focadas na inovação em proteção de cultivos.
 





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Importações de trigo atingem maior volume em dois anos, mesmo com preços elevados


Aumento reflete a baixa disponibilidade interna




Foto: Divulgação

Apesar dos altos custos de importação, o Brasil tem aumentado significativamente suas compras externas de trigo ao longo de 2024, atingindo volumes não vistos nos últimos dois anos. Esse aumento reflete a baixa disponibilidade interna, especialmente de trigo de alta qualidade, o que tem pressionado o mercado a buscar alternativas no exterior.

Segundo dados informados pelo Cepea, com base em levantamentos da Secex, o Brasil importou 4,556 milhões de toneladas de trigo entre janeiro e agosto de 2024, o maior volume para esse período desde 2020, representando um aumento de 9% em relação ao total importado em 2023.

Em agosto, as importações somaram 545,46 mil toneladas, quase o dobro do registrado em agosto de 2023. No mercado interno, os preços do trigo continuam enfraquecidos, variando conforme a oferta e demanda em diferentes regiões.





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Campo Futuro 2024: decida com dados e planeje seu negócio rural | Ouça o…


Atenção: Esse conteúdo foi produzido pela equipe da CNA/Senar e gentilmente cedido para republicação no site Notícias Agrícolas

Gestão e Mercado: Episódio #136

“Campo Futuro 2024: decida com dados e planeje seu negócio rural”, com Natália Fernandes, coordenadora do Núcleo de Inteligência de Mercado da CNA, e Larissa Mouro, assessora técnica da CNA.

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Saiba como minimizar os impactos da fumaça das queimadas


Com a intensificação das queimadas no Brasil, é importante adotar medidas preventivas para evitar a exposição à fumaça, que pode afetar seriamente a saúde, especialmente de grupos vulneráveis. Para ajudar a população a enfrentar esses riscos, recomendações têm sido elaboradas para reduzir os danos causados pela inalação de poluentes liberados pela queima de biomassa.

Cuidados para reduzir a exposição à fumaça

Entre as principais orientações, é recomendado aumentar a ingestão de água e líquidos, ajudando a manter as vias respiratórias úmidas e protegidas. Além disso, deve-se priorizar a permanência em ambientes fechados e bem vedados, especialmente durante os horários de maior concentração de poluentes. Quando possível, busque locais com ar condicionado e filtros de ar, que ajudam a diminuir a quantidade de partículas inaladas.

Além disso, é importante manter portas e janelas fechadas e evitar atividades físicas ao ar livre. Para quem precisa sair de casa, o uso de máscaras como N95, PFF2 ou P100 é indicado, pois elas oferecem maior proteção contra as partículas presentes no ar.

Cuidados necessários para evitar a exposição à fumaça das queimadas

  • Aumente a ingestão de líquidos

Manter as vias respiratórias úmidas ajuda a proteger contra os poluentes presentes na fumaça.

  • Permaneça em ambientes fechados

Fique em locais bem vedados e, quando possível, com ar condicionado e filtros de ar para minimizar a exposição.

  • Feche portas e janelas nos horários críticos

Evite a entrada de fumaça em casa durante os períodos de maior concentração de poluentes no ar.

  • Evite atividades ao ar livre

Limite atividades físicas fora de casa, especialmente durante os picos de poluição.

  • Use máscaras adequadas ao sair de casa

Opte por máscaras como N95, PFF2 ou P100 para reduzir a inalação de partículas presentes no ar.

  • Proteja alimentos e objetos de contato com a fumaça

Não consuma alimentos ou bebidas que tenham sido expostos a cinzas ou detritos das queimadas.

  • Grupos de risco devem redobrar cuidados

Crianças, idosos, gestantes e pessoas com problemas respiratórios ou cardíacos devem prestar atenção especial aos sintomas e buscar atendimento médico em caso de complicações.

  • Mantenha medicamentos à mão

Pessoas com condições crônicas devem garantir que seus remédios estejam sempre acessíveis e prontos para uso em caso de crise.





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