segunda-feira, abril 27, 2026

Política & Agro

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Milho tem negócios pontuais


No mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul foram vistos negócios pontuais ao sul do estado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Negócios pontuais em Panambi, onde 700 tons rodaram a R$ 64,00 no CIF indústria, entrega imediata”, comenta.

Santa Catarina tem diferença entre R$ 2,00 a R$ 3,00 e vendedores com pouco prazo travam negócios. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 60,00 no interior e R$ 63,00/64,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 64,00/64,50 no CIF oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Não ouvimos negócios nesta segunda-feira”, completa.

No Paraná se viu um mercado com poucos lotes. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 58,00 (+1,00); Cascavel a R$ 57,00 (+1,00); Campos Gerais R$ 58,00 (-1,00); Guarapuava a R$ 58,00; Londrina R$ 57,50. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Rumores de novos negócios na ferrovia Maringá, a R$ 62,00 outubro, onde teriam rodado pelo menos 5 mil toneladas”, indica.

No Mato Grosso do Sul, a maioria dos preços subiu. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Não ouvimos sobre negócios nesta segunda-feira”, conclui.
 





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Estoques de café no Japão caem, mas demanda mantém projeção estável


Segundo informações divulgadas pela Hedgepoint Global Markets, os estoques de café no Japão continuam em queda. De acordo com os dados mais recentes da Japan Coffee Association (JCA), houve uma redução de 3,3% entre maio e julho, levando o volume para 2,42 milhões de sacas, um nível estável em relação ao ano passado, mas ainda abaixo da média histórica de 2,8 milhões de sacas. Essa diminuição é acompanhada por uma estabilização na demanda aparente para a temporada de 2023/24 (outubro de 2023 a junho de 2024), que já se aproxima dos níveis de 2022/23.

Laleska Moda, analista de café da Hedgepoint, destaca que, apesar dos menores estoques oferecerem suporte para as cotações, a demanda aparente no Japão sofreu reduções nos últimos anos. No entanto, ela ressalta que o consumo está estabilizado, e a expectativa é que a demanda total da temporada 23/24 atinja 6,2 milhões de sacas, o que seria praticamente o mesmo volume de 2022/23.

Exportações brasileiras batem recorde

Enquanto o Japão lida com a queda dos estoques, o Brasil registra recordes nas exportações de café. Em agosto, o país exportou 3,73 milhões de sacas, um aumento de 0,7% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Cecafé. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelo conilon, cujas exportações subiram 31,4% e atingiram um novo recorde histórico de 924,6 mil sacas.

A participação do conilon no mercado internacional vem crescendo, especialmente devido à restrição de oferta em países como o Vietnã. “O conilon brasileiro está ganhando força em destinos como a Europa, Japão e outros países asiáticos, e esperamos que essa tendência continue forte em 2024/25”, destaca a Hedgepoint.

Tendências 

A participação do Brasil nas importações japonesas também aumentou, enquanto países como Vietnã e outros da América Latina perderam espaço. Segundo a Hedgepoint, a oferta limitada no Sudeste Asiático e os problemas climáticos têm impulsionado o café brasileiro, especialmente o conilon, que continua a ser uma escolha preferida por conta do seu preço competitivo.

Com a oferta global de robusta restrita, as exportações brasileiras devem permanecer em níveis elevados, consolidando o país como o principal fornecedor global de café, enquanto os outros produtores lidam com dificuldades de produção.





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Milho teve poucos negócios


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul registrou negócios pontuais na semana passada, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Não ouvimos negócios nesta sexta-feira”, comenta.

Em Santa Catarina o porto enfraquece e os compradores se retiram. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 60,00 no interior e R$ 63,00/64,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 64,00/64,50 no CIF oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Em negócios ao oeste, viu-se milho sendo negociado entre R$ 63,00 até 64,00 CIF, a depender do vencimento, onde corretores relatam negócios em pelo menos 5 mil toneladas”, completa.

Preços balcão estabilizam no Paraná e negócios permanecem ao norte, com indicações R$ 1,00 melhores. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 57,00 (+1,00); Cascavel a R$ 56,00 (+2,00); Campos Gerais R$ 59,00 (+1,00); Guarapuava a R$ 58,00; Londrina R$ 57,50. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Rumores de novos negócios na ferrovia Maringá, a R$ 62,00 outubro”, informa.

No Mato Grosso do Sul é a seca que mexe com os preços. “Em Maracaju, indicações de R$
53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios pontuais em Naviraí, onde uma indústria levou 2 mil tons entrega setembro/pgto final do mês a R$ 54,00”, conclui.
 





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Citros em Foco de Uberlândia aborda greening, bicho-furão e moscas-das-frutas


Engenheira-agrônoma do Fundecitrus Verônica Kastalski falou sobre o manejo do greenin


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus realizou, na tarde desta quinta-feira (12), mais uma edição do Citros em Foco. Dessa vez, o evento aconteceu em Uberlândia (SP) e contou com citricultores e profissionais do setor de várias partes do Triângulo Mineiro.

Na primeira palestra do evento, a engenheira-agrônoma do Fundecitrus Verônica Kastalski falou sobre o manejo do greening. “A incidência da doença nessa região é baixa, mas, para continuar assim, o citricultor precisa erradicar as plantas doentes do pomar, além de eliminar plantas doentes, seguindo todas as premissas de combate ao greening para manter os pomares sadios e produtivos”, afirma.

Em seguida foi a vez do pesquisador do Fundecitrus Haroldo Volpe palestrar, trazendo diversas informações sobre bicho-furão e moscas-das-frutas. “Essa é uma região endêmica, e a queda por essas duas pragas é muito pronunciada, e por esse motivo demos foco no monitoramento e manejo dessas duas pragas”, comenta.





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Safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de SP e MG é reestimada em 215,78 milhões


A primeira reestimativa da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, divulgada pelo Fundecitrus nesta terça-feira (10), aponta produção de 215,78 milhões de caixas de 40,8 kg, uma diminuição de 16,6 milhões de caixas, 7% a menos do que o estimado em maio.

A redução se deve ao menor tamanho dos frutos, por causa do clima quente e seco. As condições climáticas previstas em maio para os primeiros quatro meses da safra foram ainda piores, com volume de chuvas 31% inferior ao esperado. Além disso, as temperaturas elevadas durante o outono e o inverno intensificaram a evapotranspiração, agravando a severidade da seca. As temperaturas mais altas também aceleraram a maturação dos frutos, levando a um ritmo de colheita mais rápido. Em meados de agosto, cerca de 45% da safra já estava colhida, quando, neste mesmo período a média histórica é de aproximadamente 30%.

De acordo com o gerente-geral do Fundecitrus, Juliano Ayres, essa temporada pode ser considerada atípica. Ele diz que a próxima reestimativa vai trazer dados mais precisos sobre a quarta florada. “O volume da quarta florada é muito mais expressivo nesta safra do que nas anteriores. Nas próximas semanas, vamos fazer um levantamento de campo para apurar o índice de pegamento e tamanho desses frutos. Esse trabalho é necessário, excepcionalmente nesta safra, porque a quarta florada ainda estava acontecendo em alguns talhões quando a contagem de frutos foi realizada em março e abril deste ano”, comenta Ayres.

Peso dos frutos e taxa de queda

Como o tamanho médio dos frutos diminuiu de 169 gramas para 155 gramas, agora são necessários 264 frutos para compor uma caixa de 40,8 kg, 23 laranjas a mais do que o projetado em maio.

A taxa de queda de frutos está reestimada em 17,10%, índice inferior ao projetado em maio, que era de 18,50%. A antecipação da colheita teve um efeito positivo na redução da taxa de queda, principalmente por diminuir as perdas por greening.

A Pesquisa de Estimativa de Safra é realizada pelo Fundecitrus em parceria com a Markestrat, e professores titulares da FEA-RP/USP e FCAV/Unesp.

Relatório completo: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0924_Reestimativa_da_Safra_de_Laranja.pdf

English version: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0924_Orange_Crop_Forecast_Update.pdf





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Mercado de trigo aponta para alta


Colheita ainda não trouxe impacto




Entre os fatores de alta, destaca-se a contínua compra dos Fundos de Investimento
Entre os fatores de alta, destaca-se a contínua compra dos Fundos de Investimento – Foto: Divulgação

Segundo informações da TF Agroeconômica, quem seguiu as recomendações da consultoria sobre o trigo na última semana obteve uma redução de R$ 144/tonelada nos custos de matéria-prima, o que representa R$ 8,64/saca para agricultores e cooperativas. O mercado futuro, especialmente em Chicago, apresentou oscilações significativas, mas apontou para uma possível duplicação da alta, o que pode abrir novas oportunidades para os moinhos que enfrentam altos custos e preços baixos das farinhas. Essas movimentações podem melhorar o desempenho no mercado físico, que segue travado.

Entre os fatores de alta, destaca-se a contínua compra dos Fundos de Investimento, que vêm liquidando suas posições vendidas devido aos problemas de oferta mundial. A menor disponibilidade de trigo exportável na União Europeia, confirmada pelo USDA, somada aos problemas climáticos na Rússia e nos EUA, tem impactado os preços. Nos EUA, o déficit de umidade nas áreas de plantio de trigo de inverno tem se agravado, aumentando a expectativa de elevação nos preços do cereal .

No Brasil, tanto o USDA quanto a Conab superestimaram a produção de trigo. A Conab prevê 8,81 milhões de toneladas, enquanto a estimativa da TF Agroeconômica é de 8,1 milhões de toneladas, considerando as perdas previstas em Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. A menor produção nacional deverá elevar os preços e aumentar as importações de trigo .

Por outro lado, a colheita da nova safra no Brasil, que já atingiu 14,6% da área plantada, ainda não trouxe impacto significativo nos preços, que permanecem nos mesmos níveis da safra passada. No cenário internacional, a Rússia tenta acelerar o escoamento de trigo antes do inverno, que impõe dificuldades logísticas, mas há possibilidade de restrições nas exportações em 2025, o que poderia impulsionar ainda mais os preços.
 





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Fundecitrus Podcast – Irrigação: cenário, desafios e caminhos para a citricultura – parte 1


A irrigação na citricultura é tema do 45º episódio do Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

A irrigação na citricultura é tema do 45º episódio do Fundecitrus Podcast. O tema é importantíssimo para a agricultura, como forma de reduzir os impactos provocados pelos longos períodos de estiagem, fortalecendo a produtividade no campo. Na citricultura, não é diferente.

Em dois episódios, o Fundecitrus Podcast traz orientações sobre a implantação desse sistema, planejamento, benefícios, estudo de solo e tipos mais adequados para o setor.

Hoje, 36% da área total do cinturão conta com irrigação e a tendência é de aumento. Nesse primeiro episódio, a conversa é com o consultor e professor do Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos da Unesp de Ilha Solteira, Fernando Braz Tangerino Hernandez.





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Safra recorde de soja no mundo suspende alta nos preços


Os preços da soja, que vinham em alta, sofreram uma pausa nos últimos dias





Foto: Pexels

Os preços da soja, que vinham em alta, sofreram uma pausa nos últimos dias devido à expectativa de aumento da oferta mundial. De acordo com dados divulgados pelo USDA em 12 de setembro, a safra global de soja para 2024/25 deve atingir um recorde de 429,2 milhões de toneladas, um crescimento de 8,73% em relação à temporada anterior. No Brasil, principal produtor mundial, a produção deve saltar de 153 milhões de toneladas em 2023/24 para 169 milhões na próxima safra.

Pesquisadores do Cepea apontam que, embora a colheita da safra 2024/25 no Hemisfério Norte esteja se aproximando, ainda há um longo caminho até o cultivo e o desenvolvimento, principalmente na América do Sul. No Brasil, as preocupações com o clima seco persistem, mas a previsão de chuvas nas próximas semanas já está motivando muitos produtores a dar início ao plantio da nova temporada.





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Feijão: Exportações garantem segurança


Além disso, o Brasil tem visto um aumento na produção de feijão




 No âmbito do projeto Brazil Superfoods, o Brasil conseguiu estabelecer parcerias sólidas e promover os feijões brasileiros.
No âmbito do projeto Brazil Superfoods, o Brasil conseguiu estabelecer parcerias sólidas e promover os feijões brasileiros. – Foto: Canva

De acordo com o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o mercado de feijão terminou a semana com estabilidade e viés de alta nos preços. A demanda robusta por todos os tipos de feijão tende a manter esse cenário positivo. As exportações de feijão ao longo do ano têm demonstrado claramente o potencial do mercado internacional para o Brasil. Com exportações de 161 mil toneladas e receita de US$ 147 milhões até agosto deste ano, o Brasil já enviou feijão para mais de 50 países, com destaque para o México, que entrou pela primeira vez entre os principais destinos.

A pesquisa do IBRAFE revelou que o México, que enfrentou uma quebra significativa na produção no final do ano passado, tem se tornado um destino importante para o feijão brasileiro. No âmbito do projeto Brazil Superfoods, o Brasil conseguiu estabelecer parcerias sólidas e promover os feijões brasileiros. Os resultados foram notáveis, com US$ 28 milhões em exportações para o México, sendo 95% desses valores referentes ao feijão-preto. O crescimento do mercado internacional é evidente, com uma taxa composta de crescimento anual de 4,5%, totalizando um mercado de US$ 15 bilhões.

Além disso, o Brasil tem visto um aumento na produção de feijão, incentivado pelo IBRAFE e pelos exportadores. Desde 2021, o país tem aumentado sua área de cultivo de feijão-preto, substituindo as importações da Argentina. Os produtores brasileiros têm agora a confiança de que o mercado interno está seguro e que os excedentes não dependerão de preços mínimos governamentais. Para aqueles interessados em participar deste mercado promissor, o caminho envolve o fortalecimento das relações comerciais e o aproveitamento das oportunidades de exportação oferecidas pelo mercado internacional.
 





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Combustível do Futuro pode reduzir emissões


Estudo detalha também as necessidades de produção




O estudo detalha também as necessidades de produção
O estudo detalha também as necessidades de produção – Foto: Pixabay

De acordo com o relatório “Análise sobre os potenciais impactos para o setor de biocombustíveis no Brasil” da consultoria Oliver Wyman, liderado por Rodolfo Taveira, o programa “Combustível do Futuro” pode revolucionar o setor de energia no Brasil. O estudo indica que, se aprovado, o programa pode reduzir as emissões de CO2 em cerca de 15%, o que representa uma diminuição de aproximadamente 27 milhões de toneladas de CO2, e movimentar até R$ 60 bilhões em investimentos no país.

O programa pretende gerar uma demanda adicional de 11,7 bilhões de litros de biocombustíveis líquidos e 3,4 bilhões de m³ de biometano. Isso não só ajudará a reduzir a dependência do Brasil em relação às importações de combustíveis — diminuindo em 54% para líquidos e 38% para gás natural — como também pode aumentar a arrecadação de impostos anuais para cerca de R$ 14 bilhões. Para atender à demanda, o relatório prevê que a capacidade produtiva da indústria precisará se expandir, embora algumas plantas ociosas possam ajudar a mitigar o volume de investimento necessário.

O estudo detalha também as necessidades de produção para diferentes tipos de combustíveis limpos. Por exemplo, o aumento do limite de mistura de etanol anidro na gasolina para 35% exigirá uma demanda adicional de 3,6 bilhões de litros. Já o aumento da mistura de biodiesel para 20% demandará 5,2 bilhões de litros adicionais. Para o diesel verde, um aumento de 3% exigirá 1,9 bilhão de litros, enquanto as companhias aéreas precisarão implementar um percentual de SAF de até 10% até 2037, com uma mistura inicial de 1% em 2027. A implementação desses investimentos e ajustes é crucial para alcançar as metas de  descarbonização e reduzir a pegada de carbono do Brasil.
 





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