segunda-feira, abril 27, 2026

Política & Agro

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Preço da banana nanica registra alta em Bom Jesus da Lapa (BA)


A escassez na oferta e a alta qualidade da fruta local foram os principais fatores


Foto: Canva

Os preços da banana nanica em Bom Jesus da Lapa (BA) apresentaram aumento ao longo da semana passada. A escassez na oferta e a alta qualidade da fruta local foram os principais fatores que impulsionaram o valor da variedade na região, onde a demanda esteve aquecida.

Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a oferta de banana nanica caiu ainda mais na Bahia, o que, aliado à maior procura, elevou os preços. Entre os dias 9 e 13 de setembro, a banana de primeira qualidade foi comercializada a R$ 2,67/kg, um aumento de 10% em comparação com a semana anterior.





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Embargo da UE: Impactos no comércio agro


Com essa moratória, o setor agropecuário brasileiro enfrenta um desafio significativo




A União Europeia, que é um mercado importante para o Brasil, importa uma variedade de produtos agropecuários
A União Europeia, que é um mercado importante para o Brasil, importa uma variedade de produtos agropecuários – Foto: Pixabay

Isan Rezende, Presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (FEAGRO MT) e do Instituto do Agronegócio, alertou sobre uma possível ameaça ao comércio agropecuário brasileiro em uma postagem no LinkedIn. No Fórum Internacional da Agropecuária (FIAP), evento paralelo ao G20, um representante da União Europeia anunciou que a moratória, ou embargo comercial unilateral, que proíbe a compra de produtos agropecuários de áreas desmatadas após 2018, entrará em vigor no final de dezembro deste ano. Esta decisão foi reafirmada após o G20 recusar o pedido de reconsideração da medida.

A União Europeia, que é um mercado importante para o Brasil, importa uma variedade de produtos agropecuários, incluindo soja, óleo de palma, carne bovina, café, chocolate, borracha e madeira. De janeiro a agosto de 2024, as importações europeias dessas matérias-primas totalizaram 31,9 bilhões de dólares, o que representa 14,1% das exportações brasileiras.

Com essa moratória, o setor agropecuário brasileiro enfrenta um desafio significativo. A decisão de não revisar a imposição pode levar a uma redução nas exportações para a União Europeia, impactando severamente a economia agrícola do país. Se as negociações e ajustes não forem realizados com urgência, o Brasil pode enfrentar uma “curva perigosa” nos anos de 2025 e 2026, com possíveis consequências graves para o setor agropecuário. A situação demanda atenção imediata e estratégias eficazes para mitigar os impactos e assegurar a continuidade das exportações para um mercado tão relevante para o Brasil.
 





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Chuvas retornam ao Centro-Oeste em setembro


Esse retorno das chuvas é um alívio para os produtores da região




O retorno das chuvas permitirá que os produtores ajustem suas estratégias de plantio e melhorem as condições do solo
O retorno das chuvas permitirá que os produtores ajustem suas estratégias de plantio e melhorem as condições do solo – Foto: Pixabay

De acordo com informações compartilhadas por Fabio Meneghin, fundador da Veeries, os modelos climáticos indicam a volta das chuvas ao Centro-Oeste do Brasil na última semana de setembro. Regiões do Oeste e Central de Mato Grosso devem receber alguns volumes de precipitação, enquanto o Mato Grosso do Sul pode contar com chuvas mais intensas. Goiás, no entanto, terá que aguardar até outubro para ver a chegada das chuvas.

Esse retorno das chuvas é um alívio para os produtores da região, que esperam por melhores condições de umidade para o plantio da soja. A cautela é evidente este ano devido à recente quebra da soja precoce na safra passada, o que tem gerado preocupação entre os agricultores. No Paraná, as chuvas já começaram e devem se consolidar nos próximos dias, o que ajudará a impulsionar o início do plantio, especialmente no Oeste do estado.

O retorno das chuvas permitirá que os produtores ajustem suas estratégias de plantio e melhorem as condições do solo, o que é essencial para garantir uma boa produtividade na nova safra. As condições de umidade adequadas são fundamentais para minimizar os riscos associados a eventos climáticos adversos e assegurar o sucesso das culturas.

Em conclusão com a iminente chegada das chuvas, espera-se que o cenário agrícola no Centro-Oeste e no Paraná se estabilize, oferecendo uma chance para que os produtores iniciem o plantio com melhores perspectivas de sucesso. A recuperação das condições de umidade não só proporcionará alívio imediato, mas também poderá impactar positivamente a produtividade das próximas safras. 
 





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Preços do feijão-carioca mantêm-se firmes


Os produtores estão enfrentando uma série de desafios




A expectativa é de que o plantio avance no Paraná
A expectativa é de que o plantio avance no Paraná – Foto: Divulgação

De acordo com o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o mercado de feijão-carioca está enfrentando um período de baixa atividade comercial, mas os preços permanecem estáveis. Embora o varejo esteja mais tranquilo do que o habitual para esta época do mês, o que tem levado a uma redução no volume de negócios, os preços não têm cedido. A razão principal para essa estabilidade é a resistência dos produtores em vender, mesmo com a demanda limitada.

Os produtores estão enfrentando uma série de desafios, como condições climáticas adversas e uma redução na área cultivada, além de problemas com pragas como a mosca branca. Esses fatores têm contribuído para uma menor oferta no mercado. Adicionalmente, muitos produtores estão armazenando suas safras em câmaras frias. Esse armazenamento mantém a qualidade do feijão superior, mesmo quando o produto escurece lentamente, o que leva muitos a preferirem esperar por condições de mercado mais favoráveis antes de vender.

A expectativa é de que o plantio avance no Paraná, dependendo da quantidade de chuvas que a região receber. Essa previsão de um aumento na oferta no futuro próximo pode influenciar as decisões de venda dos produtores. A qualidade superior do feijão armazenado nas câmaras frias também desempenha um papel importante, já que os produtores estão optando por manter seus estoques até que o mercado ofereça melhores oportunidades para negociações mais vantajosas.

Em resumo, apesar da atual calmaria no mercado de feijão-carioca e da redução nas transações comerciais, os preços permanecem firmes. A combinação de desafios climáticos, menor área cultivada e problemas com pragas, aliada à qualidade superior do feijão armazenado, está mantendo o equilíbrio dos preços.
 





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Produtores de cana rebatem acusações sobre queimadas


“Toda a cadeia de produção da cana-de-açúcar está mobilizada contra os incêndios”




"Toda a cadeia de produção da cana-de-açúcar está mobilizada contra os incêndios"
“Toda a cadeia de produção da cana-de-açúcar está mobilizada contra os incêndios” – Foto: Arquivo Agrolink

A Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (ORPLANA) divulgou uma nota oficial repudiando veementemente a declaração da coordenadora do Laboratório de Gases de Efeito Estufa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE ), Luciana Gatti, durante o programa Especial de Domingo exibido pela Globo News no dia 15 de setembro. Na reportagem sobre a ‘Crise Climática: Fogo, seca e calor atingem o Brasil’, as informações apresentadas por Gatti foram consideradas falsas e infundadas pela ORPLANA, que aponta um profundo desconhecimento sobre o tema.

Com a máxima ênfase, a ORPLANA afirmou que reitera seu comprometimento com a sustentabilidade e a preservação ambiental, sublinhando que a cadeia produtiva da cana-de-açúcar segue rigorosamente as diretrizes do Protocolo Agroambiental – Etanol Mais Verde. Desde 2017, o uso do fogo na colheita de cana foi proibido no Estado de São Paulo, evidenciando o compromisso do setor com práticas ambientais responsáveis.

Representando atualmente 35 associações de fornecedores de cana e mais de 12 mil produtores, a nota da entidade ressalta seu compromisso com práticas agrícolas sustentáveis e responsáveis. A nota critica a acusação feita por Gatti, considerando-a irresponsável e prejudicial, pois contribui para a desinformação em um momento crítico, quando o foco deveria estar na resolução dos problemas climáticos.

O CEO da ORPLANA, José Guilherme Nogueira, destacou que “as queimadas prejudicam o meio ambiente, a segurança das pessoas e também a rentabilidade dos produtores rurais. Toda a cadeia de produção da cana-de-açúcar está mobilizada contra os incêndios e comprometida com a preservação do meio ambiente.” Ele conclui afirmando que a ORPLANA continuará a trabalhar pela transparência e pela sustentabilidade do setor.
 





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Ensaios revelam redução de até 30% nas emissões de gases de efeito estufa na agricultura


Redução exige uma combinação de práticas inovadoras





Foto: Divulgação

Dados divulgados pela BASF mostram avanços no Programa Global de Agricultura de Baixo Carbono, revelando que é possível reduzir em até 30% as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em comparação às práticas agrícolas tradicionais. Os testes, realizados entre 2021 e 2023, apontam que essa redução exige uma combinação de práticas inovadoras, tecnologias avançadas e produtos específicos, variando de acordo com a cultura e a região.

Os ensaios, conduzidos em regiões agrícolas estratégicas, envolveram cultivos como soja, milho, arroz, trigo e canola. De acordo com a BASF, a aplicação de fertilizantes otimizados, uso de sistemas digitais para auxiliar na tomada de decisões, estabilizadores de Nitrogênio e sementes de alto rendimento foram alguns dos fatores que contribuíram para o sucesso na redução das emissões, sem comprometer a produtividade.

“A emergência climática é uma realidade que exige adaptações na agricultura. Nosso compromisso é apoiar os agricultores a implementar práticas mais sustentáveis, preservando a produtividade e reduzindo as emissões. Se você ama a agricultura, deve se comprometer com a sustentabilidade”, afirmou Marko Grozdanovic, vice-presidente sênior de Marketing Global da Divisão de Soluções para Agricultura da BASF.

Os dados revelam que, apesar dos avanços, os agricultores ainda enfrentam desafios, como condições climáticas adversas e o impacto na produtividade. Para continuar explorando soluções inovadoras, a BASF seguirá testando novas práticas e tecnologias por meio de seu programa global, buscando um futuro mais sustentável para o setor.





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Impacto da Índia no mercado de óleo de palma


O aumento das importações e a alta demanda interna na Índia afetam diretamente os pre




A dependência da Índia por importações tem levado o governo a implementar a Missão Nacional de Óleos Comestíveis (NMEO)
A dependência da Índia por importações tem levado o governo a implementar a Missão Nacional de Óleos Comestíveis (NMEO) – Foto: Foto: Portos RS

O óleo de palma, o óleo vegetal mais consumido globalmente, é amplamente utilizado em alimentos e cosméticos. Em 2022/23, o consumo mundial atingiu cerca de 78 milhões de toneladas métricas, com destaque para a Índia, maior importadora global desse produto. A análise de Vipul Bhandari, Head of Desk da Hedgepoint EMEA, revela a importância da Índia no mercado de óleo de palma e os impactos econômicos dessa dinâmica.

O óleo de palma é valorizado por seu alto rendimento, produzindo mais óleo por hectare do que qualquer outra planta oleaginosa, o que contribui para seu baixo custo e alta qualidade. A Índia, apesar de ser o segundo maior consumidor mundial, é apenas o 13º maior produtor, atingindo 305 mil toneladas métricas em 2023, de acordo com o USDA. O país importa mais que o dobro do volume adquirido pela China, destacando-se como um dos principais motores do mercado global.

A dependência da Índia por importações tem levado o governo a implementar a Missão Nacional de Óleos Comestíveis (NMEO), que visa expandir a área cultivada de óleo de palma para reduzir a dependência externa. A meta é cultivar 1 milhão de hectares até 2025 e aumentar a produção para 1,12 milhões de toneladas. A Índia também busca fortalecer acordos com a Malásia para melhorar a cooperação na produção de óleo de palma.

O aumento das importações e a alta demanda interna na Índia afetam diretamente os preços globais do óleo de palma, pressionando os principais exportadores como Indonésia e Malásia. Flutuações nos preços também impactam outros produtos, como o óleo de soja. O governo indiano pode utilizar ferramentas como a redução de taxas de importação para gerenciar o equilíbrio de preços no mercado.
 





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Mercado de trabalho dos EUA pode estar próximo de ponto de inflexão, aponta…


Logotipo Reuters

Por Howard Schneider

JACKSON HOLE, Wyoming (Reuters) – Como a inflação caiu rapidamente em 2023 e continuou a desacelerar este ano, autoridades do Federal Reserve ficaram animadas com o fato de que a economia dos EUA parecer estar perdendo força não por meio do aumento do desemprego, mas sim por um declínio no grande número de vagas de emprego que as empresas publicaram durante o pico da escassez de mão de obra da era pandêmica.

No entanto, a economia pode estar agora próxima de um ponto de inflexão em que uma queda contínua nas vagas de emprego se traduzirá em aumentos mais rápidos no desemprego, um argumento a favor de o Fed começar a cortar a taxa de juros para proteger o mercado de trabalho, de acordo com uma nova pesquisa apresentada nesta sexta-feira na conferência econômica anual do Fed de Kansas City em Jackson Hole, Wyoming.

Autoridades enfrentam dois riscos: serem lentos demais para flexibilizar a política monetária, podendo causar um “pouso forçado” com desemprego elevado (…) ou cortar os juros prematuramente, deixando a economia vulnerável” ao aumento da inflação, escreveram os economistas Pierpaolo Benigno, da Universidade de Berna, e Gauti B. Eggertsson, da Universidade de Brown, em seu trabalho de pesquisa. Com base em sua nova análise do mercado de trabalho, “nossa avaliação atual sugere que o primeiro risco supera o segundo”.

Autoridades do Fed parecem ter chegado à mesma conclusão, com a expectativa de que as reduções da taxa de juros de referência do banco central dos EUA comecem na reunião de 17 e 18 de setembro e provavelmente continuem nas sessões seguintes.

A pesquisa sugere, por exemplo, que quando os mercados de trabalho estão frouxos, formuladores de política monetária podem continuar a considerar os choques de oferta como de menor importância para a inflação subjacente e para a política monetária adequada. Eles concluem que é preciso uma combinação de problemas de oferta e mercados de trabalho apertados para gerar o tipo de aumento persistente da inflação que os EUA acabaram de experimentar.

Isso também acrescenta uma dose de cautela a um debate que está em andamento no Fed há anos sobre o que constitui o nível máximo de emprego que é consistente com a meta de inflação de 2% do banco central — o Congresso norte-americano tornou o Fed responsável por ambos os objetivos — e quais riscos os formuladores de política monetária podem precisar assumir com o mercado de trabalho para manter a inflação baixa e estável.

A resposta, sugere a pesquisa, é que isso depende muito da demanda e da oferta de mão de obra subjacentes, que Benigno e Eggertsson captam ao se concentrarem menos na taxa de desemprego em si e mais na proporção de vagas de emprego em relação ao número de pessoas que procuram trabalho.

Quando o número de vagas e o número de pessoas desempregadas que procuram emprego estão próximos do equilíbrio, domar um surto de inflação envolve um grande aumento no desemprego, como aconteceu na década de 1970, quando os EUA tiveram inflação e desemprego altos simultaneamente.

Por outro lado, quando o mercado de trabalho está apertado, com a demanda por trabalhadores alta em relação ao seu número, “o custo da redução da inflação em termos de aumento do desemprego é relativamente baixo”, concluíram os pesquisadores.

A métrica de vagas de emprego para desempregados tornou-se importante nas recentes discussões do banco central dos EUA, um foco dos formuladores de política monetária e do chair do Fed, Jerome Powell, em particular, quando ultrapassou a marca de 2 para 1 durante a reabertura da pandemia da Covid-19, com as empresas publicando dois empregos para cada pessoa disponível.





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Inovações em gestão: Novos produtos em destaque


“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais”




“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais"
“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais” – Foto: Pixabay

A Agro1, parte do Grupo Agros e com quase 30 anos de experiência, está presente na 10ª edição da Top Farmers, em Campinas, São Paulo, nos dias 17 e 18 de setembro. No evento, a empresa destaca dois produtos principais: o AgroGestão, um software que melhora a eficiência e controle nas operações rurais, e o Aqila, um aplicativo que permite o monitoramento dos fatores técnicos que influenciam os resultados da propriedade.

“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais que até então conseguiam administrar suas propriedades de forma mais simples, através de registros em cadernetas e planilhas, administrando sozinhos suas propriedades com a ajuda de papéis e planilhas. Nos últimos anos, o mercado tem passado por transformações e uma nova visão sobre o campo tem se estabelecido, o de empresa focada no uso de tecnologias avançadas, que garantem uma melhor gestão e a tomada de decisões assertivas com foco na expansão do negócio”, explica Leila Beledeli, diretora da Agro1.

A Agro1 lidera o mercado de software para gestão de propriedades rurais no Brasil, atendendo a mais de 750 clientes com seu ERP AgroGestão e o App Aqila. Com cerca de 3 mil usuários diários e mais de 3 milhões de hectares gerenciados, a empresa destaca a redução de custos de até 30% para seus clientes. De acordo com a Agtech Report 2023, o Brasil é o maior mercado de tecnologia agrícola da América Latina, com 5 milhões de produtores, mas apenas 5% utilizam sistemas de gestão, evidenciando grande potencial para crescimento no setor.

“Como a Agro1 é uma empresa do Grupo Agros, temos quase 40 anos de atuação e muito conhecimento para compartilhar com nossos clientes, porque antes de sermos uma empresa de tecnologia, somos produtores rurais com o ‘pé no campo’. Nossas soluções são feitas de ‘produtor para produtor’. Unimos vivência com tecnologia de ponta para trazer resultados aos nossos clientes. Somos movidos por transformar a realidade do agricultor com soluções completas que vão do campo ao escritório”, destaca Beledeli.





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Semana começa lenta para a soja


A semana começou bastante devagar para o mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “R$ 139,00 para entrega outubro, e pagamento 15/10, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 131,50 Cruz Alta – Pagamento em 15/10. R$ 132,00 Passo Fundo – Pagamento em 15/10”, comenta.

Em Santa Catarina, os negócios continuam estagnados, refletindo a ausência de movimentação nos preços. “Segundo o Epagri, Santa Catarina deve colher cerca de 3 milhões de toneladas de soja, um aumento de 12,77% em relação à safra passada. A área plantada para a oleaginosa deve crescer 1,79%, chegando a 766.267 hectares. As regiões de Canoinhas, Xanxerê e Curitibanos são as que mais se destacam em termos de área plantada. O preço no porto foi de R$ 126,00, Chapecó a R$ 117,00”, completa.

No Paraná, a pauta segue sendo o atraso no plantio. “Paranaguá vai a R$ 141,00. No interior, em relação à soja da safra 2023/24, a ideia de compra girava em torno de R$ 136,00 por saca CIF Ponta Grossa, com entrega no começo de setembro e pagamento no fim de setembro. No Balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 128,00”, indica.

Preços parados e negócios lentos no Mato Grosso do Sul. “Os preços mantiveram-se estáveis, semelhante ao que foi observado em outras regiões, e os negócios continuam em ritmo lento, sem volumes significativos indicados hoje. A soja enfrenta um cenário de incerteza, em um dia marcado por altas em Chicago devido ao relatório do USDA. De modo geral, os produtores ainda preferem manter seus estoques armazenados. Dourados R$ 132,00”, informa.

Assim como o Paraná, o estado do Mato Grosso enfrenta a segunda pior seca em 30 anos, sendo superado no momento só pelo ano de 2021. ‘Em Sorriso, os preços subiram para R$ 128 por saca FOB, com retirada em outubro e pagamento em novembro, após estarem a R$ 126 na véspera. Rodaram volumes pontuais. Campo Verde: R$ 127,10, Lucas do Rio Verde: R$ 125,60”, conclui.
 





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