domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

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Preços trigo permanecem estagnados no Brasil


Colheita do cereal no avança no Paraná





Foto: Canva

De acordo com a análise semanal do Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), os preços do trigo de qualidade superior no Brasil permaneceram estáveis, com a cotação nas principais praças gaúchas fixada em R$ 68,00 por saco, enquanto a média local alcançou R$ 69,41. No Paraná, os valores registrados variaram entre R$ 79,00 e R$ 80,00 por saco.

A colheita da nova safra avançou no Paraná, onde 34% da área já foi colhida no início desta semana. No entanto, 30% das lavouras a serem colhidas apresentam condições ruins. No Rio Grande do Sul, a colheita ainda está distante de ser iniciada.

Embora os preços do trigo no Brasil estejam estáveis, a valorização no mercado externo não se reflete localmente. De acordo com a Brandalizze Consulting, a baixa fluidez nas negociações e o cumprimento de contratos fechados anteriormente por moinhos, quando os preços da importação eram mais acessíveis, estão contribuindo para um cenário desfavorável para as vendas internas.





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primavera chega em meio a emergência climática


Segundo a análse do Boletim de Conjuntura Agropecuária desenvolvido pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a primavera se inicia no próximo domingo, 22 de setembro, às 9h44, após um inverno marcado por condições climáticas distópicas, caracterizado por um tempo seco e temperaturas superiores às médias históricas. Em meio a esse contexto de emergência climática, a floricultura paranaense registrou um aumento de 15,2% em sua participação no Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), totalizando R$ 249,6 milhões em 2023. Esse valor representa apenas 0,13% do VBP total do estado, que é de R$ 198 bilhões.

Os gramados e plantas perenes ornamentais dominaram o segmento, representando 72,1% do VBP, enquanto orquídeas e crisântemos contribuíram com 9,7% e 4,5%, respectivamente. Além destes, mudas para arborização (2,3%) e a Flor do Deserto (2,0%) completam 90,6% do total. A floricultura abrange 30 espécies e, em breve, será abordada em um informe específico.

A produção é concentrada em áreas específicas do estado, com os Núcleos Regionais de Maringá e Curitiba responsáveis por 55,3% do VBP da floricultura paranaense. Juntando-se a Cascavel (11,3%), Toledo (11,1%) e Londrina (5,3%), essas regiões somam 83,1% do total. Em termos municipais, Marialva, São José dos Pinhais, Cascavel, Mandaguari e Agudos do Sul respondem por 46,1% dos valores brutos obtidos pelo setor no Paraná.





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Expectativa de aumento na safra de feijão no Brasil


Paraná tem participação fundamental para aumento da safra no país





Foto: Canva

De acordo com a análse do Boletim de Conjuntura Agropecuária desenvolvido pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a expectativa para a safra de feijão no Brasil no ciclo 2024/25 é de um leve aumento na produção, que deve passar de 3,26 para 3,28 milhões de toneladas, de acordo com dados preliminares da Conab. Esse crescimento está atrelado a um aumento de 1,2% na área plantada, que deve subir de 2,857 milhões para 2,891 milhões de hectares.

O Paraná desempenha um papel fundamental nesse cenário, com um incremento superior a 23 mil hectares na primeira safra, representando mais da metade do aumento esperado em todo o Brasil. No entanto, a Conab também prevê uma redução de 1,4% na área destinada à segunda safra. Embora não haja dados específicos sobre os estados, a entidade aponta que o Paraná deve influenciar essa diminuição.

O plantio da segunda safra, que ocorre majoritariamente no primeiro trimestre de 2025, poderá ser afetado pelos resultados da primeira safra, que já está 16% plantada e deve ser colhida em grande parte até janeiro de 2025. As chuvas registradas nesta semana são favoráveis, reforçando a expectativa de um volume de 251 mil toneladas. Contudo, mais chuvas serão necessárias para garantir esse potencial, especialmente considerando a possibilidade de formação do fenômeno La Niña.

No que diz respeito aos preços, novas altas foram observadas. Atacadistas estão oferecendo, em média, R$ 320,99 pela saca de feijão preto, um aumento de 10% em relação ao final de agosto. O feijão carioca também valorizou, subindo 6% e alcançando R$ 198,62. Esses preços mais altos, especialmente do feijão preto, podem incentivar uma revisão na intenção de plantio, elevando os patamares além dos 131 mil hectares projetados anteriormente.





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Produção americana pode pressionar preços da soja


Fim do vazio sanitário em todo o estado do Paraná





Foto: USDA

De acordo com a análse do Boletim de Conjuntura Agropecuária desenvolvido pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), as chuvas registradas no último final de semana proporcionaram um leve avanço no plantio de soja, que já atingiu pouco mais de 30 mil hectares, representando apenas 0,52% da área total estimada em 5,8 milhões de hectares. Com a umidade do solo recomposta e o fim do vazio sanitário em todo o estado do Paraná previsto para esta semana, espera-se um salto significativo nas áreas plantadas no próximo relatório semanal do Deral.

No cenário internacional, o relatório do USDA indica que a colheita de soja nos Estados Unidos, segundo maior produtor mundial da oleaginosa, avançou para 6% da área estimada de quase 35 milhões de hectares.

A produção americana é projetada em 124 milhões de toneladas. A entrada da soja americana no mercado sinaliza o fim do período de entressafra, o que pode resultar em maior pressão sobre os preços da commodity.





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preços sobem com baixa oferta e tempo seco


Pastagens comprometidas pelo período de inverno





Foto: Canva

Segundo com a análse do Boletim de Conjuntura Agropecuária desenvolvido pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o mercado do boi gordo apresenta um cenário de alta, com a cotação atingindo R$ 257,05 a arroba, acumulando um aumento de 7,22% ao longo do mês, segundo dados do Cepea. O tempo seco tem contribuído para a diminuição da oferta de animais terminados, impulsionando os preços.

No Paraná, as principais regiões produtoras de gado de corte enfrentam uma situação semelhante, com pastagens comprometidas pelo período de inverno e sem a recuperação esperada devido à baixa incidência de chuvas nas últimas semanas.

No atacado paranaense, os preços do dianteiro e traseiro bovinos também estão em ascensão. Após encerrarem agosto com médias de R$ 13,93 e R$ 21,10, respectivamente, representando altas de 1,53% e 2,25% em relação ao mês anterior, a última pesquisa realizada pelo Deral, entre 9 e 13 de setembro, registrou novos aumentos, com o dianteiro alcançando R$ 14,03 e o traseiro R$ 21,27.





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Semeadura de milho silagem avança no Rio Grande do Sul


Expectativa de 357.311 hectares plantados





Foto: Canva

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (19), a semeadura da cultura do milho silagem está em pleno andamento no Rio Grande do Sul, favorecida pelo teor de umidade adequado do solo, que tem contribuído para a germinação e o crescimento vegetativo inicial. Para a safra 2024/2025, estão previstos 357.311 hectares de área cultivada, com uma produtividade estimada em 38.440 kg por hectare.

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Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Erechim, a semeadura das lavouras destinadas à silagem já alcançou 90% da área prevista, e as atividades de controle de plantas daninhas estão em andamento.

Já na região de Frederico Westphalen, a semeadura atingiu 80% da área planejada, com os produtores monitorando a ocorrência de cigarrinha-do-milho, uma praga que pode impactar a produtividade.





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Condições meteorológicas afetam pastagens de aveia e azevém


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (19), na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as condições climáticas têm sido desfavoráveis ao desenvolvimento das pastagens de aveia e azevém, principalmente devido à baixa disponibilidade de radiação solar. Na Campanha, o excesso de umidade em solos argilosos limita a taxa de crescimento das plantas. Mesmo o azevém, que é mais tolerante a solos úmidos, está apresentando desenvolvimento abaixo do esperado neste período de transição entre o inverno e a primavera.

Por outro lado, na Fronteira Oeste, em Manoel Viana, as temperaturas em elevação e a ocorrência de chuvas moderadas têm beneficiado as pastagens, permitindo a aplicação eficaz de fertilizantes nitrogenados. Na região de Caxias do Sul, a umidade do solo e temperaturas amenas estão favorecendo o desenvolvimento das forrageiras, embora a intensidade da fumaça tenha prejudicado a luminosidade.

Em Erechim, o aumento das temperaturas e da luminosidade contribuiu para o rebrote das pastagens e a melhora na oferta de massa verde. Em Frederico Westphalen, as pastagens de inverno estão no final do ciclo, enquanto as pastagens perenes de verão brotaram significativamente. Na região de Ijuí, a produção de forrageiras está em declínio devido ao término do ciclo e à diminuição da umidade.

Na de Pelotas, o desenvolvimento das pastagens nativas está lento, com algumas áreas apresentando melhor crescimento do azevém. Na região de Passo Fundo, a taxa de crescimento das pastagens é considerada boa, com adubações em cobertura sendo realizadas, embora a baixa umidade tenha limitado a aplicação de nitrogênio em algumas áreas.

Em Porto Alegre, o campo nativo recupera sua capacidade de carga, mas a pressão de pastejo nas pastagens anuais continua alta. Por fim, na região de Santa Rosa, o campo nativo não apresentou crescimento expressivo devido à baixa luminosidade, e as pastagens anuais de inverno estão se aproximando do fim do ciclo, com a floração de aveia e azevém. A necessidade de chuvas consistentes é evidente para a aplicação de fertilizantes nitrogenados nas pastagens perenes.





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Lentidão no mercado da soja


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, os negócios seguem travados e com preços em queda, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “No porto, foram vistos preços a R$ 138,00 para entrega em outubro, e pagamento em 15/10. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00 Cruz Alta – Pagamento em 15/10. R$ 130,50 Passo Fundo – Pagamento em 15/10. R$ 130,00 Ijuí –Pagamento em 15/10”, comenta.

Enquanto isso, o começo de semana segue lento no estado de Santa Catarina. “Assim como nas demais regiões do Brasil, os preços no estado apresentaram queda, em linha com a seguida desvalorização do dólar. A parte central do estado ainda aguarda condições melhores para iniciar o planto. Segundo a Cooperativa Copérdia, a região de Mafra deve plantar 10 mil hectares ante 7 mil do ano anterior. O preço no porto foi de R$ 126,00, Chapecó a R$ 117,00”, completa.

O estado do Paraná manteve a média dos preços, mas não realizou negócios. “O estado teve uma das menores reduções de preço ao longo do dia, mas os negócios ainda são pontuais. No oeste do Paraná, compradores ofereciam entre R$ 132 e R$ 134 por saca, para retirada em setembro e pagamento no fim de outubro, valores inalterados desde sexta, mas abaixo dos R$ 140 do fim da semana passada. Vendedores aguardavam preços mais altos. No Porto de Paranaguá (PR), havia acordos por R$ 140 a R$ 142/saca CIF, para entrega em setembro e pagamento em outubro”, indica.

No Mato Grosso do Sul, com o fim do vazio sanitário, o agricultor ainda espera as chuvas para o plantio e apenas regiões com irrigação estão começando os trabalhos. Os preços foram os seguintes: Dourados R$ 129,00. Campo Grande: R$ 129,00. Maracaju: R$ 128,00. Chapadão do Sul: R$ 127,00. Sidrolândia: R$ 127,00”, informa. No estado vizinho de Mato Grosso, os preços praticados são os seguintes: em Campo Verde, R$ 126,80; em Lucas do Rio Verde, R$ 122,90; em Nova Mutum, R$ 123,40; em Primavera do Leste, R$ 127,20; em Rondonópolis, R$ 129,00; e em Sorriso, R$ 122,50.
 





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Taxas futuras caem no Brasil após Powell defender corte de juros nos EUA


Logotipo Reuters

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – Após o forte avanço da véspera, as taxas dos DIs fecharam a sexta-feira em queda firme no Brasil, em especial entre os contratos longos, em sintonia com a baixa dos rendimentos dos Treasuries após o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, defender o início dos cortes de juros nos EUA em setembro.

Entre os contratos de curtíssimo prazo, o recuo das taxas futuras foi mais modesto, com a curva a termo brasileira ainda precificando alta da Selic no próximo mês.

No fim da tarde a taxa do DI para janeiro de 2025 — que reflete a política monetária no curtíssimo prazo — estava em 10,82%, ante 10,855% do ajuste anterior.

Já a taxa do DI para janeiro de 2026 estava em 11,48%, ante 11,617% do ajuste anterior, enquanto a taxa para janeiro de 2027 estava em 11,47%, ante 11,627%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2031 estava em 11,58%, ante 11,702%, e o contrato para janeiro de 2033 tinha taxa de 11,56%, ante 11,671%.

Principal evento da semana, a participação de Powell no simpósio de Jackson Hole entregou o que o mercado esperava: indicações claras sobre o que o Fed caminha para fazer na política monetária.

Powell defendeu pela manhã que “chegou a hora” de o Fed cortar sua taxa de juros, uma vez que os riscos crescentes para o mercado de trabalho não deixam espaço para mais fraqueza e a inflação está a caminho de alcançar a meta de 2%. Na prática, foi um apoio explícito ao afrouxamento da política monetária.

“Os riscos de alta para a inflação diminuíram. E os riscos de queda para o emprego aumentaram”, disse Powell. “Chegou a hora de ajustar a política. A direção a ser seguida é clara, e o momento e o ritmo dos cortes nos juros dependerão dos dados que chegarem, da evolução das perspectivas e do equilíbrio dos riscos.”

A reação dos mercados globais à fala de Powell foi positiva, com investidores buscando ativos de maior risco, ainda que haja dúvidas sobre a magnitude do primeiro corte: 25 ou 50 pontos-base.

As ações em Wall Street avançaram, enquanto os yields dos Treasuries e o dólar despencaram. No Brasil, as taxas dos DIs acompanharam o movimento, chegando a cair 20 pontos-base no vértice para janeiro de 2027 durante o dia.

“Setembro marcará o início de um novo capítulo no combate à inflação pós-pandêmica. Mas se o afrouxamento está dado nos EUA, por aqui estamos discutindo a possibilidade de novos apertos”, disse Danilo Igliori, economista-chefe da Nomad, em comentário enviado a clientes.

“Acredito que podemos inferir que as chances de um aumento da Selic já em setembro perdem força se o corte de juros nos EUA for 0,5 (ponto percentual). Por outro lado, se for mesmo 0,25, pode ficar difícil evitar (a alta da Selic).”

Apesar da leve queda nesta sexta-feira, as taxas mais curtas da curva brasileira seguiam precificando alta de 25 pontos-base da Selic em setembro. Essa perspectiva ainda era em grande parte reflexo das declarações mais recentes de autoridades do BC, em especial do diretor de Política Monetária, Gabriel Galípolo.

Na quinta-feira, ele negou que a autarquia esteja em um “corner” em relação ao que será feito com a Selic em setembro, mas disse que “ter que subir juros é situação cotidiana para quem está no BC”.

Com as declarações, a curva precificou na véspera 100% de probabilidade de alta de 25 pontos-base da Selic em setembro. Perto do fechamento desta sexta-feira, a precificação estava em 90% para corte de 25 pontos-base, contra 10% para manutenção da taxa em 10,50%.

No exterior, às 16h36 o rendimento do Treasury de dez anos –referência global para decisões de investimento– caía 6 pontos-base, a 3,805%.





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Centro-Norte segue com tempo seco, mas chuvas são esperadas para a virada do mês


Uso do plantio direto com cobertura vegetal será essencial





Foto: Divulgação

Enquanto a frente fria atua no Sul e Sudeste, o Centro-Norte do Brasil segue com condições de tempo seco neste final de semana, conforme a previsão do meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues. Embora algumas instabilidades tenham começado a ocorrer de forma irregular e passageira no sul de Mato Grosso e Goiás, a perspectiva para a maior parte dessa região é de pouca ou nenhuma chuva.

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Rodrigues também ressalta que as chuvas que ocorrem no Centro-Norte são pontuais, mas, em alguns casos, os volumes registrados podem ser expressivos. Para a virada do mês, no entanto, o meteorologista prevê uma mudança nas condições climáticas, com chuvas mais consistentes aparecendo nas projeções para o Mato Grosso, Goiás e parte do Centro-Oeste, o que deve beneficiar o início do plantio da safra de soja.

Ele reforça que, para conservar a umidade do solo, o uso do plantio direto com cobertura vegetal será essencial, especialmente nos últimos 10 dias de setembro, quando a chuva deve se intensificar na região.





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