domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

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Trigo enfrenta demanda enfraquecida


No Paraná, o mercado de trigo também enfrenta pressão nos preços




Em Santa Catarina, o cenário também é de cautela
Em Santa Catarina, o cenário também é de cautela – Foto: Divulgação

De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de trigo no sul do Brasil enfrenta uma demanda enfraquecida, com destaque para o Rio Grande do Sul. Os moinhos gaúchos, principalmente os que adquiriram trigos de qualidade mediana, relatam baixas moagens em setembro e se mantêm com estoques elevados, aguardando a nova safra. Atualmente, os vendedores pedem R$ 1.250,00 por trigo com PH mínimo de 77 e qualidade panificável, no entanto, esses preços não encontram compradores, e os moinhos preferiram não indicar valores de compra. A expectativa de melhora nas condições de oferta e demanda permanece atrelada à chegada da safra nova.

Em Santa Catarina, o cenário também é de cautela. Com a demanda por farinha em queda, a moagem no estado segue reduzida em outubro. Os moinhos catarinenses, sem muito produto disponível localmente, aguardam as safras vindouras do Paraná e do Rio Grande do Sul, além da sua própria colheita. Os preços da pedra fecham a semana variando conforme a região: R$ 72,00 em Caçador e Joaçaba, R$ 67,67 em Canoinhas, R$ 73,00 em Chapecó e R$ 76,48 em Campos Novos. A falta de movimentação expressiva reflete a baixa demanda por trigo e a espera pela nova safra.

No Paraná, o mercado de trigo também enfrenta pressão nos preços, influenciado pelas ofertas dos moinhos e pela chegada do trigo gaúcho a preços mais competitivos. As negociações giram entre R$ 1.450 e R$ 1.500 FOB, enquanto o trigo do Rio Grande do Sul chega ao Paraná com preços CIF entre R$ 1.300 e R$ 1.380, dependendo da região de origem e destino. A colheita paranaense em andamento aumenta a oferta e continua a pressionar os preços locais. Há uma expectativa de que o piso para o trigo gaúcho possa ser de R$ 1.100, conforme observam os corretores. 





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Como está o mercado do milho nos estados?


No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, alguns vendedores declararam-se fora de mercado, e preferiram calcular o passo antes de iniciar as compras para os próximos dias, segundo a TF Agroeconômica. “Mercado de milho diferido com ofertas cada vez mais escassas. Nas indicações, mantidas já há semanas, Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 65,50 e Montenegro a R$ 66,00. Negócios pontuais, entre pequenas granjas e produtores, foram relatados ao noroeste, em um volume de não mais do que 2 mil toneladas, a R$ 64,00 CIF”, comenta.

Em Santa Catarina viu um início de semana lento para o estado, que se acomoda entre indicações a R$ 62/64. “Produtores com pedidas entre R$ 66,00 e R$ 67,00 CIF fábrica e R$ 65,00 interior. Nas indicações, Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Porto continuando com as mesmas indicações há semanas, entre R$ 63,00 outubro/R$ 64,00 novembro/R$ 65,5 dezembro. Não ouvimos negócios neste início de semana”, completa.

Rumores de negócios ao oeste e norte do estado permanecem no Paraná, mas os volumes são pontuais. “Mercado bastante lento, com indicações recuando em relação a ontem. No porto, indicações a R$ 62,50 set/63,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 56,00 (-1,00); Cascavel a R$ 54,00 (-2,00); Campos Gerais R$ 57,00 (-1,00); Guarapuava a R$ 58,00; Londrina R$ 57,50. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Não ouvimos negócios nesta segunda-feira”, indica.

Enquanto isso, as tradings voltaram ao Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios pontuais ao sul, onde uma indústria em Naviraí levou 1000 tons entrega setembro/pgto início de outubro a R$ 52,00”, conclui.
 





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Milho lento nos principais estados


Os negócios de milho ainda são pontuais no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Indicações apenas nominais, que não se movem há semanas: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Negócios pontuais entre R$ 64/65, com entrega CIF ao noroeste, onde segundo correspondentes teriam rodado ao menos 2 mil tons”, comenta.

Santa Catarina registrou negócios com entrega no porto. “Negócios lentos, em que mercado encontra-se sem ofertas no diferido. Tributado com pedidas a partir de R$ 65,00 mais impostos. Nas indicações, manutenção: Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Em negócios pontuais ao oeste, viu-se milho sendo negociado a R$ 64,00 CIF, com 2 mil tons entrega em setembro/outubro. No porto, negócios em São Francisco, onde 3 mil toneladas alcançaram R$ 65,00 CIF, com origem do Goiás, entre imediata e pagamento em meados de outubro”, completa.

Apesar do esforço, porto não vê lotes e sexta-feira permanece morna no Paraná. “Mercado com negócios pontuais. No porto, indicações a R$ 64,00 set/64,00 nov/65,00 dez, mas que pontualmente alcançaram R$ 66,00 no nov/dez. No norte, indicações a R$ 57,00; Cascavel a R$ 56,00; Campos Gerais R$ 60,00 (+1,00); Guarapuava a R$ 58,00. Negócios pontuais em Paranaguá, onde uma trading pagou R$ 65,50 setembro CIF entrega imediata, em 2 mil toneladas”, indica.

A comercialização no Mato Grosso do Sul é lenta. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Não ouvimos sobre negócios nesta sexta-feira”, conclui.

 





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Desvalorização do dólar e demanda externa fraca pressionam preços da soja no Brasil


Mercado de soja no Brasil enfrenta um cenário de pressão nas cotações domésticas





Foto: Pixabay

O mercado de soja no Brasil enfrenta um cenário de pressão nas cotações domésticas, reflexo da menor demanda externa e da desvalorização do dólar frente ao Real. Esses fatores contribuíram para a redução dos preços ao longo da última semana, de acordo com análise de mercado. Além disso, compradores internos têm adotado uma postura cautelosa, evitando a aquisição de grandes volumes, o que intensificou ainda mais a queda nos preços.

Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a colheita de soja nos Estados Unidos, que começou recentemente, está redirecionando a demanda global para o produto norte-americano, diminuindo a competitividade da soja brasileira no mercado internacional. Esse movimento tem sido observado com maior atenção pelos agentes de mercado, que buscam entender o impacto da oferta norte-americana na dinâmica global.

Pesquisadores do Cepea indicam que essa retração nas compras e o redirecionamento dos importadores para os Estados Unidos ampliaram a disparidade entre os preços praticados no mercado spot brasileiro. Em algumas regiões, a diferença entre os valores pedidos pelos vendedores e os ofertados pelos compradores chegou a superar 5 reais por saca, refletindo a incerteza e o desaquecimento na comercialização de soja no curto prazo.





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Estabilidade nos preços dos feijões


Corretores relataram dificuldades para adquirir o produto nas fontes em MG




O feijão-carioca, em particular, continua apresentando preços 25% acima
O feijão-carioca, em particular, continua apresentando preços 25% acima – Foto: Ibrafe

De acordo com o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o setor alimentício recebeu uma notícia importante na semana passada: a redução do índice de inflação da cesta básica. Essa diminuição, que varia entre -2,8% a -3,5% dependendo da região do Brasil, pode impactar a valorização do feijão no segundo semestre. Com a inflação em queda, é possível que o aumento esperado nos preços do feijão seja atenuado. Até o momento, os supermercados têm repassado os aumentos de preços ocorridos há cerca de 15 dias, enquanto seguram as compras dos empacotadores, resultando em um mercado mais tranquilo nos últimos dias.

O feijão-carioca, em particular, continua apresentando preços 25% acima dos valores registrados em 2023. Ontem, houve um aumento no volume de negócios, mas os valores médios se mantiveram estáveis. A pressão sobre os preços é evidente, mas a dinâmica do mercado parece ter encontrado um equilíbrio momentâneo, refletindo a cautela dos supermercados e dos empacotadores diante das recentes flutuações.

No entanto, corretores relataram dificuldades para adquirir o produto nas fontes em Minas Gerais, Goiás e Bahia. Isso indica um cenário de competição entre os compradores, que pode influenciar os preços a longo prazo. Os produtores, por sua vez, estão demonstrando impaciência, já que esperavam que a baixa produtividade em algumas áreas colhidas resultasse em uma reação mais significativa nos preços do feijão.

Diante desse contexto, o setor se encontra em um momento de expectativa, onde a interação entre oferta e demanda será crucial para determinar os próximos passos do mercado. Com as recentes mudanças nos índices de inflação e a estabilidade nos preços, todos os envolvidos na cadeia produtiva estarão atentos às tendências e possíveis variações que possam ocorrer nas próximas semanas.
 





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O papel do ovo no envelhecimento saudável


“A incorporação regular de ovos na dieta pode ser uma estratégia eficiente”




Também fornece vitaminas do complexo B, vitamina D, minerais como ferro e selênio
Também fornece vitaminas do complexo B, vitamina D, minerais como ferro e selênio – Foto: Pixabay

Ontem foi o Dia da Juventude e o Instituto Ovos Brasil divulgou algumas informações destacando o papel do ovo no envelhecimento saudável, ressaltando sua contribuição para a vitalidade ao longo dos anos. O ovo é rico em aminoácidos essenciais e proteínas de alta qualidade, fundamentais para a massa muscular com a idade. 

Também fornece vitaminas do complexo B, vitamina D, minerais como ferro e selênio, além de antioxidantes que protegem a saúde ocular e combatem o estresse oxidativo, acelerador do envelhecimento celular. Lúcia Endriukaite, nutricionista do Instituto Ovos Brasil, afirma que a inclusão regular de ovos na dieta é uma estratégia eficaz para manter o bem-estar em todas as fases da vida. Ela ressalta que os ovos são uma fonte acessível e rica em nutrientes, fundamentais para preservar a saúde do corpo e da mente.

“A incorporação regular de ovos na dieta pode ser uma estratégia eficiente para manter o bem-estar em todas as fases da vida. Os ovos são uma fonte acessível e rica em nutrientes que ajudam a preservar a saúde do corpo e da mente”, afirma.

Além dos benefícios musculares e oculares, o ovo é um importante aliado da saúde cerebral, graças à colina presente na gema, que ajuda a prevenir doenças como o Alzheimer. As gorduras mono e poliinsaturadas no ovo favorecem o equilíbrio hormonal e combatem inflamações, associadas ao envelhecimento precoce. Versátil e fácil de incluir na dieta, o ovo pode ser consumido em diversas refeições. Com o Dia da Juventude como um momento de reflexão, o Instituto Ovos do Brasil incentiva hábitos alimentares saudáveis, destacando que escolhas simples, como o consumo regular de ovos, contribuem para um envelhecimento ativo e de qualidade.
 





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Desafios do milho em 2024


Excedente é visto no mercado internacional




Excedente é visto no mercado internacional
Excedente é visto no mercado internacional – Foto: Pixabay

De acordo com Enilson Nogueira, economista da Céleres Consultoria, o mercado de milho enfrenta um ajuste após os altos preços históricos das últimas três safras. Com a safra 2023/24 em andamento, os produtores estão lidando com quedas significativas nos preços, uma realidade que deve persistir. Agricultores já estão se preparando para a safra 2024/25, com plantios de milho verão iniciando nas regiões do Rio Grande do Sul e Paraná. No entanto, este novo ciclo começa com margens mais apertadas, criando um cenário desafiador para a formação de preços.

Nogueira destaca fatores que impactam essa nova realidade. No cenário internacional, um excedente considerável de milho, aliado ao bom desempenho da produção em países como os Estados Unidos e Ucrânia, pressiona os preços. O Brasil também está colhendo uma safra robusta, estimada em mais de 100 milhões de toneladas, o que contribui para estoques excessivos. Assim, espera-se uma “ressaca” de preços baixos em 2024. Entre os gatilhos que podem mudar esse cenário, estão a desvalorização do real, a possível diminuição da área plantada nos EUA e a influência de um La Niña de baixa intensidade, que pode limitar os efeitos negativos sobre a produtividade.

Diante desse cenário, Nogueira enfatiza a necessidade de eficiência na gestão das propriedades. Em um ambiente de margens baixas, os produtores devem investir em tecnologia e não simplesmente cortar custos. A escolha estratégica de insumos e a venda planejada da produção são cruciais. Produtores que mantêm controle rigoroso sobre dados e seguem parâmetros administrativos e financeiros tendem a tomar decisões mais acertadas. Portanto, em um contexto desafiador, é fundamental que os agricultores se adaptem e implementem estratégias de longo prazo para prosperar.
 





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Proibição de quatro pesticidas na China


Essas medidas refletem uma tendência global de eliminação de substâncias químicas




Essas medidas refletem uma tendência global de eliminação de substâncias químicas
Essas medidas refletem uma tendência global de eliminação de substâncias químicas – Foto: Divulgação

O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China anunciou a proibição de quatro pesticidas: phorate, isofenphos-metílico, isocarbofos e etoprofó, por meio do Aviso nº 536. A decisão, que entra em vigor a partir de 1º de setembro de 2022, determina que o registro desses produtos será revogado e sua produção será proibida. Produtos já fabricados poderão ser vendidos e utilizados até 1º de setembro de 2024, quando tanto a venda quanto o uso estarão completamente banidos.

Além disso, conforme o Aviso nº 736, outros quatro pesticidas — ometoato, carbofurano, metomila e aldicarb — também enfrentarão restrições. A partir de 1º de junho de 2024, o registro desses produtos será revogado, e a proibição de venda e uso começará em 1º de junho de 2026. Durante esse período, a produção e exportação de ingredientes ativos relacionados ainda poderão ocorrer, mas sob supervisão.

Essas medidas refletem uma tendência global de eliminação de substâncias químicas. A proibição desses pesticidas pode ter impactos significativos no setor agrícola, exigindo que agricultores e empresas busquem alternativas mais seguras. A transição para práticas agrícolas que não dependam desses produtos químicos é considerada pelo governo Chinês essencial para garantir a segurança alimentar e a proteção do meio ambiente.

O cumprimento dessas novas regulamentações será crucial para que a agricultura na China se adapte às demandas de um mercado cada vez mais consciente em relação à sustentabilidade e saúde pública. A mudança pode também influenciar o comércio internacional, uma vez que a China é um dos maiores consumidores de pesticidas no mundo.
 





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Queda dos juros na China: Um alerta


A atenção às políticas monetárias e suas implicações será crucial




Essa estratégia pode ser interpretada como um movimento de Pequim para desvalorizar a própria moeda
Essa estratégia pode ser interpretada como um movimento de Pequim para desvalorizar a própria moeda – Foto: Pixabay

De acordo com José Carlos de Lima Júnior, Sócio do MARKESTRAT GROUP e Cofundador da HARVEN AGRIBUSINESS SCHOOL, os juros longos na China estão em queda, com os rendimentos dos títulos soberanos com vencimento em 50 anos próximos de 2,2%. Este é um marco significativo, pois é a primeira vez que os rendimentos dos títulos chineses caem abaixo dos do Japão. Para se ter uma ideia do impacto dessa mudança, em 2022, o governo chinês oferecia uma remuneração de 3,5% para esses mesmos títulos.

Essa estratégia pode ser interpretada como um movimento de Pequim para desvalorizar a própria moeda, o yuan. A medida parece ter como objetivo redirecionar o capital disponível para o refinanciamento da dívida imobiliária interna, buscando estabilizar um setor que enfrenta desafios significativos. A redução dos juros é um sinal de que o governo chinês está tentando estimular a economia em meio a um cenário econômico incerto.

A conclusão que se pode tirar é que, assim como em Brasília, há sinais de fumaça no horizonte econômico da China. Essa situação deve ser monitorada de perto, pois pode indicar movimentos mais amplos no mercado financeiro global, refletindo preocupações sobre a saúde econômica da segunda maior economia do mundo. A atenção às políticas monetárias e suas implicações será crucial para investidores e analistas nos próximos meses.

“Os rendimentos dos títulos soberanos, com vencimento em 50 anos, se encontram próximos de 2,2%. É a primeira vez que os rendimentos dos títulos da China caem abaixo dos títulos do Japão. Relevante destacar que, em 2022, o governo chinês remunerava em 3,5% (ou ~+35%) os portadores desses mesmos tutulos. Aparentemente, Pequim utiliza da estratégia de desvalorizar a própria moeda (yuan), fazendo com que os bancos redirecionem o capital disponível no refinanciamento da dívida imobiliária interna”, conclui.
 





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