domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

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Floricultura paranaense movimenta R$ 249,6 milhões em 2024


Paraná registra crescimento no setor de floricultura





Foto: Pixabay

De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a floricultura no Paraná alcançou um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 249,6 milhões em 2024. Os gramados e as plantas perenes ornamentais foram os maiores responsáveis por esse resultado, contribuindo com 72,1% do total gerado pelo setor no estado.

As flores ornamentais, como orquídeas, crisântemos e roseiras, também tiveram uma importante participação na floricultura paranaense, representando 20,9% do VBP do segmento, com a produção complementada por outras 27 espécies florais.

As orquídeas, em especial, destacaram-se em 2023, com uma produção de 549 mil unidades, gerando um VBP de R$ 24,3 milhões. A maior parte dessa produção se concentrou na região de Toledo, responsável por 43,9% do valor total, com 241 mil plantas produzidas, equivalentes a R$ 10,7 milhões. A região de União da Vitória aparece logo em seguida, contribuindo com 37,2% da produção de orquídeas. Juntas, essas duas regiões representam 81,1% do total estadual de produção de orquídeas.





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Seca impede queda no preço do leite no Paraná


Leite segue com preços elevados no Paraná





Foto: Pixabay

Com as adversidades climáticas recentes no Paraná, o preço do leite no estado continua elevado, conforme análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. O valor pago aos produtores, segundo a última pesquisa semanal do Deral, está em R$ 2,77 por litro de leite entregue à indústria. A previsão de queda nos preços ainda não se concretizou, principalmente devido à seca que atingiu as pastagens após o inverno.

No mês de agosto, as principais regiões produtoras do estado receberam até 60mm a menos de chuvas do que o esperado. Embora muitos produtores tenham conseguido suprir as necessidades nutricionais dos rebanhos com ração e silagem, a necessidade de suplementar a alimentação no cocho fez com que os custos de produção aumentassem, mantendo os preços do leite em alta.

A seca tem sido um fator determinante para a manutenção dos preços, mesmo em um cenário onde havia a expectativa de uma queda. A combinação de condições climáticas desfavoráveis e o aumento dos custos de alimentação dos rebanhos prolongam o cenário de preços elevados para o setor leiteiro no Paraná.





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condições satisfatórias marcam safra de trigo


Chuvas afetam sul do estado





Foto: Canva

As lavouras de trigo no Rio Grande do Sul apresentam condições satisfatórias, com destaque para as regiões ao Norte do estado, onde as condições climáticas são mais favoráveis, conforme apontado no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (26). Já no Sul, as chuvas recorrentes nas áreas da Campanha e no Extremo Sul têm dificultado o manejo das culturas, resultando em adiamentos e suspensões de operações importantes, como adubações e pulverizações. Apesar disso, na região do Planalto Médio, as lavouras que sofreram acamamento devido a ventos fortes em 20 de setembro demonstraram quase total recuperação.

De acordo com o informativo, o ciclo produtivo do trigo no estado está avançado, com 4% das lavouras já em fase de maturação, 42% em enchimento de grãos, 38% em floração e 16% ainda em desenvolvimento vegetativo. Do ponto de vista fitossanitário, o controle de doenças, como oídio e ferrugem, tem sido eficaz, com baixa incidência. Embora haja preocupação com doenças como giberela e brusone, as lavouras apresentam raros sintomas dessas pragas.

Produtores têm seguido as previsões climáticas e realizado aplicações preventivas de fungicidas antes das chuvas, além de manterem o controle de pulgões, cuja presença é baixa, mas requer monitoramento constante. Segundo a Emater/RS-Ascar, a área cultivada com trigo no estado alcança 1.312.488 hectares, e a produtividade prevista é de 3.100 kg/ha.





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Plantio de milho atinge quase metade da área projetada no Rio Grande do Sul


A área semeada com milho no Rio Grande do Sul avançou 6% na última semana, alcançando 49% da área projetada para a safra 2024/2025, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). Esse avanço foi favorecido por condições climáticas adequadas, especialmente pela ocorrência de chuvas, que mantiveram a umidade do solo em níveis propícios para o desenvolvimento inicial das lavouras, que se encontram nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo.

Os tratos culturais já começaram, com destaque para a primeira aplicação de adubação nitrogenada em cobertura e o manejo de plantas daninhas. No aspecto fitossanitário, a cigarrinha-do-milho está presente em todas as regiões, com maior incidência nas regiões Centro e Extremo Norte do estado, embora o nível da praga esteja abaixo do registrado na safra anterior. Produtores continuam a monitorar e, em alguns casos, realizar intervenções para o controle da praga.

Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 748.511 hectares, com uma produtividade estimada de 7.116 kg/ha.

Nas diversas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar, o plantio do milho avançou de forma desigual. Na região de Bagé, o município de Alegrete lidera, com 62% da área prevista já implantada, enquanto São Borja e Quaraí estão nas fases iniciais. Em Caxias do Sul, o plantio nos Campos de Cima da Serra avançou para 10% da área projetada. Em Santa Maria, a semeadura atingiu 27%, em Passo Fundo, 50%, e em Frederico Westphalen, 90%.

Na região de Erechim, o plantio chegou a 70% da área projetada, com monitoramento constante da presença de lagartas. Em Ijuí, 80% da semeadura foi concluída, e produtores já iniciaram a primeira aplicação de nitrogênio em cobertura. Na região de Pelotas, a semeadura começou em Canguçu, Jaguarão e São José do Norte, com produtores ainda buscando custeio para a safra.

Na região de Santa Rosa, 85% das lavouras de milho do cedo já foram semeadas, com os 15% restantes a serem plantados no final do período recomendado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). A produtividade esperada é de 8.420 kg/ha. Em Soledade, a semeadura avançou para 40% da área, com produtores ainda em busca de recursos de custeio.

O preço médio da saca de 60 quilos de milho no estado apresentou alta de 0,96% na última semana, passando de R$ 59,33 para R$ 59,90, conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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Preço da saca de arroz registra leve aumento no Rio Grande do Sul


A semeadura do arroz no Rio Grande do Sul teve início nas regiões Oeste e Centro do estado, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). O preparo do solo e a semeadura avançaram nessas áreas, beneficiadas por um clima que alterna entre períodos secos e chuvas moderadas, permitindo o trânsito de máquinas agrícolas. As temperaturas elevadas e a umidade residual no solo devem favorecer uma germinação rápida e uniforme das sementes.

De acordo com as informações, nas regiões Sul e da Campanha, as chuvas dos dias 19 e 20 de setembro, com acumulados significativos, interromperam temporariamente o preparo do solo e o início da semeadura. O período recomendado para o plantio, segundo o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), começou em 11 de setembro e vai até 10 de dezembro. O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta que serão cultivados 948.356 hectares, com uma produtividade estimada pela Emater/RS-Ascar de 8.478 kg/ha.

Na região de Bagé, Fronteira Oeste, o plantio teve início em Alegrete, com expectativa de que até 10% da área estimada em 53 mil hectares seja semeada até o fim de setembro. Em São Borja, aproximadamente 5% dos 33,5 mil hectares projetados já foram plantados. Na Campanha, o excesso de chuvas impediu o avanço do plantio, mas o preparo do solo já está bem adiantado graças ao trabalho realizado durante o inverno.

Na região de Pelotas, a maioria das áreas já está com o preparo do solo finalizado, aguardando melhores condições climáticas para o início da semeadura. Em Santa Maria, 2% da área destinada ao cultivo foi plantada, enquanto os trabalhos de preparo do solo continuam, incluindo nivelamento, construção de taipas, drenagem e aplicação de herbicidas.

Em Soledade, o preparo do solo avançou tanto para o cultivo pré-germinado quanto para o sistema de semeadura em solo seco. Em Rio Pardo, já foi iniciada a semeadura do arroz no sistema pré-germinado.

O preço médio da saca de arroz de 60 quilos no estado teve um leve aumento de 0,09%, subindo de R$ 114,90 para R$ 115,00, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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Preço da saca de feijão cai 2,86% no RS


Preocupação com doenças cresce em meio a ventos frios e umidade





Foto: Pixabay

A semeadura da primeira safra de feijão no Rio Grande do Sul segue em ritmo variado entre as regiões do estado, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). Nas áreas onde o segundo plantio já é realizado, o avanço é expressivo. No entanto, nos Campos de Cima da Serra, principal região produtora, o plantio ainda não começou, uma vez que ocorre em um período mais tardio, similar ao da segunda safra em outras regiões.

As lavouras que já foram implantadas apresentam bom desenvolvimento, mas há preocupação com os efeitos combinados de ventos frios e fortes, associados à umidade, que podem aumentar o risco de contaminação por doenças precocemente. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares, com produtividade estimada em 1.521 kg por hectare.

Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar, o andamento da semeadura varia: em Ijuí, 61% da área prevista já foi plantada; em Soledade, o avanço chega a 50%, com os produtores realizando adubação de cobertura; em Santa Maria, 57% da área foi semeada, com a maioria das lavouras em fase de germinação. Na região de Pelotas, o plantio também começou, com destaque para o município de Canguçu.

O preço médio da saca de 60 quilos de feijão no estado registrou uma queda de 2,86%, passando de R$ 322,22 para R$ 313,00, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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Mercado de batata mantém preços estáveis no RS


Recuperação de áreas e plantio escalonado garantem produção de batata-doce





Foto: Pixabay

A cultura da batata está em pleno desenvolvimento na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (26). Nas lavouras plantadas mais cedo, os produtores realizam as operações de amontoa e o tratamento fitossanitário preventivo para garantir a sanidade das plantas.

O preço pago aos agricultores pela batata rosa é de R$ 170,00 por saca de 50 quilos, enquanto a batata branca está sendo comercializada por R$ 140,00. Apesar da produção local, o mercado segue recebendo produtos vindos do estado de São Paulo.

Segundo informativo, já na região de Lajeado, a batata-doce enfrenta um período de entressafra. No entanto, algumas famílias conseguem manter a produção ao longo do ano devido ao plantio escalonado. Produtores estão empenhados em recuperar as áreas afetadas pelos eventos climáticos recentes para retomar os novos plantios. As chuvas excessivas das últimas semanas ainda dificultam o acesso a algumas áreas, e houve uma redução na área plantada devido aos danos causados. No entanto, até o momento, não foram registrados problemas fitossanitários significativos. Os agricultores estão se preparando para adquirir novas ramas e retomar o plantio o quanto antes. O preço da batata-doce no mercado varia entre R$ 2,50 e R$ 3,00 por quilo.





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Inmet prevê chuvas intensas e ventos de até 100 km/h


Alertas são válidos até quinta-feira às 12h





Foto: Arquivo

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas para o estado do Rio Grande do Sul, indicando risco elevado de chuvas intensas e tempestades que podem causar alagamentos, transbordamento de rios e deslizamentos de encostas.

O primeiro aviso, com grau de severidade classificado como “Grande Perigo”, prevê chuva superior a 60 mm/h ou acima de 100 mm/dia, com validade até as 12h de quinta-feira, 26 de setembro. A previsão atinge áreas como a região Sudeste Rio-grandense, Metropolitana de Porto Alegre e o Sudoeste Rio-grandense. Segundo o Inmet, há grande risco de alagamentos em áreas urbanas e transbordamento de rios em localidades suscetíveis.

O segundo alerta, com grau de “Perigo”, também se estende até o meio-dia de quinta-feira. Ele engloba um número ainda maior de municípios e destaca a possibilidade de tempestades com chuvas variando entre 30 e 60 mm/h, ventos fortes de até 100 km/h e queda de granizo. As regiões da Fronteira Oeste, Campanha, Sul e a Região Metropolitana de Porto Alegre estão entre as áreas afetadas.

Diante dos riscos, o Inmet recomenda que a população evite se abrigar sob árvores durante as tempestades e que, sempre que possível, desligue aparelhos elétricos. O Inmet  também alerta para a necessidade de atenção em encostas e áreas de risco, especialmente em municípios como Bagé, Agudo, Alvorada e outros listados no aviso.





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Crescimento do arroz na Europa supera expectativas


A edição de setembro do boletim JRC MARS, publicado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, aponta que a safra de arroz na Europa superou as expectativas, apesar das ondas de calor e temperaturas máximas elevadas registradas em várias regiões. A previsão de rendimento médio na União Europeia está estimada em 6,78 t/ha, 6% acima da média dos últimos cinco anos.

Na Itália, embora o desenvolvimento do arroz tenha sido inicialmente atrasado por frequentes chuvas durante a semeadura em abril e a fase vegetativa em junho e julho, as temperaturas elevadas em agosto e setembro proporcionaram excelentes condições de crescimento. A área cultivada também foi ampliada, com um aumento de 16.000 hectares (+7,5% em relação a 2023), e as regiões do nordeste, como Verona e Ferrara, apresentaram acúmulo de biomassa acima da média.

Na Espanha, o arroz enfrentou um atraso de 15 dias no desenvolvimento devido às baixas temperaturas de junho, mas as condições melhoraram com o tempo. Regiões como Andaluzia e Extremadura registraram acúmulo de biomassa acima da média, embora a Valência tenha sofrido com uma onda de calor entre 25 de julho e 10 de agosto, o que impactou o rendimento. Mesmo assim, a previsão de produção para o país permanece acima da média.

Outras regiões, como a Grécia e Portugal, também mantêm previsões de rendimento elevadas. Na Grécia, o calor extremo foi compensado pela constante disponibilidade de água para irrigação, sustentando o crescimento das plantações. Já no sul da França, o arroz não foi severamente afetado pelas ondas de calor em agosto, com biomassa acima da média desde meados do mês.

No entanto, a situação é diferente nos países do Leste Europeu. Na Bulgária e Romênia, as safras de arroz foram prejudicadas pelas altas temperaturas e seca. Na Bulgária, o clima quente e seco comprometeu as plantações durante a fase reprodutiva, e as imagens de satélite confirmam a acumulação de biomassa abaixo da média. A Romênia enfrentou temperaturas anômalas, com picos de até 36°C em julho, o que resultou em uma previsão de rendimento inferior à média de cinco anos.

Por outro lado, na Hungria, os principais distritos produtores, como Jász-Nagykun-Szolnok e Békés, registraram condições de crescimento acima da média, e a safra avançou 10 dias em relação a uma temporada comum, com uma previsão de rendimento final superior.





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França mantém expectativa otimista para safras de verão


Regiões ocidentais enfrentaram um déficit de chuvas até meados de agosto





Foto: Divulgação

Segundo o boletim de setembro do JRC MARS Bulletin, divulgado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, a França registrou condições climáticas variadas durante o período de revisão. As regiões ocidentais enfrentaram um déficit de chuvas até meados de agosto, enquanto o leste e o norte do país experimentaram precipitações acima da média. Mesmo com essas diferenças regionais, a perspectiva geral para as safras de verão no país é positiva.

O oeste e o sul da França sofreram com a escassez de chuvas entre julho e meados de agosto, o que gerou condições secas que afetaram parte da produção agrícola. No entanto, a partir da segunda metade de agosto, houve um aumento significativo nas chuvas, reabastecendo as reservas hídricas e melhorando as condições para o cultivo. Por outro lado, as regiões leste e norte mantiveram níveis regulares de precipitação durante todo o período, favorecendo o desenvolvimento das safras e preservando a umidade ideal do solo.

Do ponto de vista das temperaturas, o oeste do país permaneceu dentro da média histórica, enquanto o leste experimentou temperaturas de 0,5 a 2,5°C acima do esperado para o período. As safras de verão, que tiveram um desenvolvimento mais lento devido ao atraso na semeadura e temperaturas mais baixas durante a primavera, estão em processo de recuperação e devem atingir a maturidade até o fim da estação.

Apesar das condições secas no oeste e sul da França terem dificultado o enchimento de grãos, as previsões de rendimento para as safras de verão em todo o país foram revisadas para cima. A campanha de semeadura de colza, crucial para a produção de óleos vegetais, também está progredindo bem. A expectativa é que o rendimento permaneça acima da média, com perspectivas bastante otimistas para o fim da temporada.





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