domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

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Área de florestas plantadas cresce em Goiás e produção florestal bate recorde


Segundo dados divulgados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás, a produção florestal em Goiás ultrapassou R$ 472 milhões em 2023, de acordo com a pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (26). O levantamento mostra que a silvicultura, responsável pela extração de madeira, continua sendo a principal atividade do setor, gerando R$ 457 milhões, enquanto a extração vegetal respondeu por R$ 15,3 milhões.

Do total produzido pela silvicultura, 67,7% do valor é proveniente da produção de lenha, que gerou R$ 309,4 milhões. A madeira em tora representou 30,9% da produção, com R$ 141,3 milhões, e o carvão vegetal contribuiu com 1,4%, somando R$ 6,3 milhões. Em comparação com 2022, houve um aumento no valor da lenha, enquanto a participação da madeira em tora e do carvão vegetal apresentou uma leve queda.

A pesquisa também aponta que a área de florestas plantadas em Goiás aumentou 2,4% em 2023, totalizando 124,4 mil hectares. Esse crescimento quebra uma sequência de quatro anos de queda, com destaque para o aumento de 1,6% na área plantada de eucalipto, que agora representa 92,4% das plantações florestais no estado.

Além da silvicultura, a extração de produtos alimentícios também teve um bom desempenho. Foram extraídas 3,77 mil toneladas desses produtos em Goiás, um aumento de 21,6% em relação ao ano anterior. O valor total gerado por essa extração foi de R$ 6,7 milhões, sendo o pequi o principal destaque, com crescimento de 21,8%, gerando R$ 5,65 milhões, o que corresponde a 37,1% do valor total da extração vegetal no estado.





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Conselho Monetário Nacional define preços de referência para produtos agropecuários


Valores consideram a evolução dos custos de produção





Foto: Canva

Segundo dados divulgados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em reunião ordinária realizada nesta quinta-feira (26/9), foram aprovados os preços de referência para diversos produtos agropecuários que vigorarão no ano agrícola 2024/2025. Esses valores consideram a evolução dos custos de produção e os preços médios praticados no mercado, sendo fundamentais para nortear a concessão de crédito ao amparo do Financiamento Especial para Estocagem de Produtos Agropecuários (FEE) e do Financiamento para Garantia de Preços ao Produtor (FGPP).

O FEE destina-se aos produtores rurais, enquanto o FGPP abrange a aquisição de produtos por cooperativas, agroindústrias e empresas que atuam no beneficiamento e industrialização de produtos agropecuários.

O CMN, presidido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é composto pelo presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. A definição dos preços de referência impacta diretamente o setor, oferecendo segurança financeira e previsibilidade ao mercado agropecuário.





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Avalia Greening é a nova ferramenta do Fundecitrus para a batalha contra a doença


O Fundecitrus lançou, nesta quinta-feira (19), a plataforma Avalia Greening, que disponibiliza, gratuitamente, os resultados de eficácia de produtos comerciais e tratamentos lançados para a mitigação dos danos e sintomas provocados pelo greening em pomares comerciais. A nova ferramenta reúne um banco de dados com 12 experimentos realizados pelo Fundecitrus, desde 2012, com produtos nutricionais e reguladores de crescimento amplamente comercializados para a citricultura. A ferramenta contará com atualização constante para oferecer dados cada vez mais apurados para o setor.

De acordo com o pesquisador do Fundecitrus Franklin Behlau, o Avalia Greening é mais um importante instrumento que poderá ser utilizado pelo citricultor para balizar as suas decisões de manejo para uma doença que ainda não tem cura. “Elaboramos essa plataforma para que o citricultor possa conferir os resultados desses experimentos, além de saber em qual região ele foi feito. Tudo de forma muito fácil e intuitiva, o Avalia Greening permite que o produtor consulte não apenas os resultados, mas também a duração, a variedade e a região do cinturão citrícola onde os testes foram realizados”, explica. Na ferramenta, é possível filtrar as informações, também, segmentando por quantidade de experimentos com um determinado composto ou produto, se ocorreu em pomares irrigados ou em sequeiro e quais os efeitos esperados no pomar.  

Rigor

Os resultados da plataforma obedecem a rigor estatístico, padronização da severidade das plantas doentes avaliadas, grande número de plantas envolvidas nas testagens e aplicações em várias safras. Isso dá segurança para o citricultor poder optar por utilizar ou não um determinado produto mitigador de sintomas. “Diante do avanço da incidência do greening, a nova ferramenta é indispensável para que os profissionais do setor possam acompanhar essas análises feitas pelo Fundecitrus, desde as mais antigas até as mais recentes. O Avalia Greening é uma fonte de informações referenciais, baseada em critérios científicos muito robustos para a aferição dos resultados”, diz o pesquisador.  

Manejo

Independentemente da utilização dos tratamentos avaliados pela ferramenta para a mitigação dos danos ou redução de perdas pelo greening, é indispensável que os produtores continuem realizando o controle do psilídeo para que não haja a inviabilização de novos plantios. “O manejo exige a utilização de moléculas eficazes em sistema de rotação, qualidade de aplicação e em intervalos de ao menos dez dias, inspeção e eliminação de plantas doentes, principalmente em áreas com média e baixa incidência”, finaliza Behlau.

O acesso ao Avalia Greening pode ser feito na home do site do Fundecitrus: www.fundecitrus.com.br

 





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Fundecitrus realiza encontro Citros em Foco com citricultores de Duartina (SP)


Fundecitrus realizou, nesta quinta-feira (19), o encontro Citros em Foco em Duartina


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus realizou, nesta quinta-feira (19), o encontro Citros em Foco em Duartina (SP). Cerca de 100 participantes, entre citricultores, agrônomos e demais profissionais do setor citrícola, receberam informações sobre assuntos importantes da citricultura.

A palestra de abertura foi conduzida pelo técnico de Transferência de Tecnologia do Fundecitrus Rafael Silvestre, que falou sobre a incidência de greening na região e reforçou as principais medidas de manejo para controlar a doença. “O citricultor precisa manter o controle rigoso, fazer o monitoramento adequado, rotacionar os inseticidas com pelo menos quatro grupos químicos diferentes e manter a erradicação de plantas em talhões com baixa incidência de greening.  O Fundecitrus está sempre em busca de capacitação para facilitar o trabalho no campo, e o Citros em Foco é uma oportunidade de levar informações atualizadas aos citricultores”, afirma.    

De acordo com o levantamento realizado pelo Fundecitrus, a região de Duartina registrou um aumento na incidência da doença, de 55% em 2023, para 64% em 2024. “O greennig teve um aumento significativo nessa região nos últimos anos. Por isso, os citricultores precisam fazer o manejo conjunto para evitar que a doença aumente. Esse é um período que exige atenção redobrada com as brotações e com o pico populacional do psilídeo, pois aumenta a possibilidade de infecção e disseminação da doença”, explica.

Em seguida, o pós-doutorando no Fundecitrus Eduardo Gorayeb falou sobre os estudos em desenvolvimento para o uso de reguladores vegetais na mitigação dos sintomas de greening e na redução dos impactos sobre a produção nos pomares, causando a diminuição na queda dos frutos. “Apresentei aos participantes os resultados recentes com os reguladores Ácido Giberélico e 2,4-D em plantas afetadas pela doença. Também falei sobre a nova plataforma Avalia Greening, que disponibiliza resultados de eficácia de produtos comerciais e tratamentos lançados para a mitigação dos danos e sintomas provocados pelo greening. É muito importante dividir o nosso aprendizado com os citricultores, é uma troca de conhecimento que nos auxilia na busca de métodos para combater a doença”, diz Gorayeb.

Além das palestras, os produtores receberam materiais do Fundecitrus, com orientações de manejo sobre as principais pragas e doenças dos citros. Outras cidades do cinturão citrícola irão receber o Citros em Foco nos próximos meses.





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Cannabis no controle de pragas


O objetivo é explorar os resíduos da produção de cannabis medicinal




O objetivo é explorar os resíduos da produção de cannabis medicinal
O objetivo é explorar os resíduos da produção de cannabis medicinal – Foto: Laiha

No Dia Nacional da Sustentabilidade (25 de setembro), foi anunciado o projeto “ValorCannBio”, que visa valorizar subprodutos da cannabis medicinal como biopesticida para o olival. Liderado pelo InnovPlantProtect (InPP) em parceria com a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCT) e as empresas GreenBePharma e AGR Global, o projeto foi um dos vencedores do Programa Promove da Fundação ”la Caixa”. 

O objetivo é explorar os resíduos da produção de cannabis medicinal para criar um biopesticida sustentável, focado no controle de doenças graves que afetam o olival, como a Gafa e a Tuberculose. Essas doenças são de grande relevância no setor agrícola, especialmente no Alentejo, onde a olivicultura desempenha um papel econômico e social crucial. A Gafa, por exemplo, pode causar perdas de até 100% na produção, impactando diretamente a qualidade do azeite e ameaçando variedades tradicionais de olival, como a galega. A Tuberculose, por sua vez, afeta a maioria dos olivais, reduzindo ainda mais a qualidade do produto final.

O biopesticida será desenvolvido a partir das folhas de cannabis, que atualmente precisam ser descartadas. O projeto pretende não só atender às necessidades dos olivicultores, mas também criar uma nova cadeia de valor para a indústria de cannabis medicinal em Portugal. Além disso, visa substituir pesticidas químicos que estão sendo descontinuados devido aos seus efeitos nocivos no meio ambiente, promovendo uma agricultura mais sustentável e alinhada às diretrizes da Comissão Europeia.

Ao integrar a agricultura sustentável com a química verde, o projeto “ValorCannBio” busca oferecer soluções inovadoras e ecologicamente corretas, contribuindo também para metas de redução de pesticidas até 2050.
 





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Fundecitrus recebe a visita do ministro de Agricultura e Pecuária


Titular da pasta visitou os laboratórios da instituição


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus recebeu, nesta segunda-feira (16), a visita do ministro de Agricultura e Pecuária, Carlos Henrique Baqueta Fávaro. O titular da pasta visitou os laboratórios da instituição e reforçou a necessidade de um trabalho em conjunto entre os setores público e privado para a mitigação do greening, a pior doença da citricultura. Durante a visita, o presidente do Fundecitrus, Lourival Carmo Monaco, e o gerente-geral, Juliano Ayres, apresentaram dados sobre a citricultura do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiros e os impactos que a doença vem provocando na produção de laranja.  

Fávaro destacou a evolução das pesquisas na citricultura e o papel fundamental que o Fundecitrus desempenha no controle fitossanitário dos pomares comerciais. Disse que o ministério vai se empenhar para contribuir com o setor na batalha contra a doença, em pesquisa e liberação de moléculas. “É um trabalho conjunto muito importante para a solução e o enfrentamento dessa doença. A citricultura brasileira é exemplo para o mundo e precisamos dessa parceria bastante forte para manter essa atividade forte também. A prioridade do ministério é a liberação de moléculas e apoio à pesquisa para o setor”, destacou   

Durante o encontro, Ayres reforçou a necessidade de uma construção conjunta de estratégias para batalha contra a doença e controle psilídeo. “É uma visita importantíssima para ampliarmos, ainda mais, a parceria que o Fundecitrus tem com o ministério. O greening demanda a construção de parcerias sólidas entre os setores público e privado para o controle da doença e a redução da incidência. É um trabalho conjunto que precisa ser ampliado em benefício de uma das maiores cadeias produtivas do Brasil”, diz.

Dentre outros, a comitiva do ministério também contou com a presença do prefeito de Araraquara, Edinho Silva; Carlos Goulart, secretário de Defesa Agropecuária; Edilene Cambraia Soares, diretora do Departamento de Sanidade Vegetal, e Marcelo Mota, diretor do Departamento de Saúde Animal; Guilherme Campos, secretário de Política Agrícola e Fábio Paarmann, superintendente do ministério em São Paulo.





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CMN aprova regras para renegociação de crédito rural em municípios gaúchos…


Entre as medidas, o Conselho autorizou as instituições financeiras a estender o prazo para pagamento das parcelas das operações de crédito rural contratadas até 15 de abril de 2024

Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou nesta quinta-feira (23) a Resolução CMN nº 5.164/24, que autoriza as instituições financeiras a prorrogarem as parcelas das operações de crédito rural de custeio, investimento e industrialização para produtores do Rio Grande do Sul afetados pelas enchentes ocorridas neste ano.

Para que as operações sejam elegíveis, elas devem ter sido contratadas até 15 de abril deste ano, com vencimento entre maio e dezembro de 2024. Além disso, os recursos devem ter sido liberados, parcial ou totalmente, antes de maio.

A medida tem como objetivo auxiliar os produtores rurais e agricultores familiares gaúchos que sofreram perda de renda igual ou superior a 30%. A prorrogação se aplica aos empreendimentos localizados em municípios com decreto de situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pelo Governo Federal.

No caso das operações de custeio e industrialização, a prorrogação pode ser estendida por até quatro anos, com a primeira parcela vencendo em 2025. Para operações de investimento, as parcelas podem ser prorrogadas por até 12 meses após a data de vencimento do contrato. Em ambos os casos, as demais condições do contrato original serão mantidas. Os mutuários deverão solicitar a prorrogação até 13 de setembro de 2024.

 

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CMN aprova regras para renegociação de crédito rural em municípios gaúchos afetados por enchentes

 

Além disso, a resolução autoriza as instituições financeiras, a seu critério, a prorrogar automaticamente para 15 de outubro de 2024 o vencimento das parcelas de principal e juros das operações de crédito rural de custeio, investimento e industrialização vencidas ou a vencer entre 1º de maio e 14 de outubro de 2024, desde que atendam aos critérios para obtenção dos descontos.

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IPCA-15 foi de 0,13% em setembro


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,13% em setembro, 0,06 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada em agosto (0,19%).

O IPCA-E, o IPCA-15 acumulado trimestralmente, foi de 0,62%, acima da taxa de 0,56% registrada em igual período de 2023.

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,15%. No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa é de 4,12%, abaixo dos 4,35% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Em setembro de 2023, o IPCA-15 foi de 0,35%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em setembro. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Habitação (0,50% e 0,08 p.p). Já Alimentação e bebidas (0,05% e 0,01 p.p.), grupo de maior peso no índice, registrou aumento de preços após dois meses de queda. As demais variações ficaram entre o recuo de 0,08% de Transportes e o aumento de 0,32% em Saúde e Cuidados Pessoais.

No grupo Habitação (0,50%), o principal impacto veio da energia elétrica residencial, que passou de -0,42% em agosto para 0,84% em setembro, com a vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 1 a partir de 1º de setembro. Além disso, houve os seguintes reajustes redução de 2,75% em Belém (-2,52%), a partir de 7 de agosto; e reajuste médio de 0,06% em uma das concessionárias de Porto Alegre (2,81%), a partir de 19 de agosto.

Destaca-se, ainda, a alta da taxa de água e esgoto (0,38%), que decorre dos seguintes reajustes tarifários: redução média de 0,61% em São Paulo (-0,15%), a partir de 23 de julho; de 5,81% em Salvador (3,02%), a partir de 1º de agosto; e de 8,05% em Fortaleza (5,23%), a partir de 5 de agosto. O resultado do subitem gás encanado (0,19%) decorre do reajuste de 2,77% no Rio de Janeiro (1,43%), a partir de 1º de agosto; e da mudança na estrutura das faixas de consumo nas faturas em Curitiba (-2,01%), também a partir de 1° de agosto.

No grupo Transportes (-0,08% e -0,02 p.p), o resultado foi influenciado pela gasolina (-0,66% e -0,03 p.p.). Em relação aos demais combustíveis (-0,64%), o etanol (-1,22%) também recuou, enquanto o gás veicular (2,94%) e o óleo diesel (0,18%) apresentaram altas. As passagens aéreas registraram aumento nos preços (4,51% e 0,03 p.p).

No grupo Alimentação e Bebidas (0,05%), alimentação no domicílio registrou variação de -0,01%, após recuar 1,30% no mês anterior. Contribuíram para esse resultado as quedas da cebola (-21,88%), da batata-inglesa (-13,45%) e do tomate (-10,70%). No lado das altas, destacam-se o mamão (30,02%), a banana-prata (7,29%) e o café moído (3,32%).

A alimentação fora do domicílio (0,22%) desacelerou em relação ao mês de agosto (0,49%), em virtude das altas menos intensas do lanche (de 0,76% em agosto para 0,20% em setembro) e da refeição (0,37% em agosto para 0,22% em setembro).

Quanto aos índices regionais, sete áreas de abrangência tiveram alta em setembro. A maior variação foi observada em Salvador (0,35%), por conta da alta da gasolina (2,17%) e do gás de botijão (3,04%). Já o menor resultado foi em Recife (-0,37%), que registrou queda nos preços da gasolina (-4,51%) e da cebola (-31,80%).

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 15 de agosto a 13 de setembro de 2024 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 16 de julho a 14 de agosto de 2024 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.





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Clima favorável aumenta expectativa da produção de soja no Paraná


Paraná avança no plantio de soja





Foto: Pixabay

De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, na última semana, as condições climáticas foram propícias para o avanço do plantio das culturas de verão no Paraná, com destaque para a soja, principal cultura agrícola do estado. Segundo dados recentes, dos 5,8 milhões de hectares previstos para o plantio nesta safra, 600 mil hectares já foram semeados, representando 10% do total.

A produção estimada de soja para esta temporada é de 22,4 milhões de toneladas, o que, se confirmado, representará um aumento de 21% em relação à safra anterior. A expansão se dá pelo bom clima, que favoreceu o desenvolvimento inicial das lavouras e elevou as expectativas para o ciclo atual.

O Sul do Paraná é a principal região produtora de soja, com previsão de plantio em 1,67 milhão de hectares, o que equivale a 28,7% da área total do estado destinada à cultura. Em seguida, a região Norte ocupa a segunda posição, com previsão de 1,48 milhão de hectares plantados, correspondendo a 25,4% da área total.





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perdas podem gerar prejuízo de R$ 1,3 bilhão no Paraná


De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a colheita de trigo no Paraná se aproxima de metade da área semeada, com projeção de 2,58 milhões de toneladas colhidas em uma área de 1,15 milhão de hectares. No entanto, as perdas médias no estado foram calculadas em 32%, devido à seca severa e geadas que impactaram as lavouras durante o inverno.

O volume total de trigo esperado inicialmente era de 3,8 milhões de toneladas, representando uma redução de 1,2 milhão de toneladas na estimativa atual. Essas perdas podem gerar um impacto financeiro de até R$ 1,3 bilhão aos triticultores paranaenses, montante que só pode ser parcialmente amenizado por contratos de seguro.

A cultura da cevada também foi prejudicada, com uma produção projetada em 291 mil toneladas, 14% abaixo do potencial estimado de 340 mil toneladas. No entanto, devido ao ciclo mais longo e à concentração das áreas no sul do estado, a cevada apresentou uma melhor resposta às condições climáticas adversas, em comparação ao trigo.

A aveia, por sua vez, deve registrar perdas de 26%. Contudo, a possibilidade de colheita em áreas alternativas pode levar à reavaliação desse número. Mesmo assim, as perdas são significativas, especialmente para uma cultura conhecida por sua rusticidade.

No que diz respeito ao milho, o plantio da primeira safra de 2024/25 já atingiu 60% dos 257 mil hectares previstos. A produção esperada é de 2,6 milhões de toneladas, com as principais regiões produtoras, Ponta Grossa e Guarapuava, já com 85% e 70% das áreas plantadas, respectivamente.





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