quarta-feira, abril 22, 2026

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Frente fria traz tempestade ao Sul do Brasil


A segunda-feira, 2 de dezembro de 2024, começa com a formação de uma frente fria acompanhada por um sistema de baixa pressão, trazendo chuvas volumosas ao sul do país. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, essa configuração climática também provoca instabilidades no centro do Brasil, afetando diretamente áreas agrícolas essenciais para a produção de grãos e outras culturas.

No Rio Grande do Sul (RS), a metade norte enfrenta precipitações que podem ultrapassar os 100 mm em algumas localidades, enquanto o sul do estado já tem tempo firme. Em Santa Catarina (SC) e no Paraná (PR), as chuvas são menos intensas, mas ainda preocupam agricultores que trabalham com soja, milho e feijão, especialmente em áreas suscetíveis a alagamentos.

Centro-Oeste e Sudeste

No Centro-Oeste, o avanço da frente fria canaliza corredores de umidade, elevando o risco de tempestades no sul de Mato Grosso do Sul (MS), uma região estratégica para o cultivo de soja. Goiás (GO) e Mato Grosso (MT) também terão pancadas isoladas, que ajudam a manter a umidade do solo, mas aumentam o risco de doenças em culturas como milho e algodão. No Sudeste, o cenário é semelhante, com chuvas esparsas em São Paulo (SP) e Minas Gerais (MG), favorecendo a recuperação hídrica, mas exigindo atenção dos produtores para evitar perdas por doenças fúngicas.

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Norte e Nordeste

No Norte, as chuvas são menos frequentes em estados como Acre (AC) e Rondônia (RO), mas o calor combinado com a umidade cria condições para pancadas localizadas no Pará (PA) e Tocantins (TO). No Nordeste, áreas como o sul do Maranhão (MA) e da Bahia (BA) registram precipitações isoladas, importantes para as pastagens, mas ainda insuficientes para a plena recuperação de culturas como feijão e milho.

Áreas com tempo firme

Regiões como o sul do RS, centro-leste da BA e partes do oeste da região Norte terão tempo estável nesta segunda-feira, oferecendo condições ideais para colheitas e manejo agrícola.

Perspectivas para a semana

O meteorologista Gabriel Rodrigues prevê chuvas abrangentes ao longo da semana em quase todo o Brasil, com exceção do leste da Bahia, Sergipe e Alagoas, que devem continuar enfrentando períodos mais secos. As projeções destacam acumulados superiores a 100 mm em regiões como o norte do RS, oeste de SC, Paraná (PR), sul de Minas Gerais (MG) e leste do Mato Grosso do Sul (MS).





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Balança comercial paulista tem déficit


A balança comercial paulista apresentou déficit de US$ 1,1 bilhão em outubro de 2024, reflexo da queda de 1,54% nas exportações totais e do aumento de 17,84% nas importações. Os dados são do relatório Acompanhamento do Comércio Exterior, elaborado pelo Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), com base em informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).  

O agronegócio, responsável por 43% das exportações do estado, foi destaque, alcançando US$ 2,78 bilhões no mês, um crescimento de 16,45% em relação ao mesmo período de 2023. Entre os produtos que impulsionaram o desempenho estão o açúcar de cana bruto (+23,4%), a carne bovina in natura (+63,3%) e a celulose (+128,3%). Em contrapartida, alguns itens tiveram retração expressiva, como a soja em grãos (-81,5%) e o álcool etílico (-56%).  

As importações relacionadas ao agronegócio também registraram alta, somando US$ 492,7 milhões, um aumento de 15,58%. Os principais produtos que contribuíram para esse crescimento foram a borracha natural, com alta de 110,1%, além de itens como papel e salmões, que também tiveram elevação nos valores importados.  

De janeiro a outubro, o agronegócio paulista gerou superávit de US$ 21 bilhões, mas o déficit de US$ 26,1 bilhões dos demais setores resultou em um saldo negativo de US$ 5,1 bilhões na balança comercial estadual. Em contraste, no cenário nacional, o agronegócio foi essencial para o saldo positivo, contribuindo com US$ 12,5 bilhões em outubro e ajudando a balança comercial brasileira a registrar um superávit de US$ 4,34 bilhões no período.

 





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Avanços no plantio e colheita na Argentina



A colheita de trigo atingiu 38,7% da área cultivada



No milho, 41,3% das 6,3 milhões de hectares planejados já foram semeados
No milho, 41,3% das 6,3 milhões de hectares planejados já foram semeados – Foto: Divulgação

O relatório Panorama Agrícola Semanal (PAS) e Estado y Condición de Cultivos (ECC), divulgado pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), destaca o progresso no plantio e na colheita das principais culturas agrícolas na Argentina. A semeadura de soja avançou 8,6 pontos percentuais na última semana, alcançando 44,4% da área projetada em nível nacional. Do total, 60% da soja de primeira já foi implantada.  

No milho, 41,3% das 6,3 milhões de hectares planejados já foram semeados. As condições climáticas favoráveis contribuíram para a melhoria do estado das lavouras, com 96,6% da área em condições classificadas como normais a excelentes. Já o girassol, com 99% da área projetada de 2 milhões de hectares plantada, enfrenta atrasos devido às chuvas, registrando avanço semanal de apenas 0,2 ponto percentual. Apesar disso, 99,4% da área apresenta condições normais a excelentes.  

A colheita de trigo atingiu 38,7% da área cultivada, com avanço intersemanal de 9,4 pontos percentuais. O rendimento médio subiu para 21,2 sacas por hectare, confirmando a previsão de produção em 18,6 milhões de toneladas. Enquanto isso, a cevada registra colheita em 4,7% da área apta, com rendimento médio de 37,5 sacas por hectare. Os primeiros lotes já estão sendo colhidos no sul da área agrícola argentina.  

Esses dados, segundo o próprio levantamento, reforçam o desempenho sólido das principais culturas na Argentina, apesar dos desafios climáticos pontuais. A BCBA mantém um monitoramento contínuo para avaliar as condições de desenvolvimento e produtividade das lavouras.

 





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Dólar fecha em alta de 0,76% em meio à escalada do conflito Rússia-Ucrânia


Logotipo Reuters

 

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar fechou a quinta-feira pós-feriado no Brasil em alta, novamente acima dos 5,80 reais, com as cotações acompanhando o avanço da moeda norte-americana no exterior em meio à escalada do conflito entre Rússia e Ucrânia no leste europeu.

O dólar à vista fechou o dia com avanço de 0,76%, cotado a 5,8117 reais. Esta é a maior cotação de fechamento desde 1º de novembro, quando a divisa encerrou a 5,8699 reais. Em novembro a divisa acumula alta de 0,52%.

Às 17h23, o dólar para dezembro — o mais líquido atualmente no Brasil — subia 0,61%, aos 5,8175 reais.

A moeda norte-americana operou em alta ante o real durante todo o dia, em meio à aversão global ao risco com a escalada do conflito entre Rússia e Ucrânia.

Enquanto Kiev acusou Moscou de utilizar um míssil balístico intercontinental para atacar seu território — um artefato com alcance de milhares de quilômetros e capacidade nuclear –, a Rússia disse que uma nova base de defesa dos EUA contra mísseis balísticos no norte da Polônia levará a um aumento no nível geral de perigo nuclear.

Com a pressão vinda do exterior, o dólar à vista oscilou entre a cotação mínima de 5,7826 reais (+0,25%) às 9h02, logo após a abertura, e a máxima de 5,8342 reais (+1,15%) às 13h51.

Operador ouvido pela Reuters pontuou que o exterior conduziu os negócios, deixando em segundo plano as questões locais, como a expectativa pela divulgação do pacote de medidas fiscais do governo Lula.

Também ficou em segundo plano, sem impactos sobre as cotações, a notícia de que a Polícia Federal indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, além de outras 36 pessoas, entre elas o candidato a vice na chapa bolsonarista na eleição de 2022, o general da reserva Walter Braga Netto.

No fim da manhã o Banco Central vendeu todos os 15.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados em leilão para rolagem do vencimento de 2 de janeiro de 2025.

Às 17h22, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,37%, a 107,000.

Na quarta-feira, o mercado doméstico de câmbio permaneceu fechado com o feriado nacional do Dia da Consciência Negra.





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Projeção de crescimento em 2025



Os produtores estão otimistas



Mato Grosso, um dos maiores polos produtores de milho do Brasil, teve uma safra recorde
Mato Grosso, um dos maiores polos produtores de milho do Brasil, teve uma safra recorde – Foto: Pixabay

A produção brasileira de milho voltada para a produção de etanol deve alcançar cerca de 30 milhões de toneladas em 2025, representando aproximadamente 25% da produção total do país. A projeção otimista foi apresentada por Jeferson Souza, consultor financeiro, durante o V Encontro Técnico do milho, realizado em Cuiabá, nos dias 28 e 29 de novembro de 2024. Souza destacou que o cenário para a safra de milho é promissor, com preços mais altos e uma lucratividade favorável aos produtores de Mato Grosso. No entanto, o aumento na área de plantio depende das condições climáticas, especialmente na janela de plantio da segunda safra.

Mato Grosso, um dos maiores polos produtores de milho do Brasil, teve uma safra recorde em 2023/24, com 43,8 milhões de toneladas, representando 38% da produção nacional. A moagem de milho para etanol cresceu 37,86% em relação ao ano anterior, impulsionada por grandes investimentos. Empresas como a ALD Bioenergia Deciolândia anunciaram investimentos de R$ 1 bilhão para expandir sua capacidade produtiva até 2026. Marco Orozimbo, diretor executivo da empresa, destacou a demanda crescente por biocombustíveis e subprodutos como o DDG, que impulsionam o setor.

Os produtores estão otimistas, com o IMEA estimando um aumento de 10,03% na produção de etanol em 2024/2025, sendo o milho a principal matéria-prima. No entanto, a adoção de um planejamento estratégico é essencial para garantir a rentabilidade, conforme afirmou o produtor Marcelo Vankevicius. Durante o evento, especialistas da Fundação MT abordaram temas técnicos cruciais para aumentar a produtividade, como controle de pragas, cuidados com o clima e a irrigação, além do investimento em fertilidade do solo.

 





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qualidade baixa direciona produção para alimentação animal


Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS divulgado na quinta-feira (28), a colheita da aveia branca no Rio Grande do Sul já foi realizada em 97% da área cultivada, estimada em 354.987 hectares. A produtividade média no Estado está projetada em 2.474 kg/ha. Nas regiões da Campanha e Campos de Cima da Serra, cerca de 25% das lavouras ainda aguardam colheita, com previsão de finalização nos próximos dias devido às condições climáticas favoráveis.

A produtividade variou ao longo do Estado, sendo influenciada por fatores climáticos, como precipitações e ventos intensos, e pelo nível de adoção de tecnologias de manejo, especialmente no controle fitossanitário.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o tempo seco a partir de 20/11 acelerou o avanço da colheita, que já atingiu 75%. Na Fronteira Oeste, municípios como Maçambará concluíram os trabalhos, com produtividade média de 2.090 kg/ha, representando uma quebra de 5% em relação à previsão inicial.

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Na Campanha, regiões como Caçapava do Sul e Lavras do Sul ainda têm 70% e 45% das áreas colhidas, respectivamente. Em Hulha Negra, onde 20% das lavouras foram colhidas, o rendimento está abaixo do esperado, variando entre 1.200 e 1.400 kg/ha devido ao excesso de chuvas, baixa radiação solar e alta infestação de azevém.

Na região de Ijuí, a colheita foi concluída, mas a produtividade média de 2.530 kg/ha ficou abaixo do previsto. A qualidade do grão não atendeu aos padrões industriais para consumo humano, e a produção tem sido armazenada para uso na alimentação animal.

Já na região de Soledade, os trabalhos também foram finalizados, com produtividade estimada em 3 mil kg/ha.

Os preços da aveia branca destinada à indústria variaram conforme a região. Em Ijuí, a saca de 60 quilos foi comercializada a R$ 60,00, enquanto em Passo Fundo alcançou R$ 78,00.





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mercado fechou semana com acomodação nos preços



Final do mês reduz consumo de carne, mas 13° salário pode impulsionar varejo




Foto: Pixabay

Nas praças pecuárias de São Paulo, a semana foi marcada por estabilidade nos preços do boi gordo durante quatro dias consecutivos. O mercado interno enfrenta dificuldades no escoamento da carne bovina, reflexo das altas recentes nos preços e do menor poder de compra da população, típico do final de mês.

Na B3, os contratos futuros para dezembro de 2024 registraram queda significativa de 5,7%, com desvalorização de R$ 19,35/@ no comparativo diário. Diversas indústrias frigoríficas reduziram a atividade de compra, mantendo as escalas de abate preenchidas, em média, para cinco dias úteis.

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Com a chegada da primeira parcela do 13° salário e os pagamentos salariais previstos para a próxima semana, o setor varejista espera melhora no ritmo de escoamento da carne bovina, acompanhando a maior liquidez no mercado interno.

Na região de Dourados, Mato Grosso do Sul, o mercado seguiu equilibrado no fechamento do mês, mesmo com o lento escoamento da carne. A falta de oferta de boiadas contribuiu para manter a estabilidade, com escalas de abate médias de cinco dias úteis.

Já no Sudeste de Rondônia, os preços permaneceram inalterados na análise diária, enquanto as escalas de abate estão mais confortáveis, atingindo cerca de 10 dias úteis.





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chuvas amenizam impacto da estiagem



Algumas lavouras já contabilizam prejuízos no estado




Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (28) pela Emater/RS-Ascar, o plantio do milho na safra 2024/2025 no Rio Grande do Sul avançou apenas 4% na última semana, alcançando 88% da área projetada. As lavouras estão divididas entre os estágios de desenvolvimento vegetativo (42%), florescimento (27%) e enchimento de grãos (31%).

A ocorrência de chuvas entre os dias 19 e 20 de novembro contribuiu para elevar os níveis de umidade do solo em algumas regiões, especialmente onde os volumes pluviométricos foram mais significativos. Nas áreas irrigadas, o potencial produtivo permanece elevado, impulsionado por alta radiação solar durante o dia e temperaturas mais amenas à noite.

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No entanto, a escassez hídrica em novembro trouxe prejuízos consideráveis às lavouras de sequeiro, especialmente nas regiões Noroeste e Centro do estado. Sintomas como enrolamento de folhas, senescência e secamento dos pendões foram observados. Em algumas áreas, as perdas já são consolidadas, e a continuidade desse cenário pode aumentar a procura por seguros agrícolas e Proagro.

Os tratos culturais variaram de acordo com o estágio das lavouras. Em áreas em germinação ou desenvolvimento vegetativo, os produtores investiram em adubação nitrogenada e controle de plantas daninhas. A aplicação de defensivos foi realizada apenas em casos monitorados de necessidade.

Para a safra atual, a Emater/RS-Ascar estima o cultivo de 748.511 hectares, com produtividade média projetada de 7.116 kg/ha.

No âmbito comercial, o preço médio da saca de 60 kg do milho apresentou leve alta de 0,04%, passando de R$ 68,14 para R$ 68,17 na comparação semanal.





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Clima impacta produção de pêssegos no Rio Grande do Sul


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (28), a colheita do pêssego segue em ritmo acelerado no Rio Grande do Sul, com resultados distintos conforme a região e as condições climáticas enfrentadas ao longo do ciclo. As variedades de ciclo médio estão em destaque, enquanto o manejo adequado tem sido essencial para manter a sanidade e o vigor dos pomares.

Na região de Caxias do Sul, a colheita das variedades precoces foi concluída, e as de ciclo médio, como Chimarrita e BRS Fascínio, ganham intensidade, apesar de uma maturação desuniforme causada por floração prolongada e temperaturas baixas. As variedades tardias, como Eragil e Chiripá, seguem em crescimento pós-raleio, com boa carga de frutos e baixos índices de pragas, como a mosca-das-frutas. O preço por calibre varia de R$ 1,50/kg a R$ 6,00/kg.

Em Pelotas, a abertura oficial da colheita aconteceu em 21 de novembro, seguida pela Feira Municipal do Pêssego no Mercado Público. A região enfrenta alta incidência de bacteriose e podridão-parda devido ao excesso de chuva, elevando as demandas por Proagro. O preço de referência foi fixado em R$ 2,50/kg para frutos tipo I e R$ 2,20/kg para tipo II.

As variedades precoces estão sendo colhidas com boa sanidade, mas os preços caíram, ficando entre R$ 3,50 e R$ 4,00/kg. Mais de 80% dos pomares, com variedades como Kampai e Eragil, estão na fase final de formação de frutos, mantendo o potencial produtivo adequado.

Em São Vicente do Sul, na região de Santa Maria, a produção é razoável e atende às expectativas comerciais. Já em Soledade, as variedades de ciclo médio estão em colheita, com preços iniciais no mercado local chegando a R$ 12,00/kg.





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Paraná conclui plantio com projeções otimistas



Produção paranaense de soja é estimada em 22,3 milhões de toneladas




Foto: Canva

O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, divulgou nesta quinta-feira (28) o boletim semanal sobre a conjuntura agropecuária do estado. O relatório destaca a conclusão do plantio da safra 2024/2025 de soja e milho, mas aponta deterioração nas condições gerais das lavouras de soja devido à irregularidade climática em algumas regiões.

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Com 99% da área estimada de 5,77 milhões de hectares já plantada, a soja enfrenta desafios climáticos que reduziram o percentual de áreas em boas condições de 99% para 92% nesta semana. As regiões mais impactadas incluem Londrina, Toledo, Cascavel e Umuarama. Apesar disso, a expectativa de produção permanece robusta, com projeção de 22,3 milhões de toneladas.

O plantio do milho também foi concluído, abrangendo 256 mil hectares. As lavouras apresentam, em sua maioria, boas condições no campo, com uma estimativa de produção de 2,6 milhões de toneladas para a safra.





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