quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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queda na produtividade da aveia branca



Clima adverso afeta produção de aveia branca




Foto: Canva

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (05), a colheita da aveia branca foi concluída no Rio Grande do Sul,. A área cultivada alcançou 354.987 hectares, com uma produtividade estimada em 2.247 kg/ha, o que representa uma redução de 9,17% em comparação à estimativa anterior de 2.474 kg/ha.

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A produção total foi revisada para 797.759 toneladas, sendo o resultado impactado por condições climáticas adversas ao longo do ciclo produtivo, como chuvas intensas e ventos fortes, especialmente em algumas regiões do estado. Outros fatores, como manejo inadequado de fertilidade e sanidade das lavouras, também contribuíram para a queda na produtividade.

Na comercialização, os preços médios da saca de 60 quilos variaram entre R$ 60,00 na região de Ijuí e R$ 78,00 na região de Passo Fundo.





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Boi gordo fecha semana com preços estáveis



Primeira quinzena de dezembro registra queda acumulada no pecuário




Foto: Sheila Flores

Apesar de um mercado pressionado, a sexta-feira iniciou com preços estáveis para o boi gordo, mantendo uma característica recorrente desse dia da semana. Durante os últimos dias, a pressão nas cotações foi alimentada por uma ponta compradora abastecida, levando os vendedores a adotar uma postura retraída, fechando negócios apenas conforme a necessidade. Na primeira quinzena de dezembro, o boi gordo registrou queda acumulada de R$ 35,00 por arroba, conforme o informativo Tem Boi na Linha.

De acordo com informativo, na região de Dourados, no Mato Grosso do Sul, a sexta-feira manteve a pressão sobre os preços. As cotações para todas as categorias abriram o dia com recuo de R$ 5,00/@, mesmo com um volume reduzido de movimentações.

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No mercado baiano, o escoamento de carne enfraquecido e as escalas de abate superiores a 10 dias resultaram em uma queda de R$ 5,00/@ para todas as categorias.

No Triângulo Mineiro, a oferta elevada de fêmeas, especialmente mais velhas, pressionou os preços da vaca para baixo, com redução de R$ 5,00/@. Já o boi e a novilha mantiveram estabilidade nos valores no comparativo diário.





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Pressão baixista persiste no mercado do boi gordo



Essa dinâmica reflete o atual momento de mudança de ciclo no setor



Essa dinâmica reflete o atual momento de mudança de ciclo no setor
Essa dinâmica reflete o atual momento de mudança de ciclo no setor – Foto: Divulgação

De acordo com análise da StoneX, o mercado do boi gordo na B3 segue pressionado por uma tendência de baixa. O índice contínuo do boi gordo registrou queda para R$ 310/@ na última semana, uma redução significativa em relação aos R$ 350/@ observados no final de novembro de 2023. Além disso, os contratos futuros, especialmente os de fevereiro de 2025, estão sendo negociados a R$ 307/@, com alertas de que os preços possam recuar ainda mais, chegando à marca de R$ 300/@.  

Essa dinâmica reflete o atual momento de mudança de ciclo no setor, em que a redução da oferta e a demanda aquecida, tanto no mercado interno quanto no externo, não foram suficientes para impedir a queda nos preços. Um fator relevante para explicar essa variação é o aumento dos abates, indicando que o volume ofertado no mercado pode ter superado a demanda efetiva, pressionando as cotações.  

Com o mercado em alerta, agentes econômicos seguem monitorando de perto os dias de espera para compras nos frigoríficos, que podem indicar desequilíbrios entre oferta e demanda. Além disso, a volatilidade dos contratos futuros na B3 e sua resposta a esses movimentos seguem como pontos de atenção para os próximos meses.  

“Sem dúvidas em relação com a mudança de ciclo e a redução da oferta, assim como com a demanda tanto externa como interna ainda aquecidas, a explicação dessa brusca variação estaria no nível de abates, já que há indícios de que o volume que esperava ser vendido se encontrava acima da demanda a ser realizada. Sendo assim, continuarão sendo monitoradas de perto os dias de espera para compras nos frigoríficos, assim como volatilidade nas negociações das cotações futuras e as suas respostas em relação a isso”, conclui.

 





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O futuro da agricultura sustentável



O crescimento do mercado é impulsionado pela crescente demanda global por alimentos



O crescimento do mercado é impulsionado pela crescente demanda global por alimentos
O crescimento do mercado é impulsionado pela crescente demanda global por alimentos – Foto: Pixabay

A agricultura sempre foi fundamental para o desenvolvimento humano, e com o crescimento populacional e os desafios ambientais, a busca por práticas mais sustentáveis nunca foi tão urgente. Os Nanofertilizantes surgem como uma solução inovadora, com previsão de crescimento do mercado para US$ 12,4 bilhões até 2034. Ao utilizar nanotecnologia, esses fertilizantes fornecem nutrientes de forma mais eficiente, liberando-os de maneira controlada para garantir a absorção ideal pelas plantas.

Diferente dos fertilizantes tradicionais, que muitas vezes resultam em desperdício e poluição, os nanofertilizantes reduzem a quantidade de insumos necessários, aumentando a produtividade e diminuindo os impactos ambientais. Eles estão disponíveis em várias formas, como nanocompostos e nutrientes nanoencapsulados, e sua aplicação precisa melhora a saúde do solo, além de otimizar o uso dos fertilizantes.

O crescimento do mercado é impulsionado pela crescente demanda global por alimentos, com a população projetada para atingir 9,7 bilhões até 2050, e as preocupações com a sustentabilidade, como a degradação do solo e da água. Além disso, há forte apoio governamental para práticas agrícolas sustentáveis e investimentos em nanotecnologia. Contudo, desafios como os altos custos de produção, questões regulatórias e a falta de conhecimento dos agricultores sobre os benefícios dos nanofertilizantes precisam ser superados.

O mercado é segmentado por tipo de nutrientes e aplicação, com destaque para a produção de culturas e horticultura. Regiões como América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico estão na vanguarda, com a América Latina também se destacando pela adoção de tecnologias inovadoras. Empresas como BASF, Nutrien e Yara estão investindo na pesquisa e desenvolvimento de nanofertilizantes, moldando o futuro da agricultura. Até 2034, espera-se que essa tecnologia desempenhe um papel essencial na segurança alimentar e na sustentabilidade.

 





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Mato Grosso lidera exportações de algodão no Brasil, aponta Imea



MT consolidou liderança no mercado de algodão




Foto: Divulgação

Mato Grosso consolidou sua posição de liderança no mercado brasileiro de algodão ao exportar 186,80 mil toneladas de pluma em novembro de 2024, o maior volume mensal registrado desde o início da safra 2023/24. Esse montante representou 62,37% do total exportado pelo Brasil no período, segundo informações do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Entre os principais destinos do algodão mato-grossense, a China retomou o posto de maior compradora, adquirindo 43,54 mil toneladas no mês, seguida de perto pelo Vietnã, com 42,83 mil toneladas.

No acumulado da safra 2023/24 até novembro, Mato Grosso já embarcou 505,54 mil toneladas de algodão, configurando o segundo maior volume da série histórica para o período de agosto a novembro.

Perspectivas para a Safra 2023/24

O Imea projeta que Mato Grosso exporte 1,80 milhão de toneladas de algodão ao longo do ciclo da safra 2023/24, com estimativa de que 1,29 milhão de toneladas sejam embarcadas até julho de 2025. No entanto, é importante destacar que o beneficiamento da safra ainda está em andamento, o que significa que nem toda a produção está disponível para exportação neste momento.

 





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Fraude no leite destaca a necessidade de reforçar fiscalização



Fraude abala a confiança dos consumidores




Foto: Divulgação

Os recentes casos de adulteração de leite no Rio Grande do Sul, que resultaram na apreensão de toneladas de produtos fraudulentos, trazem à tona a urgência de uma fiscalização agropecuária mais robusta e bem estruturada no Brasil. De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), essa atuação é essencial para garantir a qualidade e segurança dos alimentos consumidos pelos brasileiros e exportados para outros países.

As práticas criminosas de adulteração não apenas colocam em risco a saúde pública, mas também abalam a confiança dos consumidores nos produtos de origem animal e vegetal. O presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo, enfatizou que tais ocorrências são inaceitáveis:

“Casos de adulteração de alimentos não podem ser tolerados, e a proteção à saúde pública deve ser uma prioridade inegociável. É fundamental que as autoridades adotem medidas imediatas para ampliar e fortalecer a fiscalização agropecuária em todo o país.”

A entidade reforça que a falta de auditores fiscais é um dos maiores desafios enfrentados pelo setor. O déficit de profissionais compromete a capacidade de resposta às irregularidades, favorecendo a impunidade e aumentando o risco de novas fraudes. Para combater essas práticas, o sindicato defende a realização de concursos públicos para repor o quadro de fiscais, além de melhorias nas condições de trabalho.

A Anffa Sindical alerta ainda que a segurança alimentar é um pilar estratégico para o Brasil, tanto para o mercado interno quanto para manter a competitividade no comércio internacional. Sem uma fiscalização eficaz, o país corre o risco de prejudicar sua imagem perante outros mercados.





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Faesp quer retratação do Carrefour sobre a decisão do grupo em não comprar…


Uma das principais marcas de varejo, por meio do CEO do Carrefour França, anunciou que suspenderá vendas de carne do Mercosul: decisão gera críticas e debate sobre sustentabilidade

O Carrefour França anunciou que suspenderá a venda de carne proveniente de países do Mercosul, incluindo o Brasil, alegando preocupações com sustentabilidade, desmatamento e respeito aos padrões ambientais europeus. A afirmação é do CEO do Carrefour na França, Alexandre Bompard, nas redes sociais do empresário, mas destinada ao presidente do sindicato nacional dos agricultores franceses, Arnaud Rousseau.

A decisão gerou repercussão negativa no Brasil, especialmente no setor agropecuário, que considera a medida protecionista e prejudicial à imagem da carne brasileira, amplamente exportada e reconhecida pela qualidade.

Essa decisão reflete tensões maiores entre a União Europeia e o Mercosul, com debates sobre padrões de produção e sustentabilidade como pontos centrais. Para a Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), essa decisão é prejudicial ao comércio entre França e Brasil, com impactos negativos também aos consumidores do Carrefour.

Os argumentos da pauta ambiental alegada pelo Carrefour e pelos produtores de carne na França não se sustentam, uma vez que a produção da pecuária brasileira está entre as mais sustentáveis do planeta. Esta posição, vinda de uma importante marca de varejo, é um indício de que os investimentos do grupo Carrefour no Brasil devem ser vistos com ressalva, segundo o presidente da Faesp, Tirso Meirelles.

“A declaração do CEO do Carrefour França, Alexandre Bompard, demonstra não apenas uma atitude protecionista dos produtores franceses, mas um total desconhecimento da sustentabilidade do setor pecuário brasileiro. A Faesp se solidariza com os produtores e espera que esse fato isolado seja rechaçado e não influencie as exportações do país. Vale lembrar que a carne bovina é um dos principais itens de comercialização do Brasil”, disse Tirso Meirelles.

O coordenador da Comissão Técnica de Bovinocultura de Corte da Faesp, Cyro Ferreira Penna Junior, reforça esta tese. “A carne brasileira é a mais sustentável e competitiva do planeta, que atende aos padrões mais elevados de qualidade e exigências do consumidor final. Tais retaliações contra o nosso produto aparentam ser uma ação comercial orquestrada de produtores e empresas da União Europeia que não conseguem competir conosco no ‘fair play’”, diz Cyro.

Para o presidente da Faesp, cabe ao Carrefour reavaliar sua posição e, eventualmente, se retratar publicamente, uma vez que esta decisão, tomada unilateralmente e sem critérios técnicos, revela uma falta de compromisso do grupo com o Brasil, um importante mercado consumidor.

Várias outras instituições se posicionaram contra a decisão do Carrefour, e o Ministério da Agricultura (Mapa). “No que diz respeito ao Brasil, o rigoroso sistema de Defesa Agropecuária do Mapa garante ao país o posto de maior exportador de carne bovina e de aves do mundo”, diz o Mapa em comunicado. “Vale reiterar que o Brasil possui uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo e atua com transparência no setor […] O Mapa não aceitará tentativas vãs de manchar ou desmerecer a reconhecida qualidade e segurança dos produtos brasileiros e dos compromissos ambientais brasileiros”, continua a nota.





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milho registra alta após relatório do USDA



Brasil e a Argentina mantiveram suas estimativas de produção inalteradas




Foto: Divulgação

De acordo com a análise semanal do Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada nesta quinta-feira (12), Os preços do milho na Bolsa de Chicago apresentaram elevação nesta semana, com o primeiro contrato cotado encerrando a quinta-feira (12) a US$ 4,31 por bushel, acima dos US$ 4,26 registrados na semana anterior. O relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado no dia 10, influenciou o mercado ao manter a estimativa para a safra de milho dos EUA em 2024/25, mas reduzir os estoques finais, o que contribuiu para a alta nos preços.

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A produção de milho nos Estados Unidos foi estimada em 384,6 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais caíram para 44,2 milhões de toneladas. Em âmbito global, a produção mundial do grão foi reduzida para 1,218 bilhão de toneladas, uma queda de cerca de um milhão em relação às projeções de novembro. Já os estoques finais globais recuaram para 296,4 milhões de toneladas, uma redução de aproximadamente 8 milhões, conforme o apontado pelo Ceema.

Segundo o Ceema, o Brasil e a Argentina mantiveram suas estimativas de produção inalteradas, em 127 milhões e 51 milhões de toneladas, respectivamente. As exportações brasileiras de milho para o novo ano comercial são projetadas em 48 milhões de toneladas. Nos Estados Unidos, o preço médio do milho para os produtores foi mantido em US$ 4,10 por bushel.





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Produtores têm melhor momento para compra de insumos



Preços dos fertilizantes registraram uma redução média de 2% em novembro




Foto: Divulgação

O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) fechou novembro de 2024 em 0,98, representando uma redução de 3% em comparação ao mês anterior, quando o indicador registrava 1,01. Esta é a segunda queda consecutiva no índice, sinalizando um momento ainda mais oportuno para os produtores adquirirem insumos, já que valores mais baixos refletem condições mais vantajosas de troca.

Nesse cenário, as commodities agrícolas também mostraram crescimento nos preços, com um aumento médio de 3%. A cana-de-açúcar liderou a valorização, subindo cerca de 6%, seguida pelo milho, que apresentou alta de 4%. Com o plantio da soja se aproximando do fim em diversas regiões brasileiras, as expectativas para uma safra robusta continuam em alta. Além disso, o La Niña foi considerado neutro pelos órgãos meteorológicos, favorecendo as condições climáticas das lavouras até o momento.

Insumos em queda

Os preços dos fertilizantes registraram uma redução média de 2% em novembro. A ureia foi o destaque, com uma queda de 8%, enquanto o superfosfato simples (SSP) teve uma redução de 5%. Este cenário reflete uma janela estratégica para compras de insumos, especialmente diante da alta de 3% no dólar no mesmo período, impulsionada por medidas fiscais do governo, como cortes de gastos e mudanças no imposto de renda.

Agora, o foco dos produtores e do mercado está no encerramento do plantio da soja, no acompanhamento do desenvolvimento das lavouras e na janela de plantio da safrinha. Além disso, o desempenho do clima será um fator determinante para as próximas safras.





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prejuízos podem chegar a R$ 6 mil por hectare


No Brasil, a safra 2024/25 de soja está com quase toda a área plantada nos principais estados produtores. Após um início impactado por uma seca prolongada, as chuvas ocorridas entre o final de outubro e novembro possibilitaram a aceleração do plantio. Apesar do avanço, o clima segue como fator crítico, trazendo desafios para garantir boa produtividade e uma colheita bem-sucedida.

“Estamos entrando em um período de alta incidência de chuvas nas principais áreas produtoras de soja, o que pode gerar doenças fúngicas, como a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) que causa até 90% de perdas na lavoura, caso não seja controlada. Em números, em situações de alta severidade, os prejuízos podem ultrapassar R$ 6 mil por hectare, um prejuízo muito alto para o produtor”, explica Fábio Lemos, gerente de culturas e portfólio da FMC.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Outro dado alarmante é o aumento expressivo de casos de ferrugem asiática. De acordo com o Consórcio Antiferrugem, coordenado pela Embrapa Soja, a média de registros da doença nas últimas cinco safras foi de 33 ocorrências por ciclo. No entanto, no ciclo 2023/24, o número disparou para 111 casos, uma alta de 234%, indicando a urgência em reforçar o manejo fitossanitário. “O produtor precisa estar atento, desde o início do plantio, e fazer um manejo com rotação de ativos com a inserção de novas moléculas para evitar a propagação da doença. O portfólio da FMC, por exemplo, conta com o fungicida Onsuva®, que possui na formulação uma carboxamida inédita e exclusiva, o fluindapir e um triazol, o difenoconazole, altamente seletivo, que proporciona um melhor manejo de doenças e rotação com outras soluções existentes no mercado, promovendo a sustentabilidade no controle”, comenta o gerente.

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O ativo fluindapir permite eficiência na rotação de ingredientes ativos, reduzindo a pressão de seleção de doenças. Com formulação altamente seletiva, o fluindapir promove a alternância com outras tecnologias disponíveis no mercado, reforçando a sustentabilidade no manejo agrícola.

Dentre outras estratégias para manejo da ferrugem-asiática, Lemos destaca as boas práticas como a ausência da semeadura de soja e a eliminação de plantas voluntárias na entressafra por meio do vazio sanitário para redução do inóculo do fungo, a utilização de cultivares de ciclo precoce, além de semeaduras no início da época recomendada e a utilização de fungicidas.





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