terça-feira, abril 21, 2026

Política & Agro

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Preços da soja estão em queda


Os preços da soja no estado do Rio Grande do Sul estão em queda pelo interior, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “R$ 141,50 para entrega em novembro, e pagamento 27/12, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pagamento em 15/01. R$ 134,00 Passo Fundo – Pagamento em 15/01. R$ 134,00 Ijuí – Pagamento em 15/01. R$ 133,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 15/01. Preços de pedra, em Panambi, manteve em para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em novembro, as cotações da soja no mercado catarinense registraram um aumento de 2,4% em relação ao mês anterior, segundo dados da EPAGRI divulgados em 16/12. No entanto, nos primeiros 10 dias de dezembro, houve uma leve retração de 0,5% ao comparar com a média de preços do mês de novembro.  No porto, a soja foi negociada a R$ 145,00, enquanto em Chapecó o valor registrado foi de R$ 135,50.

Os preços estão em queda no interior também no Paraná. “Em Campinas (SP), o mercado também mostrou pouca movimentação, com preços CIF para o Porto de Paranaguá (PR) entre R$ 138 e R$ 138,50 por saca, para entrega imediata e pagamento em janeiro, enquanto os vendedores pediam R$ 140 a R$ 142. Em Ponta Grossa, a queda do dólar e boas condições climáticas pressionaram os preços. Indústrias ofertaram R$ 138 por saca CIF para entrega até 20 de dezembro, enquanto vendedores pediam R$ 145. A resistência em aceitar preços mais baixos deixou o mercado spot travado, sem negócios relevantes na região. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 133,00”, completa.

No Mato Grosso do Sul, a diferença é de 3 reais entre oferta e pedida. “No spot da soja em Dourados, as indicações de compra ficaram em R$ 133 por saca FOB para embarque imediato, com pagamento em janeiro, enquanto os vendedores pediam R$ 136 a R$ 137, sem acordos”, indica.

Negócios parados no estado do Mato Grosso. “No spot da soja em Rondonópolis, compradores indicavam R$ 141 por saca FOB, embarque imediato e pagamento em janeiro. O valor foi apenas nominal, com grãos indisponíveis e compradores abastecidos. Campo Verde: R$ 134,00, Lucas do Rio Verde: R$ 134,50. Nova Mutum: R$ 133,50. Primavera do Leste: R$ 134,50. Rondonópolis: R$ 138,50. Sorriso: R$ 136,00”, conclui.

 





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Milho volta a cair na Bolsa de São Paulo


Com mercado físico paralisado e dólar apresentando baixa, os contratos de milho voltam a cair na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações da TF Agroeconômica. “Os principais contratos de milho encerraram o dia com preços em baixa nesta segunda-feira. Dia de realização de lucros na B3, visto que Chicago e o dólar fecharam em alta”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em baixa no dia: o vencimento de janeiro/25 foi de R$ 74,00 apresentando baixa de R$ -0,43 no dia, baixa de R$ -0,89 na semana; março/25 fechou a R$ 73,16, baixa de R$ -0,49 no dia, baixa de R$ -0,05 na semana; o vencimento maio/25 fechou a R$ 72,53, baixa de R$ -0,18 no dia e alta de R$ 0,32 na semana”, completa a consultoria agroeconômica.

Na Bolsa de Chicago, as informações da TF dão conta de que o milho fechou em alta com aparente interesse do investidor. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão,fechou  de 0,68 % ou $ 3,00 cents/bushel a $ 445,00. A cotação para maio, fechou em alta de 0,56 % ou $ 2,50 cents/bushel a $ 451,75”, indica.

“O cereal se recuperou após as quedas da semana anterior, impulsionado pelo interesse dos investidores, que parecem ter voltado a “acreditar” no milho, e diante da queda projetada nos estoques finais dos EUA em decorrência do bom desempenho das exportações e aumento da demanda da indústria do etanol. Os embarques para exportação foram 6,79% acima da semana anterior, sendo o México novamente o principal destino do milho norte-americano”, conclui a consultoria agroeconômica, no início da semana.

 





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Mercado do milho encerra o ano com variações regionais


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul apresentou variações significativas, refletindo o ritmo de final de ano e a dinâmica regional. No Rio Grande do Sul, o mercado se manteve lento, com indicações de preços estáveis: Santa Rosa a R$ 73,00, Não-Me-Toque a R$ 70,00, Marau e Gaurama a R$ 70,00, Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00, e Montenegro a R$ 74,00. Pedidas iniciaram em R$ 75,00 FOB, mas sem negócios registrados no dia.  

Em Santa Catarina, o mercado local mostrou produtores pedindo pelo menos R$ 2,00 acima das indicações dos compradores, que variaram entre R$ 72,00 e R$ 75,00 CIF. Negócios foram realizados a R$ 75,00/76,00 no CIF do meio-oeste, totalizando cerca de 2 mil toneladas. Entre as indicações, Chapecó registrou R$ 74,00, Campos Novos R$ 75,00, Rio do Sul R$ 76,00, e Videira R$ 73,00. No mercado portuário, os preços ficaram em R$ 67 para outubro e R$ 69 para novembro.  

No Paraná, o cenário foi marcado por poucos acordos, apesar do aumento no preço da saca, que chegou a R$ 55,58, segundo o Deral/PR. A alta do dólar, que valorizou 16% frente ao real, e a menor oferta interna devido às exportações, impulsionaram os preços. No mercado spot dos Campos Gerais, vendedores pediram entre R$ 72 e R$ 73 FOB, enquanto compradores ofereceram R$ 69 CIF para dezembro, com negócios isolados fechados a R$ 70 CIF.  

No Mato Grosso do Sul, o mercado apresentou baixa liquidez, mas com preços em alta devido à demanda interna e à expectativa positiva para a safra de soja. Em Dourados, o preço spot do milho iniciou a semana em queda, com compradores oferecendo entre R$ 62 e R$ 63 por saca FOB, e vendedores pedindo de R$ 65 a R$ 66, mas com poucas negociações.  





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Fungicidas se destacam no tratamento de sementes



“Trata-se de uma ferramenta estratégica”



Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT)
Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT) – Foto: Divulgação

As safras 2022/23 e 2023/24 marcaram as primeiras edições do levantamento “Eficiência do Tratamento de Sementes de soja com Fungicidas no Controle dos Principais Fungos de Sementes e de Solo”, liderado pela Embrapa soja com apoio de consultorias renomadas. Os 80 ensaios realizados apontaram destaque para os Fungicidas Tiofanil® FS e Torino®, da Sipcam Nichino, que demonstraram eficiência de controle entre 81% e 96% contra doenças como Fusarium spp, Diaphorte spp, Cercospora spp e Rhizoctonia solani.  

De acordo com o agrônomo Iago Carraschi, especialista em P&D da Sipcam Nichino, os produtos apresentaram desempenho consistente nas duas safras avaliadas. Tiofanil® FS, à base de clorotalonil, é descrito como um fungicida sistêmico e de contato, eficaz no controle de patógenos que afetam a qualidade das sementes. Torino®, por sua vez, também sistêmico e de contato, contribui para o melhor estabelecimento das plantas e maior produtividade, com recomendações para doenças como mancha-púrpura, antracnose e mofo-branco.  

Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT), reforçando a abrangência da pesquisa. Os resultados comprovam a eficácia dessas tecnologias no tratamento de sementes, destacando seu papel estratégico no manejo agrícola da soja.

“São patógenos de manejo complexo em sementes e os resultados respaldam o desempenho de ambos os produtos, altamente efetivos na adoção do tratamento de sementes de soja. Trata-se de uma ferramenta estratégica, dotada de tecnologia para evitar a contaminação da oleaginosa por fungos com potencial de transferir prejuízos consideráveis à produção”, comenta.

 





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Alta do clorotalonil e impactos nos defensivos



O cenário reforça a necessidade de planejamento



"A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos"
“A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos” – Foto: Divulgação

Segundo Jeferson Souza, Market Intelligence Analyst, o mercado de defensivos agrícolas já apresenta sinais de pressão para 2025, especialmente no contexto do clorotalonil, um dos Fungicidas mais utilizados no Brasil. O preço desse princípio ativo, produzido majoritariamente na China, sofreu um aumento superior a 65% desde junho de 2024, conforme dados acompanhados pelo especialista.

No Brasil, houve uma importação recorde de clorotalonil, sendo 100% do volume proveniente da China. Apesar disso, o mercado ainda demonstra preocupações quanto ao desabastecimento, mesmo diante dos altos volumes recebidos. Isso reflete a crescente demanda interna por defensivos, combinada à volatilidade dos custos de produção no mercado internacional.

Jeferson ressalta a importância de acompanhar não apenas os movimentos do mercado de grãos, mas também os custos de produção, incluindo os insumos agrícolas. “A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos”, enfatizou, destacando o impacto desses fatores na estratégia de planejamento agrícola.

Com a proximidade do ciclo de 2025, produtores e especialistas do setor precisarão observar atentamente as variações no mercado de defensivos, especialmente para mitigar os riscos de custos elevados e desabastecimento. O cenário reforça a necessidade de planejamento e gestão eficiente de recursos para enfrentar as incertezas do mercado global.

“Acompanhar o que está acontecendo nos custos de produção é tão importante quanto acompanhar o que está acontecendo no mercado de grãos. Digo corriqueiramente: a comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos”, conclui.





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Plantio de algodão ainda está abaixo do ano de 2023



A situação das lavouras revela que 74,6% das áreas estão no estádio de emergência



Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023
Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023 – Foto: Pixabay

O plantio de algodão da safra 2024/25 apresentou avanço significativo entre 1º e 8 de dezembro de 2024, com aumento de 5,6 pontos percentuais na área semeada, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgados pela SLC Sementes no LinkedIn. Até o momento, 7,7% da área total destinada ao cultivo de algodão nos sete principais estados produtores foi plantada. No mesmo período de 2023, o percentual era de 8,4%.  

A situação das lavouras revela que 74,6% das áreas estão no estádio de emergência, enquanto 25,4% estão em desenvolvimento vegetativo. A semeadura avança de forma desigual entre os estados. Na Bahia, houve progresso expressivo, com 35% das áreas plantadas, frente a 10% na semana anterior e 30% no mesmo período de 2023. Já no Mato Grosso, principal produtor nacional, o plantio registrou avanço modesto, atingindo 1%, em linha com os 1,2% do ano passado.  

Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023. Goiás alcançou 12% das áreas plantadas, enquanto Minas Gerais chegou a 11%. Ambos os estados apresentaram aumentos na semana, mas ainda abaixo dos percentuais registrados no ano anterior. Em Mato Grosso do Sul, o plantio atingiu 15%, inferior aos 38% de 2023. No Maranhão e no Piauí, não houve avanço, permanecendo em 0%.  

Apesar do progresso semanal, os números refletem um ritmo mais lento comparado à safra passada. A Conab continua monitorando o desenvolvimento das lavouras nos estados que, juntos, representam 98% da área cultivada de algodão no Brasil.  





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Sulfato de amônio: Pilar da agricultura brasileira



O sulfato de amônio destaca-se por sua composição



Entre os benefícios diretos para os produtores, estão a versatilidade do produto
Entre os benefícios diretos para os produtores, estão a versatilidade do produto – Foto: Canva

Segundo Inácio Linhares, Marine Cargo Surveyor e técnico em agropecuária, o Brasil consolidou-se como o maior importador mundial de sulfato de amônio em 2023, adquirindo mais de 5,1 milhões de toneladas do insumo, um investimento de US$ 1,06 bilhão. Esse fertilizante é essencial para o desenvolvimento agrícola, contribuindo significativamente para a produtividade de diversas culturas e para a sustentabilidade da produção agrícola global.  

O sulfato de amônio destaca-se por sua composição de 21% de nitrogênio (N) e 24% de enxofre (S), nutrientes indispensáveis para a síntese de proteínas nas plantas e o aumento da produtividade de culturas como cana-de-açúcar, milho e trigo. Além disso, sua aplicação contribui para a saúde do solo, corrigindo a alcalinidade e liberando nutrientes importantes como fósforo e zinco.  

Entre os benefícios diretos para os produtores, estão a versatilidade do produto, adequado para diferentes tipos de culturas e solos, e sua eficiência, com enxofre prontamente disponível para absorção. Além disso, o sulfato de amônio promove práticas mais sustentáveis ao reduzir a lixiviação de nitratos e as emissões de gases do efeito estufa, fortalecendo a segurança alimentar em um cenário de crescimento populacional global.  

No panorama do comércio global, a China lidera como maior exportadora, respondendo por 64% do mercado com mais de 10,6 milhões de toneladas exportadas anualmente. O Brasil, impulsionado por sua expansão agrícola, é o principal consumidor, seguido pelos Estados Unidos e pela União Europeia. A crescente relevância desse insumo reflete sua importância estratégica na segurança alimentar mundial e na sustentabilidade da agricultura.  





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Banco espera selic a 15,00% em 2025


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, de forma unânime, aumentar a taxa Selic para 12,25%, uma alta de 100 pontos base (p.b.), acima da expectativa de 75 p.b. projetada pelo Rabobank e pelo consenso do mercado. A instituição financeira destacou que as expectativas de inflação seguem deterioradas. Para 2024, a previsão subiu para 4,8% (anteriormente 4,6%), enquanto para 2025, a projeção passou de 4,0% para 4,6%. 

Além disso, a estimativa para o segundo trimestre de 2026 avançou de 3,8% para 4,1%, e para 2027, subiu marginalmente de 3,5% para 3,6%bobank também aponta que a projeção do Copom para a inflação no horizonte relevante (2T26) aumentou em relação à última reunião, situando-se agora em 4,0%, 30 p.b. acima da previsão anterior e 100 p.b. acima da meta de 3,0%. Essa alta considera a expectativa do mercado de que a Selic chegue a 13,75% até maio de 2025, permanecendo estável no segundo semestre daquele ano. Contudo, dada a postura mais rígida do Copom, o Rabobank revisou suas projeções e agora espera que a Selic alcance 15,00% em 2025.

Essa trajetória prevê mais duas elevações de 100 p.b., seguidas por um aumento de 50 p.b. na reunião de maio de 2025 e mais 25 p.b. em junho de 2025. Os cortes de juros, segundo o Rabobank, só devem começar em 2026, caso as expectativas de inflação retornem à meta de 3,0%.

Os próximos dias serão cruciais para compreender melhor a estratégia do Banco Central. A ata da reunião, prevista para a próxima terça-feira, e o Relatório de Inflação do 4º trimestre, que será divulgado na quinta-feira, trarão mais detalhes sobre a função de reação e as preferências reveladas pela autoridade monetária frente ao cenário econômico e inflacionário.

 





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Recomendações e perspectivas de alta e baixa



Entre os fatores de alta, destaca-se o aumento expressivo das exportações de óleo



A produção de soja na China permaneceu praticamente inalterada
A produção de soja na China permaneceu praticamente inalterada – Foto: Pixabay

Segundo a TF Agroeconômica, o mercado internacional da soja enfrenta tendências majoritariamente baixistas devido ao excesso de produção global, elevados estoques finais e possíveis sanções comerciais dos Estados Unidos à China. Contudo, mesmo sem as sanções, a dinâmica natural de maior oferta e menor demanda aponta para quedas nas cotações em Chicago. Em resposta, a recomendação é fixar os preços da soja na B3 em São Paulo, tanto para a safra antiga quanto para a nova, reservando 10% a 20% do volume para surpresas no mercado ao longo da temporada.

Entre os fatores de alta, destaca-se o aumento expressivo das exportações de óleo de soja dos EUA, com crescimento de 1.597% em relação ao mesmo período de 2023. Além disso, no Brasil, a demanda pelo óleo de soja para biocombustíveis segue elevada, com previsão de crescimento para atender à mistura B15, que demandará 8 milhões de toneladas de óleo anualmente. No entanto, esse aumento no esmagamento de soja exige encontrar destino para 4,7 milhões de toneladas adicionais de farelo.

Por outro lado, fatores de baixa incluem a queda nas vendas de soja norte-americana, com uma redução de 49% em relação ao relatório anterior, e a perspectiva de produção recorde na América do Sul, que pode superar 230 milhões de toneladas. A produção de soja na China permaneceu praticamente inalterada, enquanto no Brasil, os preços recuam devido à menor demanda no final do ano, mas a tendência é de alta em janeiro com a retomada do mercado.

Por fim, dados técnicos apontam para a redução na posição líquida vendida dos fundos de investimento em futuros e opções de soja, sinalizando um movimento mais cauteloso dos investidores. O mercado continua atento às condições climáticas na América do Sul e à evolução da demanda global para ajustar suas estratégias.

 





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Soja em queda em Chicago com redução gradual da demanda


Segundo a TF Agroeconômica, a soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou o dia e a semana em baixa, influenciada pela perspectiva de grandes safras na América do Sul e pela redução constante na demanda pela soja americana. Embora o volume exportado ainda seja robusto, houve uma queda de 42% na média das últimas quatro semanas. Na sexta-feira, vendas pontuais de 200 mil toneladas para exportação evitaram perdas mais acentuadas nas cotações.  

Os contratos para janeiro, referência para a safra brasileira, fecharam com desvalorização de -0,75%, ou $ -7,50 cents/bushel, a $ 988,25. Já os contratos de março recuaram -0,82%, ou $ -8,25 cents/bushel, para $ 995,00. O farelo de soja para janeiro também registrou baixa, com queda de -1,12%, ou $ -3,30 por tonelada curta, encerrando a $ 286,30. O óleo de soja para janeiro seguiu o mesmo movimento, recuando -0,14%, ou $ -0,06 por libra-peso, a $ 42,61.  

Para a próxima semana, a informação é de que o mercado aguarda a divulgação de dados sobre o esmagamento de soja nos Estados Unidos, que deve apresentar redução em novembro no comparativo mensal, mas aumento em relação ao mesmo período de 2023. Ainda assim, a demanda global pela oleaginosa permanece como fator-chave para a precificação.  

No acumulado da semana, a soja fechou em baixa de -0,43%, ou $ -4,25 cents/bushel. O farelo recuou -0,40%, ou $ -1,10 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja caiu -0,36%, ou -0,86 por libra-peso. Esses números refletem a pressão do mercado diante de um cenário de oferta elevada e demanda em desaceleração.

 





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