domingo, abril 19, 2026

Política & Agro

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Clima e controle sanitário reforçam produção bovina



Levantamento revelou uma leve queda de 1,04% no Rio Grande do Sul




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De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (26), as condições climáticas seguem beneficiando o desempenho dos rebanhos bovinos no Rio Grande do Sul. Temperaturas amenas e ventos têm contribuído para reduzir o calor nas horas mais quentes, promovendo o bem-estar animal.

As infestações por carrapato continuam baixas, mas produtores intensificam o controle de mosca-dos-chifres e berne com o uso de brincos mosquicidas. Já o período de parição foi finalizado, e o processo de engorda dos bovinos e a reprodução dos touros seguem avançando.

Em terneiros recém-nascidos, os cuidados preventivos contra miíases permanecem prioritários, enquanto os índices de cio e as condições corporais adequadas indicam alto potencial reprodutivo nos rodeios de cria.

Bagé e Candiota – Matrizes apresentam excelente recuperação corporal no pós-parto, e os terneiros mostram bom desenvolvimento.

Dom Pedrito – A temporada de monta já está avançada, com apartes de touros finalizados em várias propriedades.

São Gabriel – Inseminações artificiais em tempo fixo (IATF) foram realizadas, e touros seguem em atividade.

Caxias do Sul – Bovinos confinados recebem dietas balanceadas, como silagem e feno, favorecendo o ganho de peso.

Passo Fundo – Produtores intensificam o controle de parasitas e monitoram o rebanho para evitar tristeza parasitária bovina (TPB). Pelotas – Condições climáticas favorecem o campo nativo e as pastagens perenes, assegurando boas condições corporais e ajustes na lotação animal.

Santa Maria – O escore corporal dos rebanhos melhora com o término da parição, enquanto vacas com cria demandam nutrição adequada para garantir desmame eficiente.

Santa Rosa – A comercialização diminuiu e os preços se estabilizaram com a finalização das escalas de abate para o período de Natal.

O levantamento semanal da Emater/RS-Ascar revelou uma leve queda de 1,04% no preço médio do boi gordo, que passou de R$ 10,56/kg vivo para R$ 10,45/kg vivo. Em contrapartida, o preço da vaca para abate registrou alta de 0,54%, subindo de R$ 9,32/kg vivo para R$ 9,37/kg vivo.





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Tabaco apresenta projeções de alta produtividade


De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (26), no Rio Grande do Sul, a safra de tabaco segue com boas perspectivas para a temporada 2024/2025. O clima favorável tem impulsionado o desenvolvimento das lavouras, com destaque para as regiões de Pelotas, Santa Rosa, Soledade e Frederico Westphalen.

Na região de Pelotas, a colheita já atingiu 20% da área plantada e deve se intensificar até fevereiro, encerrando em março. A área total cultivada é de 27.363 hectares, envolvendo 8.977 produtores. O desenvolvimento das plantas é considerado excelente, graças às chuvas regulares que mantiveram o solo úmido ao longo do ciclo. Além da colheita, os agricultores seguem com o manejo de capações (eliminação das inflorescências) e aplicações de produtos para controle de brotações.

Em Santa Rosa, houve expansão da área plantada em razão das boas condições para a cultura, especialmente em Porto Lucena e São Paulo das Missões. A colheita já atinge 70% das lavouras, com produtividade estimada em 2.300 kg/ha, superando a média das últimas safras. Produtores estão otimistas com os rendimentos, atribuídos à combinação de boa luminosidade e temperaturas elevadas.

Na região de Soledade, a colheita está em fase final, com dois terços das lavouras já colhidas. A maturação das folhas foi acelerada pelas condições climáticas, resultando em uma safra abundante. A grande oferta para cura nas estufas gerou filas, mas não comprometeu a qualidade do tabaco. Apesar de uma leve redução no valor da arroba, os preços seguem altamente favoráveis.

Em Frederico Westphalen, os tratos culturais continuam, com controle de pragas e manejo de brotações. A umidade do solo e as temperaturas elevadas favoreceram o crescimento das plantas, permitindo que a colheita avance conforme o cronograma. Na região, o sistema de cultivo em galpão permanece como método principal, com plantas penduradas em arames para secagem.

A mão de obra, em grande parte, é familiar, e nas propriedades maiores, diaristas são contratados para auxiliar no corte. O tabaco colhido passa por um pré-murchamento de quatro a cinco dias na lavoura, facilitando a secagem e o transporte. A produtividade média tem se mantido elevada, com preços estimados em R$ 230,00 por arroba no mercado paralelo. Para produtores vinculados a empresas fumageiras, há expectativa de classificação na categoria B1, que garante melhor remuneração, conforme  o Informativo Conjuntural.





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Chuvas impulsionam safras de verão na Austrália



As temperaturas no oeste chegaram a atingir 40°C nos dias mais quentes




Foto: Divulgação

O boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apontou que o clima na Austrália tem apresentado condições contrastantes, beneficiando algumas regiões e trazendo desafios para outras.

No sul de Queensland e nordeste de Nova Gales do Sul, chuvas generalizadas, variando entre 10 a 50 mm ou mais, mantiveram níveis de umidade considerados adequados a abundantes para o desenvolvimento das safras de verão. Apesar de o excesso de umidade ter atrasado o plantio adicional de sorgo, as condições gerais foram classificadas como boas para as plantações.

Já no restante de Nova Gales do Sul e no estado de Victoria, o clima quente e predominantemente seco contribuiu para a secagem dos grãos de inverno maduros que aguardavam a colheita. No entanto, o calor extremo registrado em algumas áreas levou à imposição de proibições temporárias de incêndio, provocando interrupções pontuais nos trabalhos de campo.

Nos estados de Austrália do Sul e Austrália Ocidental, o tempo quente e seco favoreceu a conclusão das atividades de colheita das safras de inverno. De acordo com o relatório, o processo está praticamente finalizado nessas regiões.

As temperaturas no oeste chegaram a atingir 40°C nos dias mais quentes. Já no sudeste, os termômetros registraram valores ainda mais elevados, com máximas superiores a 45°C em algumas áreas. No nordeste, as temperaturas ficaram dentro da média, com máximas em torno de 30°C.





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chuvas sazonais beneficiam produção de arroz



Safras de óleo de palma e arroz superam desafios climáticos no sudeste asiático




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O boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), revelou que chuvas intensas continuam a impactar partes do sudeste asiático, particularmente as regiões orientais das Filipinas, Malásia e Indonésia. Apesar das condições adversas, a produção agrícola na região mantém expectativas positivas.

No leste das Filipinas, fortes fluxos de vento do leste trouxeram chuvas abundantes, especialmente nas regiões de Luzon e Mindanao, onde os volumes superaram os 150 mm. As inundações submergiram algumas plantações de arroz ainda nos estágios iniciais de desenvolvimento, porém, segundo o USDA, não houve relatos de danos generalizados à produção.

No sul do sudeste asiático, incluindo Malásia e Indonésia, as chuvas permaneceram dentro dos padrões sazonais, marcando um alívio após as inundações severas registradas nas semanas anteriores. Essa redução na intensidade das chuvas possibilitou a retomada parcial da colheita de óleo de palma, minimizando perdas adicionais nos rendimentos.

Na ilha de Java, na Indonésia, o clima úmido característico da estação chuvosa garantiu umidade suficiente para o desenvolvimento vegetativo das plantações de arroz. As condições atuais são favoráveis para a continuidade da produção, sustentando a expectativa de uma colheita estável.





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Pêssegos tem boa qualidade, mas doenças preocupam produtores



A colheita dos pêssegos de maior expressão já se aproxima do fim em Pelotas




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De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (26), a colheita de pêssegos na região administrativa da Emater/RS-Ascar segue em ritmo acelerado, com destaque para a cultivar Eldorado, cuja safra está próxima do encerramento. Em algumas localidades, como Piratini, a colheita pode se estender por mais alguns dias devido à maturação tardia.

Apesar do avanço, produtores enfrentam desafios relacionados ao clima. As condições de alta umidade e baixa insolação durante o período de floração favoreceram o surgimento de podridão-parda, uma das principais doenças fúngicas da cultura. Essa situação impactou especialmente os frutos de cultivares tardias, reduzindo o calibre e antecipando a colheita.

Durante reunião do programa Sistema de Alerta para a Mosca-das-Frutas, técnicos recomendaram ações de limpeza nos pomares. Entre as orientações, destacam-se:

  • Poda verde e remoção de frutos mumificados para reduzir fontes de inóculo da doença.
  • Controle preventivo contra ferrugem e ácaros para evitar a queda precoce de folhas, período em que as plantas armazenam reservas para a próxima safra.

Pelotas – A colheita dos pêssegos de maior expressão já se aproxima do fim. Produtores seguem atentos à sanidade dos pomares para minimizar perdas.

Passo Fundo – Aproximadamente 65% dos pomares de variedades precoces já foram colhidos, apresentando boa sanidade. Os preços variam entre R$ 3,50 e R$ 4,00/kg, dependendo da qualidade.

Soledade – A colheita das variedades semitardias está em andamento. Os produtores mantêm o manejo de pragas e doenças, com preços oscilando entre R$ 4,00 e R$ 4,50/kg.





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produção de soja deve crescer 10,8% na safra 2024/25



Cotações oscilam em meio à oferta internacional




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A safra de soja 2024/25 projeta um aumento na produção em Santa Catarina, conforme aponta o Boletim Agropecuário de dezembro, divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e pelo Observatório Agro Catarinense.

Os dados indicam um avanço de 2,09% na área plantada, totalizando 768,6 mil hectares. Já a produtividade média deve crescer 8,56%, alcançando 3.743 kg/ha. Com isso, estima-se um crescimento de 10,8% na produção total, chegando a cerca de 2,87 milhões de toneladas na primeira safra.

Em novembro, os preços da soja no mercado catarinense apresentaram alta de 2,4% em relação ao mês anterior. Contudo, os primeiros dias de dezembro já registraram uma leve queda de 0,5% nos preços médios.

A pressão sobre as cotações está ligada à revisão na estimativa de produção mundial feita pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A projeção atual para 2024/25 é de 427,1 milhões de toneladas (MT), um aumento expressivo em relação às 394,8 MT da safra anterior. O Brasil também contribui para essa elevação, com expectativa de colheita de 166,2 milhões de toneladas, volume 12,5% superior à safra passada.





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projeção de alta produtividade na próxima safra



Safra atual de feijão registra 1.500 kg/ha no RS




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Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (26), a colheita do feijão 1ª safra no Rio Grande do Sul avança com bons resultados. As lavouras semeadas no início do período recomendado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) já estão em estágio avançado de colheita e apresentam produtividade média de 1.500 kg/ha, dentro das expectativas para o ciclo agrícola atual.

Essas áreas iniciais representam cerca de 60% do total cultivado na primeira safra do Estado. As demais lavouras, localizadas nos Campos de Cima da Serra, foram semeadas de forma mais tardia e ainda estão em fase de plantio ou desenvolvimento.

Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar estima um aumento na produtividade média, que deve atingir 1.864 kg/ha, resultado superior ao atual ciclo. A área total prevista para cultivo é de 28.896 hectares, consolidando o Rio Grande do Sul como um importante produtor do grão.





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Safra de morango enfrenta oscilações de produção


No Rio Grande do Sul,  produção de morangos apresenta variações entre as regiões. Fatores climáticos e ataques de pragas impactaram a qualidade e o rendimento em alguns polos, enquanto outras áreas mantêm bons índices produtivos, segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (26).

Na região de Santa Rosa, as altas temperaturas prejudicaram a polinização, reduzindo a oferta e a qualidade dos frutos. Além disso, o percevejo-dos-frutos (Neopamera bilobata), conhecido como “ligeirinho”, comprometeu a formação dos morangos, resultando em frutos menores e deformados. Com a queda na produção, os preços subiram: o produto in natura é comercializado por R$ 40,00/kg, enquanto o congelado é vendido a R$ 20,00/kg em feiras e mercados locais.

Na região de Pelotas, o término da primavera reduziu a produção das cultivares de dias curtos. Os preços variam de R$ 18,00 a R$ 35,00/kg, dependendo da qualidade e do ponto de venda.

Já em Caxias do Sul, a produção manteve bons volumes e qualidade, com frutos apresentando coloração, sabor e tamanho satisfatórios. Mesmo com a alta umidade e dias chuvosos, os produtores têm controlado doenças através de tratamentos fitossanitários.

No entanto, a mosca-da-asa-manchada (Drosophila suzukii) provocou danos comerciais em algumas áreas. Os produtores já estão se organizando para o próximo ciclo, planejando o plantio e encomendando mudas espanholas para fevereiro de 2025. Os preços variam entre R$ 20,00 e R$ 25,00/kg, com frutos de menor calibre vendidos entre R$ 12,00 e R$ 15,00/kg.

Na região de Lajeado, especialmente no município de Feliz, a safra segue favorecida pelo clima. Apesar do enfrentamento de fungos devido à umidade e da presença do ácaro como principal praga, a produtividade é considerada satisfatória, atingindo 700 gramas/planta na cultivar Fronteras. Produtores que utilizam o sistema de bancadas continuam obtendo frutos de forma contínua e de boa qualidade. Os preços na região variam entre R$ 12,00 e R$ 15,00/kg.





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Colheita de trigo aponta crescimento de 38% em SC



Santa Catarina encerra colheita de trigo com alta produtividade




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A safra de trigo em Santa Catarina alcançou resultados expressivos em 2024. Até o dia 30 de novembro, 98% das áreas cultivadas no estado já haviam sido colhidas, consolidando um ciclo produtivo marcado por condições climáticas favoráveis e qualidade elevada do grão, conforme apontam os dados da edição de dezembro do Boletim Agropecuário da Epagri, divulgados pelo Observatório Agro Catarinense.

Segundo o boletim, apesar de um mês de novembro chuvoso, que resultou em 92% das lavouras avaliadas como boas, 6% como médias e apenas 2% como ruins, a safra apresentou números promissores. O volume de precipitações e as temperaturas amenas favoreceram o desenvolvimento das plantas.

A produtividade média saltou de 2.237 kg/ha na safra de 2023 para 3.460 kg/ha neste ciclo, representando um aumento de 31% em relação à média nacional. No total, a produção estadual deve atingir 424,5 mil toneladas, 38% superior à safra anterior.

Área Plantada Sofre Redução, Mas Qualidade Compensa

Embora a área plantada tenha registrado uma redução de 10,8%, totalizando 122,7 mil hectares, a qualidade do trigo colhido compensou a menor extensão de lavouras. O peso hectolitro (PH), parâmetro essencial para definir a qualidade do grão, atingiu, em sua maioria, 78, indicando um produto adequado para a comercialização e com alta rentabilidade para os agricultores catarinenses.





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Safra de milho para silagem registra alta produção



Até o momento, cerca de 10% das áreas cultivadas foram colhidas




Foto: USDA

De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (26), a colheita do milho para silagem avança em ritmo acelerado no Rio Grande do Sul, com produtividade elevada e qualidade nutricional destacada.

Até o momento, cerca de 10% das áreas cultivadas foram colhidas, e outros 15% encontram-se prontos para ensilagem, indicando uma intensificação dos trabalhos nos próximos dias. A produtividade das lavouras tem surpreendido, com os melhores resultados alcançando até 60 mil kg/ha.

A qualidade da silagem também se destaca, com colmos verdes no corte e boas cargas de grãos nas espigas, fatores que garantem alto valor energético e proteico — atributos essenciais para a nutrição animal.

Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 357.311 hectares, com produtividade média estimada em 39.457 kg/ha. As condições climáticas têm favorecido o desenvolvimento das lavouras, com chuvas regulares e temperaturas dentro da normalidade para o período.

Na região administrativa de Ijuí, as lavouras plantadas mais cedo já estão sendo colhidas, permitindo o preparo de novas áreas para o próximo plantio. Nas regiões de Pelotas e Santa Maria, o plantio atingiu 85% e 75% das áreas previstas, respectivamente, refletindo o bom andamento das atividades agrícolas no estado, conforme aponta o Informativo Conjuntural.





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