segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Safra de arroz avança, mas preço registra queda



A expectativa é de que a colheita ganhe ritmo a partir de março




Foto: Pixabay

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (6), o potencial produtivo das lavouras de arroz segue alinhado às projeções iniciais do Rio Grande do Sul. Apesar dos desafios enfrentados durante o cultivo, como temperaturas elevadas e dificuldades na irrigação devido à estiagem, a situação se estabilizou com o avanço do ciclo produtivo.

A redução da demanda evapotranspirativa das plantas, combinada com chuvas pontuais na fase final do estágio reprodutivo, ajudou na recarga parcial dos reservatórios, garantindo boas condições para a safra. Outro fator positivo foi o incremento na área plantada em relação à safra anterior, impulsionado pela valorização do cereal no momento do plantio, o que gerou expectativas favoráveis para a produção. No entanto, a queda recente na cotação do arroz preocupa os produtores, que temem dificuldades para cobrir os investimentos no cultivo.

Apesar das condições ambientais favoráveis, a colheita ainda avança em ritmo moderado, atingindo apenas 6% da área plantada. A principal razão é a necessidade de conclusão do ciclo fenológico das lavouras.

A expectativa é de que a colheita ganhe ritmo a partir de março, já que cerca de 30% da área cultivada está em fase de maturação. O levantamento da Emater aponta que 43% das lavouras estão em enchimento de grãos, 18% em floração e 3% ainda na fase vegetativa.

De acordo com o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), a área efetivamente plantada no estado foi reavaliada em 970.194 hectares, com uma produtividade inicial estimada em 8.478 kg/ha.

No mercado, a cotação do arroz registrou queda de 2,15% em relação à semana anterior, conforme o levantamento de preços da Emater/RS-Ascar. O valor da saca de 50 quilos passou de R$ 96,93 para R$ 94,85, aumentando a preocupação dos orizicultores quanto à rentabilidade da safra.

 





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Case IH leva lançamentos para a Expodireto


A Case IH, marca da CNH, participa da Expodireto Cotrijal, que será realizada em Não-Me-Toque (RS), entre os dias 10 e 14 de março, com novidades para os produtores gaúchos, pensadas para auxiliá-los do plantio à colheita. Os destaques são a colheitadeira Axial-Flow Série 160 Automation e o trator Farmall Max.

Além das máquinas, o espaço dedicado para as soluções no campo deve atrair a atenção dos visitantes. Entre elas está o Case IH FieldOps, novo aplicativo para gestão agrícola para que os produtores se conectem, visualizem e gerenciem suas operações na palma da mão. Para auxiliá-los ainda mais, há o Case IH Connect Room, sala de operações de gestão e monitoramento de dados em tempo real nas concessionárias e fábricas da marca.

Há ainda apresentação das demais soluções digitais da marca e serviços de pós-venda, além de atrações de experiência virtual e imersiva para conhecer cada detalhe das máquinas e soluções da Case IH.

“Sabemos das dificuldades que o produtor gaúcho tem enfrentado, mas a feira é uma oportunidade para demonstrarmos como a tecnologia das nossas máquinas auxiliam os produtores a reduzir custos em todas as etapas do ciclo produtivo. Um exemplo é o FieldOps. Com essa ferramenta é possível acompanhar a performance da frota, aumentando a produtividade, economizando combustível e obtendo dados de gestão agrícola em tempo real”, explica Denny Perez, diretor Comercial da Case IH Brasil.

Série 160

O grande lançamento apresentado pela marca pela primeira vez na Expodireto Cotrijal é a Axial-Flow Série 160 Automation, nova série de colheitadeiras de grãos de médio porte, que compõem as classes de 5 a 7. A Série 160 tem renovação de 60% do seu maquinário, com destaque para o Sistema Automation e a conectividade de fábrica.

O Automation, já presente na Série 250, a maior linha de colheitadeiras da marca, usa recursos de machine learning e inteligência artificial para reduzir a operação de colheita para quatro modos, que proporcionam simplicidade e produtividade no uso. Isso é possível por meio de 12 sensores que coletam dados do sistema industrial para, então, se autorregular, encontrando o ponto exato de trabalho para cada situação e controlando automaticamente 90% das operações.

Um outro ponto forte da Série 160 é o novo sistema de peneira nivelante, o X-Flow, que garante alta performance para áreas inclinadas. O X-Flow conta com sistema de vibrações laterais que compensam inclinações em até 12 graus, além de ter uma área de limpeza de 5,3m². Em comparação com a série anterior, a Série 160 pode alcançar um aumento de 10% no rendimento operacional, além de economizar até 11% de combustível. Isso é possível tanto pelo Automation, que otimiza o uso da carga do motor, quanto pelo novo sistema de transmissão eletrônica, que torna mais eficiente o deslocamento da máquina.

 Farmall Max 140

Outra novidade da Case IH é o novo trator da família Farmall, o Max. Com motor de 141 cv, o maior da linha, tem transmissão semi-powershift de 16×16, tem novo estilo e conectividade de fábrica, enviando dados em tempo real para o Case IH FieldOps. Possuí sistema hidráulico de alta capacidade, com bomba de vazão de 113L/min e levante eletrônico com três pontos, garantindo robustez, versatilidade e desempenho.

Outras máquinas que estarão expostas durante a Expodireto são mais versões do trator Farmall, o Puma; a plantadeira Easy Riser; além da colheitadeira Axial-Flow Série 250 Automation.

Aplicação da linha amarela no agronegócio

A miniescavadeira CX35D, um dos lançamentos mais recentes da marca-irmã CASE Construction Equipment, estará pela primeira vez na Expodireto. Indicada para operações em condições complexas, com eficiência e segurança, a CX35D é multifuncional, com aplicação também no campo e possibilidade de utilização de diversos tipos de implemento, para diferentes necessidades. A CX35D é um equipamento versátil, o que garante agilidade e facilidade de manobra, mesmo em espaços confinados, além de contar com motor – Stage 5, que oferece potência alinhada ao baixo consumo de combustível e manutenção.

Os visitantes que passarem pelo estande da Case IH poderão conhecer ainda a retroescavadeira 580N S2 HD e a escavadeira hidráulica CX130C. Referência em inovação e versatilidade, os equipamentos da marca são indicados para atuar com eficiência operacional também em atividades do agronegócio, como movimentação de insumos para preparação e correção do solo; no abastecimento de outros implementos indispensáveis para o plantio e movimentação dos grãos para o transporte. Podem ainda apoiar na infraestrutura da fazenda, auxiliando na manutenção, nos acessos, curvas de nível e estradas internas.

Condições especiais de financiamento do Banco CNH

Reforçando sua trajetória de confiança e proximidade com a marca e rede de concessionários, o Banco CNH estará presente mais uma vez na Expodireto como principal parceiro comercial da Case IH. Com a missão de compreender as necessidades e perfis dos clientes e oferecer soluções financeiras completas, o Banco levará para a feira opções diferenciadas de financiamento, condições especiais para aquisição de seguros e o cartão Banco CNH para aquisição de peças e serviços – exclusivos para clientes da instituição. O Banco contará com uma equipe especializada presente no evento para garantir os melhores negócios para clientes e concessionários, consolidando seu compromisso de apoiar o desenvolvimento do país e de transformar sonhos em realizações.





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Tecnologia da Advanta garante benefícios econômicos e ambientais na reforma de canaviais


Cobertura de solo para reforma do canavial ganha eficiência com sorgo Igrowth 

Tecnologia da Advanta Seeds, proporciona benefícios diretos e indiretos aos canavilcutores, tanto para o controle de invasoras na cana-de-açúcar quanto em uma nova opção de renda

O Brasil se consolidou como maior produtor e exportador de cana-de-açúcar do mundo, alcançando na safra 2023/24, uma colheita acima de 700 milhões de toneladas, o que garantiu o novo recorde histórico. Para continuar avançando, os canavicultores precisam superar diversos obstáculos, entre eles, as questões das instabilidades climáticas e mercadológicas. Além disso, outro fator que pode impactar no desenvolvimento da cultura são as plantas daninhas. 

Essas invasoras representam um dos maiores desafios para manejo e produtividade da cana-de-açúcar. Entre elas, a que causa maior preocupação é a grama seda (Cynodon dactylon), uma inimiga de controle extremamente difícil e que compete extraindo água e nutrientes. “Sua agressividade e facilidade de propagação a tornam um verdadeiro vilão para os canaviais e podem gerar perdas de até 85% quando não controladas adequadamente. Além disso reduzem o número de cortes e a vida útil do canavial”, destaca o engenheiro agrônomo Thiago Carvalho, Gerente Regional Comercial da Advanta Seeds.

O controle tradicional para a grama seda depende de aplicações de herbicidas como glifosato e imazapir, seguido de gradagens pesadas para “picar” a planta daninha e incorporar os produtos, onde o imazapir possui alto efeito residual no solo. Essa prática, apesar de ser uma ferramenta eficiente, traz consigo uma série de consequências indesejáveis, como impacto em outras culturas, período de pousio de 90 a 120 dias sem cultivo após a aplicação e riscos de erosão. Afinal, com a terra “descoberta” por tanto tempo, o solo torna-se altamente suscetível a chuvas e ventos.

Para evitar essa erosão que impactaria diretamente na fertilidade e estrutura do solo e posteriormente no desenvolvimento da cana-de-açúcar, é de praxe realizar a rotação de culturas na área. Dentre as opções, as mais comuns são o amendoim e crotalaria. Porém, os canavicultores ganham uma opção tolerante e rentável para a reforma do canavial. 

A novidade é o sorgo Igrowth, tecnologia da Advanta Seeds, uma inovação que proporciona diversos benefícios. Além de possuir tolerância ao imazapir, principal herbicida utilizado para controle da grama seda, ao mesmo tempo gera boa cobertura de solo e ainda pode se tornar uma nova fonte de renda com a produção de grãos. “O grande diferencial dessa tecnologia é que o sorgo passa a ser também protagonista, ou seja, quase uma terceira safra dentro do sistema produtivo gerando ganhos em uma área que até então ficaria ociosa”, detalhou o especialista.

Atenção com a reforma do canavial

Após a colheita da cana, no momento da reforma do canavial, quando há problemas com grama seda, aplica-se o herbicida de princípio ativo imazapir para controle da planta daninha. Após aproximadamente 20 dias da pulverização, é imprescindível realizar uma gradagem na área. Em seguida, recomenda-se o plantio do sorgo ADV 1151IG como teste de prova, a fim de avaliar sua germinação inicial. Essa recomendação decorre da possível presença residual de outros herbicidas no solo, aos quais a tecnologia Igrowth não promove tolerância, e a cultura do sorgo pode ser muito sensível como: hexazinona, indaziflam, clomazone, diclosulam, entre outros.

 

Uma segunda gradagem é necessária entre uma e duas semanas após a primeira operação, para expor mais partes da grama seda ao herbicida, amplificando o controle da planta daninha. Após esse manejo, e com resultado positivo de germinação no teste de prova, é indicado realizar semeadura em linha do híbrido ADV 1151IG em toda a área, utilizando plantadeiras com espaçamento de 0,50 m entre linhas. “Seguindo essas recomendações, certamente a nossa tecnologia irá responder com sua máxima performance”, finaliza o engenheiro agrônomo.

Sobre

A Advanta é uma empresa de sementes do grupo UPL, com mais de 60 anos de experiência em melhoramento genético de sorgo. Atua junto ao agricultor, entendendo suas necessidades e oferecendo soluções específicas para o máximo desenvolvimento produtivo da sua lavoura. A empresa concentra esforços em P&D desenvolvendo Programas de Melhoramento Genético específicos para regiões do Brasil. Além da Estação Experimental em Uberlândia/MG, esses programas são desenvolvidos e testados nas principais áreas produtoras do Brasil de forma integrada e complementar aos demais centros de melhoramentos globais da Advanta.





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Colheita do milho para silagem segue em ritmo acelerado


De acordo com os dados divulgados no boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, nesta quinta-feira (6), a colheita do milho para silagem avançou atingindo 72% da área plantada no Rio Grande do Sul. A produtividade tem sido considerada satisfatória, permanecendo próxima à previsão inicial.

Ainda faltam 7% das lavouras em maturidade fisiológica, prontas para o corte, e 6% estão em enchimento de grãos. A floração já abrange 3%, e 12% das lavouras, incluindo os plantios recentes de safrinha, estão em desenvolvimento vegetativo.

As chuvas no período ajudaram na formação de biomassa foliar das semeaduras tardias e beneficiaram as lavouras que estão em enchimento de grãos.

A Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 357.311 hectares de milho para silagem na safra 2024/2025, com uma produtividade média estimada em 39.457 kg/ha.

Na região administrativa de Bagé, a reposição de umidade no solo favoreceu os cultivos, especialmente aqueles implantados em dezembro. Atualmente, 41% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 22% em florescimento, 12% em enchimento de grãos, 7% em ponto de corte e 17% já colhidas.

Em Erechim, a colheita está próxima da finalização, e os rendimentos ultrapassaram as projeções iniciais, alcançando 45 mil kg/ha. Em Ponte Preta, os 450 hectares cultivados apresentam uma produtividade ainda mais elevada, com 65 mil kg/ha.

Os preços da silagem, no momento da colheita, são de R$ 0,40/kg para a silagem na lavoura e R$ 0,65/kg para a silagem ensacada.

Na região de Santa Maria, 50% da área foi ensilada com bons resultados, mas as perdas no plantio tardio ocorreram devido à estiagem. As chuvas volumosas das últimas semanas ajudaram a repor a umidade no solo, permitindo o plantio de novas áreas para silagem.

Na região de Santa Rosa, embora tenha havido redução na qualidade nutricional da silagem, com menor teor de energia e proteína, a produtividade foi considerada satisfatória pelos produtores, especialmente em comparação às safras anteriores. Para a safrinha, a área destinada à silagem deve ser mantida devido ao aumento da demanda, causado pela estiagem, e à baixa oferta de forrageiras de verão.





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Mercado de carne bovina registra queda na cotação em março



Os preços se mantiveram estáveis no Espírito Santo




Foto: Pixabay

Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha”, o mercado de carne bovina iniciou março com ofertas de gado comedidas, mas o escoamento da carne esteve fraco, resultando em uma queda de R$ 2,00/@ para todas as categorias. O movimento de abate está atendendo, em média, a sete dias de escala.

No estado do Espírito Santo, os preços se mantiveram estáveis para todas as categorias de gado.

No último dia útil de fevereiro, sexta-feira (28/2), a B3 registrou a liquidação do contrato futuro do boi gordo (código BGIG25), com o preço da arroba ficando em R$ 313,70, à vista e livre de impostos.

No mercado atacadista, a carcaça casada do boi capão apresentou alta de 2,4%, enquanto o preço da carcaça do boi inteiro manteve-se estável. Já para a carcaça da vaca casada, o preço permaneceu sem alterações, e a novilha teve um aumento de 0,8% no valor.

No mercado de carnes alternativas, o preço do frango médio subiu 2,6%, ou R$ 0,20/kg. Em contrapartida, o preço da carcaça de suíno especial registrou uma queda de 5,1%, ou R$ 0,70/kg.





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preço do suíno vivo sobe 3,4% em 2024


De acordo com o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) nesta quinta-feira (06), o preço médio pago ao produtor pelo suíno vivo no Paraná apresentou um aumento de 3,4% em 2024, comparado ao ano anterior. A alta foi equivalente a R$ 0,21 por quilograma vivo.

Durante o ano de 2024, os preços oscilaram entre R$ 5,84 em junho e R$ 7,28 em dezembro, com uma média anual de R$ 6,47, o que representou o maior valor nominal desde o início da série histórica em 1995. O recorde anterior foi de R$ 7,21, em novembro de 2024, e de R$ 7,17, em novembro de 2020.

Quando comparado aos custos de produção calculados pela Embrapa Suínos e Aves, o preço pago pelo quilograma do suíno vivo superou o custo de produção em R$ 0,73 em 2024, enquanto em 2023 essa diferença foi de R$ 0,23. Em 2022 e 2021, no entanto, o preço pago pelos suínos foi inferior ao custo de produção, resultando em prejuízos estimados de R$ 0,97 e R$ 0,36 por quilograma, respectivamente.

A valorização do preço do suíno vivo trouxe um alívio aos produtores paranaenses, ajudando na recuperação do setor após os desafios enfrentados nos anos anteriores.

Em janeiro de 2025, contudo, o preço pago ao produtor registrou uma queda de 7% (equivalente a R$ 0,52), enquanto o custo de produção aumentou em 2,8% (R$ 0,17). Já em fevereiro, o preço médio recebido pelos suinocultores foi de R$ 6,98, representando um leve aumento de 3% (R$ 0,22) em relação ao mês anterior. A Embrapa ainda não divulgou os custos de produção de fevereiro.





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Açúcar tem alta após cinco dias de queda nos mercados


De acordo com dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a quarta-feira (5) em alta, revertendo a tendência de queda das cinco sessões anteriores. Tanto na ICE Futures de Nova York quanto na ICE Futures Europe, os preços registraram valorização em todos os lotes.

Em Nova York, o contrato maio/25 do açúcar bruto subiu 10 pontos, sendo negociado a 18,20 centavos de dólar por libra-peso, um avanço de 0,6% em relação ao dia anterior. Já a tela julho/25 teve um incremento de 15 pontos, fechando a 17,89 cts/lb. Os demais contratos também apresentaram aumentos entre 1 e 15 pontos. Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco acompanhou o movimento de alta. O contrato maio/25 foi negociado a US$ 522,00 por tonelada, alta de US$ 4,00. O lote agosto/25 subiu US$ 4,40, sendo cotado a US$ 503,30 por tonelada. Os demais vencimentos também tiveram ganhos entre 70 cents e US$ 4,00.

No mercado interno, o açúcar cristal também registrou valorização, de acordo com o Indicador Cepea/Esalq, da USP. Na quarta-feira, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 141,23, ante os R$ 138,87 da sexta-feira anterior, um avanço de 1,70%.

Por outro lado, o etanol hidratado começou março em queda, conforme o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi comercializado pelas usinas a R$ 2.926,00 por metro cúbico, contra os R$ 2.945,50 registrados na sexta-feira (28), uma redução de 0,66%.





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Chuvas beneficiam lavouras de mandioca



Colheita da mandioca de segundo ano avança no estado




Foto: Canva

Segundo o boletim da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06) produção de mandioca e aipim no Rio Grande do Sul segue com desenvolvimento adequado. Na região administrativa de Santa Rosa, as lavouras plantadas neste ano estão em crescimento e não houve registro de perdas. O controle de invasoras é realizado manualmente na maioria das propriedades.

A colheita das lavouras de segundo ano está em andamento, e as áreas implantadas em 2024 começam a ser colhidas. O preço pago ao produtor pela caixa de 25 kg está em R$ 120,00. No mercado, a mandioca lavada e não descascada é vendida a R$ 5,43/kg. Para o varejo, a mandioca descascada tem valores de R$ 6,00/kg, enquanto na feira e na venda direta ao consumidor o preço varia entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg.

Na região de Soledade, em Venâncio Aires, a colheita também foi iniciada. Atualmente, cerca de 20 plantas são necessárias para preencher uma caixa de 22 kg, que está sendo comercializada a R$ 50,00. O desenvolvimento das lavouras é considerado razoável, segundo a Emater.





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Cotrijal aprova distribuição milionária para associados


A Cotrijal anunciou a distribuição de R$ 24,7 milhões para seus associados. O montante se refere às sobras da cooperativa correspondentes ao exercício de 2024. O valor que deve ser distribuído equivale a 200 mil sacas de soja. A decisão da cooperativa foi aprovada durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada na última sexta-feira (28), no parque da Expodireto, em Não-Me-Toque (RS).

Cerca de 2,7 mil associados e familiares participaram das assembleias regionais na última semana. Nos eventos, a diretoria da cooperativa informou os dados referentes ao balanço e as atividades realizadas em 2024. O faturamento da Cotrijal durante o período foi de R$ 4,8 bilhões. A cooperativa apontou também os investimentos de R$ 100 milhões em infraestrutura, com melhorias no fluxo, aumento de capacidade de armazenagem, secagem e recebimento de grãos realizados no último ano. 

O presidente da Cotrijal, Nei César Manica, comentou que 2024 foi um ano desafios para os gaúchos, especialmente por conta das enchentes que afetaram o estado. “2024 foi mais um ano de desafios para o produtor gaúcho, entre eles, as enchentes que ocorreram no estado, afetando principalmente a região centro-sul da área de atuação da cooperativa, o que também nos exigiu um esforço coletivo. Porém, seguimos trabalhando ao lado dos nossos produtores, levando informações, assistência técnica e suporte, alcançando, juntos – Cotrijal e associados – resultados positivos para a nossa cooperativa”, explicou o presidente.

Durante os encontros, a diretoria informou que pretende expandir a Unidade de Beneficiamento de Sementes, fortalecer parcerias, e discutir temas como, “irrigação, créditos de carbono, rastreabilidade e sustentabilidade” ao longo do ano de 2025.

Vale ressaltar que a cooperativa organiza a 25ª edição da Expodireto Cotrijal, que vai acontecer de 10 a 14 de março em Não-Me-Toque (RS). A feira contará com mais de 550 expositores e espera atrair milhares de visitantes. Neste ano foram criadas 1,5 mil novas vagas de estacionamento, totalizando 12,5 mil vagas para carros e motos.

A entrada para o evento é gratuita. Na última edição, a feira recebeu mais de 377 mil visitantes em uma área de 130 hectares.





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Frente de calor e chuvas abundantes na Argentina


De acordo com a perspectiva agroclimática divulgada pela Bolsa de Cereales de Buenos Aires (BCBA), a Argentina enfrentará condições climáticas intensas nos próximos dias. O norte e o centro-leste do país experimentarão um calor extremo, enquanto o oeste e o sul terão temperaturas mais amenas. 

As altas temperaturas são atribuídas aos ventos tropicais, que continuarão a influenciar a região, elevando as máximas para níveis significativamente acima da média. Simultaneamente, um frente de tempestade deverá provocar precipitações em grande parte da área agrícola, com exceção das porções nordeste e sudoeste, que ficarão com precipitações escassas. O evento será finalizado com a chegada de uma massa de ar polar, que trará uma queda moderada de temperatura para o oeste e sul do país, sem afetar o centro e o norte.

No Brasil, a perspectiva é marcada por intenso calor, principalmente no interior do país, com focos extremos de altas temperaturas. O calor será intensificado pelos ventos tropicais que sopram com força, enquanto a região amazônica e o norte do Cerrado receberão chuvas significativas. Por outro lado, a maior parte da área agrícola brasileira, incluindo o Cerrado, grande parte da Região Nordeste e o Sul, não deve receber precipitações significativas. A situação será concluída com a entrada de ventos do sul, que trarão um alívio temporário no litoral atlântico, mas sem afetar o interior, onde o calor persistirá.

No início da primeira etapa, os ventos tropicais continuarão a afetar a região, causando temperaturas máximas muito acima da média no norte e centro-leste da área agrícola, enquanto o oeste, centro-oeste e sul terão registros menos intensos. O leste de Salta, grande parte da Região do Chaco, o Paraguai, a Mesopotâmia, o nordeste de Córdoba e grande parte do Uruguai terão máximas superiores a 35°C, enquanto o leste do NOA, o leste de Cuyo, a maior parte da Região Pampeana e o norte e sudeste do Uruguai registrarão máximas entre 30 e 35°C. O centro-leste do NOA, o oeste de Cuyo e o sul de Buenos Aires terão máximas entre 25 e 30°C, e apenas as áreas serranas e montanhosas do oeste observarão temperaturas abaixo de 25°C.

 





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