sábado, abril 4, 2026

Política & Agro

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Mercado do boi gordo começa a semana estável


Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha”, omercado do boi gordo começou a semana com preços estáveis nas praças paulistas, refletindo um equilíbrio entre oferta e demanda. Apesar da retenção de boiada pelos vendedores, na tentativa de negociar valores acima da referência, as vendas de carne seguiram em ritmo lento, mantendo as cotações sem grandes variações.

Na Região Sudeste de Rondônia, a oferta elevada, especialmente de fêmeas, resultou em queda nas cotações. O boi gordo e o “boi China” mantiveram os mesmos valores da semana anterior, enquanto os preços das fêmeas recuaram R$ 5,00/@.

No mercado atacadista, mesmo com o ritmo de vendas moderado, a redução da oferta impulsionou os preços da carne bovina. A carcaça do boi capão subiu 1,2%, e a do boi inteiro aumentou 0,5%. Para as fêmeas, a carcaça casada da novilha valorizou 0,3%, enquanto a cotação da vaca permaneceu estável.

Já no segmento de carnes alternativas, os preços oscilaram. O frango médio registrou alta de 2,9% (+R$ 0,23/kg), enquanto a carcaça de suíno especial caiu 2,3% (-R$ 0,30/kg).

As exportações de carne bovina in natura alcançaram 190,5 mil toneladas em fevereiro, o maior volume já registrado para o mês. A média diária embarcada foi de 9,5 mil toneladas, um crescimento de 6,7% em relação a fevereiro de 2024. O preço médio da tonelada subiu 8,9% na comparação anual, refletindo a demanda internacional aquecida. 





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Onda de calor impacta maturação do arroz



Colheita avança, mas calor impacta qualidade dos grãos




Foto: Divulgação

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (13), a safra de arroz segue com produção dentro da normalidade no Rio Grande do Sul. As recentes precipitações nas regiões orizícolas ajudaram a estabilizar temporariamente os níveis hídricos, reduzindo o risco de déficit de água para irrigação. No entanto, os mananciais seguem com vazão limitada e os reservatórios ainda não atingiram recuperação total.

A colheita do arroz está em andamento em todas as regiões do estado, mas ainda depende da maturação completa das lavouras. A tendência é de aceleração do processo a partir de março. Os índices de produtividade seguem dentro do esperado, mas há preocupação com a queda na qualidade dos grãos.

Na região Oeste, algumas lavouras apresentam índice de grãos inteiros abaixo de 55%, o que fica aquém do padrão comercial. Esse impacto está associado à onda de calor prolongada, que pode ter causado abortamento fisiológico de grãos e danos mecânicos durante o beneficiamento, como fissuras tegumentares e maior quebra dos grãos.

De acordo com o Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA), a área cultivada nesta safra é de 970.194 hectares. A Emater/RS-Ascar estima uma produtividade inicial de 8.478 kg/ha, mantendo-se dentro dos patamares históricos do estado.





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Açúcar fecha semana em alta



Mercado interno acompanha tendência de alta




Foto: Divulgação

De acordo com dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a última sexta-feira (7) em alta nas bolsas internacionais de Nova York e Londres. No mercado doméstico, os preços do açúcar cristal também registraram forte valorização, conforme dados do Indicador Cepea/Esalq.

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto apresentou valorização em todos os lotes. O contrato maio/25, considerado o de maior liquidez, foi negociado a 18,31 centavos de dólar por libra-peso, alta de 18 pontos em relação à véspera. Já a tela julho/25 subiu 19 pontos, fechando a 17,99 cts/lb. Os demais contratos tiveram alta entre 2 e 16 pontos.

Já na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também fechou em alta. O contrato maio/25 atingiu US$ 524,90 por tonelada, um aumento de US$ 8 frente ao dia anterior. O lote agosto/25 foi negociado a US$ 505,50/t, subindo US$ 6. As demais cotações avançaram entre US$ 1,50 e US$ 4,30.

No mercado doméstico, o açúcar cristal também registrou ganhos expressivos. Segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP, a saca de 50 kg foi comercializada a R$ 143,09 na sexta-feira, contra R$ 139,95 na véspera, o que representa uma valorização de 2,24% em um único dia.

O cenário positivo no setor reflete uma combinação de fatores, incluindo ajustes na oferta e demanda e a influência dos preços internacionais sobre o mercado brasileiro.





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São Paulo amplia crédito para mulheres do agro



O programa é voltado exclusivamente para mulheres do setor agropecuário




Foto: Canva

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo anunciará, na próxima segunda-feira (10), a continuidade do programa FEAP Mulher Agro SP em 2025, com alterações nos valores de crédito disponibilizados para agricultoras paulistas. A cerimônia ocorrerá na sede da pasta, na capital paulista, em celebração ao Dia Internacional da Mulher.

O programa, voltado exclusivamente para mulheres do setor agropecuário, contará com um investimento de R$ 10 milhões. Além disso, o limite de crédito por beneficiária será elevado, passando para R$ 30 mil por CPF, com prazo de pagamento de até 84 meses e carência de 12 meses. A iniciativa busca incentivar o protagonismo feminino no agronegócio e fomentar novos investimentos nas propriedades rurais do estado.

Veja também: Mulheres no agro: da superação à liderança, a revolução feminina no campo

De acordo com um levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, São Paulo possui mais de 10 milhões de mulheres rurais, que representam parte da força produtiva do setor. No Brasil, aproximadamente 38,7% da mão de obra agrícola é feminina, evidenciando a importância da participação das mulheres na economia rural.

Veja também: Floricultura espera aumento de 8% em vendas no Dia da Mulher

As interessadas em aderir ao programa devem procurar a Casa da Agricultura do seu município. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 5067-0125 ou pelo e-mail [email protected].

O endereço das unidades da Casa da Agricultura pode ser consultado pelo link: https://www.cati.sp.gov.br/portal/institucional/enderecos?unidades=CAR-SP





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Setor de feijão está otimista



No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção



No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção
No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção – Foto: Divulgação

O Instituto Brasileiro de Feijão e Leguminosas (IBRAFE) destaca que o período pós-feriado trouxe um fato positivo na demanda pelo feijão -carioca armazenado desde o ano passado. Desde agosto, os preços desse feijão registraram uma valorização de 21%, diminuindo um possível otimismo entre os produtores. Esse movimento pode sinalizar uma tendência de valorização contínua, beneficiando aqueles que mantinham estoques estratégicos.

No entanto, os custos de armazenamento seguem como um factor determinante para a rentabilidade. Produtores relatam um custo médio de R$ 30 por saco para retirar o feijão do campo e armazená-lo em câmaras frias. Assim, a lucratividade efetiva só ocorre após a cobertura desses custos, tornando a gestão de estoque um elemento essencial para otimizar ganhos e garantir maior previsibilidade no mercado.

No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção. O comportamento dos consumidores e os estoques disponíveis influenciam diretamente a precificação do feijão-carioca, podendo impactar a continuidade da avaliação observada. A depender da demanda, novos reajustes podem ocorrer, reforçando a importância do monitoramento constante do setor.

Os preços do feijão-carioca variaram entre as regiões no dia 6 de março de 2025, com destaque para Itapeva, que apresentou uma maior valorização mensal, atingindo 14,58%, e um crescimento semanal de 8,73%, cotado a R$ 262,96 por saca. No Leste Goiano, a alta no mês foi de 9,94%, enquanto em Lucas do Rio Verde, os preços subiram 5,91% no período. Em contrapartida, regiões como Metade Sul do Paraná, Curitiba e Noroeste de Minas registraram estabilidade diariamente, sem variação expressiva nos preços. A entrega do mercado indica uma tendência de valorização em algumas localidades, refletindo a demanda e os custos logísticos.

 





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Excesso de chuvas atrapalha plantio do algodão



O excesso de umidade ainda favorece a proliferação de doenças fúngicas



O excesso de umidade ainda favorece a proliferação de doenças fúngicas
O excesso de umidade ainda favorece a proliferação de doenças fúngicas – Foto: Canva

A Souza Lima Cotton destacou os desafios enfrentados pelo algodão da safra 2024/25 devido ao excesso de chuvas, especialmente no estado do Mato Grosso. A empresa explica que a intensidade, a duração e o momento dessas precipitações influenciam diretamente no plantio e no desenvolvimento da cultura, podendo comprometer a produtividade e a qualidade do trabalho. O excesso de água pode trazer impactos negativos para os produtores, exigindo estratégias para mitigar os riscos.  

Entre os principais problemas causados ??pelas chuvas está o atraso no plantio, já que o solo encharcado impede a entrada de maquinários e dificulta a semear dentro da janela ideal. Além disso, o solo úmido fica mais vulnerável à compactação, rapidamente a infiltração de água e a aeração das raízes. Outro ponto crítico é a dificuldade de germinação, pois o excesso de umidade pode levar ao apodrecimento das sementes e aumentar a incidência de fungos e doenças. A erosão do solo também se intensifica, removendo a camada superficial rica em matéria orgânica e nutrientes essenciais para o desenvolvimento das plantas.  

O excesso de umidade ainda favorece a prevenção de doenças fúngicas, como a ramulose e o mofo branco, que podem comprometer a produtividade do trabalho. Além disso, as chuvas frequentes dificultam a aplicação de herbicidas e o controle de plantas específicas, que competem com o algodão por nutrientes, água e luz. Outro problema ocorre próximo à colheita, quando as chuvas tardias podem afetar a qualidade das fibras e dificultar a operação das colheitadeiras.  

Para reduzir esses impactos, os produtores adotam práticas como o plantio em áreas bem drenadas, o uso de variedades resistentes a doenças e o monitoramento climático para definir o melhor momento para o plantio. Desta forma, busca garantir melhores condições para o desenvolvimento do algodão e minimizar os prejuízos na safra.

 





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Como escolher o fertilizante ideal para cada cultivo



Empresa argentina dá dicas de adubação



Empresa argentina dá dicas de adubação
Empresa argentina dá dicas de adubação – Foto: Canva

No LinkedIn, a Ruta12 compartilhou uma importante orientação sobre como escolher o fertilizante ideal para cada tipo de cultivo, ressaltando que a análise do solo, o tipo de cultivo e os custos são fundamentais para essa decisão. Para cultivos que exigem um crescimento vegetativo robusto, como trigo, milho e pastagens, o uso de fertilizantes nitrogenados é altamente recomendado, pois ajudam no desenvolvimento das plantas. 

Já para cultivos de leguminosas e de raiz, os fertilizantes fosforados são mais adequados, pois favorecem o fortalecimento das raízes e a florificação. Fertilizantes potássicos, por sua vez, são ideais para aumentar a resistência das plantas a condições adversas, como seca e doenças, sendo eficazes em cultivos como tubérculos e frutas.

Além disso, a empresa Ruta12 destaca os fertilizantes orgânicos, que oferecem o benefício de melhorar a estrutura do solo, sendo altamente recomendados para a agricultura regenerativa. Já os fertilizantes foliares, com rápida absorção, são úteis para corrigir deficiências nutricionais pontuais nas plantas.

A publicação ainda dá uma dica importante: combinar a fertilização de base com a foliar e adotar a rotação de cultivos pode ser uma excelente estratégia para maximizar os resultados e aumentar a produtividade. Essas práticas, quando integradas de forma inteligente, podem proporcionar grandes benefícios para a saúde do solo e o rendimento das lavouras, garantindo maior eficiência no uso de insumos e melhores colheitas ao longo do tempo. A empresa atua na Argentina comercializando produtos agropecuários.

 





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Aumenta a anomalia das vagens em soja no Mato Grosso



O impacto econômico para os produtores é significativo



O impacto econômico para os produtores é significativo
O impacto econômico para os produtores é significativo – Foto: Showtec

A anomalia das vagens, causada pelo fungo Diaporthe phaseolorum var. sojae, tem se tornado uma preocupação crescente no estado de Mato Grosso, especialmente para os produtores de soja. Segundo Davi Prata da Silva, consultor técnico comercial na empresa Araguaia, essa doença manifesta-se principalmente pela abertura das vagens, o que resulta no apodrecimento dos grãos. Como consequência, os grãos se tornam avariados, comprometendo não apenas a quantidade, mas também a qualidade da colheita, o que pode afetar negativamente a viabilidade do produto.

O impacto econômico para os produtores é significativo, já que a redução tanto no volume quanto na qualidade da soja pode gerar perdas financeiras substanciais. Além disso, a doença pode prejudicar a comercialização da safra, visto que grãos avariados apresentam menor valor no mercado. Com isso, o controle eficaz da anomalia das vagens é essencial para garantir a saúde das lavouras e reduzir os danos.

Davi enfatiza a importância de um manejo adequado, que inclui o uso de fungicidas à base de Carboxamidas, produtos eficazes no combate ao fungo responsável pela doença. Além disso, o monitoramento constante das lavouras, aliado à incorporação de boas práticas de manejo de doenças, é fundamental para mitigar os efeitos dessa patologia. Tais práticas contribuem para a preservação da produtividade e qualidade da soja, assegurando o sucesso da safra e minimizando prejuízos aos produtores de Mato Grosso.

“O manejo adequado inclui práticas de controle com fungicidas principalmente a base de Carboxamidas, monitoramento e incorporação de boas práticas de manejos de doenças, são essenciais para mitigar os efeitos da anomalia das vagens e garantir a saúde das lavouras”, conclui.

 





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Chuvas melhoram cultivo de soja na Argentina


De acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), nas últimas semanas, chuvas significativas ocorreram no centro e sul da região agrícola, melhorando as condições de cultivo da soja em todo o país. No entanto, o déficit hídrico e as altas temperaturas continuam a afetar o nordeste da Argentina e o norte de Santa Fe. Como resultado, a condição hídrica Adequada/Ótima aumentou em quase 9 pontos percentuais, enquanto a condição Normal/Excelente teve um crescimento de 6,4 pontos percentuais em comparação com o relatório anterior. 

A soja de primeira safra no Chaco e no norte de Santa Fe sofre com o estresse térmico e hídrico, que pode comprometer os rendimentos. No centro, a soja iniciou o enchimento dos grãos em condições ótimas de umidade, apesar de alguns casos de alagamento em Buenos Aires. Já a soja de segunda safra, que começou com perdas nas plantas, recupera-se sob condições ideais de umidade, o que pode mitigar parcialmente as perdas.

A colheita de milho avançou 1,3 pontos percentuais nos últimos sete dias, atingindo 6,7% da área prevista, com rendimento médio de 80,1 qq/Ha. No entanto, as chuvas dificultaram o acesso aos lotes, retardando o avanço das colheitadeiras. Mesmo assim, a colheita mantém um avanço de 4,7 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Os cultivos de semeadura tardia mostraram uma melhoria significativa, com a condição das plantas subindo 5,7 pontos percentuais em comparação com a semana anterior. 

A colheita de girassol avançou para 17,6% da área apta, com progresso semanal de 3,8 pontos percentuais, embora ainda apresente um atraso de 21,9 pontos percentuais em comparação à média dos últimos cinco anos. No NEA, onde não houve chuvas significativas, a colheita foi finalizada com rendimentos próximos aos três melhores históricos da região. Nas áreas centrais, os rendimentos superaram a média histórica, com alguns lotes chegando a resultados recordes. 

 





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Mercado de soja segue em tendência de baixa


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de soja continua sem fundamentos altistas no curto, médio e longo prazo, com uma tendência claramente baixista. A consultoria recomenda a venda desde novembro, quando os preços estavam em R$ 145,00 por saca, e reforça que ainda é tempo de negociar, considerando os fatores que pressionam as cotações para baixo. 

Entre os principais fatores de baixa, destacam-se as incertezas em relação às tarifas impostas pelos Estados Unidos e a retaliação chinesa, que devem entrar em vigor na próxima semana. Além disso, há preocupações com possíveis impostos portuários que podem afetar a logística de exportação. No Brasil, o avanço da colheita em Mato Grosso já supera 91,84% da área, o que aumenta a oferta e contribui para a desvalorização. Na Argentina, recentes chuvas melhoraram as condições das lavouras, elevando a proporção de áreas em condições adequadas de 69% para 77%, reduzindo temores de quebra na produção.  

Outro fator relevante é a projeção da ANEC para exportações brasileiras em março, estimadas em 14,80 milhões de toneladas de soja e 2,05 milhões de toneladas de farelo, superando os volumes de fevereiro. Esse aumento nas exportações pode impulsionar o mercado brasileiro, mas exerce pressão negativa sobre os preços em Chicago. Além disso, o adiamento da implementação do B15 no Brasil deixará um excedente de 2,5 milhões de toneladas destinadas ao esmagamento, ampliando a oferta e mantendo os preços sob pressão.  

“Não há fundamentos altistas a curto, médio e longo prazos presentes hoje no mercado, como mostramos no texto acima, mas seis grandes motivos de baixa. Desde novembro, quando os preços da Pedra estavam a R$145,00/saca, estamos recomendando vender. Mas, ainda é tempo, dado que a tendência continua sendo baixista”, conclui.

 





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