sexta-feira, abril 3, 2026

Política & Agro

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Preço do algodão sobe no Brasil com demanda firme e valorização externa



Preços do algodão em pluma seguem em alta no mercado spot nacional




Foto: Canva

Os preços do algodão em pluma seguem em alta no mercado spot nacional, conforme aponta o mais recente boletim informativo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). A valorização externa e a maior disposição de compradores brasileiros em pagar valores mais elevados por lotes de pluma dentro das especificações desejadas impulsionam as cotações no país.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores continuam focados no cumprimento de contratos já firmados, ao mesmo tempo em que buscam liquidez por meio da venda de soja. Esse movimento mantém a oferta de algodão ajustada, sustentando os preços no mercado interno. Além disso, a postura firme dos cotonicultores tem se refletido na resistência em negociar a pluma da safra 2023/24 a valores inferiores aos desejados.

O interesse na comercialização antecipada também tem crescido. Boa parte dos produtores já sinaliza negócios para as safras 2024/25 e 2025/26, tanto para o mercado interno quanto para exportação. A demanda global pelo algodão brasileiro continua aquecida, especialmente diante da recuperação da indústria têxtil em mercados estratégicos.

No cenário externo, os contratos futuros da pluma registram valorização, o que reforça o movimento positivo no Brasil. O mercado segue atento ao comportamento da economia chinesa, principal importadora de algodão, além das oscilações no câmbio, que podem impactar a competitividade do produto nacional.

Com esse panorama, a expectativa é de que os preços do algodão permaneçam sustentados, com os produtores monitorando de perto as oportunidades de negócios e o comportamento da demanda internacional.





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Exportações somam US$ 14,49 bi até 2ª semana de março


A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,826 bilhões até a segunda semana de março. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (17) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC), no período, as exportações totalizaram US$ 14,49 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 9,664 bilhões. A corrente de comércio, que representa a soma das exportações e importações, atingiu US$ 24,153 bilhões.

No acumulado do ano, o saldo comercial positivo chegou a US$ 6,76 bilhões. O país exportou US$ 62,743 bilhões e importou US$ 55,982 bilhões, com uma corrente de comércio de US$ 118,725 bilhões.

Na segunda semana de março, o superávit comercial foi de US$ 1,8 bilhão. As exportações no período totalizaram US$ 7,6 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 5,8 bilhões, resultando em uma corrente de comércio de US$ 13,3 bilhões.

O setor agropecuário foi o principal destaque no desempenho das exportações, registrando um crescimento de 44% e alcançando US$ 4,09 bilhões. “O aumento foi impulsionado pelo avanço nas vendas de milho não moído, que cresceu 265,5%, além do café não torrado, com alta de 166,4%, e da soja, que subiu 24,9%”, apontam os dados da Secex/MDIC.

Na Indústria Extrativa, as exportações cresceram 15,6%, somando US$ 2,99 bilhões. O avanço foi motivado principalmente pelo crescimento das vendas de minérios de cobre e seus concentrados (147,3%), minérios de níquel e seus concentrados (153,3%) e óleos brutos de petróleo (19,2%). A Indústria de Transformação também apresentou alta, com um crescimento de 31,4% e um volume exportado de US$ 7,31 bilhões, destacando-se as exportações de carne bovina (89,9%), celulose (52,9%) e óleos combustíveis (72,9%).

Por outro lado, alguns produtos apresentaram queda nas exportações, como trigo e centeio (-38,2%) na Agropecuária, minério de Ferro (-1,0%) na Indústria Extrativa e aeronaves e equipamentos (-67,6%) na Indústria de Transformação.

Nas importações, o setor agropecuário registrou um crescimento de 52,2%, atingindo US$ 0,29 bilhões, enquanto a Indústria de Transformação avançou 19,8%, com um total de US$ 8,85 bilhões. A Indústria Extrativa, por outro lado, teve uma queda de 20%, totalizando US$ 0,45 bilhões.

O aumento nas importações foi puxado por produtos como milho não moído (80,7%), cacau em bruto ou torrado (1.909,0%) e borracha natural (120,3%) na Agropecuária. Na Indústria de Transformação, houve crescimento na compra de medicamentos (75,2%), motores e máquinas não elétricos (72,1%) e armas e munições (263,7%).

Entre os produtos que tiveram queda nas importações, destacam-se a soja (-94,4%) na Agropecuária, os fertilizantes brutos (-22,9%) na Indústria Extrativa e os veículos para transporte de mercadorias (-12,0%) na Indústria de Transformação.





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Adubação equilibrada é essencial para altos rendimentos na cultura do arroz



Produtores devem realizar análises para determinar as quantidades de adubo




Foto: Agrolink

A nutrição do solo tem papel fundamental na produtividade das lavouras de arroz, e o uso correto de adubos pode fazer toda a diferença no desempenho das plantas. Produtores têm investido cada vez mais em estratégias de adubação equilibrada para garantir um melhor desenvolvimento da cultura e aumentar os rendimentos por hectare.

O arroz é uma cultura altamente exigente em nutrientes, principalmente nitrogênio, fósforo e potássio. O manejo adequado desses elementos favorece o crescimento das plantas, melhora a resistência a estresses ambientais e eleva a qualidade dos grãos colhidos.

Estudos recentes mostram que a aplicação parcelada de fertilizantes nitrogenados ao longo do ciclo da cultura tem proporcionado incrementos significativos na produtividade. Essa técnica permite um melhor aproveitamento dos nutrientes pela planta, reduzindo perdas por lixiviação e volatilização.

Além do manejo do nitrogênio, a adubação com fósforo é essencial para um bom enraizamento e desenvolvimento inicial das plantas. Já o potássio desempenha um papel fundamental na resistência da lavoura a doenças e no enchimento dos grãos, garantindo maior peso e qualidade na colheita.

O uso de fertilizantes organominerais também tem ganhado espaço na cultura do arroz. Esses produtos combinam nutrientes minerais com matéria orgânica, promovendo uma liberação gradual dos elementos essenciais e melhorando a estrutura do solo a longo prazo. Os produtores devem realizar análises periódicas do solo para determinar as quantidades exatas de adubo a serem aplicadas. Um manejo nutricional bem planejado não só aumenta a produtividade, como também reduz custos e impactos ambientais, tornando a produção mais sustentável.





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Cultura do algodão exige manejo nutricional



Nutrição do solo fortalece lavouras de algodão e melhora a qualidade da fibra




Foto: Canva

A cultura do algodão exige um manejo nutricional eficiente para alcançar altas produtividades e garantir fibras de qualidade superior. O uso correto de adubos tem sido um dos pilares da produção, garantindo plantas mais vigorosas e menos suscetíveis a pragas e doenças.

Dentre os nutrientes mais importantes para o algodão, o Potássio se destaca por seu papel na formação da fibra. Esse elemento influencia diretamente no comprimento e resistência do algodão, características fundamentais para a indústria têxtil. A deficiência de Potássio pode comprometer a uniformidade e a qualidade do produto final.

O Nitrogênio também é essencial para a cultura, pois está diretamente ligado ao crescimento vegetativo e ao desenvolvimento das maçãs. No entanto, o excesso desse nutriente pode causar um crescimento exagerado da planta, dificultando a colheita e aumentando a suscetibilidade a pragas.

Outro elemento importante é o fósforo, responsável por estimular o enraizamento e garantir um melhor aproveitamento da água e dos nutrientes disponíveis no solo. Além disso, micronutrientes como boro e zinco desempenham funções essenciais no metabolismo da planta, prevenindo deformações nas fibras.

Produtores têm investido em tecnologias de adubação de liberação controlada para fornecer os nutrientes de forma equilibrada ao longo do ciclo da cultura. Essas soluções evitam desperdícios e garantem que as plantas tenham acesso aos elementos essenciais no momento certo.

A adubação deve ser planejada com base em análises de solo e nas demandas específicas da lavoura. Um manejo nutricional eficiente pode ser a diferença entre uma safra rentável e um ciclo produtivo abaixo do esperado, tornando a escolha dos fertilizantes um fator estratégico para o sucesso do algodão.





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produção de feijão sofre impacto do clima, aponta Conab



Safra de feijão enfrenta perdas com estiagem




Foto: Canva

O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apontou que a semeadura do feijão na Bahia foi concluída, mas com redução na área plantada em comparação à safra anterior. Segundo o relatório, a diminuição ocorreu principalmente devido à substituição de áreas pelo cultivo de mamona.

No oeste do estado, as condições climáticas foram mais favoráveis, com chuvas regulares ao longo do ciclo, o que permitiu o bom desenvolvimento das lavouras. Algumas áreas já iniciaram a colheita.

Nas regiões centrais, onde se concentra a maior parte da produção, a situação foi diferente. A escassez ou ausência de chuvas afetou o plantio e exigiu replantio fora da janela ideal. “A estiagem comprometeu fases críticas do cultivo, como a floração e o enchimento de grãos, impactando o potencial produtivo”, informou a Conab.

A retomada das chuvas em 2025 ajudou a amenizar as perdas, mas, segundo o levantamento, os danos já eram irreversíveis em muitas lavouras. A produtividade deve ficar abaixo do registrado na safra 2023/24, quando as condições climáticas foram mais favoráveis.





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estimativa da 2ª safra cai e preço dispara no mercado



Estimativa aponta para uma área de 16,75 milhões de hectares




Foto: Divulgação

A produção brasileira de milho 2ª safra na temporada 2024/25 foi revisada para baixo, conforme o boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A estimativa atual aponta para uma área de 16,75 milhões de hectares, queda de 0,51% em relação ao levantamento anterior de fevereiro.

A redução foi puxada principalmente por retrações nas áreas cultivadas em Goiás (-5,97%), Mato Grosso do Sul (-2,54%) e Paraná (-0,20%). Já a produtividade sofreu um leve ajuste negativo de 0,05%, sendo projetada em 95,05 sacas por hectare. Com isso, a produção total foi estimada em 95,51 milhões de toneladas, uma redução de 0,55% em relação à última previsão.

O cenário de incerteza sobre a produção final da safra 2024/25, somado à menor oferta do cereal na temporada anterior (2023/24), impactou os preços no mercado interno. Na Bolsa Brasileira (B3), a saca de milho fechou a semana cotada a R$ 88,56, avanço de 2,52% em comparação com a semana anterior e alta expressiva de 41,33% frente ao mesmo período de 2023.





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Goiás deve atingir R$ 119,4 bilhões no agro em 2025


O agronegócio de Goiás deve atingir um Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) recorde de R$ 119,4 bilhões em 2025, segundo projeção da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O crescimento reflete a expansão da produção, o aumento da produtividade e a incorporação de novas tecnologias no setor.

Desde 2016, o VBP do estado cresceu 56%, saindo de R$ 76,5 bilhões para o patamar atual. “Esse avanço demonstra a competitividade do agronegócio goiano e sua relevância na economia nacional”, informou a Seapa.

Entre as principais cadeias produtivas, a soja segue na liderança, com estimativa de R$ 36,1 bilhões, crescimento de 61,3% em relação a 2016. A pecuária bovina também se destaca, alcançando R$ 21,7 bilhões, um aumento de 62,3%.

Outros segmentos devem registrar recordes. A cana-de-açúcar deve atingir R$ 14,6 bilhões, alta de 6,8% em relação a 2024. O milho deve alcançar R$ 16,3 bilhões, um crescimento de 38,5%. O tomate deve atingir R$ 7,5 bilhões, superando a produção anterior em 11,5%. Já o frango tem projeção de R$ 9,3 bilhões, um avanço de 6,5% em comparação ao ano passado.

O VBP é um dos principais indicadores do setor agropecuário, refletindo a geração de riqueza e o impacto econômico da atividade no estado.BP é calculado com base no faturamento bruto da produção agrícola e pecuária, considerando os preços médios de mercado e os volumes produzidos de cada cultura ou atividade pecuária.





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boa colheita e baixa pressão de pragas em Goiás



Conab ajusta estimativa de produtividade da soja




Foto: USDA

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou o 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, destacando o desempenho da soja no estado de Goiás. Em fevereiro, a colheita foi caracterizada por uma concentração das atividades e um aumento das áreas em maturação, embora ainda em diferentes estágios. Apesar de interrupções pontuais devido à chuva, o tempo seco na segunda quinzena do mês favoreceu o avanço das colheitas.

A área cultivada no estado permanece estável em relação ao levantamento anterior, com uma estimativa de 4.954,7 mil hectares. A produtividade, que antes não havia sido reajustada, foi ajustada para 4.079 kg/hectare. O aumento foi observado após o avanço da colheita, com a estimativa de produtividade superando as previsões iniciais, em virtude do bom desenvolvimento das plantas e da colheita eficiente.

A safra atual apresenta um bom desempenho, com alta produção de vagens e grãos, além de baixa incidência de pragas e doenças. A redução no uso de defensivos refletiu-se em menores custos de produção para os agricultores. Apesar de alguns relatos de acamamento e prostração em algumas cultivares, as perdas durante a colheita foram mínimas. A qualidade dos grãos colhidos é considerada boa, com peso específico dentro dos padrões e umidade entre 12% e 14%, sendo que alguns lotes chegaram a 18%.

Embora haja registros de armazéns próximos à capacidade máxima, não houve problemas significativos de logística ou falta de espaço. A expectativa é que, com as condições climáticas favoráveis e o ritmo eficiente da colheita, mais de 50% da safra seja colhida até o final de fevereiro, atendendo à urgência de iniciar o plantio das culturas de segunda safra dentro do período ideal.

As lavouras em fase final de ciclo estão em boas condições e devem superar as expectativas de produtividade. Entre os fatores que justificam o bom desempenho da safra estão os regimes de chuvas adequados, o cumprimento do calendário de plantio, a baixa pressão de pragas e doenças, e o alto nível tecnológico adotado pelos produtores.





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Hotéis eliminam ovos de galinhas confinadas



O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal



O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal
O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal – Foto: Divulgação

A busca por hospedagens alinhadas a valores sustentáveis e éticos cresce entre os viajantes. Segundo um relatório da Booking.com, 49% dos turistas consideram certificações sustentáveis um fator decisivo na escolha do hotel. Além da economia de recursos e gestão de resíduos, um dos aspectos que mais chama atenção é a origem dos alimentos servidos, especialmente a produção de ovos. O confinamento de galinhas em gaiolas, uma prática amplamente criticada, tem levado grandes redes hoteleiras a revisar suas cadeias de suprimentos.

A Accor lidera esse movimento, comprometendo-se a eliminar os ovos de galinhas confinadas até 2025 nas Américas. Nos Estados Unidos e Canadá, 98% dos hotéis da rede já utilizam ovos de aves criadas livres, enquanto na América Central e Caribe esse número chega a 87%. No Brasil, outras redes como Fasano, Marriott, Hyatt e Wyndham também adotaram políticas semelhantes, reforçando o compromisso do setor com práticas mais responsáveis.

O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal. Galinhas confinadas vivem em espaços reduzidos, o que compromete seu sistema imunológico e aumenta a necessidade do uso de antibióticos – um fator que contribui para a resistência antimicrobiana, um problema de saúde global. Segundo Julia Almeida, da ONG Animal Equality, eliminar esses ovos do mercado é uma ação concreta para reduzir o sofrimento animal e promover um sistema alimentar mais ético.

“A eliminação dos ovos de galinhas confinadas em gaiolas é uma medida crucial para reduzir o sofrimento animal. Essa escolha não se limita a uma mudança no fornecimento, mas representa uma ação concreta para melhorar as condições de vida dessas aves”, afirma.

Além dos hotéis, empresas como Carrefour, McDonald’s, Bauducco e Unilever também adotaram políticas de fornecimento cage-free. Esse movimento evidencia uma tendência global: consumidores exigem mais transparência e responsabilidade das marcas, tornando a sustentabilidade um fator decisivo na experiência de consumo.





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Safra de arroz segue com boas expectativas de produtividade


O boletim conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (6) aponta que a colheita de arroz no estado do Rio Grande do Sul atingiu 25% da área cultivada, com destaque para a Fronteira Oeste, onde os índices são mais elevados. Em São Borja, a colheita chegou a 45%, seguida por Maçambará (40%), Alegrete (35%), Itaqui (32%), Barra do Quaraí e Uruguaiana, com cerca de 25% de colheita concluída.

Na região da Campanha, onde a semeadura foi mais tardia, a colheita está em fase inicial, atingindo 10% em Aceguá e Lavras do Sul, e 8% em Dom Pedrito. Atualmente, 40% da área plantada encontra-se em fase de maturação, o que possibilita aos produtores direcionar as reservas de água para irrigar as lavouras semeadas na segunda quinzena de dezembro, que estão nas fases de floração (7%) e enchimento de grãos (24%).

Na região de Pelotas, as lavouras estão predominantemente na fase de maturação, com 56% da área, enquanto 34% se encontram na fase de granação e 5% em floração. A colheita está em estágio inicial (5%) e ocorre em praticamente todos os municípios da região.

Em Santa Maria, a colheita avançou para 19% da área semeada, com 40% das lavouras em maturação. Embora os rendimentos estejam dentro das expectativas iniciais, algumas áreas, como Cacequi e Restinga Sêca, registraram queda de 15% na produtividade, enquanto em São Sepé e Formigueiro a redução foi de 5%.

Na região de Santa Rosa, em Garruchos, a colheita das lavouras semeadas precocemente já começou. As altas temperaturas e a intensa radiação solar favoreceram o desenvolvimento das plantas, resultando em produtividade próxima a 8 mil kg/ha de grãos limpos e secos, o que garantiu rentabilidade para os orizicultores locais.

Em Soledade, cerca de 10% da área foi colhida, com produtividades dentro das expectativas. As chuvas de fevereiro elevaram os níveis dos mananciais hídricos, oferecendo maior segurança aos orizicultores, que continuam utilizando água de forma moderada na irrigação. O quadro geral da cultura é considerado normal, com lavouras apresentando boa sanidade e estado nutricional.

No que diz respeito à comercialização, o preço médio da saca de 50 quilos de arroz, conforme levantamento semanal da Emater/RS-Ascar, registrou uma queda de 2,14%, passando de R$ 90,09 para R$ 88,16.





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