quarta-feira, março 25, 2026

Política & Agro

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Aveia-branca tem coloração pálida por falta de sol



Doenças foliares avançam em lavouras de aveia




Foto: Canva

As condições climáticas adversas têm dificultado o andamento da semeadura e das atividades de manejo da aveia-branca no Rio Grande do Sul. É o que aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (26). Apesar das chuvas intensas, a cultura apresenta bom desenvolvimento vegetativo, embora com coloração verde-pálida nas folhas, atribuída à baixa incidência de luz solar.

Segundo a Emater/RS-Ascar, a estimativa para esta safra é de 401.273 hectares plantados, com produtividade projetada em 2.254 kg por hectare.

Na região de Frederico Westphalen, a semeadura alcançou 97% da área prevista, mas o desenvolvimento das lavouras está atrasado devido à escassa radiação solar. Além disso, o excesso de umidade favoreceu a incidência de doenças, com destaque para o complexo de manchas foliares.

Na regional de Ijuí, os trabalhos de plantio foram concluídos. No entanto, já se observa acamamento em lavouras em fase de emissão de panícula e floração. Produtores relatam dificuldades no controle de plantas daninhas e na aplicação de adubação nitrogenada em cobertura.

Em Passo Fundo, as condições de solo encharcado impediram o avanço da semeadura, que permanece em 40% da área prevista. As lavouras implantadas seguem em fase de desenvolvimento vegetativo.

Na regional de Santa Rosa, a previsão de tempo seco deve permitir a retomada do monitoramento das lavouras. Durante o período chuvoso, o tráfego de equipamentos agrícolas nas áreas cultivadas foi inviabilizado, levando à suspensão das ações de controle fitossanitário.





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Fruticultura sofre com alta umidade e queda de frutos



Mamão perde qualidade e banana tem maturação atrasada




Foto: Divulgação

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (26) aponta que as condições climáticas adversas vêm impactando a fruticultura em várias regiões do Rio Grande do Sul. Na regional de Ijuí, o aumento da umidade e os dias nublados elevaram a incidência de podridões nos morangos e provocaram queda de frutos nos pomares de citros.

Os preços médios das frutas de mesa permanecem estáveis, conforme informado pela Emater/RS-Ascar: bergamota a R$ 4,00 o quilo, laranja a R$ 4,10 e morango a R$ 35,00.

Em Pelotas, as chuvas dificultaram manejos essenciais, como podas, roçadas e aplicações fitossanitárias, devido ao solo encharcado e ao acesso restrito às lavouras. Apesar disso, o acúmulo de horas de frio foi favorável aos pomares de pêssego, que apresentaram dormência uniforme e redução do inóculo de doenças.

Na regional de Santa Rosa, as rosáceas e videiras entraram na fase de dormência após perda total das folhas. A colheita das nozes segue em andamento, mas a qualidade do mamão foi afetada. Já a maturação dos frutos de banana foi prejudicada pelas temperaturas baixas.

Em Santa Maria, especificamente em Cachoeira do Sul, a colheita das nozes não avançou devido às chuvas, que também causaram queda de frutos, arrastados pelo escoamento para córregos da região.





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Norte pode bater 38°C e Sul registra até -7°C


A chegada de uma nova massa de ar frio deve derrubar as temperaturas em diversas regiões do país nesta semana. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), entre os dias 30 de junho e 7 de julho, os termômetros podem marcar temperaturas negativas no Sul e valores próximos de 0 °C no Sudeste, favorecendo a ocorrência de geadas em áreas de maior altitude.

Segundo o Informativo Meteorológico nº 24/2025, divulgado pelo INMET, o frio mais intenso será sentido nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, onde são previstas mínimas abaixo de 6 °C já a partir de 2 de julho. Nas áreas serranas, as temperaturas podem cair ainda mais, com possibilidade de geadas moderadas a fortes. No dia 25 de junho, por exemplo, os termômetros marcaram -7,8 °C em General Carneiro (PR) e -4,7 °C em Curitibanos (SC).

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Além da Região Sul, o avanço da massa de ar frio também impactará o Sudeste. A partir de 5 de julho, os estados de Minas Gerais e São Paulo devem registrar mínimas abaixo dos 10 °C, especialmente nas áreas mais elevadas, como Monte Verde (MG), onde os termômetros já marcaram -2,9 °C no fim de junho.

No Norte e Nordeste, por outro lado, o calor predomina. As temperaturas máximas devem ultrapassar os 37 °C em estados como Piauí e Tocantins. No dia 25 de junho, Oeiras (PI) registrou 38,8 °C, e Porto Nacional (TO), 37,4 °C. As mínimas, nessas regiões, permanecem elevadas, com valores acima dos 24 °C.

A previsão de chuvas para a semana indica volumes mais expressivos no norte da Região Norte e leste das regiões Sudeste e Nordeste, com acumulados acima de 50 mm. No interior do país, especialmente no Centro-Oeste e áreas do Nordeste, o tempo seguirá seco, com baixa umidade do ar.





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Como manejar a ferrugem alaranjada da cana?



Os primeiros sinais da doença surgem como pequenas pintas alaranjadas



Os primeiros sinais da doença surgem como pequenas pintas alaranjadas
Os primeiros sinais da doença surgem como pequenas pintas alaranjadas – Foto: Canva

A ferrugem alaranjada, provocada pelo fungo Puccinia kuehnii, tem sido uma das doenças foliares mais preocupantes nos canaviais brasileiros durante o período chuvoso. De acordo com o engenheiro agrônomo Dallisson Pontes, a presença do patógeno compromete a fotossíntese da planta, prejudica seu desenvolvimento e impacta negativamente a produtividade da lavoura.

Os primeiros sinais da doença surgem como pequenas pintas alaranjadas na face inferior das folhas. Em pouco tempo, essas lesões evoluem para necrose, reduzindo significativamente a área fotossintética, antecipando a senescência e limitando o acúmulo de sacarose. Isso leva a atrasos no crescimento e à diminuição da longevidade do canavial, o que compromete ciclos futuros de colheita.

Para o controle eficaz da ferrugem alaranjada, Pontes recomenda o uso de fungicidas sistêmicos combinados com aminofosfito de cobre. Essa associação potencializa os efeitos do manejo, com o aminofosfito atuando de forma bioestimulante e sistêmica, fortalecendo o metabolismo da planta e promovendo uma resposta mais eficiente ao estresse biótico. Além disso, ele induz a resistência sistêmica adquirida, estimulando a produção de compostos de defesa que dificultam a infecção de folhas novas.

Nesse contexto, a aplicação conjunta dos produtos é estratégica para proteger o dossel foliar ainda em formação, mantendo a sanidade da planta e favorecendo seu desenvolvimento vegetativo. Esse manejo integrado se mostra essencial para preservar a produtividade e garantir a sustentabilidade dos canaviais em regiões de alta umidade.

 





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Conflito acende alerta no agro



Além dos insumos, as exportações brasileiras também podem ser impactadas



Além dos insumos, as exportações brasileiras também podem ser impactadas
Além dos insumos, as exportações brasileiras também podem ser impactadas – Foto: Divulgação

A escalada das tensões entre Irã e Israel, apesar do cessar-fogo recente, mantém o agronegócio brasileiro em estado de alerta. Com a entrada dos EUA no conflito e ataques ao território iraniano, o cenário geopolítico continua instável e já afeta setores sensíveis como o fornecimento de insumos e a logística internacional. Segundo Felipe Jordy, gerente da Biond Agro, a guerra parece distante, mas as consequências já batem à porta do campo brasileiro.

De acordo com dados da EIA (Administração de Informação de Energia dos EUA), o Irã possui a terceira maior reserva de petróleo do mundo. O aumento do preço do barril — que ultrapassou os US$ 75 — encarece o combustível marítimo e pressiona os custos de importação de fertilizantes e defensivos agrícolas. A ureia iraniana, que responde por cerca de 20% das importações brasileiras, entra na rota de risco, tanto pela elevação do custo quanto pela ameaça de bloqueios logísticos em portos e no estratégico Estreito de Ormuz.

Além dos insumos, as exportações brasileiras também podem ser impactadas. O Irã é um dos principais destinos do milho e da soja nacional. Caso haja sanções ou interrupções na infraestrutura portuária da região, o Brasil pode enfrentar dificuldades para escoar sua supersafra, aumentando a oferta interna e pressionando os preços. “O aumento do petróleo encarece o transporte, eleva o custo de toda cadeia produtiva e pressiona o produtor rural brasileiro em várias frentes”, explica.

Com margens já apertadas e o planejamento da próxima safra em curso, o produtor rural brasileiro vê-se diante de um novo ciclo de incertezas. O momento exige atenção redobrada a riscos externos e estratégias de diversificação de mercados e fornecedores.

“Temos uma supersafra no Brasil, grandes volumes também vindo da Argentina e dos EUA, e agora o risco de perder um importante comprador. O resultado pode ser pressão de preços e margens ainda mais apertadas ao produtor”, finaliza Jordy.

 





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preços de itens básicos caem no Sul


Os consumidores brasileiros tiveram um alívio no orçamento em maio com a queda nos preços de alimentos básicos para o almoço, segundo levantamento da Neogrid, referência em tecnologia e inteligência de dados para a cadeia de consumo. Produtos como ovos, arroz e feijão ficaram mais baratos em todas as regiões do país, inclusive no Sul.

Os ovos apresentaram a maior queda, com redução de 11,8%, passando de R$ 1,15 para R$ 1,02 o dúzia. O arroz caiu 5,7%, de R$ 5,82 para R$ 5,49, enquanto o feijão recuou 2,7%, com o preço médio de R$ 6,86 para R$ 6,68. No Sul, essa tendência se repetiu, com destaque para os ovos (-7,7%), arroz (-6,6%) e feijão (-5,9%).

Por outro lado, itens como café em pó e em grãos registraram alta de 3,7% no mês, devido à quebra da safra de 2024 causada pelo clima adverso e à valorização das exportações. Margarina, legumes, carne suína e água sanitária também tiveram aumento de preços em maio.

Segundo Anna Carolina Fercher, líder de Dados Estratégicos da Neogrid, a expectativa é que os preços dos ovos se mantenham estáveis nos próximos meses, desde que não ocorram novos impactos climáticos ou econômicos, enquanto a pressão sobre o preço do café deve persistir. “A combinação entre a crescente demanda global e a desvalorização do real tem incentivado a priorização das exportações. Com isso, a pressão sobre os preços no mercado nacional deve se manter nos próximos meses”, indica.

“O declínio no preço dos ovos já era esperado após o pico de consumo durante a Quaresma. Apesar disso, o produto ainda acumula alta desde dezembro – reflexo do aumento no custo do milho, das ondas de calor que afetaram a produção e do avanço nas exportações por conta da gripe aviária nos Estados Unidos. A tendência é de estabilidade nos próximos meses, desde que não haja novos impactos climáticos ou econômicos”, conclui.


 





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Triagem de tomates com IA revoluciona agricultura



Esses sistemas inovadores utilizam câmeras de alta velocidade



Esses sistemas inovadores utilizam câmeras de alta velocidade
Esses sistemas inovadores utilizam câmeras de alta velocidade – Foto: Divulgação

A inovação tecnológica tem sido cada vez mais decisiva para transformar o agronegócio brasileiro, especialmente no combate ao desperdício de alimentos. Entre as soluções que vêm ganhando destaque está a triagem inteligente de tomates, que utiliza inteligência artificial para aprimorar a qualidade e a eficiência no processo de classificação. Essa tecnologia promete não só aumentar a produtividade, mas também contribuir para uma produção mais sustentável e segura.

Lenon Dias Barth, Gestor de Operações e Automação Industrial, destaca que a tecnologia está revolucionando a triagem de tomates, etapa fundamental para reduzir o desperdício de alimentos. Todos os anos, toneladas de tomates são descartadas por falhas na classificação manual, mas as máquinas de triagem óptica com visão artificial e inteligência artificial prometem mudar esse cenário.

Esses sistemas inovadores utilizam câmeras de alta velocidade e algoritmos inteligentes para detectar e classificar tomates verdes, maduros e defeituosos em questão de milissegundos, superando a precisão do olho humano. Além de identificar cor, forma e tamanho em tempo real, a inteligência artificial se adapta e aprende com cada escaneamento, ajustando-se a diferentes tipos de cultivo.

A agilidade e a alta precisão dessas máquinas trazem mais eficiência à produção, diminuindo perdas e elevando a qualidade dos produtos. Essa inovação é um marco para a agricultura inteligente, unindo tecnologia e sustentabilidade para garantir maior segurança alimentar. Assim, a inteligência artificial se mostra não só uma ferramenta tecnológica, mas um elemento-chave para produzir de forma mais rápida, eficiente e sustentável, abrindo caminho para o futuro do agronegócio.





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Carvão vegetal: Fertilidade e sustentabilidade



As TPI possuem teores de matéria orgânica até 70 vezes maiores que os solos vizinhos



As TPI possuem teores de matéria orgânica até 70 vezes maiores que os solos vizinhos
As TPI possuem teores de matéria orgânica até 70 vezes maiores que os solos vizinhos – Foto: Katya Ershova

A busca por solos mais férteis e produtivos tem levado agricultores e pesquisadores a resgatar práticas antigas, como o uso do carvão vegetal, que pode transformar a agricultura moderna com base em sabedoria ancestral.

Italo M. R. Guedes, agrônomo, pesquisador e comunicador, destaca o uso do carvão vegetal no solo como uma técnica inspirada nas Terras Pretas de Índio (TPI), solos amazônicos ancestrais conhecidos pela alta fertilidade. Estudos recentes, no Brasil e no mundo, mostram que o carvão vegetal, ou biochar, pode aumentar a matéria orgânica do solo, melhorar a capacidade de troca de cátions (CTC), otimizar o uso de fertilizantes e estimular microrganismos benéficos, tornando os solos mais produtivos.

As TPI possuem teores de matéria orgânica até 70 vezes maiores que os solos vizinhos, graças ao carbono pirogênico presente, que também eleva o pH e concentra nutrientes como nitrogênio, fósforo, cálcio e potássio. Diferente de outros insumos orgânicos, que se decompõem rapidamente, o carvão vegetal é resistente à decomposição devido à sua estrutura química, permanecendo no solo por séculos e mantendo seus efeitos sem necessidade de reaplicações frequentes.

Além de melhorar a fertilidade, a aplicação do biochar no solo funciona como uma ferramenta de sequestro de carbono, contribuindo para mitigar as mudanças climáticas ao fixar carbono de forma estável na terra. Assim, essa prática milenar aliada à ciência moderna pode ser uma solução sustentável para o futuro da agricultura e dos solos.

“A aplicação de carvão ao solo não apenas melhora suas propriedades, mas também representa uma estratégia eficaz de sequestro de carbono. Um caminho para tornar a agricultura parte da solução no enfrentamento das mudanças climáticas”, conclui.

 





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Soja fecha junho com queda em Chicago


Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago encerraram a sessão desta segunda-feira de forma mista, pressionados por estoques elevados e sinais de demanda enfraquecida. Segundo análise da TF Agroeconômica, os contratos de julho e agosto da oleaginosa recuaram 0,34%, fechando em US\$ 1.024,25 e US\$ 1.029,75 por bushel, respectivamente.

A divulgação dos relatórios do USDA sobre estoques trimestrais e área plantada impactou diretamente as cotações. Embora a área semeada tenha ficado em linha com as expectativas — 33,74 milhões de hectares, quase igual aos 33,79 milhões previstos em março —, os estoques em 1º de junho surpreenderam negativamente: 27,43 milhões de toneladas, 3,9% acima do ano anterior e acima da média projetada pelo mercado (26,67 milhões). A fraca demanda em junho, especialmente pela China, reforçou o viés de baixa.

Apesar disso, o óleo de soja foi destaque positivo no mês. Impulsionado por fatores como o aumento do mandato de biodiesel nos EUA e tensões no Oriente Médio, o produto acumulou valorização de quase 12% em junho. No fechamento do dia, o contrato de óleo para julho subiu 0,11%, cotado a US\$ 52,51 por libra-peso. Já o farelo teve leve alta de 0,07%, encerrando a US\$ 271,30 por tonelada curta.

Condições climáticas favoráveis no cinturão agrícola dos EUA também pesaram sobre os preços, com boas chuvas registradas nesta segunda-feira. O cenário climático positivo para o milho e a soja, somado ao desinteresse chinês pela nova safra americana, mantém o mercado em alerta para os próximos movimentos.

Dois fatores deram suporte altista ao mercado da soja: o iminente aumento das tarifas de exportação (retenciones) na Argentina, que pode desacelerar as vendas do complexo soja no país, e a valorização do real frente ao dólar, que reduz a competitividade da soja brasileira. Além disso, o USDA confirmou a venda de 204 mil toneladas de farelo de soja dos EUA para destinos desconhecidos na safra 2025/26, o que também contribuiu positivamente para o mercado.

 





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Confira como a soja iniciou a semana


Desafios logísticos e comerciais marcam o cenário da soja no Rio Grande do Sul, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “A precificação mudou para o julho, e os preços foram R$ 137,00 para 30/07 (entregas de 15/07 a 30/07). Melhores preços estão para o agosto, que marcou R$ 140,00 entrega agosto cheio e pagamento em 29/08. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00 Cruz Alta – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Passo Fundo – Pgto. agosto R$ 130,00 Ijuí – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 15/08 Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 119,00 a saca ao produtor”, comenta.

Logística e armazenagem exigem atenção no mercado de soja em Santa Catarina. “Com a infraestrutura atual já sob pressão, o crescimento da produção no Planalto Norte e em outras regiões exige atenção redobrada para evitar gargalos, garantir qualidade dos grãos e dar suporte à construção de políticas públicas que fortaleçam a competitividade catarinense no agronegócio. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,56 (-0,70%)”, completa.

No Paraná, o mercado de soja segue sob cautela, mesmo com projeções comerciais positivas. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 134,76. Em Cascavel, o preço foi 120,34 (+0,28%). Em Maringá, o preço foi de R$ 121,22. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 123,85 por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,56 (+0,70%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Logística instável desafia comercialização no Mato Grosso do Sul. “A armazenagem segue como ponto crítico no estado, dado o alto volume colhido e a limitação de estruturas disponíveis para estocar os grãos, o que impacta diretamente o poder de negociação no mercado. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 118,37, Campo Grande em R$ 118,37, Maracaju em R$ 119,92 (+1,80%), Chapadão do Sul a R$ 108,69 (-1,82%), Sidrolândia a em R$ 119,92 (+1,80%)”, informa.

Armazenagem e logística concentram atenções no Mato Grosso do Sul após colheita da

soja. “Para os próximos ciclos, o planejamento de armazenagem ganha ainda mais relevância, principalmente diante dos custos elevados de insumos e da necessidade de mitigar riscos de perdas e avarias. Campo Verde: R$ 113,09. Lucas do Rio Verde: R$ 108,82 (+0,72), Nova Mutum: R$ 108,82. Primavera do Leste: R$ 113,09. Rondonópolis: R$ 113,09. Sorriso: R$ 108,82”, conclui.

 





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