sexta-feira, março 27, 2026

Política & Agro

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Exportações de mel crescem no 1º quadrimestre


As exportações brasileiras de mel “in natura” registraram alta no primeiro quadrimestre de 2025, segundo dados da Agrostat Brasil divulgados no Boletim de Conjuntura Agropecuária da última quinta-feira (29), elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Entre janeiro e abril, o Brasil exportou 11.901 toneladas do produto, o que representa um aumento de 8,2% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram embarcadas 11.000 toneladas.

A receita cambial obtida no período foi de US$ 37,431 milhões, um crescimento de 34,9% em comparação aos US$ 27,740 milhões registrados no ano anterior. O preço médio por tonelada subiu 24,7%, passando de US$ 2.521,83 para US$ 3.145,23 – o equivalente a US$ 3,15 por quilo.

No recorte estadual, Minas Gerais liderou as exportações com 2.991 toneladas embarcadas, gerando receita de US$ 9,504 milhões. O Paraná manteve-se na segunda posição, com 2.409 toneladas e receita de US$ 7,774 milhões. “O Paraná apresentou crescimento expressivo de 129,6% em volume exportado e de 201,8% em receita”, destacaram os analistas do Deral.

Na sequência, aparecem o Piauí, com 1.843 toneladas e receita de US$ 5,487 milhões; Santa Catarina, com 1.317 toneladas e US$ 4,025 milhões; e São Paulo, com 1.115 toneladas e receita de US$ 5,572 milhões.

O principal destino do mel brasileiro continua sendo os Estados Unidos, que absorveram 83,1% do volume total exportado, o equivalente a 9.889 toneladas, com receita de US$ 31,023 milhões. No mesmo período de 2024, o país havia importado 9.600 toneladas, ao custo de US$ 23,093 milhões.

Além dos EUA, outros mercados relevantes foram Canadá (950 toneladas e US$ 3,017 milhões), Alemanha (421 toneladas e US$ 1,308 milhão), Reino Unido (268 toneladas e US$ 794 mil), Países Baixos (200 toneladas e US$ 624 mil) e Austrália (40,6 toneladas e US$ 98,9 mil).





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Escassez hídrica compromete batata em Passo Fundo



Qualidade da batata pode cair




Foto: Pixabay

As lavouras de batata safrinha na região administrativa de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, enfrentam dificuldades causadas pela escassez de chuvas desde o plantio. A informação foi divulgada no Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar na quinta-feira (29).

De acordo com os técnicos da entidade, as plantas estão em fase de desenvolvimento vegetativo e formação de tubérculos, mas a falta de precipitações regulares e as limitações para irrigação têm comprometido o ciclo da cultura. “Essas condições devem impactar negativamente tanto na produtividade quanto na qualidade do produto”, avaliou a equipe da Emater/RS-Ascar.

A colheita está prevista para a segunda quinzena de maio, quando será possível mensurar os efeitos da estiagem sobre o rendimento das lavouras. No mercado local, o saco de 50 quilos da batata, seja do tipo rosa ou branca, está sendo vendido a R$ 60,00.





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Clima favorece trigo e cevada no sul da Europa



Precipitações favorecem culturas na França




Foto: Pixabay

O boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na quarta-feira (28), apontou que a seca voltou a ganhar força na Península Ibérica, ao mesmo tempo em que chuvas localizadas de intensidade variável predominaram em outras regiões da Europa. Após semanas de tempo nublado e chuvoso, Portugal e Espanha registraram céu claro e temperaturas dentro da média, o que favoreceu o desenvolvimento dos grãos de inverno em fase de formação.

“A melhora nas condições meteorológicas reduziu as preocupações com o excesso de umidade nessas áreas agrícolas”, informaram os analistas do boletim. No restante do continente, o deslocamento de uma massa de ar que antes bloqueava o noroeste da Europa permitiu o retorno de precipitações ao norte europeu.

Apesar de as chuvas terem sido fracas — inferiores a 10 mm — em regiões críticas como o sudeste da Inglaterra, o norte da França e o norte da Alemanha, os acumulados foram considerados positivos. “Ainda será necessário um volume maior de chuva para manter boas perspectivas para os grãos e oleaginosas de inverno”, alertou o relatório.

No centro e sul da França, bem como no sul da Alemanha, os volumes foram mais expressivos, entre 15 mm e 50 mm, sustentando condições favoráveis às culturas reprodutivas e em fase de enchimento. Já na Polônia e nos Estados Bálticos, chuvas leves a moderadas combinadas com temperaturas entre 2°C e 4°C abaixo do normal mantiveram o cenário propício para a agricultura.

A Itália e os Bálcãs também registraram tempestades periódicas, com totais superiores a 50 mm em algumas áreas, especialmente no norte da Itália e no Vale do Danúbio. A sequência de clima úmido e frio no sul e sudeste da Europa, com temperaturas até 5°C abaixo da média, foi considerada próxima do ideal para o desenvolvimento do trigo de inverno, cevada e colza em fase reprodutiva.





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Cultivo de uva tem manejo antecipado



Parreirais recebem bioinsumos e pré-poda




Foto: Divulgação

Agricultores da região administrativa de Erechim, no Rio Grande do Sul, deram início às atividades de pré-poda nos parreirais, focando na remoção de galhos secos e na aplicação de calda sulfocálcica. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (29).

Segundo o boletim, alguns produtores também vêm utilizando bioinsumos produzidos nas próprias propriedades. O objetivo, de acordo com os técnicos da Emater, é “melhorar as condições físicas e químicas do solo para o próximo ciclo produtivo”.

Além das práticas de manejo, houve aumento nas áreas cobertas destinadas ao cultivo da uva. Em Floriano Peixoto, a área sob cobertura alcançou 2,5 hectares. Em Erechim, a cobertura atinge 1 hectare, enquanto em Mariano Moro o total chega a 3 hectares.

A expectativa dos extensionistas é que essas ações contribuam para o fortalecimento das plantas e para a regularidade na produção, especialmente diante das variações climáticas da região.





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Dia do Hambúrguer inspira receitas caseiras



Data celebra variedade no preparo do hambúrguer




Foto: Pixabay

Comemorado em 28 de maio, o Dia do Hambúrguer tem incentivado consumidores a irem além das tradicionais opções de fast-food e a explorarem novas receitas feitas em casa. A data tem sido uma oportunidade para transformar a cozinha em um espaço de experimentação e criar hambúrgueres personalizados, com combinações que atendem a diferentes perfis de consumo.

Segundo o Supermercados Mundial, é possível preparar versões mais leves ou com sabores mais intensos, incluindo alternativas como hambúrgueres de peixe com molho cítrico. Para quem pretende montar o hambúrguer do zero, a escolha da carne é um dos fatores determinantes para o resultado final.

Opções magras (para um hambúrguer mais leve):

  • Patinho: carne magra e com boa textura, ideal para quem quer reduzir gordura.
  • Coxão mole: ótimo custo-benefício e sabor equilibrado.
  • Filé de frango moído: uma alternativa leve, especialmente para quem está de olho nas calorias.

Blends criativos (para um hambúrguer mais suculento):

  • Acém + peito bovino: combinação clássica de sabor e gordura na medida.
  • Fraldinha + costela: para um hambúrguer intenso e macio.
  • Acém + bacon: para os fãs de sabor defumado e mais ousado.
  • Peixe branco + camarão picado: blend sofisticado e surpreendente.






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Oferta alta reduz preços dos citros


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (22) apontou queda nos preços dos citros na região administrativa de Caxias do Sul. De acordo com a publicação, comerciantes relataram baixa demanda e grande oferta de frutas, reflexo da produção considerada adequada nesta safra.

“As variações de temperatura e o retorno das chuvas favoreceram o desenvolvimento das lavouras”, informou a Emater/RS-Ascar. O raleio já foi concluído, e há uma expectativa de safra superior à inicialmente projetada. As práticas culturais, como roçadas, adubação de cobertura e tratamentos fitossanitários com fungicidas, seguem sendo realizadas.

Na região, os primeiros sintomas de pinta-preta foram registrados nas bergamotas precoces da variedade Caí, cuja colheita começou nos locais de microclima mais quente, como os vales dos rios das Antas e Caí. A variedade Ponkan também está em colheita nestas áreas, enquanto nas demais regiões a maturação das frutas ainda está em estágio inicial.

Para a cultura da laranja, os produtores realizaram tratamentos com Fungicidas e produtos cúpricos, com o objetivo de atenuar sintomas e conter a propagação do cancro-cítrico. Os preços médios observados foram de R$ 1,75/kg para as bergamotas Caí e Ponkan, e R$ 2,50/kg para as laranjas Bahia e Baianinha.

Em Santa Rosa, a colheita de limão Tahiti e comum, bergamotas Okitsu, Caí e da variedade Ponkan segue em andamento. Segundo o boletim, a escassez de chuvas em fases cruciais do ciclo reduziu o teor de suco e aumentou o volume de bagaço nas frutas. Também foram registrados casos de mosca-negra-dos-citros, larva-minadora e cancro-cítrico em pomares já consolidados.

No município de Alegrete, pertencente à região administrativa de Bagé, a infestação de mosca-das-frutas preocupa os citricultores. Ainda assim, as chuvas regulares melhoraram o calibre dos frutos, o que pode atenuar as perdas decorrentes da estiagem registrada anteriormente. A colheita de laranja e limão está em curso.

Em Erechim, o desenvolvimento das frutas foi favorecido pelas chuvas ocasionais, com melhora do calibre. A colheita de bergamota Caí e variedades comuns continua, assim como das laranjas Rubi, Iapar e Salustiana. A região projeta o plantio de mais 700 hectares.

Na região de Soledade, a colheita de bergamota Ponkan avança, acompanhada do início da colheita das variedades comum, Pareci e Caí. Também está em andamento a colheita de laranja de umbigo precoce, em menor escala. Os produtores seguem manejando o controle da mosca-das-frutas.

Em Pelotas, um programa voltado à citricultura orgânica, conduzido por uma cooperativa em parceria com a Emater/RS-Ascar, segue em desenvolvimento desde o ano passado. O projeto envolve produtores de sete municípios, que atualmente realizam o preparo das áreas para novos plantios. Contudo, a ampliação da área cultivada em 2025 está comprometida pela indisponibilidade de mudas no Estado, que, por ser zona livre do greening, não pode importar plantas de outras regiões com ocorrência da doença.





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produtores reduzem custos no início do plantio



RS inicia preparo do trigo com menor aporte técnico




Foto: Canva

Com o fim da safra de verão e o início do período recomendado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), os produtores do Rio Grande do Sul intensificaram as atividades para o cultivo do trigo. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (22), o foco das ações recentes tem sido o preparo das áreas, com destaque para a aplicação de herbicidas nas lavouras que anteriormente abrigavam soja.

A operação havia sido adiada devido ao longo período sem chuvas, que restringia o manejo apenas às regiões com níveis mais elevados de umidade no solo. Agora, com a retomada das condições adequadas, o plantio ganha ritmo, ainda que sob novas limitações.

A Emater/RS-Ascar observa uma tendência crescente de cultivo com menor nível tecnológico. “Há maior uso de sementes próprias e redução na aplicação de fertilizantes”, informou a entidade. Essa mudança é atribuída, segundo o boletim, à descapitalização dos produtores, provocada por sucessivas frustrações de safra, aumento dos custos com seguro rural e Proagro, além da atual cotação do cereal, considerada pouco atrativa pelos triticultores.

Informações preliminares de cooperativas e agentes técnicos apontam aumento na procura por testes de germinação e vigor de sementes salvas, enquanto a busca por sementes certificadas e linhas de financiamento diminui. Esse comportamento reforça a expectativa de retração tanto na área plantada quanto na adoção de tecnologias para a Safra 2025.

Na safra anterior, o Rio Grande do Sul cultivou 1.331.013 hectares de trigo, com produtividade média de 2.781 kg por hectare, conforme dados do IBGE. A Emater/RS-Ascar está em fase de levantamento das intenções de plantio para a próxima safra. Os dados devem ser apresentados nas próximas semanas.





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produtividade supera expectativa na Argentina



Clima atrasa colheita, mas não reduz projeção




Foto: Divulgação

A colheita de milho da safra 2024/25 na Argentina alcançou 38,80% da área prevista até o dia 21 de maio, segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (28), com base em dados da Bolsa de Cereales. O avanço semanal foi de 1,60 ponto percentual, ritmo inferior ao da semana anterior.

De acordo com o relatório, “as enchentes que atingem diversas regiões do país, especialmente o sul e centro da província de Córdoba e o norte de Buenos Aires, dificultaram os trabalhos a campo e limitaram a colheita”. A previsão indica que essas áreas continuarão recebendo chuvas ao longo da semana, mas com menor intensidade.

Apesar das dificuldades, a colheita está 10,60 pontos percentuais à frente do registrado no mesmo período da safra anterior. As áreas já colhidas apresentaram produtividade média de 80,70 sacas por hectare, superando as expectativas iniciais.

A Bolsa de Cereales manteve a estimativa de produção nacional em 49 milhões de toneladas. No entanto, o relatório destaca que “há possibilidade de revisão para baixo nas próximas atualizações, caso se confirmem perdas associadas a fatores climáticos ou fitossanitários”.





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Café moído, tangerina e carne bovina lideram alta de preços


Os preços de produtos agropecuários básicos, como café e carne bovina, apresentaram aumentos expressivos no Brasil nos últimos 12 meses, de acordo com dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), divulgados em maio pelo IBGE.

O café moído teve alta acumulada de 83,2% no período, liderando o ranking de maiores elevações. O aumento é atribuído a fatores como instabilidades climáticas e flutuações do mercado internacional, que afetam a oferta e os custos da principal commodity agrícola brasileira.

Entre os produtos com maior impacto mensal, a energia elétrica residencial apresentou alta de 1,68%. Já o grupo alimentação e bebidas desacelerou, passando de 1,14% em abril para 0,39% em maio.

No segmento de proteínas, os cortes bovinos populares também encareceram. O acém subiu 28,27%, seguido por alcatra (25,98%), patinho (25,41%), contrafilé (24,17%) e filé-mignon (23,83%). O aumento é reflexo da elevação dos custos de produção e alimentação animal, além da crescente demanda interna e externa.

No setor hortifruti, a tangerina foi destaque com alta de 32,84%, ficando em segundo lugar entre os itens com maior variação de preços. “A inflação, normalmente mensurada pelo IPCA, tem um impacto profundo na vida do consumidor, fazendo com que cada real valha menos do que antes, obrigando todos a repensar prioridades e a se adaptar a um novo cenário econômico em que a estabilidade financeira se torna um objetivo cada vez mais distante”, afirma Fernando Lamounier, educador financeiro e sócio-diretor da Multimarcas Consórcios.

Embora o índice geral de preços tenha registrado variação moderada de 0,36% em maio, os produtos do agronegócio seguem pressionando a inflação dos alimentos. O cenário preocupa produtores, cooperativas e gestores públicos.

Especialistas defendem a necessidade de políticas voltadas à resiliência climática, à adoção de tecnologias no campo e à regulação de mercado, como forma de manter a competitividade do setor e garantir o abastecimento interno.

“Com a crescente preocupação dos consumidores em relação ao aumento dos preços, principalmente de alimentos, é crucial estar atento às futuras oscilações no mercado. Com o aumento do IPCA, o encarecimento de produtos essenciais pode se prolongar. Para enfrentar esse cenário, além de repensar as prioridades de consumo, uma dica prática é criar um fundo de emergência específico para a possível variação com as despesas com alimentação, separando mensalmente uma pequena porcentagem extra da renda para evitar ser pego de surpresa com a alta de preços”, orienta Lamounier.





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Nova compra acelera remoção de carbono agrícola



O programa de carbono da Indigo já acumula quase uma megatonelada de impacto



O programa de carbono da Indigo já acumula quase uma megatonelada de impacto climático positivo
O programa de carbono da Indigo já acumula quase uma megatonelada de impacto climático positivo – Foto: Divulgação

A Indigo anunciou nesta terça-feira  uma nova parceria com a Microsoft para acelerar a remoção de carbono do solo. A gigante da tecnologia adquiriu 60.000 créditos de carbono gerados pela quarta e maior “safra de carbono” da Indigo, certificada em abril pelo Climate Action Reserve. A compra expande o acordo anterior, firmado em junho de 2023, quando a Microsoft adquiriu 40.000 créditos.

O programa de carbono da Indigo já acumula quase uma megatonelada de impacto climático positivo, além de evitar o escoamento de mais de 240 bilhões de litros de água superficial. A empresa destina 75% do valor das vendas diretamente aos agricultores, estimulando práticas de agricultura regenerativa em todo os Estados Unidos.

Segundo Dean Banks, CEO da Indigo Ag, a confiança da Microsoft valida a robustez científica e tecnológica do programa, que hoje beneficia mais de 20 milhões de acres em 15 países. O projeto garante que o carbono permaneça no solo por décadas, oferecendo uma solução confiável e de longo prazo.

“Quando a Microsoft, reconhecida como um dos principais impulsionadores do mercado de carbono, investe nos créditos da Indigo, confirma sua confiança na nossa ciência, equipe e tecnologia. Nosso portfólio de biológicos de alta performance e de sustentabilidade já estão presentes em mais de 20 milhões de acres em 15 países, e este acordo reforça a confiança no trabalho árduo dos agricultores para criar um sistema agroalimentar saudável e resiliente”, indica.

Para Brian Marrs, Diretor Sênior da Microsoft, a iniciativa vai além da mitigação climática. Ela promove a resiliência das propriedades rurais, protege bacias hidrográficas e impulsiona o desenvolvimento econômico nas comunidades agrícolas.

 

“Realizamos uma diligência rigorosa ao escolher projetos para nosso portfólio, e estamos satisfeitos em apoiar este projeto como parte do portfólio mais amplo de soluções de remoção de carbono de alta qualidade da Microsoft. A colaboração busca proteger a segurança econômica do nosso sistema agroalimentar com uma abordagem mensurável e escalável para remoção de carbono baseada na agricultura”, conclui.

 





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