terça-feira, março 10, 2026

Política & Agro

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Transição climática em 2026 acende alerta para o agro



Transição para o El Niño preocupa


Transição para o El Niño preocupa
Transição para o El Niño preocupa – Foto: Canva

O ano de 2026 deve apresentar uma mudança gradual no padrão climático, com o enfraquecimento da La Niña e a transição para o El Niño ao longo do primeiro semestre. As projeções indicam que o novo fenômeno não deve se estabelecer de forma imediata, com maior probabilidade de consolidação entre o outono e o início do inverno.

Análises da Ampere Consultoria apontam convergência dos principais modelos climáticos para a atuação do El Niño ao menos durante o inverno, ainda que persistam incertezas sobre sua intensidade e duração. Os impactos mais consistentes do fenômeno tendem a ocorrer nas extremidades do país. No extremo Norte, historicamente há redução das chuvas, enquanto a região Sul costuma registrar volumes acima da média.

“Ainda existem incertezas em relação à intensidade e à duração do fenômeno, mas os principais modelos climáticos já convergem para um cenário em que, ao menos durante o inverno, a atmosfera estará sob influência do El Niño”, explica a agrometeorologista da consultoria, Amanda Balbino.

Para áreas como Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, o comportamento das precipitações associadas ao ENSO é menos definido, o que limita a previsibilidade de um padrão claro e uniforme. Já em relação às temperaturas, a influência do El Niño costuma ser mais evidente, com expectativa de um inverno menos rigoroso e temperaturas acima da média climatológica.

Para o agronegócio, o principal risco está na possibilidade de o fenômeno se prolongar e interferir no início da estação chuvosa. Nesse cenário, podem ocorrer períodos mais longos de estiagem durante o plantio no Centro-Oeste e no MATOPIBA, enquanto no Sul o excesso de chuvas tende a ser o principal fator de impacto sobre as lavouras.

 





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Ruído de mercado pressiona crédito, diz especialista



A discussão sobre risco é necessária


A discussão sobre risco é necessária
A discussão sobre risco é necessária – Foto: Pixabay

Ganhou força nos últimos dias uma narrativa de efeito dominó no agronegócio que trata episódios pontuais como sinal de um colapso inevitável do setor. Segundo análise de Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, essa leitura passou a se apoiar no caso da Fiagril de forma generalizada, misturando empresa, cadeia produtiva, crédito e mercado de capitais sem separar fatos objetivos de inferências, o que amplia o risco de decisões equivocadas.

No mercado financeiro, especialmente para investidores expostos a CRA e outros títulos, o ruído vai além da especulação. Ele interfere diretamente em spreads, apetite a risco, janelas de captação, covenants, limites bancários, seguros e prazos negociados com fornecedores. Em uma cadeia de crédito interligada, esse processo pode se tornar autorrealizável, quando boatos se transformam em tese, a tese leva a cortes de limite e esses cortes passam a ser interpretados como confirmação do problema inicial. O impacto não se restringe a um único CNPJ e tende a contaminar o custo de capital de todo o setor.

A discussão sobre risco é necessária, mas perde consistência quando o risco é vendido como colapso inevitável, sem método e sem base factual. Houve correção pública de erro numérico em material recente que repercutiu no mercado, mostrando como a velocidade da informação pode gerar convicções e danos.

“Isso não significa risco zero. Significa que o risco real, por enquanto, parece mais concentrado em confiança e liquidez no curto prazo do que em uma tese ampla de “queda do setor” desde o controlador. A leitura correta exige separar risco de setor, risco de grupo e risco por instrumento, olhando obrigação, lastro, garantias, concentração e gatilhos. É assim que se evita generalização que encarece o crédito e trava a roda. O agro não precisa de torcida por colapso. Precisa de análise com responsabilidade, checagem e precisão. Menos manada. Mais fato”, conclui.

 





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Sorgo avança como alternativa de verão no campo gaúcho



O sorgo vem sendo semeado entre a segunda quinzena de agosto e o fim de novembro


O sorgo vem sendo semeado entre a segunda quinzena de agosto e o fim de novembro
O sorgo vem sendo semeado entre a segunda quinzena de agosto e o fim de novembro – Foto: Divulgação

O cultivo do sorgo ganha espaço no Rio Grande do Sul em meio a um cenário marcado por eventos climáticos extremos e margens pressionadas no campo. A combinação de enchentes, estiagens prolongadas e custos elevados tem levado produtores a buscar alternativas mais seguras e com menor exigência de investimento, abrindo caminho para a diversificação das lavouras de verão no Estado.

Nesse contexto, a Boa Safra iniciou uma estratégia inédita ao estruturar o plantio de híbridos de sorgo já na primeira safra, especialmente no Sul do Estado e no Noroeste gaúcho. A proposta posiciona a cultura como opção ao milho e à soja, com menor custo inicial, maior tolerância ao estresse hídrico e preço previamente fixado em 85% do valor do milho, além de garantia de compra contratual antes do plantio.

O sorgo vem sendo semeado entre a segunda quinzena de agosto e o fim de novembro, permitindo diferentes arranjos produtivos. O sistema possibilita a implantação de uma segunda safra com soja safrinha em janeiro ou o uso consorciado com forrageiras para pastejo, ampliando a rentabilidade e reduzindo riscos. A estabilidade da cultura em condições de seca recente tem chamado a atenção de produtores, sobretudo em áreas onde o milho apresenta perdas significativas.

Apesar da cautela inicial típica da adoção de uma nova cultura, a rápida adesão tem sido favorecida pela organização de áreas comerciais e pela estrutura de recebimento e comercialização do grão. A expectativa é que o acompanhamento desta safra, com lavouras em diferentes estágios, contribua para definir o melhor posicionamento do sorgo no Estado e estimule a expansão da área nos próximos anos. O desempenho nacional recente da companhia em produtividade reforça a aposta na cultura como alternativa viável para o produtor gaúcho.

 





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Chuvas limitam projeções da soja no Paraguai


A safra de soja do Paraguai avança para dezembro sob impacto de condições climáticas irregulares e ajustes nas projeções produtivas. Após um início favorável entre setembro e outubro, a falta de regularidade das chuvas em novembro passou a influenciar o desenvolvimento das lavouras, levando a revisões nas estimativas para o ciclo 2025/26.

A produção total é projetada em 10,5 milhões de toneladas, somando a safra principal, estimada em 9,1 milhões de toneladas, e a safrinha, com 1,3 milhão de toneladas. O volume representa um recuo mensal de 2% nas projeções, refletindo perdas pontuais em regiões de maior peso produtivo, como Alto Paraná, Itapúa e Caaguazú. Em algumas áreas de Itapúa houve necessidade de replantio, situação também registrada de forma localizada em San Pedro.

“Para o início de dezembro, a previsão indica baixos volumes de chuva no Paraguai. A partir do dia 8, no entanto, a maior parte da Região Oriental deve receber precipitações significativas, seguida novamente por alguns dias secos e por um segundo pulso de chuva por volta do dia 14”, diz a analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Larissa Barboza Alvarez.

A persistência do fenômeno La Niña até o verão de 2026, mesmo com menor intensidade, mantém o risco de períodos secos durante fases críticas do ciclo, especialmente no enchimento dos grãos. A combinação entre chuvas irregulares e plantas que se desenvolveram sob condições iniciais favoráveis, sem estímulo a maior resistência à seca, pode ampliar a variabilidade dos resultados produtivos.

No mercado, a comercialização da soja 2025/26 avançou para 19% nos primeiros dias de novembro, apoiada por altas pontuais em Chicago, enquanto a safra 2024/25 já está totalmente vendida. “Com essa demanda firme, a StoneX aponta que o mercado interno tende a manter preços sustentados, levando algumas regiões a priorizar vendas domésticas em vez da exportação”, finaliza Larissa.

 





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Demanda aquecida mantêm preços do etanol firmes


Levantamentos do Cepea indicam que, entre abril e novembro de 2025, os Indicadores CEPEA/ESALQ mensais do etanol anidro e hidratado no estado de São Paulo ficaram, respectivamente, 4,53% e 5,07% acima dos observados no mesmo período da safra 2024/25, em termos reais, após deflacionamento pelo IGP-M.

Ao longo da temporada, a baixa disponibilidade contribuiu para uma postura mais firme dos vendedores, enquanto a procura seguiu elevada. O destaque ficou para o etanol anidro, cuja demanda foi impulsionada pelo aumento das vendas de gasolina C em todo o país.

No mercado paulista, os contratos de etanol anidro tiveram participação superior ao volume negociado no mercado spot. Dados do Cepea mostram que, na média de abril a novembro, apenas 9,55% do total vendido pelas usinas de São Paulo ocorreu no spot, percentual ligeiramente acima dos 9% registrados em 2024.

Adversidades climáticas ao longo do ciclo reduziram a produtividade agrícola e limitaram a oferta de etanol na temporada 2025/26 na região Centro-Sul. Relatórios da Unica apontaram queda no volume de cana-de-açúcar processado no acumulado do ciclo, além de piora na qualidade da matéria-prima, medida pelo ATR.

Com esse cenário, aumentou o número de usinas que encerraram as atividades mais cedo, o que pode prolongar o período de entressafra, tradicionalmente entre janeiro e março. Até a primeira quinzena de novembro, 120 unidades já haviam finalizado a moagem no Centro-Sul, frente a 70 usinas no mesmo momento da safra anterior.

No mercado externo, a participação brasileira foi mais limitada ao longo de 2025. Entre abril e novembro, os embarques de etanol somaram 1,07 bilhão de litros, queda de 11,8% em relação ao mesmo intervalo de 2024, segundo dados da Secex. A receita obtida no período totalizou US$ 567 milhões, recuo de 18%.

A parcial da safra 2025/26 confirma um mercado de etanol mais ajustado em São Paulo, com preços sustentados por oferta limitada e demanda consistente, especialmente do anidro. A antecipação do encerramento das usinas e a possível ampliação da entressafra reforçam a expectativa de menor disponibilidade no curto prazo, enquanto o desempenho mais fraco das exportações mantém o foco no mercado doméstico.





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Recordes e menor volatilidade marcam a pecuária em 2025



Câmbio elevado impulsionaram a produção e as vendas externas


Foto: Divulgação

 A vitalidade da pecuária nacional tem lhe garantido ano após ano a renovação dos recordes de produção e de exportação. Em 2025, ainda faltando a divulgação de dados oficiais, pesquisadores do Cepea indicam que é possível sinalizar que a produção de carne e o abate de fêmeas atingiram as máximas históricas. Isso vale para o rebanho confinado e para o volume e receita com a exportação. 

A menor oferta global de carne, os custos competitivos do Brasil e o câmbio elevado impulsionaram a produção e as vendas externas. Pela primeira vez, o País exporta mais de 3 milhões de toneladas de carne bovina, evidenciando que o setor conseguiu evitar impacto das tarifas dos Estados Unidos, um dos seus principais clientes. Segundo pesquisadores do Cepea, o mercado spot esteve enfraquecido nos momentos de baixa e limitado nos momentos de alta. A baixa oscilação dos preços foi uma marca da pecuária em 2025.

O setor sustentou ao longo de 2025 os valores reposicionados em set-out de 2024 e seguiu com variações bem menores que em outros anos. A exemplo do boi, a oscilação dos preços da carne também foi menor neste ano. Para a reposição, a expansão dos confinamentos elevou a procura por boi magro e puxou também os preços do garrote, do bezerro e das fêmeas, conforme apontam dados do Cepea.





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Cotações atravessam 2025 em forte queda



Em abril, os preços iniciaram uma trajetória descendente


Foto: Pixabay

Contrariando expectativas de preços elevados devido à escassez global, o mercado de açúcar registrou expressivas quedas ao longo de 2025, tanto internas como externas. As cotações domésticas abriram o ano ainda em altos patamares, com o Indicador CEPEA/ESALQ a R$ 154,98/saca de 50 kg em janeiro. Com o início da safra 2025/26, em abril, os preços iniciaram uma trajetória descendente, que se estenderia ao longo do ano.

A média do Indicador recuou para R$ 141,36/sc no começo da moagem, caindo progressivamente até R$ 105/sc no final de novembro, o menor patamar nominal desde abril/21. Segundo pesquisadores do Cepea, essa desvalorização, no entanto, não significou abundância de produto. Pelo contrário, a disponibilidade permaneceu limitada, especialmente para o açúcar de melhor qualidade (Icumsa 150), que foi direcionado, em grande parte, às exportações. No balanço da safra 2025/26, segundo dados da Secex, o Brasil exportou 30,86 milhões de toneladas de açúcar (de janeiro/25 a novembro/25), praticamente o mesmo volume enviado no ciclo anterior, com a participação nacional no comércio global se mantendo próxima dos 50%.

Contudo, a queda nos preços internacionais reduziu significativamente a receita: em novembro, o preço médio de exportação foi de US$ 377,20/tonelada, baixa de 21% sobre o mesmo mês de 2024. Pesquisadores do Cepea destacam que um aspecto relevante foi a manutenção do prêmio do mercado doméstico sobre as vendas externas. Em setembro, o spot paulista remunerava 9,17% a mais que os embarques, considerando os custos de fobização e o câmbio vigente. Essa diferença incentivou as usinas a priorizar o abastecimento interno. 





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Esmagamento tem forte queda; preços caem menos



Chuvas reduziram significativamente o ritmo de colheita


Foto: Canva

As chuvas, excessivas em algumas áreas, reduziram significativamente o ritmo de colheita de mandioca na última semana em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Diante desse cenário, pesquisadores explicam que empresas anteciparam as férias coletivas, resultando em expressiva queda no volume de esmagamento. 

Assim, embora a oferta de matéria-prima tenha permanecido acima da demanda industrial, os preços caíram em menor intensidade. Levantamento do Cepea mostra que a média nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 508,07 nesta semana (R$ 0,8836 por grama de amido), baixa de 1,4% em relação ao período anterior. 

Entre os derivados, ainda conforme o Centro de Pesquisas, o ritmo de negócios seguiu lento para a fécula, mas apresentou leve melhora no mercado de farinha das regiões produtoras do Paraná e de São Paulo – compradores, especialmente do atacado, mostraram maior interesse em recompor estoques antes do recesso.





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Cuidados para ceia segura nas festas de fim de ano


A adoção de boas práticas no preparo e no armazenamento de alimentos no Natal e no Ano Novo é necessária para evitar problemas de saúde nas celebrações. A extensionista e nutricionista da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), Samira Tanure Fonseca alerta que o consumo de água? Ou alimentos contaminados podem provocar intoxicações, sintomas de desidratação mais comuns são vômitos, diarreia, dores abdominais e até febre.  

De acordo com Samira, alterações na aparência, na cor, na textura ou no odor no alimento indicam que ele não é seguro para consumo. “No entanto, é preciso frisar que nem todo alimento contaminado apresenta alteração sensorial. Produtos com prazo de validade vencido, por exemplo, são considerados impróprios para o consumo, independentemente das aparências”, ressalta. 

Um nutricionista dá algumas orientações para evitar o desperdício e garantir que os pratos não tornem um risco à saúde: 

planejamento das

– Planeje o que será servido e a quantidade de pessoas para calcular as porções corretamente e evitar desperdícios;

– Observe se os produtos estão?dentro da validade? e se os alimentos de origem animal apresentarem carimbo de inspeção sanitária como SIF, SISBI e SIM;

– Não compre produtos enlatados com embalagens estufadas, amassadas ou enferrujadas. As embalagens de plástico ou tetrapak não devem ser rasgadas, danificadas ou furadas;

– Ao comprar carnes congeladas verifique se elas estão firmes, sem gelo e sem água na embalagem.

Transporte

Samira Tanure alerta que as altas temperaturas favorecem a multiplicação de bactérias, por isso os frios devem ser armazenados no freezer e na geladeira o mais rápido possível após a compra. 

Preparar eação 

– Lave bem as mãos, as superfícies e os objetos antes do preparo. 

– Utilize ferramentas diferentes ao preparar alimentos crus e cozidos. 

– Higienizar e higienizar os vegetais e frutas.

– As comidas cozidas que não foram consumidas de reuniões imediatas de refrigeração.

– O descongelamento deve ser realizado dentro do refrigerador.

– Para ter certeza do cozimento completo das carnes, verifique a mudança na cor e na textura. 

– Receitas com ovos crus, como maionese caseira ou musse, devem ser evitadas, pois são fontes potenciais para transmissão de salmonelose.

Consumo

– Evite preparar os alimentos com muita antecedência antes do consumo   

– Alimentos cozidos ou perecíveis não devem ficar expostos por mais de duas horas em temperatura ambiente. Se a temperatura ambiente estiver acima de 30°C, esse tempo limite cai para apenas uma hora.

Aproveitamento

– Após o fim da refeição, coloque o mais rápido possível os alimentos não consumidos em recipientes com tampa para serem armazenados na geladeira por até 4 dias. 

– Sobremesas produzidas com leite e derivados devem ser armazenadas na geladeira por até 3 dias. 

– Congele os alimentos em pequenas porções e utilize etiquetas com os dados de preparo para melhor controle de validade. Se o alimento for descongelado, não deve ser congelado novamente.

 





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Custos de produção de frangos de corte e de suínos aumentam em novembro


Os custos de produção de suínos e de frangos de corte subiram em novembro, na comparação com outubro, conforme levantamento da Embrapa Suínos e Aves por meio da Central de Inteligência de Aves e Suínos (CIAS), disponível em embrapa.br/suinos-e-aves/cias.

No Paraná, o custo de produção do quilo do frango de corte subiu 1,68% em novembro frente a outubro, passando para R$ 4,63 e com o ICPFrango atingindo 358,40 pontos. Apesar disso, no acumulado de 2025, a variação é negativa, de -3,30%. No comparativo de 12 meses o índice também registra queda: -2,17%. A ração, que representou 62,41% do custo total em outubro, subiu 0,58% no mês. Os custos com aquisição de pintos de 1 dia de vida (19,60% do total), aumentaram 7,66% no período.

Em Santa Catarina, o custo de produção do quilo do suíno vivo foi de R$ 6,42 em novembro, alta de 1,12% em relação ao mês anterior, com o ICPSuíno chegando aos 367,06 pontos. No acumulado de 2025, o índice também registra aumento (3,37%). Em 12 meses, a variação é de 2,92%. A ração, responsável por 71,76% do custo total de produção na modalidade de ciclo completo, subiu 1,74% no mês.

Santa Catarina e Paraná são estados de referência nos cálculos dos Índices de Custo de Produção (ICPs) da CIAS, devido à sua relevância como maiores produtores nacionais de suínos e frangos de corte, respectivamente. A CIAS também disponibiliza estimativas de custos para os estados de GO, MG, MT e RS, fornecendo subsídios importantes para a gestão técnica e econômica dos sistemas produtivos de suínos e aves de corte.  





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