sábado, março 28, 2026

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Novas soluções para a agricultura pautam feira


Durante a 30ª edição da Hortitec, realizada entre 25 e 27 de junho em Holambra (SP), a Biotrop apresentou um portfólio completo de soluções biológicas voltadas à horticultura, reforçando seu compromisso com a produtividade, sustentabilidade e segurança alimentar. A empresa, referência em insumos naturais para o agronegócio, aproveitou a maior feira do setor para destacar como seus produtos atendem às exigências de um mercado cada vez mais preocupado com práticas agrícolas regenerativas e saudáveis.

“Além disso, favorecem a saúde do solo, preservam a biodiversidade e são menos agressivos ao meio ambiente. Sua aplicação também está alinhada às demandas dos mercados mais exigentes e ao manejo integrado, oferecendo soluções que auxiliam no controle seguro e eficiente de pragas e doenças em diferentes cultivos. Assim, os biológicos representam um caminho estratégico para uma horticultura mais moderna, produtiva e responsável”, detalha Elton Visioli, Gerente de Unidade de Negócios da Biotrop.

Entre os destaques apresentados estão o Biobrev Full, bioinseticida eficaz no controle da traça-do-tomateiro; o Bombardeiro, biofungicida de amplo espectro; e o Biomagno, insumo multifuncional com ação biofungicida e bionematicida. Os visitantes também puderam conhecer o Agrobiota, serviço exclusivo de análises metagenômicas do solo que, aliado à IA EVA, oferece diagnósticos personalizados e recomendações precisas para um manejo mais eficiente.

Além da presença na feira, a Biotrop realizou a 2ª edição do Hortinov, evento técnico em parceria com a Sakata Seed, promovendo experiências práticas com os produtos diretamente no campo. A iniciativa reforça o papel da empresa como agente transformador da horticultura brasileira, ao combinar inovação tecnológica com responsabilidade ambiental.

“A partir da identificação e interpretação dos microrganismos de determinada área, é possível entender suas interações e impactos na saúde e nutrição das plantas. Esses dados são disponibilizados em uma plataforma exclusiva da Biotrop, que também oferece recomendações de manejo personalizadas e sugestões de bioinsumos mais adequados para cada situação, aumentando a eficiência das decisões no campo”, conclui.

 





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“Como está nosso agronegócio é a palavra-chave”: Bolsonaro fala aos…


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No encerramento do 6º Seminário A Voz do Campo, realizado em Gramado/RS nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro deixou uma mensagem aos produtores rurais e líderes do setor reunidos durante o evento. “Este é um setor importantíssimo, responsável por, aproximadamente, um terço do nosso PIB e está sendo massacrado por este governo”, disse. 

Bolsonaro citou a questão das altas taxas de juros, do crédito escasso e afirmou ainda que, caso o cenário não se altere e a classe produtora seja encarada e tratada de outra forma, “vai faltar arroz e feijão não só na mesa dos mais pobres, mas de todos”. 

Durante sua fala, Bolsonaro ainda falou sobre a questão do crescente endividamento, dos fretes e demais despesas logísticas elevadas e ainda tratou de uma “silenciosa invasão da China” no Brasil, além da questão do Marco Temporal entre os pontos de atenção que elencou que exigem cuidado e estratégia pelo agronegócio. 

O ex-presidente e principal líder da direita no país esteve ao vivo na Voz do Campo por uma chamada de vídeo, realizada pelo deputado Federal Luciano Zucco (PL-RS), já que não pode estar pessoalmente no evento em função dos cuidados que está tendo com sua saúde depois da cirurgia abdominal feita nas últimas semanas.

Acompanhe sua fala:

 

O deputado foi recebido com muito entusiasmo pelos participantes do evento e citado como um possível candidato ao governo do Rio Grande do Sul nas próximas eleições. “Eu quero dizer pra vocês que ou nos unimos, neste momento, valorizando o agro, quem realmente está de sol a sol, colocando a verdade, se expondo, ou vamos continuar com florestas que são, basicamente, tomada por espinhos”, disse.

>> Clique AQUI e veja todo o contéudo produzido durante o 6º Seminário a Voz do Campo

Veja como foi sua participação no 6º Seminário A Voz do Campo:

 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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Fósforo na hora certa e no lugar certo



A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido



A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido
A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido – Foto: Divulgação

Segundo Gustavo Rodrigues Cunha, diretor de projetos da Conteagro Soluções Agronômicas, um experimento conduzido neste semestre na disciplina de Adubos e Adubação revelou a importância do momento adequado para aplicação da adubação fosfatada na cultura do milho. A pesquisa avaliou quatro tratamentos: T1 (sem adubação fosfatada), T2 (adubação realizada 20 dias antes do plantio), T3 (adubação no dia do plantio com inoculantes biológicos) e T4 (adubação no dia do plantio sem biológicos).

Os resultados parciais evidenciam visualmente o impacto da aplicação do fósforo no momento adequado, especialmente quando associado a inoculantes biológicos. O tratamento T3 destacou-se ao promover um crescimento inicial mais vigoroso, reforçando a sinergia entre nutrientes e microrganismos benéficos. De acordo com Cunha, a sincronização da adubação com a demanda da planta é ainda mais essencial em solos com baixa disponibilidade de fósforo.

A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido, conforme apontam Novais et al. (2007) e Sousa & Lobato (2004). Por isso, garantir sua presença nas fases iniciais de desenvolvimento da planta é estratégico para o bom estabelecimento da lavoura. A localização precisa e o tempo correto da aplicação garantem maior eficiência e aproveitamento do nutriente.

A conclusão preliminar do estudo reforça que pequenos ajustes no manejo da adubação podem trazer grandes resultados. A correta aplicação do fósforo, aliada ao uso de inoculantes biológicos, se mostra uma ferramenta poderosa para aumentar a produtividade e a sustentabilidade no cultivo do milho.

 





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Feira internacional divulga novidades na batata



O simpósio reuniu 35 palestrantes e cerca de 400 participantes



O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes
O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes – Foto: Pixabay

Durante o International Potato Symposium, realizado na feira Macfrut em Rímini, especialistas destacaram os principais desafios enfrentados pela cadeia produtiva da batata, como os impactos das mudanças climáticas, a redução da produção global e o avanço de pragas e doenças. Segundo Luciano Trentini, coordenador do evento, a criação de uma Organização Comum de Mercado para a batata na União Europeia, implementada até o momento apenas pela Itália, pode impulsionar a modernização do setor.

“Durante o Simpósio da Macfrut, surgiram muitos temas. Um dos mais debatidos foi a organização do sistema produtivo. Este ano, uma novidade regulatória importante foi a criação de uma OCM (Organização Comum de Mercado) para a batata pela União Europeia. Por ora, apenas a Itália aplicou essa regulamentação, o que permite às organizações de produtores acessar programas operacionais semelhantes aos das frutas e hortaliças, com o objetivo de modernizar os processos produtivos, especialmente por meio da inovação”, comenta.

O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes. Dados apresentados indicam que a produção mundial gira em torno de 375 milhões de toneladas por ano, liderada por China, Índia e Ucrânia. Na União Europeia, a produção foi de 48,5 milhões de toneladas em 2023, mas a oferta tem diminuído, pressionando os preços globalmente.

“Itália não é autossuficiente. Importa principalmente da França para suprir entre 40% e 50% de suas necessidades, além da Alemanha e de países mediterrâneos que fornecem batatas precoces. Estamos investindo em novas variedades italianas, pois hoje dependemos quase totalmente do exterior. As novas cultivares apresentadas na exposição, em frente ao simpósio, chamaram a atenção, assim como nossos produtos com seis denominações de origem. Como nossa produção é especializada, devemos buscar a excelência em qualidade”, conclui.

 





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Soja fecha em leve alta em Chicago: Confira


Segundo informações da TF Agroeconômica, os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram a sessão desta segunda-feira (19) em leve alta, sustentados pelo avanço do milho, do trigo e principalmente pelo óleo de soja. O contrato de julho, referência para a safra brasileira, subiu 0,07%, fechando a US\$ 1050,75 por bushel. Já o contrato de agosto encerrou com valorização de 0,14%, cotado a US\$ 1047,75/bushel.

Os derivados da soja apresentaram desempenhos distintos: o farelo para julho caiu 0,27%, a US\$ 291,10 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 1,04%, encerrando o dia em US\$ 49,44 por libra-peso. A sustentação dos preços veio, principalmente, da valorização do óleo, influenciado por fatores macroeconômicos e políticos relevantes nos Estados Unidos.

Um dos principais motores da alta foi a aprovação, pelo Comitê de Orçamento da Câmara dos Representantes dos EUA, do projeto de lei “Big and Beautiful”, que havia sido rejeitado na sexta-feira anterior. Entre outros pontos, o projeto propõe a extensão dos créditos fiscais 45Z até 2031 para produtores de combustíveis de baixo carbono, como o biodiesel — o que impacta diretamente a demanda por óleo de soja. A proposta segue agora para o Comitê de Regras e, posteriormente, para votação no plenário da Câmara, com expectativa de aprovação ainda nesta semana.

Outro fator que colaborou com o desempenho da soja foi o registro de fortes chuvas na Argentina. Apesar de a Bolsa de Rosário ter recentemente elevado sua estimativa para a safra do país vizinho, o excesso de precipitação pode comprometer parte das lavouras em determinadas regiões, o que adiciona incerteza ao mercado e contribui para a valorização das cotações.

 





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Soja em comercialização moderada


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul registrou indicações no porto, para entrega em maio e pagamento 30/05 na casa de R$ 132,00, marcando queda de 2,22%, segundo informações da TF Agroeconômica. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00 Cruz Alta – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 130,00 Passo Fundo – Pgto. 30/05 R$ 130,00 Ijuí– Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 130,00(-0,76%) Santa Rosa / São Luiz – Pgto. meados de junho. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 120,00 a saca, para o produtor”, comenta.

A colheita da soja 2024/25 está praticamente concluída em Santa Catarina, favorecida pelo clima seco. Apesar disso, o mercado segue travado, com pouca liquidez nas negociações. A queda nos prêmios de exportação e nas cotações internacionais freia as vendas, mesmo com os grãos já colhidos. Os preços variam entre R\$ 125,00 e R\$ 132,49 por saca, com o valor no porto de São Francisco marcando R\$ 132,49 (-0,02%).

A comercialização segue moderada no Paraná, com oscilações nos preços ao longo da semana, influenciadas pelo comportamento das cotações internacionais e pela dinâmica da oferta interna. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 126,90. Em Cascavel, o preço foi 115,05(-8,90%). Em Maringá, o preço foi de R$ 115,47. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 114,24 por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$132,52. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, comenta.

A safra de soja 2024/25 foi finalizada em Mato Grosso do Sul com bom volume, mas baixa lucratividade média, limitada a 8% devido ao estresse hídrico e calor excessivo no sul e centro-sul do estado. Os preços do dia ficaram em R\$ 115,74 em Dourados, Campo Grande, Maracaju e Sidrolândia (com alta de 2,23% nessas três últimas praças), e R\$ 111,34 em Chapadão do Sul.

A comercialização segue lenta no Mato Grosso, pressionada por preços instáveis e custos elevados de transporte. No dia 17, o frete de Sorriso para Santos chegou a R$ 330/tonelada. “Campo Verde: R$ 114,59. Lucas do Rio Verde: R$ 122,51, Nova Mutum: R$ 122,51(+15,07). Primavera do Leste: R$ 114,59. Rondonópolis: R$ 114,59. Sorriso: 108,52”, conclui.

 





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Milho cai na B3: Veja o motivo


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em baixa com gripe aviária, segundo informações da TF Agroeconômica. “Salvo um pequeno ajuste positivo para a cotação de julho26, os contratos negociados na B3 fecharam em queda neste começo de semana”, comenta.

“Além da pressão sazonal, com o começo da colheita do milho safrinha se aproximando, o milho, assim como o farelo de soja estão sofrendo com a gripe aviária identificada no Rio Grande do Sul. Até esta segunda-feira 18 países suspenderam a suas importações de frango do Brasil, até que maiores investigações sejam feitas”, completa a consultoria.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia. “O vencimento de julho/25 foi de R$ 62,07 apresentando alta de R$ 0,06 no dia, baixa de R$ -1,51 na semana; julho/25 fechou a R$ 63,17, baixa de R$ -0,74 no dia, baixa de R$ -1,41 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 67,00, baixa de R$ -0,15 no dia e baixa de R$ -0,79 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho fechou em alta com dados de exportação e chuvas nos EUA. “A cotação de julho, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 0,90 % ou $ 4,00 cents/bushel a $ 447,50. A cotação para julho, fechou em alta de 1,60 % ou $ 6,75 cents/bushel a $ 428,25”, informa.

“Os Fundos de Investimento aproveitaram alguns problemas climáticos nos EUA e Argentina, assim como um robusto relatório de embarques para exportação para justificar a recompra de posições sobrevendidas. Chuvas recentes alagaram algumas áreas nos EUA, o que pode prejudicar o plantio acelerado do país. Na Argentina, as precipitações podem comprometer parte das lavouras ainda não colhidas. O USDA apontou um aumento de 32% no volume de milho embarcados para exportação no comparativo semanal”, conclui.

 





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insumo essencial exige manejo estratégico



“Além disso, o desempenho da ureia está diretamente ligado à sua qualidade granulomét



“Além disso, o desempenho da ureia está diretamente ligado à sua qualidade granulométrica"
“Além disso, o desempenho da ureia está diretamente ligado à sua qualidade granulométrica” – Foto: Canva

Segundo informações da Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), divulgadas pela Autem Trade Company, a Ureia representa mais de 60% do consumo de fertilizantes nitrogenados no Brasil e é amplamente utilizada em culturas de alta exigência nutricional como milho, soja, trigo, café e pastagens. Com 46% de Nitrogênio em sua composição e alta solubilidade, esse insumo se tornou peça-chave na adubação nacional. Contudo, seu uso eficiente exige atenção técnica e operacional.

Além disso, estudos da Embrapa mostram que, quando mal manejada, a ureia pode perder até 40% do nitrogênio aplicado por volatilização, especialmente em solos com pH elevado, baixa umidade ou em aplicações superficiais. Além disso, fatores como granulometria, presença de impurezas e condições inadequadas de armazenagem e transporte impactam diretamente sua eficácia.

A elevada dependência externa, que representa mais de 90% da ureia consumida no país é importada,  torna a rastreabilidade e a logística de distribuição fatores críticos para garantir qualidade e desempenho agronômico. Nesse contexto, a origem do produto e os cuidados com seu deslocamento ganham protagonismo.

“Além disso, o desempenho da ureia está diretamente ligado à sua qualidade granulométrica, nível de impurezas e ao tempo de armazenagem e transporte. Na Autem, atuamos junto aos principais fornecedores globais de ureia, com foco em negociações estratégicas, logística internacional eficiente e entrega técnica sob medida. Nossa equipe monitora os movimentos do mercado global para garantir que o insumo chegue ao destino com qualidade, prazo e competitividade”, conclui.

 





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Dessecação pré-plantio é aliada do cotonicultor



Essa dessecação é realizada de duas a três semanas antes do plantio



Essa dessecação é realizada de duas a três semanas antes do plantio
Essa dessecação é realizada de duas a três semanas antes do plantio – Foto: Canva

Segundo informações do Grupo de Estudos em Cultura do Algodoeiro da Universidade Federal de Viçosa (Gecotton/UFV), o manejo adequado de plantas daninhas é fundamental para o sucesso do cultivo do algodão em sistema de plantio direto (SPD). Essas plantas competem com o algodoeiro por nutrientes, luz e água, além de servirem como abrigo para pragas e doenças. Por isso, é essencial adotar práticas integradas de controle, como a aplicação de herbicidas seletivos, rotação de culturas e controle mecânico.

Uma dessas práticas é a dessecação pré-plantio, técnica utilizada para eliminar as plantas daninhas e restos culturais presentes na área antes da semeadura. Essa dessecação é realizada de duas a três semanas antes do plantio, por meio da aplicação de herbicidas que podem ser aplicados no solo ou diretamente sobre as folhas das plantas. Entre os herbicidas foliares, há os de contato e os sistêmicos, que se deslocam internamente pela planta, via floema. Já os herbicidas aplicados ao solo têm ação ascendente, das raízes para as folhas.

O SPD oferece inúmeras vantagens para o cultivo do algodoeiro, como menor dependência de condições climáticas, redução da compactação do solo, menor desgaste de máquinas e agilidade nas operações. Também contribui para a redução da erosão e para a diminuição dos custos de produção, sendo uma alternativa viável e sustentável para a cotonicultura moderna.

No entanto, o sistema não é recomendado para áreas com solos mal preparados, especialmente aqueles com altos teores de alumínio e presença de camadas compactadas. O algodoeiro é altamente sensível ao alumínio tóxico e à baixa oxigenação do solo, fatores que comprometem o desenvolvimento das raízes e, consequentemente, a produtividade da lavoura.

 





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Cenário global incerto pressiona juros no Brasil



O dólar também perdeu força



O dólar também perdeu força
O dólar também perdeu força – Foto: Pixabay

No último dia 7 de maio, o Federal Reserve (Fed) manteve a taxa básica de juros dos EUA entre 4,25% e 4,50%, conforme já precificado pelo mercado. Apesar da pressão do presidente americano por cortes que estimulem a economia, a expectativa é de que reduções ocorram apenas a partir do terceiro trimestre, podendo chegar a 0,75 ponto percentual, a depender dos efeitos das tarifas comerciais impostas globalmente.

Nesse ambiente de incerteza, commodities como petróleo e minério de ferro registraram queda. O petróleo sofreu com anúncios da OPEP de aumento na produção e risco de queda no consumo global. Já o minério foi pressionado pela possível desaceleração da economia chinesa, apesar dos estímulos internos. Segundo Guilhermo Marques, diretor da Hedgepoint, o receio com a guerra comercial e tensões geopolíticas tem impulsionado a valorização do ouro, que subiu 4,89% entre 2 e 7 de maio, passando de US\$ 3.243,30 para US\$ 3.401,94.

O dólar também perdeu força, com o índice DXY caindo 1,3% nas últimas semanas. A tendência de desvalorização frente a moedas emergentes é puxada pela diversificação de reservas por bancos centrais, expectativa de queda nos juros dos EUA e maior fluxo de capital para países como Brasil e México, onde os juros seguem elevados.

No Brasil, o Copom elevou a Selic para 14,75% ao ano, em sua sexta alta consecutiva. O movimento visa controlar uma inflação de 5,5% registrada em março, acima da meta de 3% do CMN. A autoridade monetária segue pressionada por um cenário fiscal frágil, com dívida pública próxima de 62% do PIB, e por fatores estruturais que sustentam a inflação, como preços administrados e instabilidade nos custos de energia.

 





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