sábado, abril 4, 2026

Política & Agro

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Preços do trigo seguem em alta e indicam boas oportunidades



Entre os fatores de alta, destacam-se a produção abaixo da média no Mar Negro



Entre os fatores de alta, destacam-se a produção abaixo da média no Mar Negro
Entre os fatores de alta, destacam-se a produção abaixo da média no Mar Negro – Foto: Divulgação

Segundo análise da TF Agroeconômica, os preços domésticos do trigo continuam em forte valorização, favorecidos pela alta nas cotações das farinhas. A recomendação para quem ainda possui grão armazenado é de manter a espera por melhores condições de venda. Já compradores devem aproveitar dentro de suas possibilidades. 

Para a safra futura, os contratos em Chicago oferecem margens atrativas: para dezembro de 2025, os preços estão US$ 49,25/bushel acima de maio deste ano; para maio de 2026, a diferença chega a US$ 78,5/bushel, o que representa um lucro estimado de 12,73%. A orientação é garantir a cobertura dos custos e reservar até 10% da produção para possíveis ganhos com especulação.

Entre os fatores de alta, destacam-se a produção abaixo da média no Mar Negro, com previsão de 79,7 milhões de toneladas para a Rússia em 2025/26 (menor volume desde 2021), e a continuidade da seca nos EUA, especialmente no Kansas. A paridade cambial favorável ao dólar, as boas exportações americanas e os estoques globais em queda — estimados em 265,1 milhões de toneladas pelo IGC — reforçam o viés altista.

No Brasil, o destaque é o aumento nos preços do trigo argentino, que subiram de US$ 243 para US$ 250/t nos últimos 30 dias, aproximando-se do preço americano. A demanda nos portos de Paranaguá e Rio Grande deve crescer diante da escassez de produto nacional, o que favorece as importações.

Por outro lado, entre os fatores de baixa, há previsão de aumento de 0,4% na produção global com os avanços na Rússia e Austrália, além do excesso de oferta de farinhas no mercado brasileiro, que pressiona os preços e limita novas compras de trigo por parte dos moinhos.

 





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Mercados agrícolas iniciam semana sob influência do clima


Segundo a TF Agroeconômica, os mercados de grãos abriram esta segunda-feira (21) com variações moderadas, marcadas por feriado no Brasil e forte influência das condições climáticas nos Estados Unidos. A soja subiu levemente na Bolsa de Chicago, com o contrato maio/25 cotado a US$ 1042,25 (+5,75), sustentada pelas chuvas intensas nas regiões produtoras americanas. O excesso de umidade pode prejudicar o milho e abrir espaço para a soja, que possui janela de plantio mais longa. No Brasil, o indicador CEPEA fechou em R$ 135,61, queda de 0,80% no dia, mas alta de 2,59% no mês.

“O risco para a cultura de oleaginosas é que essas chuvas excessivas podem reduzir a produção de milho a tal ponto que ela acabará cedendo terras para a soja, que tem uma janela de plantio mais longa do que as forrageiras. Paralelamente, e refletindo os aumentos, a segunda guerra comercial entre os EUA e a China continua, lançando mais sombras do que luzes sobre o futuro do comércio de soja. Feriado no Brasil”, comenta.

O milho também teve leve valorização em Chicago, com o contrato maio/25 negociado a US$ 486,75, refletindo os atrasos no plantio causados pelas enchentes e tempestades em estados-chave dos EUA, como Oklahoma, Texas e Illinois. No mercado interno, o milho registrou queda de 0,35% no CEPEA, cotado a R$ 83,49, acumulando perda de 4,81% no mês. “Isso pode acentuar o atraso incipiente já evidente na temporada de plantio 25/26 e até mesmo afetar as condições das culturas plantadas antecipadamente. Feriado no Brasil”, completa.

O trigo avançou 2,50 pontos, alcançando US$ 551,25 no contrato maio/25 da CBOT. A valorização foi impulsionada pela fraqueza do dólar frente ao euro, que melhora a competitividade das exportações americanas. No Brasil, os preços se mantiveram praticamente estáveis: no Paraná, o CEPEA apontou R$ 1.579,50, e no Rio Grande do Sul, R$ 1.479,70, ambos com ligeiras altas no acumulado mensal.

“Este é um nível raramente visto que melhora a competitividade das exportações dos EUA, mas que, por outro lado, destaca o potencial de recessão causado pela escalada tarifária imposta pela Casa Branca. Assim como acontece com a soja e o milho, o excesso de chuvas em áreas do sul dos EUA pode prejudicar áreas com plantações de inverno. Feriado no Brasil”, conclui.

 





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O que as empresas fazem de errado numa feira Agro?


Segundo André Franco, conselheiro independente na Revella Tech e na Agrológica Agrocomercial, muitos expositores do setor agro cometem falhas recorrentes na comunicação com o produtor rural durante feiras e eventos. Em publicação recente, Franco compartilhou uma análise baseada em suas visitas como produtor a algumas das principais feiras do setor.  

Entre os principais erros, ele destaca o uso excessivo de linguagem técnica, dificultando o entendimento por parte dos produtores, e a falta de clareza ao apresentar como as soluções podem resolver problemas práticos do campo. Outro ponto crítico, segundo ele, são os estandes fechados e pouco convidativos, que acabam afastando visitantes ao invés de promover a interação.  

Franco também critica o despreparo de algumas equipes de atendimento, que muitas vezes não sabem responder dúvidas ou demonstram desinteresse. Além disso, aponta como equivocado o uso de materiais em inglês em eventos nacionais, o que pode passar a impressão de que o público-alvo não é o produtor brasileiro.  

“Percebi nas feiras que estive presente, e ouvi de muitos outros, que a presença de produtores estava menor que em anos anteriores… será que estes pontos, provavelmente entre outros, não são justamente o que NÃO TÊM estimulado produtores a participarem das feiras?”, comenta.

Por fim, ele observa a dificuldade de algumas empresas em diferenciar suas marcas, o que leva à sensação de que “é tudo a mesma coisa”. Para ele, é essencial destacar os pontos fortes de cada produto e mostrar claramente os benefícios que oferecem ao agricultor.

“As feiras são uma oportunidade única para as empresas se conectarem com os produtores e fortalecerem sua marca. A meu ver, não deveriam ser um local majoritariamente de networking ou de promoções para negócios com preços mais baixos, que é, o que de uma forma ou de outra, estão se transformando”, conclui.

 





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tecnologia global e força brasileira a serviço do agronegócio


Desde 1944, a HIAB se consolidou como referência mundial em soluções para movimentação de cargas. Inventora do primeiro guindaste hidráulico articulado do mundo, a empresa estabeleceu um novo padrão de eficiência, segurança e inovação para o setor. Hoje, a HIAB é reconhecida como líder global em sua categoria, com presença em mais de 100 países, 15 plantas fabris e centros de pesquisa e desenvolvimento, 62 centros de serviço, mais de 4.200 colaboradores e um portfólio que abrange 12 marcas altamente especializadas.

No país, essa presença foi consumada com a aquisição da ARGOS em 2017, então líder nacional em guindastes articulados. Desde então, a ARGOS passou a integrar a HIAB, unindo a robustez reconhecida dos seus produtos com a excelência tecnológica e a escala de uma companhia global, e devido ao reconhecimento nacional, a marca ARGOS segue estampando os produtos tupiniquins.

Os produtos ARGOS são desenvolvidos com o exclusivo software de elementos finitos HIAB, chamado de X-Jumbo? e fruto de 80 anos de conhecimento acumulado, garantindo estruturas otimizadas e resistentes para as condições mais exigentes. Cada modelo é testado por até 100.000 ciclos em bancada externa, enfrentando exposição direta à intempérie para assegurar máxima durabilidade. Fabricados com aço Strenx? de no mínimo 700 MPa importado da Suécia, os guindastes ARGOS oferecem uma combinação incomparável de baixo peso, alta performance e longevidade. Uma linha exclusiva de equipamentos foi desenvolvida para atender às particularidades do agronegócio, com modelos como o aG.9, aG.12 e  AGI 13.5s, concebidos especialmente para o trabalho no campo, aproveitando ao máximo a capacidade de carga do caminhão e levando agilidade ao agricultor.

Hoje, a marca ARGOS está presente em milhares de propriedades rurais em todo o país, apoiando o agricultor brasileiro no transporte de bags de sementes, implementos agrícolas, silos desmontáveis, tratores e máquinas das mais diversas. Essa proximidade com o campo transformou a empresa em uma das principais parceiras do agronegócio nacional, levando produtividade e segurança a cada nova colheita. Além do setor agrícola, os guindastes ARGOS também estão presentes nos setores de construção civil, eletrificação, manutenção industrial, mineração e diversas outras aplicações, sempre entregando confiabilidade, agilidade e robustez incomparáveis.

Com uma visão estratégica clara e sólida, a HIAB enxerga o Brasil como um de seus principais mercados de crescimento nos próximos anos. Os investimentos planejados incluem ampliação da capacidade produtiva local, desenvolvimento de novas soluções voltadas a todos os segmentos que atua, e expansão da rede de serviços e atendimento. A empresa acredita no potencial do agronegócio brasileiro e está comprometida em estar cada vez mais próxima do produtor, oferecendo tecnologia de ponta, suporte técnico e inovação contínua.

Com uma história sólida, inovação constante e soluções desenvolvidas para atender com precisão às necessidades do Brasil, a HIAB reafirma seu compromisso com o progresso de todos os segmentos que dependem da movimentação de cargas. A robustez dos produtos ARGOS é resultado direto dessa visão. Seja no campo ou na cidade, na lavoura ou no canteiro de obras, os guindastes ARGOS são a escolha de quem precisa de força, confiança e desempenho. Parceiros fiéis do produtor e do investidor brasileiro, prontos para carregar o futuro, seja ele qual for.

 





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IGC projeta safra recorde de milho



IGC afirma que o consumo acompanhará esse crescimento



IGC afirma que o consumo acompanhará esse crescimento
IGC afirma que o consumo acompanhará esse crescimento – Foto: Nadia Borges

Segundo o Relatório do Mercado de Grãos de abril do Conselho Internacional de Grãos (IGC), a produção global de grãos no ciclo 2025-26 deve atingir um recorde de 2,373 bilhões de toneladas. O destaque é o milho, cuja produção está estimada em 1,274 bilhão de toneladas, um aumento de 5% em relação ao ciclo anterior. Já as projeções para trigo e arroz seguem praticamente estáveis em relação ao relatório anterior.

Mesmo com a produção em alta, o IGC afirma que o consumo acompanhará esse crescimento, mantendo os estoques totais de grãos em níveis semelhantes aos do ano anterior. O estoque de grãos grossos pode registrar leve aumento, mas o de trigo tende a cair pelo terceiro ano consecutivo. O comércio global de grãos está previsto para alcançar 424 milhões de toneladas, com destaque para a moderação da demanda chinesa, que deve reduzir sua participação nas importações.

A soja também deve alcançar números históricos em 2025-26, com produção global estimada em 428 milhões de toneladas — puxada, principalmente, pelo bom desempenho esperado nas lavouras da América do Sul. O consumo mundial deverá crescer em função da demanda por ração, alimentos e produtos industriais, mantendo os estoques elevados. Apesar da queda nas exportações para a China, o comércio global deve se estabilizar com o aumento das entregas para outros mercados.

Para o arroz, a expectativa é de pouca variação, com um leve crescimento na produção de 3 milhões de toneladas, totalizando 540 milhões de toneladas. O comércio, o consumo e os estoques também devem subir discretamente. Já o Índice de Preços de Grãos e Oleaginosas do IGC subiu 1% em relação a março, impulsionado por altas nos preços de culturas como milho e soja. Na comparação anual, no entanto, o índice acumula queda de 2%, influenciada principalmente pela retração de 29% nos preços do arroz.

 





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Mercado de feijão enfrenta pressão de preços



Essa pressão tende a ser temporária



No caso do Feijão-carioca, produtores de Minas Gerais e Goiás relatam propostas inferiores a R$ 250 por saca
No caso do Feijão-carioca, produtores de Minas Gerais e Goiás relatam propostas inferiores a R$ 250 por saca – Foto: Divulgação

O mercado de feijão no Brasil atravessa uma semana de desafios, com produtores enfrentando ofertas abaixo dos valores considerados razoáveis, segundo análise divulgada pelo Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE) no Clube Premier da entidade, com dados até 16 de abril de 2025. A situação envolve tanto o feijão-carioca quanto o feijão-preto, exigindo atenção redobrada dos produtores e iniciativas coordenadas para garantir preços justos.

No caso do Feijão-carioca, produtores de Minas Gerais e Goiás relatam propostas inferiores a R$ 250 por saca, apesar de estarem comercializando produtos de qualidade, devidamente armazenados em câmaras frias. O valor justo de mercado gira em torno de R$ 270 a R$ 280. A principal causa da queda é a semana atípica com feriado, que reduziu o volume de negócios e abriu espaço para ofertas especulativas por parte de compradores oportunistas, aproveitando-se da baixa liquidez momentânea no varejo.

Já no segmento do Feijão-preto, há um movimento crescente para que a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) atue conforme a legislação vigente, garantindo o cumprimento do preço mínimo estabelecido de R$ 152 por saca. O setor produtivo solicita a ativação de instrumentos como AGF (Aquisição do Governo Federal) e EGF (Empréstimo do Governo Federal), com o objetivo de proteger os produtores frente a preços predatórios e assegurar maior equilíbrio no mercado.

A expectativa dos especialistas é que a pressão sobre os preços do Feijão-carioca seja temporária e que, com o fim do feriado e a retomada das atividades no varejo, ocorra uma recuperação gradual. Para o Feijão-preto, o sucesso da campanha junto à CONAB poderá trazer maior estabilidade, reforçando o papel regulador do Estado.

 





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Mancha-alvo avança em lavouras de algodão



Fungicidas adequados devem ser usados



Fungicidas adequados devem ser usados
Fungicidas adequados devem ser usados – Foto: Pixabay

Nos últimos dois anos, a mancha-alvo, causada pelo fungo Corynespora cassiicola, tem ganhado espaço nas lavouras de algodão do Mato Grosso, desafiando o foco tradicional dos produtores, que historicamente priorizam o controle da ramulária. A intensificação da doença está ligada principalmente à sucessão sojaalgodão e à queda de eficácia de Fungicidas comerciais, especialmente as carboxamidas, no controle da mancha-alvo.

Segundo Marcelo Gimenes, gerente de Fungicidas da ADAMA, a falta de produtos específicos para o algodão e o uso de fungicidas voltados à ramulária permitiram que o patógeno se alastrasse com mais agressividade. Além disso, a sobrevivência do fungo nos restos culturais da soja contribui para o aumento da pressão da doença a cada safra. Diante disso, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e a Aprosoja-MT intensificam a divulgação de boas práticas de manejo.

Uma das soluções eficazes destacadas é o fungicida Armero®, da ADAMA, que combina dois ativos com excelente performance no controle da mancha-alvo. Com formulação exclusiva, o produto vem mostrando resultados positivos em diferentes regiões do cerrado, especialmente nas primeiras aplicações, protegendo a sanidade foliar e melhorando a produtividade.

“O uso de fungicidas adequados, em momentos-chave do ciclo da cultura, é fundamental para evitar que a doença comprometa o rendimento da lavoura. Nesse sentido, a ADAMA, tem conduzido um trabalho robusto em parceria com as mais renomadas instituições de pesquisa do cerrado brasileiro, em especial com o pesquisador Dr. Rafael Galbieri (fitopatologista do IMAmt – Instituto Mato-grossense do Algodão), gerando uma recomendação assertiva de fungicidas para manejo de mancha-alvo no algodão”, ressalta Gimenes.

 





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EUA com ritmo lento para soja, milho e algodão



Já o algodão apresenta um avanço de 4% na semeadura



Para o milho, o avanço é modesto
Para o milho, o avanço é modesto – Foto: Freepik

De acordo com dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e compartilhados por Guilherme Silva Póvoa, sócio e diretor de operações da Soberano Corretora de Seguros, Consórcios e Financiamentos, o início do plantio da nova safra norte-americana apresenta ritmo lento, especialmente para a soja. Os números contemplam os 18 principais estados produtores de soja e milho e os 15 maiores de algodão, permitindo uma análise precisa do progresso das lavouras.

No caso da soja, o plantio ainda não começou. A taxa atual está em 0%, igual ao registrado na mesma semana do ano passado e à média histórica dos últimos cinco anos para esse período. O cenário sugere que os produtores ainda aguardam melhores condições climáticas ou outros fatores técnicos para iniciar os trabalhos.

Para o milho, o avanço é modesto, com 2% da área semeada até agora. Isso representa uma leve melhora em relação à semana passada, que registrava 0%, mas está abaixo dos 3% do mesmo período em 2023. Ainda assim, o índice se alinha à média dos últimos cinco anos, indicando que não há motivo de alarme imediato quanto a atrasos significativos.

Já o algodão apresenta um avanço de 4% na semeadura, ficando um pouco abaixo da média entre 2019 e 2023, que é de 6%, mas acima do registrado na semana anterior, que era de 0%. Em comparação com 2023, o ritmo também está mais lento, já que no mesmo período do ano passado o plantio havia atingido 5%.

Esses números iniciais são importantes para o mercado, pois o ritmo do plantio influencia diretamente nas expectativas de produtividade e no comportamento dos preços internacionais. Com o avanço das semanas, o acompanhamento contínuo dos dados será essencial para avaliar eventuais impactos no abastecimento global.

 





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Crédito mais flexível impulsiona irrigação e inovação



A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade



A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade
A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade – Foto: Pixabay

Nos últimos dez anos, o financiamento no agronegócio brasileiro evoluiu com a entrada de novas fontes privadas, como bancos, fundos e indústrias, suprindo a crescente demanda por crédito. Segundo Bruna Neri, gerente financeira da Netafim, “o recurso subsidiado não é suficiente para o mercado. “Temos um agro mais tecnológico e sólido, pronto para investir”.

A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade e garantir segurança hídrica. Contudo, ainda há desafios para o financiamento. “”O Proirriga é uma importante linha subsidiada para a irrigação, mas o mercado ainda demanda novas fontes de financiamento para atender plenamente seu potencial de crescimento. Estima-se que o valor liberado anualmente represente menos de 20% da expectativa do setor. Por isso, diversificar as opções de financiamento e atrair novos agentes pode ser um caminho estratégico para ampliar o acesso à irrigação”.

Com prazos maiores, garantias mais flexíveis e pagamento em commodities, surgem soluções inovadoras. A Netafim, por exemplo, criou linhas de crédito via BNDES e fechou parcerias com bancos privados. Essas condições favorecem investimentos em tecnologias como a irrigação por gotejamento, que aumenta a produtividade e reduz desperdícios, explica Bruna.

Essa evolução também permitiu que pequenos e médios produtores adotassem sistemas modernos. A perspectiva é de mais incentivos à sustentabilidade, combinando inovação e crédito acessível. “Durante esses eventos, há uma maior busca por soluções de crédito, já que os agricultores procuram entender melhor as opções disponíveis e como elas podem apoiar suas necessidades tecnológicas e de irrigação”, conclui Bruna.

 





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Exportações de soja batem recorde histórico em março


Por Ronaldo Fernandes

O Brasil exportou 14,68 milhões de toneladas de soja em março de 2025, o maior volume já registrado na história para março. A marca representa um crescimento de mais de 16,51% em relação a março de 2024, e reforça a força do Brasil como principal fornecedor global da oleaginosa.

A concentração desse volume no primeiro trimestre mostra o apetite chinês para repor estoques. Com o mercado asiático desabastecido nos primeiros meses do ano, o volume recorde embarcado em março deve começar a chegar nos portos da China em abril e maio, justamente quando o consumo se intensifica.

Além disso, com a recente escalada tarifária entre EUA e seus principais parceiros comerciais, o Brasil se tornou ainda mais atrativo para compradores internacionais, o que deve manter o ritmo de exportações aquecido ao longo dos próximos meses.

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